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MENSAGEM INICIAL QUESTÃO CIENTÍFICA Um professor desafiou seus alunos com esta pergunta: "Deus fez tudo que existe?" Um estudante respondeu corajosamente:

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2 MENSAGEM INICIAL

3 QUESTÃO CIENTÍFICA Um professor desafiou seus alunos com esta pergunta: "Deus fez tudo que existe?" Um estudante respondeu corajosamente: "Sim, fez! " "Deus fez tudo, mesmo? " "Sim, professor", respondeu o jovem. O professor replicou: "Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe, e considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mal". O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado uma vez mais que a Fé era um mito. Outro estudante levantou sua mão e disse:

4 "Posso lhe fazer uma pergunta, professor? "Sem dúvida", respondeu-lhe o professor. O jovem ficou de pé e perguntou: "Professor, o frio existe?" "Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?" O rapaz respondeu: "Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo a Física, o que consideramos frio é, na realidade, a ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia". "O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, quando todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor".

5 "E a escuridão, existe?" continuou o estudante. O professor respondeu: "Mas é claro que sim". O estudante respondeu: "Novamente o senhor se engana, a escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas varias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente". Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor: "Diga, professor, o mal existe?

6 "Ele respondeu: "Claro que existe. Como eu disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal". Então o estudante respondeu: "O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever essa ausência de Deus. Deus não criou o mal". "Não é como a Fé ou o Amor, que existem como existe a Luz e o Calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações e mentes. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz. (Autor desconhecido)

7 7 METODOLOGIA CIENTÍFICA METODOLOGIA ORIGINA-SE DE DUAS PALAVRAS DO GREGO MÉTHODOS (caminho para se chegar a um fim ou resultado) DO GREGO LÓGOS (estudo, ciência que trata ou estuda) Prof. Jorge Leite

8 Prof Jorge Leite 8 ESTUDO DOS MÉTODOS DAS CIÊNCIAS CIÊNCIA Origina-se do latin scientia (conhecimento, saber que se adquire pela leitura, conjunto de conheci- mentos relativos a um determinado objeto). CIENTÍFICA Origem do latin scientífica (relativo à ciência, méto- do científico). São objetos de estudo desta disciplina: os métodos científico e sua aplicação com vistas a obter-se ciência

9 Prof Jorge Leite 9 MÉTODOS = METODOLOGIA? MÉTODO (meta + odós) É uma TRAJETÓRIA teórica do conhecimento e tem um valor explicativo. A discussão acerca do método é uma discussão acerca da teoria do conhecimento. METODOLOGIA Deve ser entendida como exposição ou estudo de métodos e técnicas.

10 Prof Jorge Leite 10 TEXTO MONOGRÁFICO I – MONOGRAFIA TRAJETÓRIA É uma TRAJETÓRIA teórica do conheci- mento e tem um valor explicativo. A discus- são acerca do método é uma discussão acerca da teoria do conhecimento. INICIA-SE POR UMA DÚVIDA OU PROBLEMA

11 Prof Jorge Leite 11 TEXTO MONOGRÁFICO II - ETAPAS a. Determinação do Tema / Problema (dúvi- da, questão, problema); b. Levantamento da Bibliografia (fontes); c. Leitura e Documentação; d. Reflexão Crítica; e. Construção Lógica do Trabalho; f. Redação do Texto (monografia).

12 Prof Jorge Leite 12 TEXTO MONOGRÁFICO III – ABREVIATURAS E EXPRESSÕES MAIS USADAS a. Ad. Lit = ao pé da letra b. Apud = segundo fulano, referido por c. Ca = aproximadamente, usado para datas d. Cf = confira, compare e. Ed. = editora f. ed = edição g. et al = e outros (et alii) h. id. = idem, o mesmo autor i. ibid = a mesma obra j. n.b = observe bem, note bem k. Op. Cit = obra citada l. passim = aqui e ali, em vários lugares m. s.d = sem data n. s.e. = sem editora

13 Prof Jorge Leite 13 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 1 PESQUISA a. Senso comum; b. Conhecimento disponível; c. Questionamento reconstrutivo; d. Procurar material; e. Interpretar; f. Combater receitas prontas; g. Fomentar a iniciativa; h. Formular; i. Elaboração própria.

14 Prof Jorge Leiete 14 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 2 QUESTIONAMENTOS DA PESQUISA a. O que pesquisar; b. Por que pesquisar; c. Para que pesquisar; d. Como pesquisar; e. Que recursos utilizar.

15 Prof Jorge Leite 15 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 3 DIMENSÕES DO PROJETO a. Técnica; b. Ideológica; c. Científica.

16 Prof Jorge Leite 16 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 4 FASE EXPLORATÓRIA a. Delimitação do tema; b. Definição dos objetivos; c. Construção do marco teórico e conceitual; d. Escolha dos instrumentos de coleta; e. Exploração de campo.

17 Prof Jorge Leite 17 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 5 A FASE EXPLORATÓRIA SE ALICERÇA a. Pesquisa bibliográfica; b. Delimitação do objeto da pesquisa; c. Aplicação de conceitos; d. Condicionamento histórico; e. Vínculo à vida real; f. Caráter provisório.

