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AMÁLGAMA DE PRATA Materiais Dentários. AMÁLGAMA É um tipo especial de liga em que um dos componentes é o mercúrio.

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1 AMÁLGAMA DE PRATA Materiais Dentários

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3 AMÁLGAMA É um tipo especial de liga em que um dos componentes é o mercúrio.

4 COMPOSIÇÃO COMPONENTES% EM PESO Prata67,0 a 70,0% Estanho25,3 a 27,7% CobreAté 6% (conv.) Até 30% (alto teor de Cu) ZincoAté 1% Ouro,Índio e MercúrioAdicionados em pequenas concentrações

5 FABRICAÇÃO DA LIGA Obtenção do lingote Homogeneização Produção do pó Envelhecimento / Recozimento

6 OBTENÇÃO DO LINGOTE Componentes da liga são colocados em forno especial impedindo vaporização ou queima excessiva dos metais.

7 HOMOGENEIZAÇÃO Os lingotes são colocados em forno e aquecidos a temperatura de 400 a 425°C por 24 horas.

8 PRODUÇÃO DO PÓ DE LIGA O lingote é colocado em um torno ou fresa e reduzido a partículas pequenas. Para obter ligas esferoidais os componentes são aspergidos em uma atmosfera de gás inerte, onde se solidificam sob a forma de micro esferas.

9 ENVELHECIMENTO / RECOZIMENTO Assegura um produto estável quando colocado a 100°C

10 REAÇÃO – FASE CONVENCIONAL Ag 3 Sn + Hg Ag 2 Hg 3 + Sn 7 Hg8 + Fase (+Sn) 1 2 Limalha + Hg limalha (+Sn)

11 AMÁLGAMA CONVENCIONAL : 3 FASES PRINCIPAIS Fase gama (Ag 3 Sn) Fase gama 1 (Ag 2 Hg 3 ) Fase gama 2 (Sn 7 Hg 8 )

12 CARACTERÍSTICAS DO AMÁLGAMA RICO EM 2 Pequena resistência a compressão Grande escoamento Fratura marginal Corrosão acentuada

13 ALTO CONTEÚDO DE COBRE (>6%) Fase dispersa Fase única

14 FASE DISPERSA São apresentadas como partículas dispersas (70% limalha e 30% do eutético Ag-Cu em esferas) Eutético : Ag – 71,9% Cu – 28,1%

15 FASE DISPERSA Ag 3 Sn( ) + AgCu(eutético) + Hg Ag 2 Hg 3 ( 1) + Cu 6 Sn 5 + Ag 3 Sn (não reagido) n + AgCu (não reagido) Chamado amálgama não 2

16 FASE ÚNICA São partículas esferoidais com a mesma composição química. % em peso :Ag – 60% Sn – 27% Cu – 13%

17 FASE ÚNICA Ag 3 Sn + Cu 3 Sn + Hg Ag-Sn-Cu Ag 2 Hg 3 + Cu 6 Sn 5 + Ag 3 Sn + Cu 3 Sn n Ag-Sn-Cu sem reagir E

18 Tipos de ligas para amálgama Baixo conteúdo de cobre Alto conteúdo de cobre Baixo conteúdo de cobre Alto conteúdo de cobre

19 Tipos de partículas Convencional- em forma de limalha grossa, fina e extra fina Esferoidal- em forma de esferas ou ovais Convencional- em forma de limalha grossa, fina e extra fina Esferoidal- em forma de esferas ou ovais

20 VANTAGENS Longa duração Selamento marginal Resistência a compressão Baixo custo

21 DESVANTAGENS Estética pobre Toxidade do mercúrio Corrente galvânica Manchamento e corrosão Manchamento do dente

22 PROPRIEDADES Alteração dimensional Resistência Escoamento

23 INFLUÊNCIA DOS COMPONENTES DO AMÁLGAMA METALAUMENTADIMINUI PrataResistência Exp. de presa Reativid. Hg Escoamento EstanhoEscoamento Contração Vel. amalg. Corrosão Resistência Dureza Veloc. Presa CobreDureza Resistência Exp. de presa Manchas Escoamento ZincoExp. tardia Corrosão

