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Capítulo XIX Ação e Reação Sanções e Auxílios

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Apresentação em tema: "Capítulo XIX Ação e Reação Sanções e Auxílios"— Transcrição da apresentação:

1 Capítulo XIX Ação e Reação Sanções e Auxílios

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3 Recapitulando A história se desenrola na “Mansão Paz” - notável escola de reajuste; Está sob a jurisdição de “Nosso Lar”; André Luiz e Hilário estavam no local em “visita instrutiva”, autorizada pelo “Ministério do Auxílio”, para estudarem a “lei de causa e efeito”.

4 Recapitulando “Mansão Paz” foi fundada em 1657 aproximadamente e tinha como objetivo “receber espíritos infelizes ou enfermos, decididos a trabalhar pela própria regeneração.”

5 2ª. PARTE – ESTUDO DE CASOS ENTRE OS ENCARNADOS
1ª. PARTE – ESTUDO DE CASOS NO PLANO ESPIRITUAL NA PROPRIA MANSÃO PAZ E CINCO CASOS DE ENCARNADOS PRESTES A DESENCARNAR. 2ª. PARTE – ESTUDO DE CASOS ENTRE OS ENCARNADOS Dentre do estudo dos casos entre os encarnados, André Luiz nos trás a história de:, dívida agravada, debito estacionário, débito aliviado, resgate interrompido, dívida expirante e resgate coletivo

6 Dentre os casos estudados entre os encarnados, Andre Luiz nos trás:
►Dívida agravada, ► Débito estacionário, ► Débito aliviado, ► Resgate interrompido, ► Dívida expirante e ► Resgate coletivo

7 “que a morte é diferente para cada um”
O socorro é distribuído indistintamente, contudo, não podemos esquecer.... Em todas as lições deste livro podemos observar que a afirmativa do Druso é verdadeira: “ A morte é diferente para cada um” “que a morte é diferente para cada um” Druso

8 “Ninguém se eleva a pleno céu, sem plena quitação com a terra.”

9 Druso dispensou alguns minutos de conversação educativa discorrendo sobre o problema das provas na experiência terrestre

10 E alertou quanto à necessidade de renovação mental nos padrões do bem
Destacou: ▪ a necessidade do estudo para assimilação do conhecimento superior ▪ e do serviço ao próximo, para a colheita de simpatia, sem os quais todos os caminhos da evolução surgem complicados e difíceis.....

11 Junto de Druso foi colocada uma singular escultura – uma estátua notável reproduzindo o corpo humano, transparente aos olhos, à qual faltava apenas o sopro espiritual para se tornar viva.

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13 O que mais chamou a atenção de André Luiz e Hilário foi o sistema endócrino no qual as glândulas se salientavam por figurações de luz.

14 Druso explicou que é importante salientar a correspondência entre nossos estados espirituais e as formas de que nos servimos

15 “Todo mal praticado conscientemente expressa, de algum modo, lesão em nossa consciência e toda lesão determina distúrbio ou mutilação no organismo que nos exterioriza o modo de ser

16 Em todos os planos do universo, somos espírito e manifestação, pensamento e forma
Eis o motivo por que, no mundo, a medicina há de considerar o doente como um todo psicossomático, se quiser realmente investir-se da arte de curar.

17 Da mente clareada pela razão – sede dos princípios superiores que governam a individualidade, partem as forças que asseguram o equilíbrio orgânico, por intermédio de raios ainda inabordáveis à perquirição humana, raios esses que viabilizam os centros perispiríticos, em cujos meandros se localizam as chamadas glândulas endócrinas, que, a seu turno , despendem recursos que nos garantem a estabilidade do campo celular.

18 A DOR “ A dor é o mecanismo que utilizamos para evoluir” (Druso).

19 A DOR Dor Evolução

20 A DOR Dor Evolução Vem de fora para dentro
“Como ainda habitamos um mundo de provas e expiações, a temos. Acomete tanto nós, humanos, como os animais e as plantas...”

21 A DOR Dor Evolução Dor Expiação
“é quando ‘colhemos o que plantamos’. Vem de dentro para fora, só nós a temos, devido à nossa consciência, inteligência e livre arbítrio.”

22 A DOR Dor Evolução Dor Expiação Dor Auxílio
“quando saímos dos eixos, amigos espirituais nos dão uma mãozinha.... Caracterizam-se pelas prolongadas e dolorosas enfermidades no envoltório material, seja para evitar-nos a queda no abismo da criminalidade, ou mais frequentemente, para o serviço preparatório da reencarnação, a fim de que não sejamos colhidos por surpresas arrasadoras na transição da morte”. Exemplo: enfartes, câncer, etc... Não é punição, mas misericórdia divina.

23 - A alma ressurge no equipamento físico transportando consigo as próprias falhas a se lhe refletir na veste carnal. Esta consequência é inevitável ou há como ser atenuada?

24 A cura do espírito é inevitável uma vez que não podemos desfazer nossas ações anteriores, mas nos é possível suavizar as provas, de várias formas:

25 aceitando-as; mantendo em nós a abnegação e a resignação, tendo fé e a certeza da Lei Maior, exercitando a oração e trabalhando no bem, fazendo com que nossas ações sejam ações de caridade e fraternidade; modificando, transformando e reformando-nos interiormente e não nos esquecendo : : :

26 amor sempre prevalece.

27 E o sofrimento dos animais
E o sofrimento dos animais? Como explicar a deficiência física nos animais à luz da doutrina Espírita? IP - Fico intrigada com a visão simplista, que por vezes observo, mesmo dentro do meio Espírita, de um assunto tão complexo, que é o do sofrimento e suas causas. Quase sempre caracterizamos as mazelas humanas como “resgate” de coisas do passado. Como veterinária, tenho constatado que, como os seres humanos, os animais têm câncer, epilepsia, tuberculose, fraturas, discrasias sanguíneas, parto distócico, enfim, toda sorte de deformidades e de doenças que lhes causam dor física. Também são sujeitos a maus tratos, crueldades, angústias, ansiedades e situações desencadeadoras de estresse, que lhes causam sofrimentos mentais ou psíquicos. Assim, considerando que, “para eles (os animais) não existe expiação” (LE.602), fico com a forte impressão de que deve haver, para todos os seres vivos, uma outra causa, fundamental, de ocorrência de dor/sofrimento, que não o “resgate de débitos do passado”. Não desconsidero a importância dessa razão (o resgate) de sofrimento para nós, seres humanos mas, acho que ela não é a única …


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