18 Prof Jorge Leite 18 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 6 OBSERVAÇÃO PARTICIPANTE a. Participação plena; b. Distanciamento total; c. Empatia; d. Diálogo.

19 Prof Jorge Leite 19 A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA 7 TRABALHO DE CAMPO a. Fundamentação teórica do objeto; b. Definição do campo de estudo; c. Interação entre pesquisador e pesquisado; d. Estratégias de coleta de dados.

20 Prof Jorge Leite 20 8 ESTRATÉGIAS DE COLETA DE DADOS a. Registro das falas dos atores sociais; b. Fotografias; c. Filmagens; d. Diário de campo. A CONSTRUÇÃO DO PROJETO DE PESQUISA

21 Prof Jorge Leite 21 A CIÊNCIA Do medo à Ciência A evolução humana corresponde ao desenvol- vimento de sua inteligência. Sendo assim pode- mos definir três níveis de desenvolvimento da inteligência dos seres humanos desde o surgi- mento dos primeiros hominídeos:

22 Prof Jorge Leite 22 a) O medo b) O misticismo Os seres humanos pré-históricos não conse- guiam entender os fenômenos da natureza. Suas reações eram sempre de medo: tinham medo das tempestades e do desconhecido. A inteligência evoluiu do medo para a tenta- tiva de explicação dos fenômenos através do pensamento mágico, das crenças e das superstições.

23 Prof JOrge Leite 23 c) A ciência Como as explicações mágicas não bastavam para compreender os fenômenos os seres humanos finalmente evoluíram para a busca de respostas através de caminhos que pu- dessem ser comprovados. Desta forma nas- ceu a ciência metódica, que procura sempre uma aproximação com a lógica (em breve evoluiremos para desenvolver este tema).

24 Prof Jorge Leite 24 d) A evolução da Ciência O conhecimento histórico dos seres huma- nos sempre teve uma forte influência de cren- ças e dogmas religiosos. Mas, na Idade Mé- dia, a Igreja Católica serviu de marco referen- cial para praticamente todas as idéias discuti- das na época. O Nome da Rosa, de Umberto Eco). A população não participava do saber, já que os documentos para consulta estavam presos nos mosteiros das ordens religiosas.

25 Prof Jorge Leite 25 e) A neutralidade científica É sabido que, para se fazer uma análise desa- paixonada de qualquer tema, é necessário que o pesquisador mantenha uma certa dis- tância emocional do assunto abordado. Mas será isso possível? Seria possível um padre, ao analisar a evolução histórica da Igreja, manter-se afastado de sua própria história de vida? Ou ao contrário, um pesquisador ateu abordar um tema religioso sem um conse- qüente envolvimento ideológico nos cami- nhos de sua pesquisa?

26 Prof Jorge Leite 26 PLANEJAMENTO DE PESQUISA I TEMA OU ASSUNTO – TÍTULO EXPRESSAR O CONTEÚDO CRITÉRIOS: CRITÉRIOS: originalidade / viabilidade / conheci- mento do assunto. a. Originalidade – Pesquisas Inéditas (um novo olhar); b. Viabilidade – Instituições Financiadoras de Pes- quisa (custos / aprovação); c. Conhecimento do Assunto – Uma Pesquisa é Relevante na Medida em que faz o Conheci- mento Avançar. Ir para

27 Prof Jorge Leite 27 PLANEJAMENTO DE PESQUISA II TIPOS DE PESQUISA: bibliográfica, de campo ou de laboratório (experimental) III JUSTIFICATIVA – RAZÃO DE SER DA PES- QUISA: (existência de um problema) ELEMENTOS QUE CONSTITUEM A JUSTIFICATIVA

28 PLANEJAMENTO DE PESQUISA 3.1 Origem do Problema 3.1 Origem do Problema (como surgiu, como foi percebido) necessidade de atualizar-se sobre o objeto da pesquisa; Exemplo: A idéia básica que orientará o pre- sente trabalho é resultado de um posiciona- mento crítico diante de um problema que me despertou a atenção desde... A partir de então constatei o prestígio que a concepção da não diretividade em educação desfruta entre os jovens que se dedicam a tarefa de educar. Prof Jorge Leite 28

29 Prof Jorge Leite 29 PLANEJAMENTO DE PESQUISA 3.2 Delimitação do Problema: 3.2 Delimitação do Problema: é situar o proble- ma temporal e geograficamente (tempo e espaço); Exemplo: Exemplo: Na tentativa de localizar as origens e evidenciar esse compromisso ideológico, po- deríamos recuar ao Brasil colônia e analisar a ação jesuítica e suas fases.

30 Prof Jorge Leite 30 PLANEJAMENTO DE PESQUISA 3.3 Hipótese(s): 3.3 Hipótese(s): proposta de solução do pro- blema/idéia geral que se pretende demons- trar e que demonstrada vira tese. Exemplo: Exemplo: A autonomia do pensamento peda- gógico brasileiro é de fato uma autonomia apa- rente que cumpre função a serviço de interes- ses dominantes.