24 FALHAS DAS RESTAURAÇÕES DE AMÁLGAMA Alteração dimensional expansão tardia contração Desintegração marginal

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26 TEORIA DA ALTERAÇÃO DIMENSIONAL O corpo de prova nos primeiros 20 minutos sofre contração e depois tende a expandir. A contração resulta a medida que as partículas se dissolvem e cresce o gama 1. A expansão ocorrerá quando colidirem os cristais de gama 1 e se existir mercúrio líquido presente.

27 CONTRAÇÃO Conceito Significância clínica : não há Mensuração visual : difícil (Especificação n° 1 da A.D.A. : limite de 20 m para alteração dimensional)

28 INFLUÊNCIA DA CONTAMINAÇÃO POR UMIDADE Se um amálgama que contém zinco for contaminado durante a trituração ou condensação, resultará em uma expansão.

29 EXPANSÃO TARDIA Conceito Frequência : 16,6% das falhas. Causas : contaminação pela umidade de amálgamas com Zn. Conseqüências : sensibilidade dolorosa, protusão da restauração e fraturas nas margens.

30 LIGAS DE AMÁLGAMA COM Zn VANTAGENS : - Maior plasticidade a liga - Função anti-oxidante durante a usinagem - Melhor integridade marginal e maior tempo de duração DESVANTAGENS : - Defeitos associados à expansão tardia

31 LIGAS DE AMÁLGAMA SEM Zn Indicação : áreas onde é impossível deixar seca a região a ser restaurada. Técnica : condensação realizada em grandes incrementos.

32 RESISTÊNCIA A compressão durante a 1ª hora deve ser no mínimo 80 Mpa (especificação n° 1 da A.D.A.) Pode sofrer influencia de : - trituração - conteúdo de mercúrio - condensação - porosidade - vel. endurecimento

33 ESCOAMENTO Teste de escoamento : Amostras armazenadas 37 +/- 1°C por 7 dias medir comprimento da amostra. Aplicar sobre a amostra força de 36 Mpa por 4 horas a 37 +/- 3°C conforme A.D.A. amálgama pobre em cobre varia de 0,8 a 8,0%

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35 INFLUÊNCIA DA ESTRUTURA MICROSCÓPICA NO ESCOAMENTO Os índices de escoamento aumentam com frações volumétricas maiores de gama 1. O gama 2 puro apresenta índice de escoamento maior que gama 1 puro.

36 INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS DE MANIPULAÇÃO SOBRE O ESCOAMENTO Índice de escoamento de amálgama pode ser modificado alterando-se : - tempo de trituração - pressão de condensação OBS : demora entre a trituração e a condensação escoamento

37 DESINTEGRAÇÃO MARGINAL Conceito : aparecimento de solução de continuidade nas margens da restauração. Causas : preparo cavitário impróprio, excesso de Hg e escoamento (Creep). Conseqüências : aparecimento de cáries secundárias.

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39 CORROSÃO Metal deteriora por reação com o ambiente : - Umidade - Atmosfera - Soluções ácidas e alcalinas - Agentes químicos

40 CORROSÃO Pode ser causada no amálgama dentário por : - Alimentos contendo enxofre - Componentes da saliva :Água Oxigênio Íons cloreto ácidos

41 CORROSÃO CORRENTE GALVÂNICA : Metais dessemelhantes Meio úmido (saliva + eletrólitos) Par elétrico com diferença de potencial Ex : restauração de ouro contato com amálgama.

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43 IMPORTÂNCIA DO Hg NA RESTAURAÇÃO DE AMÁLGAMA Formação de uma massa plástica Influencia nas propriedades físicas e mecânicas do amálgama

44 PROCESSOS PARA REDUZIR A QUANTIDADE DE Hg DEIXADA NA RESTAURAÇÃO Remoção da porção superficial rica em Hg de cada incremento de amálgama. Diminuição da relação original Hg/liga (Técnica do Hg mínimo) Remoção do Hg com camurça antes da inserção do material.