31 Prof Jorge Leite 31 PLANEJAMENTO DE PESQUISA IV OBJETIVOS – GERAIS OU ESPECÍFICOS Exemplo: Exemplo: este trabalho pretende demonstrar a exigência da compreensão... Este trabalho foi elaborado com a finalidade de preencher requi- sitos. V FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA: conceitos CONJUNTO DE CATEGORIAS CONCEITOS E PRESSUPOSTOS

32 Prof Jorge Leite 32 CONCEITOS: Todo processo que torne possí- vel a descrição. CATEGORIAS: Leis fundamentais do pensa- mento. Exemplo: A obra marxista (negação, quantida- de, necessidade) as categorias ocu- pam posição chave nas teorias. No materialismo dialético No materialismo dialético – totalidade No funcionalismo No funcionalismo – função No estruturalismo No estruturalismo – estrutura PLANEJAMENTO DE PESQUISA

33 Prof Jorge Leite 33 PLANEJAMENTO DE PESQUISA VI METODOLOGIA: conjunto de técnicas e procedimentos do processo de investiga- ção DELIMITAÇÃO DO UNIVERSO DA PESQUI- SA: o que será abrangido pela pesquisa. Exemplo: Exemplo: se vou investigar uma favela meu universo será a favela.

34 Prof Jorge Leite 34 PLANEJAMENTO DE PESQUISA VII CRONOGRAMA Elementos: Elementos: duração total da pesquisa, delimita- ção do problema, proposição de hipóteses, le- vantamento de bibliografia, leitura e fichamento, determinação da metodologia, elaboração de instrumentos da pesquisa. Empírica, seleção de amostra, coleta de dados, análise e interpreta- ção dos dados, redação provisória, reformula- ção da redação, redação definitiva. VIII BIBLIOGRAFIA

35 Prof Jorge Leite 35 CARACTERÍSTICAS Trabalho escrito, sistemático e completo;Trabalho escrito, sistemático e completo; Tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela;Tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela; Estudo pormenorizado e exaustivo;Estudo pormenorizado e exaustivo; Metodologia científica;Metodologia científica; Contribuição importante, original e pessoal para a ciência.Contribuição importante, original e pessoal para a ciência. MONOGRAFIA

36 Prof Jorge Leite 36 MONOGRAFIA INTRODUÇÃO: apresentação sintética da ques- tão, o objeto, ou seja, o tema a ser pesquisado, objetivos, sua justificativa e importância da me- todologia utilizada. ESTRUTURA DESENVOLVIMENTO: sua finalidade é expor e demonstrar as principais idéias. pode-se com- siderar três momentos:

37 Prof Jorge Leite 37 MONOGRAFIA EXPLICAÇÃO: é apresentar o sentido de uma noção; é analisar e compreender, suprimir o ambíguo. DESENVOLVIMENTO: DISCUSSÃO: é o exame, a argumentação e a explicação da pesquisa: explica, discute, fun- damenta e enuncia as proposições. DEMONSTRAÇÃO: é a dedução lógica do traba- lho; demonstra que as proposições devem se- guir uma seqüência lógica.

38 Prof Jorge Leite 38 Determinação das aspirações dos trabalhado- res na empresa industrial. OBJETIVOS: Exemplos 1: TEMA: aspirações dos trabalhadores. DELIMITAÇÃO DO TEMA: aspirações dos traba- lhadores das empresas industriais de grande porte, no município de São Paulo, no momento atual (2008).

39 Prof Jorge Leite 39 Verificar os motivos específicos extrínsecos e intrínsecos que influem e/ou determinam as aspirações dos trabalhadores em relação à natureza organizacional e social da empresa industrial. Objetivo Geral: Objetivos Específicos: Examinar se os problemas particulares do trabalhador influem mais em suas aspira- ções em relação à empresa do que os gera- dos pela própria organização;Examinar se os problemas particulares do trabalhador influem mais em suas aspira- ções em relação à empresa do que os gera- dos pela própria organização;

40 Prof Jorge Leite 40 Objetivos Específicos: Da mesma forma, analisar a relação entre fatores originados da estrutura organizacio- nal e da estrutura social, no que se refere ás alterações de aspirações;Da mesma forma, analisar a relação entre fatores originados da estrutura organizacio- nal e da estrutura social, no que se refere ás alterações de aspirações; Observar a influência do aumento salarial nas aspirações do trabalhador;Observar a influência do aumento salarial nas aspirações do trabalhador; Determinar a viabilidade da utilização das aspirações do trabalhador como incentivo para o aumento da produtividade.Determinar a viabilidade da utilização das aspirações do trabalhador como incentivo para o aumento da produtividade.

41 Prof Jorge Leite 41 JUSTIFICATIVA: A teoria da motivação relacionada com a tare- fa desenvolveu-se rapidamente nos países industrialmente adiantados a partir da década de 50. Atualmente, ainda são válidas as colo- cações de Furstemberg da estrutura de moti- vos racionais utilitários, racionais valorati- vos, tradicionais e emocionais, forman- do uma tipologia de atitudes que proporciona dados significativos em relação à eficiência dos estímulos materiais e psicológicos para o aumento da produtividade.

42 Prof. Jorge Leite 42 Por outro lado, a verificação da real satisfação do trabalhador com a tarefa realizada pode servir de subsídio na discussão teórica dese- volvida por Friedmann, com seu conceito de dupla alienação, e Schelsky, com seu ponto de vista da relação pouco confiante do traba- lhador com a máquina e a reforma mecaniza- da de produção. JUSTIFICATIVA:

43 Prof Jorge Leite 43 A análise, se houver, da posição do trabalha- dor perante o pleito bons salários, como não sendo o único e mais importante motiva- dor, permite verificar que a nossa sociedade pode e deve, á semelhança das industrial- mente desenvolvidas, considerar a função re- levante da organização humana e social no âmbito da empresa, percebendo, por trás dos motivos monetarizados, a insatisfação com as relações grupais. JUSTIFICATIVA:

44 Prof Jorge Leite 44 O aumento da produtividade dos trabalha- dores, de qualquer nível, significa custos mais baixos por unidade produzida, permitin- do à empresa firmar-se num mercado compe- titivo e instável, típico de sociedades não planificadas. JUSTIFICATIVA: A utilização dos incentivos adequados, para o aumento da produtividade, traz economias e permite um desenvolvimento das relações in- terpessoais no âmbito da organização.

45 Prof Jorge Leite 45 OBJETIVOS: Exemplos 2: Problema: Será que as categorias ocupacionais (burocrá- tica e de produção) e os status ocupados na es- trutura organizacional levam o emprego a possu- ir diferentes tipos de aspirações?

46 Prof Jorge Leite 46 Hipótese: O funcionamento do setor burocrático, ocu- pando uma posição na alta administração, tende a dar preferência à satisfação com o trabalho realizado: o trabalhador do setor de produção, ocupando as posições mais baixas da estrutura da organização, tende a dar pre- ferência a bons salários; os empregados, tan- to do setor burocrático quanto do setor de produção, ocupando posições médias, tem- dem a dar preferência à possibilidade de pro- moção.

47 Prof Jorge Leite 47 MONOGRAFIA PRÉ-TEXTO: ASPECTOS GRÁFICOS E ESTRUTURAL TEXTO PÓS-TEXTO ABNT

48 Prof Jorge Leite 48 MONOGRAFIA PRÉ-TEXTO: todas as páginas do pré-texto são contadas exceto capa porém não recebem numeração. ASPECTOS GRÁFICOS E ESTRUTURAL Capa: (não se conta) obrigatório; Lombada: não obrigatório; Folha de rosto: obrigatório; Errata: opcional; Folha de aprovação: obrigatório; Dedicatória: opcional; Agradecimento: opcional;

49 Prof Jorge Leite 49 MONOGRAFIA ASPECTOS GRÁFICOS E ESTRUTURAL Epígrafe: opcional; Resumo de língua vernácula: obrigatório; Resumo de língua estrangeira: obrigatório; Lista de ilustrações: opcional; Lista de tabela: opcional; Lista de abreviaturas e siglas: opcional; Lista de símbolos: opcional; Sumário: obrigatório; PRÉ-TEXTO:

50 Prof Jorge Leite 50 MONOGRAFIA ASPECTOS GRÁFICOS E ESTRUTURAL TEXTO: todas as páginas do texto são contadas e recebem numeração. Introdução;Desenvolvimento;Conclusão.

51 Prof Jorge Leite 51 MONOGRAFIA ASPECTOS GRÁFICOS E ESTRUTURAL PÓS-TEXTO: todas as páginas do texto são contadas e recebem numeração. Referências: obrigatório; Glossário: opcional; Apêndice(s): opcional; Anexo(s): opcional; Índice(s): opcional.

52 Prof Jorge Leite 52 MONOGRAFIA Margens: Papel: A4 Tamanho do papel: 29,7 x 21 cm Margem Superior: 3 cm 3 3 Margem Esquerda: 3 cm 2 Margem Inferior: 2 cm 2 Margem Direita: 2 cm

53 Prof Jorge Leite 53 MONOGRAFIA Capa: elementos 1.Instituição de Ensino; (centralizado) NOME DA INSTITUIÇÃO Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 NOME DO AUTOR Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 TÍTULO E SUBTÍTULO (se houver) Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 NÚMERO DE VOLUMES Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 14 LOCAL (cidade da instituição onde será apresentado) DATA (da entrega) Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 14 Autor; Título e Subtítulo; Volume;Local;Ano.

54 Prof Jorge Leite 54 MONOGRAFIA Lombada 1.Instituição de Ensino; 2.Autor; 3.Título e Subtítulo; 4.Volume. TÍTULO E SUB TÍTULO (se houver)Fonte: Time New Roman ou Arial – Tamanho 16 Vol N.º

55 Prof Jorge Leite 55 MONOGRAFIA Folha de Rosto anverso NOME DO AUTOR Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 TÍTULO E SUBTÍTULO (se houver) Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 NÚMERO DE VOLUMES Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 14 Natureza (tese, dissertação, TCC, monografia e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros): nome da institui- ção a que é submetido; áre- a de concentração. Fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 LOCAL (cidade da instituição onde será apresentado) DATA (da entrega) Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 14 1.Nome do autor; 2.Título; 3.Subtítulo; 4.N.º de Volume; 5.Natureza: digitado em espaço simples; 6.Orientador; 7.Local; 8.Ano.