45 CONTEÚDO DE MERCÚRIO Deve ser suficiente para cobrir as partículas da liga, permitindo completa amalgamação. 45 –53% não influencia na resistência 55% diminui acentuadamente 59% resistência reduzida para 125MPa

46 CAUSAS DE FALHAS NAS RESTAURAÇÕES Microestrutura : - manchas e corrosão - tensões devido a mastigação Macroestrutura : - fratura marginal do corpo e do dente - cárie secundária

47 RESTAURAÇÃO DE AMÁLGAMA COM EXCESSO DE Hg Conseqüências : - restauração com mais fragilidade - mais susceptível a corrosão Variação dos resultados conforme o tipo de liga utilizada : - liga com baixo conteúdo de Cu - liga com alto conteúdo de Cu

48 CARACTERÍSTICAS DAS RESTAURAÇÕES DE AMÁLGAMA COM EXCESSO DE Hg Quantidade de Hg presente : 55% Ocorrência : 2 a 3% a mais nas áreas marginais do que no corpo da restauração.

49 PROPRIEDADES DO Hg Volátil a temperatura ambiente ; Pressão de vapor é de 20mg/m³ ; Seu vapor é incolor, inodoro e insípido ; 14 vezes mais denso do que a água.

50 MEIOS DE INTOXICAÇÃO PELO Hg Absorção de Hg pela pele ; Ingestão de pequenos fragmentos de Hg provenientes das restaurações ; Inalação de vapores de Hg provenientes da inserção e remoção do amálgama ; * Limite máximo tolerado : 0,05mg/m³ Administr. e Segurança Ocupacional

51 TOXIDADE Mercúrio – contaminação do ambiente Gotas pequenas : carpetes e rachaduras movimento volatiliza Pouca ventilação Temperatura ambiente elevada

52 TOXIDADE Fonte de contaminação de Hg nos consultórios : - queda acidental - higiene pobre - amalgamadores mecânicos - condensadores ultrassônicos

53 TOXIDADE Fonte de contaminação de Hg nos consultórios : - aquecimento do porta amálgama - restaurações antigas sob alta rotação - esterilizadores de ar quente

54 TOXIDADE MERCÚRIO – HIGIENE A.D.A. – Março de 1978 Proporção 1 : 1 – evita excesso de Hg Amalgamador com cápsulas Hg armazenado : vidros inquebráveis selados longe de fonte de calor

55 CUIDADOS DE HIGIENE COM Hg Evitar carpetes, assoalhos e cortinas ; Consultório bem ventilado ; Cuidado com a localização do amalgamador.

56 CUIDADOS DE HIGIENE COM Hg Não utilizar condensadores mecânicos ou ultrassônicos ; Resíduos de Hg devem ser armazenados em solução reveladora ; Resíduos de Hg não podem ser incinerados ou esterilizados.

57 CUIDADOS DE HIGIENE COM Hg Usar uma técnica que não precise manipular o amálgama ; Não utilizar pistilos ; Usar cápsulas fechadas hermeticamente durante a amalgamação.

58 CUIDADOS DE HIGIENE COM Hg Usar água spray e solução quando desgastar o amálgama dental ; Fazer monitoramento anual dos níveis de Hg ; Fazer exames de sangue e de urina na equipe odontológica.

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60 AMÁLGAMA DENTÁRIO CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS

61 IMPORTÂNCIA DO ASSUNTO Conhecer a técnica inerente ao amálgama ; Obter propriedades físicas desejáveis ; Alcançar o sucesso clínico da restauração de amálgama.

62 FATORES TÉCNICOS A SEREM CONSIDERADOS Seleção dos materiais Proporção Hg/liga Trituração Condensação Brunimento Escultura Polimento e acabamento

63 CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DOS MATERIAIS A liga deve estar dentro da Especificação n°1 da A.D.A. ; O CD deve estar familiarizado com o tipo de liga a ser utilizado ; Selecionar características como velocidade de cristalização, plasticidade da mistura, fácil condensação e acabamento.