56 Prof Jorge Leite 56 MONOGRAFIA Folha de Rosto verso Ficha Catalográfica. Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) Autor: Sobrenome, nome. Título do trabalho: todos os tópicos do trabalho separados por vírgula / Nome completo do autor – local – ano. N.º de páginas 1. Tópicos1, 2. Tópico 2, 3. Tópico3, 4. Tópico 4,..... N.º da biblioteca onde será depositado CDD – xxx.xx

57 Prof Jorge Leite 57 MONOGRAFIA Errata Exemplo: ERRATA Folha Linha Onde se lê Leia-se 30 4 Publicacao Publicação

58 Prof Jorge Leite 58 MONOGRAFIA Folha de aprovação NOME DO AUTOR Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 TÍTULO E SUBTÍTULO (se houver) Fonte: Times New Roman ou Arial Tamanho 16 Natureza (tese, dissertação, TCC, monografia e outros) e objetivo (aprovação em disciplina, grau pretendido e outros): nome da instituição a que é submetido; área de concentração. Fonte Times New Roman ou Arial, tamanho 12 APROVADO em ___ de __________ de ____ Fonte: Time New Roman ou Arial – Tamanho 12 1º Examinador ________________________________ Orientador 2º Examinador ________________________________ 3º Examinador ________________________________ Espaço duplo, corpo 12, recuado de 2 cm da margem esquerda.

59 Prof Jorge Leite 59 MONOGRAFIA DEDICATÓRIA DEDICATÓRIA A posição correta da dedicatória é na parte inferior do quarto qua- drante da página, em espaço duplo, recuado de 2,00 cm da margem esquerda.

60 Prof Jorge Leite 60 MONOGRAFIA AGRADECIMENTOS Espaço duplo, corpo 12, recuado de 2 cm da margem esquerda. AGRADECIMENTOS

61 Prof Jorge Leite 61 MONOGRAFIA EPÍGRAFE A posição correta do epí- grafe é na parte inferior do quarto quadrante da página, em espaço duplo, recuo de 2,00 cm da mar- gem esquerda. EPÍGRAFE

62 CAPÍTULO 1 Aracaju, é a expressão máxima de desenvolvi- mento de IDH no Nor- deste. José dos Anzois 1 INTRODUÇÃO A proposta metodológica adotada neste projeto parte do pressuposto de que o diálogo entre o aluno e o professor em torno do objeto do conhecimento a ser redimensionado por ambos tem, na sala de aula, um espaço capaz de getar o desenvolvimento do que Paulo Freire. Prof Jorge Leite 62 MONOGRAFIA EPÍGRAFE Também podem constar epígrafes nas folhas de abertura das secções primárias.

63 Prof Jorge Leite 63 MONOGRAFIA RESUMO LÍNGUA VERNÁCULAe ESTRANGEIRA Digitado em espaço simples, sem recuo na margem esquerda. Palavras-chaves

64 Prof Jorge Leite 64 MONOGRAFIA LISTA DE ILUSTRAÇÕES e LISTA DE TABELAS Digitado em espaço duplo, sem recuo na margem esquerda.

65 Prof Jorge Leite 65 MONOGRAFIA LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS Elemento Opcional. Relação alfabética das a- breviaturas e siglas utilizadas no texto, segui- das das palavras ou expressões correspon- dentes escritas por extenso. LISTA DE SÍMBOLOS Elemento Opcional. Deve ser elaborada de a- cordo com a ordem apresentada no texto com o devido significado.

66 Prof.ª Ana Azevedo 66 MONOGRAFIA SUMÁRIO Elemento obrigatório. Cujas partes são acompanhadas dos respectivos números das páginas. Deve ser exatamente igual ao texto.

67 Prof Jorge Leite 67 MONOGRAFIA Texto Introdução;Desenvolvimento;Conclusão. Digitado na fonte Times New Roman ou Arial, com corpo 12, um e meio, e recuado 2 cm da margem esquerda. É constituído de 3 partes fundamentais.

68 Prof Jorge Leite 68 MONOGRAFIA Texto INTRODUÇÃO Parte inicial do texto, onde devem constar a delimitação do assunto tratado, objetivos da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho.

69 Prof Jorge Leite 69 MONOGRAFIA Texto DESENVOLVIMENTO Parte principal do texto, que contém a ex- posição ordenada e pormenorizada do assunto. Normalmente se divide em duas seções e sub- seções, que variam em função da abordagem do tema e do método.

70 Prof Jorge Leite 70 MONOGRAFIA Texto CONCLUSÃO Parte final do texto, na qual se apresentam conclusões correspondentes aos objetivos e hipótese.

71 Prof Jorge Leite 71 MONOGRAFIA Pós-texto REFERÊNCIAS

72 Prof Jorge Leite 72 MONOGRAFIA REFERÊNCIAS Os elementos que constituem a citação biblio- gráfica devem ser obtidos preferencialmente da folha de rosto dos livros. Quando o elemento não constar da obra refe- renciada, deverá figurar entre colchetes. Ex.: [s.d.] sem data, [s.d.t.] sem nota tipográfica.

73 Prof Jorge Leite 73 MONOGRAFIA REFERÊNCIAS: exemplos Citação simples DEMO, Pedro. Introdução à metodologia da ciência. São Paulo: Atlas, Citação de livro com subtítulo REHFLED, Gládys Knak. Monografia e tese: guia prático. Porto Alegre: Sulina, 1983.

74 Prof Jorge Leite 74 MONOGRAFIA Citação de livro com autor espanhol ALONSO GRACIA, Manuel. Derecho del trabajo. Barcelona: Bosh, Citação de livro com tradutor BODENHEIMER, Edgar. Trad. Enéas Marzano. Ciência do direito: sociologia e metodologia teóricas. Rio de Janeiro: Forense, 1966.

75 Prof.ª Ana Azevedo 75 MONOGRAFIA Citação de livro com dois autores HENRIQUES, Antônio, MEDEIROS, João Bosco. Monografia no curso de direito. São Paulo: Atlas, Citação de livro com o mesmo autor anterior __________. Educação e metodologia. 2 ed. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura, 1973.

76 Prof Jorge Leite 76 MONOGRAFIA Citação de livro cujo autor é uma entidade IBGE. Diretoria Técnica. Geografia do Brasil. Rio de Janeiro: Sergraf-IBGE, v. Eventos em meio eletrônico CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA da UFPE. 4 ed Recife. Anais eletrônico. Recife: UFPE, Disponível em:. Acesso em: 21 jan

77 Prof Jorge Leite 77 MONOGRAFIA Pós-texto APÊNDICES Elemento opcional. Os apêndices são identi- ficados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos título. Exemplo: APÊNDICE A – Avaliação numérica de células APÊNDICE B – Avaliação de células muculares

78 Prof Jorge Leite 78 MONOGRAFIA Pós-texto ANEXOS: Elemento opcional. São identificados por letras maiúsculas consecutivas, travessão e pelos respectivos título. Exemplo: ANEXO A – Representação gráfica... Grupo de controle I ANEXO B – Representação gráfica... Grupo de controle II

79 Prof Jorge Leite 79 MONOGRAFIA As secções podem ser: Primárias (todas as letras em caixa alta) Ex.: 1 INTRODUÇÃO Secundárias (letras em caixa alta e baixa) Ex.: 1.1 Estudo de Caso Terciárias (somente a primeira maiúscula) Ex.: Estudo de caso proposto Quartenárias (todas as letras minúsculas) Ex.: estudo de caso revisto e total

80 Prof Jorge Leite 80 MONOGRAFIA Regras gerais de apresentação Os textos devem ser apresentados em papel branco, formato A4 (21 cm x 29,7 cm, digitados ou datilografados na cor preta, com exceção das ilustrações, no anverso das folhas, exceto a folha de rosto (ficha catalográfica). Formato

81 Prof Jorge Leite 81 MONOGRAFIA Regras gerais de apresentação Espaçamento Todo texto deve ser di- gitado ou datilografado, recuado 2 cm da mar- gem esquerda e com espaço um e meio.

82 Prof Jorge Leite 82 MONOGRAFIA Toda citação com mais de três linhas, as no- tas, as referências, as legendas das ilustra- ções e tabelas, a ficha catalográfica, a nature- za do trabalho, o objetivo, o nome da institui- ção a que é submetida e a área de concentra- ção devem ser digitados ou datilografados em espaço simples. Espaçamento

83 Prof Jorge Leite 83 MONOGRAFIA Os títulos das subse- ções devem ser sepa- rados do texto que o precede ou que os su- cede por dois espaços duplos. Espaçamento

84 Prof Jorge Leite 84 MONOGRAFIA Espaçamento As citações devem ser digitadas ou datilografa- das em espaço simples, recuadas 4 cm da mar- gem esquerda,no corpo 11 e separadas do texto que o precede ou que os sucede por um espa- ço um e meio. As citações devem ser digitadas ou datilografa- das em espaço simples, recuadas 4 cm da mar- gem esquerda, no corpo 11 e separadas do texto que o precede ou que os sucede por um espa- ço um e meio.

85 Prof Jorge Leite 85 MONOGRAFIA As notas de rodapé de- vem ser digitadas ou datilografadas em espa- ço simples, corpo 10 e separadas do texto por um filete de 3 cm. Notas de rodapé

86 Prof Jorge Leite 86 TIPOS DE PESQUISA A Ciência, através da evolução de seus con- ceitos, está dividida por áreas do conheci- mento: 1.Ciências Humanas; 2.Sociais; 3.Biológicas; 4.Exatas; 5.outras ciências.

87 Prof Jorge Leite 87 TIPOS DE PESQUISA Estas divisões têm outras subdivisões: As Ciências Sociais, por exemplo, podem ser divididas em Direito, História, Sociologia, etc. Tentando descomplicar podemos definir os tipos de pesquisa da seguinte forma: 1.Pesquisa Experimental: é toda pesquisa que envolve algum tipo de experimento. Exemplo: pinga-se uma gota de ácido numa placa de metal para observar o resultado.