64 CRITÉRIOS PARA SELEÇÃO DOS MATERIAIS Tipo de apresentação do produto ; Analisar propriedades físicas entre os diversos tipos de liga ; Pureza do Hg selecionado (limite de resíduos voláteis é de 0,02% - Especificação n°6 da A.D.A.)

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66 RELAÇÃO Hg/LIGA Expressa o número de partes em peso de Hg/liga a serem utilizadas Ex : relação Hg/liga de 7:5 = 7 partes de Hg para 5 partes de liga

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68 RELAÇÃO Hg/LIGA PODE VARIAR COM : Diferentes composições da liga ; Tamanhos e formas das partículas ; Tipo de tratamento térmico.

69 TÉCNICA DO Hg MÍNIMO OU TÉCNICA DE EAMES Conceito : diminuição da relação original de Hg Relação Hg/liga preconizadas : 1:1 (50% ou menos de Hg)

70 VANTAGENS DA TÉCNICA DE EAMES Padronização do conteúdo de Hg no início e no final da condensação ; Eliminação da variável humana ; Não é necessário eliminar o excesso de Hg com camurça.

71 DISPENSADORES OU PROPORCIONADORES PARA LIGA Forma de apresentação : frasco com pó da liga, comprimidos ou cápsulas pré-dosadas. Cuidados : -dosar a quantia adequada da liga ; -não quebrar as cápsulas ou comprimidos durante o manuseio.

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73 DISPENSADORES OU PROPORCIONADORES PARA Hg Forma de apresentação : frasco de Hg, dispensador automático ou cápsulas pré- dosadas. Cuidados : -dispensador posicionado verticalmente ; -dispensador com ½ reservatório cheio ; -dispensador limpo.

74 PARTES INTEGRANTES DO AMALGAMADOR E SUAS FUNÇÕES Braços : aprisionar a cápsula e oscilar em alta velocidade ; Controlador automático de velocidade : mensurar o tempo de manipulação ; Receptáculos : cobrem os braços e a cápsula durante a trituração.

75 CÁPSULAS E PISTILOS Cápsulas : contém em seu interior compartimentos para o Hg e para a liga que são separados fisicamente por uma membrana. Pistilos : de plástico ou de metal. Mecanismo de ativação cápsula/pistilo : rosqueamento ou com um dispositivo adequado.

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77 CÁPSULAS REUTILIZÁVEIS Cuidados : -fechar hermeticamente por fricção ou rosqueamento ; -justeza e adaptação de sua tampa ; -limpeza ; -descartar após um período de uso.

78 CÁPSULAS DE AMÁLGAMA Tytin (Kerr) : -liga esférica Dispersalloy (Dentsply Caulk) : -liga de fase dispersa e auto-ativada Permite C (SDI) : - liga de fase dispersa sem fase 2

79 SISTEMA DE PROPORCIONAMENTO Hg/LIGA ANTIGOATUAL Apresentaçãofrasco de Hg e de liga cápsulas pré- dosadas Customenormaior Variável Humanapresenteausente Contaminação por Hg presenteausente Contato Hg/ligaausentecápsulas pré- ativadas

80 PRINCÍPIO BÁSICO DE OPERAÇÃO DA TRITURAÇÃO Cápsula é presa ao amalgamador e este é ligado ; Braços passam a oscilar em alta velocidade

81 TRITURAÇÃO Objetivos : -Propiciar uma amalgamação apropriada entre Hg e liga ; -Remover a película de óxido que recobre a liga.

82 TRITURAÇÃO ANTIGOATUAL Tipo de trituraçãoManualMecânica Instrumentos usadosGral e pistiloAmalgamador Tempo gastoMaiorMenor Relação Hg/ligaMaiorMenor Variável humanaPresenteAusente Contaminação por HgPresenteAusente

83 TEMPO DE TRITURAÇÃO PODE VARIAR COM : Velocidade e oscilação do amalgamador ; Liga a ser utilizada ; Tamanho das porções de amálgama.

84 CARACTERÍSTICAS DA MISTURA Hg/LIGA Quantidade de Hg adequada ; Massa coesiva e plástica.

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86 CONSISTÊNCIA DA MISTURA SubtrituradaAdequadaSupertriturada Superfície da mistura Opaca-Brilhante Temperatura da massa -MornaQuente Tempo de trabalho Aumentado-Diminuído CreepDiminuído-Aumentado Resist. mecânicaDiminuída- Alteração dimensional Discreta expansão -Discreta contração

87 CONDENSAÇÃO Objetivos : -compactar a liga na cavidade ; -assegurar uma continuidade da fase de matriz.

88 TIPOS DE CONDENSAÇÃO Manual Mecânica Ultrassom

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90 PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DA CONDENSAÇÃO MANUAL Campo operatório completamente seco ; Condensação realizada sobre 4 paredes e 1 piso ; Utilização de porta-amálgama ; Remoção de todo excesso de Hg de cada incremento ;

91 PROCEDIMENTOS E PRINCÍPIOS DA CONDENSAÇÃO MANUAL União homogênea dos incrementos ; Em cavidades amplas uma nova mistura deve ser feita antes que a primeira perca a plasticidade ; Incrementos pequenos de amálgama ; União de um incremento ao outro pelo Hg.

92 PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO Objetivos : -compactar as partículas da liga ; -reduzir a formação de poros ; -reduzir o Hg superficial.

93 A PRESSÃO DE CONDENSAÇÃO PODE VARIAR COM : A área da ponta ativa do condensador ; A força exercida pelo operador sobre a ponta ativa.

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95 VARIAÇÃO DA FORÇA DE CONDENSAÇÃO Fator individual : intervalo entre 1,4 e 1,8 kg ; Tipo de liga utilizada ; Diâmetro da ponta ativa do condensador (até 2 mm).

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97 CONDENSAÇÃO MECÂNICA Mesmos procedimentos e princípios da condensação manual ; Funciona por vibração ou impacto ; Menor fadiga ao dentista ; Boa adaptação as paredes cavitárias ; Liberação de calor = liberação de Hg

98 CONDENSAÇÃO A pressão, bem como a técnica de condensação, afetam a resistência.

99 CURTO PERÍODO ENTRE A TRITURAÇÃO E A CONDENSAÇÃO PARA QUE NÃO OCORRA : Aumento do conteúdo de Hg e Creep ; Fratura da matriz já formada ; Perda da plasticidade da liga ; Perda da resistência a compressão do amálgama.

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101 POROSIDADE É o espaço vazio da mistura e está relacionado a : –Condensação retardada –Trituração deficiente

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103 ESCULTURA Objetivo : simular a anatomia do dente. Início da escultura : no momento em que o amálgama apresentar resistência ao instrumento de escultura.

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105 BRUNIMENTO Melhora a adaptação do amálgama nas paredes cavitárias ; Elimina as porosidades ; Produz uma superfície mais lisa ; Diminui a infiltração marginal.

106 BRUNIMENTO Pré-escultura : remoção do Hg residual Pós-escultura : leve, só de adaptação as paredes cavitárias e para a homogeinização da superfície.

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108 CUIDADOS NO BRUNIMENTO PÓS-ESCULTURA Evitar a utilização de ligas de presa lenta ; Não exercer pressão exagerada ; Evitar geração de calor (liga rica em Hg nas margens da restauração).

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110 POLIMENTO Objetivos : -remover riscos, fissuras e irregularidades da superfície da restauração ; -impossibilitar o aparecimento de corrosão. Início do polimento : - no mínimo 24 horas após a condensação.

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112 RECONTORNO Adequação do meio bucal Avaliação da restauração : pós-contorno Aumenta a longevidade da restauração


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