88 Prof Jorge Leite 88 TIPOS DE PESQUISA 2.Pesquisa Exploratória: é toda pesquisa que busca constatar algo num organismo ou num fenômeno. Exemplo: saber como os peixes respiram. 3.Pesquisa Social: é toda pesquisa que bus- ca respostas de um grupo social. Exemplo: saber quais os hábitos alimenta- res de uma comunidade específica.

89 Prof Jorge Leite 89 TIPOS DE PESQUISA 4.Pesquisa Histórica: é toda pesquisa que es- tuda o passado. Exemplo: saber de que forma se deu a Procla- mação da República brasileira. 5.Pesquisa Teórica: é toda pesquisa que ana- lisa uma determinada teoria. Exemplo: saber o que é a Neutralidade Cien- tífica.

90 Prof Jorge Leite 90 PROJETO DE PESQUISA Correspondem a parte prática da pesquisa TÉCNICAS A técnica pode ser: 1.Documentação indireta que é a pesquisa documental ou a pesquisa bibliográfica; 2.Documentação direta.

91 Prof Jorge Leite 91 PROJETO DE PESQUISA TÉCNICAS DE PESQUISA DE DOCUMENTAÇÃO DIRETA Observação Direta Intensiva; Observação Direta Intensiva; Observação Direta Extensiva. Observação Direta Extensiva. 1.Observação Direta Intensiva; Observação;Observação; Entrevista.Entrevista.

92 Prof Jorge Leite 92 PROJETO DE PESQUISA 1.Observação Direta Intensiva; Observação:Observação: Não consiste apenas em ver e ouvir, mas também em examinar fatos ou fenômenos que se deseja estudar; Pode ser – sistemática, assistemá- tica, participante, não-participante, individual, em equipe, na vida real, em laboratório.

93 Prof Jorge Leite 93 PROJETO DE PESQUISA 1.Observação Direta Intensiva; Entrevista:Entrevista: É uma conversação, efetuada face a face, de maneira metódica. Propor- ciona ao entrevistador, verbalmente a informação necessária; Tipos – padronizada ou estruturada, despadronizada ou não-estruturada e painel.

94 Prof Jorge Leite 94 PROJETO DE PESQUISA 2.Observação Direta Extensiva: 1.Questionário; 2.Formulário; 3.Medidas de opinião e de atitudes; 4.Testes; 5.Sociometria; 6.Análise de conteúdos; 7.História de vida; 8.Pesquisa de mercado;

95 Prof Jorge Leite 95 PROJETO DE PESQUISA 1.Questionário – Constituído de perguntas que devem ser respondidas por escrito e sem a presença do pesquisador; 2.Formulário – Roteiro de perguntas enuncia- das pelo entrevistador e preenchidas por ele com as respostas do pesquisado; 3.Medidas de opinião e de atitudes – Instru- mento de padronização, por meio do qual se pode assegurar a equivalência de diferentes opiniões e atitudes, com a finalidade de com- pará-las;

96 Prof Jorge Leite 96 PROJETO DE PESQUISA 4.Testes – Medem o rendimento, a freqüência, a capacidade ou a conduta de indivíduos de forma quantitativa; 5.Sociometria – Técnica quantitativa que procu- ra explicar as relações pessoais entre indiví- duos de um grupo; 6.Análise de conteúdo – Permite a descrição sistemática, objetiva e quantitativa do conteú- do da comunicação;

97 Prof Jorge Leite 97 PROJETO DE PESQUISA 5.História de vida – Estuda a experiência íntima de alguém; 6.Pesquisa de mercado – É a obtenção de infor- mações sobre o mercado, de maneira orga- nizada e sistemática, tendo em vista ajudar o processo decisivo nas empresas, minimi- zando a margem de erros.

98 Prof Jorge Leite 98 CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO As características ou princípios freqüentemente associados ao estudo de caso: 1.Os estudos de caso visam a descoberta. Mesmo que o investigador parta de alguns pressupostos teóricos iniciais, ele procurará se manter constantemente atento a novos ele- mentos que podem emergir como importante durante o estudo.

99 Prof Jorge Leite 99 2.Os estudos de caso enfatizam a interpreta- ção em contexto. Um princípio básico desse tipo de estudo é que, para apreensão do objeto, é preciso levar em conta o contexto em que ele se situa. CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO

100 Prof Jorge Leite Os estudos de caso buscam a realidade de forma completa e profunda. O pesquisador procura revelar a multiplicidade de dimensões presentes numa determinada situação ou problema, focalizando-o como um todo. Esse tipo de abordagem enfatiza a complexidade natural das situações, evidenciando a inter- relação dos seus componentes. CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO

101 Prof Jorge Leite Os estudos de caso usam uma variedade de fontes de informação. Ao desenvolver o es- tudo de caso, o pesquisador recorre a uma variedade de dados, coletados em diferentes momentos, em situações variadas e com uma variedade de tipos de informantes. CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO

102 Prof Jorge Leite Os estudos de caso permitem generalizações naturalísticas. O pesquisador procura relatar as suas experiências durante o estudo de modo que o leitor ou usuário possa fazer as suas generalizações naturalísticas. Em lu- gar da pergunta: este caso é representativo do que? A generalização naturalística (Stake, 1983) ocorre em função do conhecimento experiencial do sujeito. CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO

103 Prof Jorge Leite Estudos de caso procuram representar as di- ferenças a às vezes conflitantes pontos de vista presentes numa situação social. Quando o objeto ou situação estudados podem susci- tar opiniões divergentes, o pesquisador vai procurar trazer para o estudo essa divergên- cia de opiniões, revelando ainda o seu pró- prio ponto de vista sobre a questão. Desse modo é deixado aos usuários do estudo tira- rem conclusões sobre esses aspectos con- traditórios. CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO

104 Prof Jorge Leite Os relatos do estudo de caso utilizam uma linguagem e uma forma acessível do que os outros relatórios de pesquisa. Os dados do estudo de caso podem ser apresentados numa variedade de formas, tais como drama- tizações, desenhos, fotografias, colagens, sli- des, discussões, mesas-redondas etc. CARACTERÍSTICA DO ESTUDO DE CASO

105 Prof Jorge Leite 105 TRABALHOS ACADÊMICOS E SUAS CATEGORIAS 1.Artigo: texto com autoria declarada que dis- cute idéias e é destinado à publicação, atra- vés de periódicos; 2.Artigo científico: resultado de uma pesquisa científica; 3.A crítica: documento no qual é apreciado o mérito de uma obra literária, artística, cien- tífica;

106 Prof Jorge Leite 106 TRABALHOS ACADÊMICOS E SUAS CATEGORIAS 4.O ensaio: estudo menos aprofundado sobre determinado tema, expondo idéias e opiniões sem base em pesquisa empírica; 5.Os livros e folhetos: o folheto distingue-se do livro pelo número de páginas: deve ter, no mínimo 5 e, no máximo, 48 páginas;

107 Prof Jorge Leite 107 TRABALHOS ACADÊMICOS E SUAS CATEGORIAS 6.O paper: (pequeno artigo científico sobre determinado tema ou resultado de um projeto de pesquisa para ser apresentado em congresso ou reuniões científicas, sujeito á sua aprovação pelo comitê); 7.Projeto de pesquisa: descrição dos planos, fases e procedimentos de um processo de investigação científica a ser realizado; 8.Publicações periódicas: editadas em interva- los prefixados como as revistas, boletins, etc;

108 Prof Jorge Leite 108 TRABALHOS ACADÊMICOS E SUAS CATEGORIAS 9.Relatório técnico-científico: relato formal dos resultados de uma pesquisa; 10.Resenha: comunicação de pequeno porte, relatando o resultado da avaliação sobre uma nova publicação. Compare-a com a crítica; 11.Sinopse: apresentação concisa de um artigo, obra ou documento;

109 Prof Jorge Leite 109 TRABALHOS ACADÊMICOS E SUAS CATEGORIAS 12.Trabalho didático: constitui-se de pequenos textos um estudo minucioso sobre temas, com o objetivo de fixar o aprendizado; 13.Monografia: documento que descreve um es- tudo minucioso sobre um só tema relativa- mente restrito e solicitado como trabalho de con-clusão de curso (TCC) em cursos de graduação ou de pós-graduação lato- sensu;

110 Prof Jorge Leite 110 TRABALHOS ACADÊMICOS E SUAS CATEGORIAS 14.Dissertação: pesquisa para obtenção do grau de mestre; 15.Tese: é resultado de uma pesquisa sobre o tema bem específico e bem delimitado. Deve ser original e contribuir para a especialidade em questão.

111 Prof Jorge Leite 111 CLAREZA: que e o resultado de quem escreve com a preocupação de ser entendido. Um pen- samento claro gera um tipo de texto claro escrito segundo a ordem natural do pensamento e das regras gramaticais. CONCISÃO: que significa dizer o máximo no me- nor espaço possível, isto e, usar o menor número possível de palavras. A LINGUAGEM CIENTÍFICA

112 CORREÇÃO: ou seja, obedecer às regras grama- ticais tanto quanto a ortografia, a pontuação e a sintaxe. ENCADEAMENTO: construir todo o trabalho de modo lógico e harmônico. ORIGINALIDADE: evitar o recurso fácil de frases feitas. Prof Jorge Leite 112 A LINGUAGEM CIENTÍFICA

113 CONSISTÊNCIA: usar os verbos nos mesmos tempos, preferencialmente na voz ativa, e os pronomes nas mesmas pessoas. Para se referir a si enquanto pesquisador e os pronomes na mesma pessoa = eu, nos, o pesquisador = e ficar nele ao longo do trabalho. CONTUNDÊNCIA: ir direto ao assunto. FIDELIDADE: respeitar os parâmetros éticos. Prof Jorge Leite 113 A LINGUAGEM CIENTÍFICA Ir para

114 OBRIGADO (0xx79) (0xx79)

115 Destaque as idéias principas do texto; O que vocês entenderam sobre pesquisa qualitativa; Faça uma análise crítica do mesmo. 1.Desenvolva um Projeto de Pesquisa, (tema livre) pag. 73 em diante. AVALIAÇÃO ou 2.Do texto de Ana Azevedo


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