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MODAL FERROVIÁRIO. III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 2 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica A revolução industrial provocou.

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1 MODAL FERROVIÁRIO

2 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 2 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica A revolução industrial provocou um aumento do volume da produção de mercadorias e, consequentemente, a necessidade de transportá-las para os mercados consumidores Empresários ingleses deram apoio a George Stephenson, que apresentou sua primeira locomotiva em 1814

3 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 3 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica EUA Primeira ferrovia - Pensilvania Malha ferroviária com 220 km de extensão Relevo (plano) propício a ferrovias

4 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 4 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica BRASIL 1835 – Governo Imperial estabeleceu em Lei a concessão, com privilégio pelo prazo de 40 anos, às empresas que se propusessem a construir estradas de ferro, interligando o Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia O incentivo não despertou interesse

5 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 5 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica

6 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 6 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica CREMALHEIRA – FERROVIAS COM GRANDE INCLINAÇÃO

7 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 7 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica RELEVO VALE DO PARAÍBA - SP

8 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 8 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica BRASIL Lei concedia por 90 anos, garantia de juros de 5% sobre o capital, privilégio de zona de 33 km, direito de explorar os recursos ao longo da linha e isenção de impostos para equipamentos importados Mesmo com estas vantagens em 1890 o Brasil possuía km de linhas

9 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 9 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica Primeira ferrovia do Brasil - Barão de Mauá recebeu (1852) a concessão para a construção e exploração de uma linha férrea, no Rio de Janeiro, entre o Porto de Estrela, situado na Baía da Guanabara e a localidade de Raiz da Serra, em direção à cidade de Petrópolis (inaugurada em 1854)

10 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 10 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica BRASIL – FERROVIAS HISTÓRICAS Recife ao São Francisco (1858) P.Alegre - S. Leopoldo (1874) Sorocabana e Mogiana (1875) Ligação Rio - São Paulo (1877) Paranaguá a Curitiba (1883) Dona Tereza Cristina (1883) – carvão

11 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 11 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica

12 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 12 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica BRASIL - a política adotada trouxe as seguintes conseqüências: Grande diversidade de bitolas que dificultam a integração operacional Traçados das estradas de ferro excessivamente sinuosos Estradas de ferro localizadas de forma dispersa e isolada

13 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 13 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica Em 1898 o governo teve de reservar um terço do orçamento da União para o pagamento dos juros Não podendo mais arcar com tais despesas, o governo declarou moratória e paralisou as construções até 1903 Por 16,5 milhões de libras o governo comprou km de ferrovias e arrendou a companhias estrangeiras

14 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 14 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica MALHA FERROVIÁRIA 1930

15 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 15 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica Final da década de 30 – Governo Vargas iniciou o processo de saneamento do setor, encampando empresas que se encontravam em má situação financeira 1941 – criado o Departamento Nacional de Estradas de Ferro 1957 – criada a Rede Ferroviária Federal - RFFSA (total km de linhas)

16 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 16 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica 1980/92 – redução dos investimentos da RFFSA (em 1989 apenas 19% da década de 1980) 1990 – RFFSA incluída no Programa Nacional de Desestatização realizado com base na Lei das Concessões (1995) Necessidade de investimentos muito elevados para viabilizar a recuperação da sua capacidade de transporte

17 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 17 MODAL FERROVIÁRIO Evolução Histórica PRÉ-CONCESSÕES RFFSA operava 77% da malha do país Estrada de Ferro Vitória Minas (EFVM), da CVRD – 38% da produção de transporte (1995) Estrada de Ferro Carajás (EFC), da CVRD. 30% da produção de transporte (1995) FEPASA (SP) – malha de média extensão e pequena produção (4,5% em 1995)

18 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 18 MODAL FERROVIÁRIO Malha ferroviária atual

19 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 19 MODAL FERROVIÁRIO Malha ferroviária atual

20 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 20 MODAL FERROVIÁRIO Expansão da malha

21 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 21 MODAL FERROVIÁRIO Expansão da malha

22 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 22 MODAL FERROVIÁRIO Expansão da malha

23 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 23 MODAL FERROVIÁRIO Expansão da malha

24 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 24 MODAL FERROVIÁRIO Expansão da malha

25 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 25 MODAL FERROVIÁRIO Concessões - ALL Brasil km Argentina km

26 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 26 MODAL FERROVIÁRIO Concessões - ALL BRASIL FERROVIAS

27 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 27 MODAL FERROVIÁRIO Concessões – ALL Poderá surgir mais um monopólio. Existe monopólio no transporte de minério de ferro. Poderemos ter esse problema no complexo soja" O frete se baseia no valor do preço do transporte do caminhão. A ALL cobraria um frete de 90% do frete rodoviário. E segundo o mesmo informante, estaria ditando o mercado na medida em que transporta praticamente toda a soja do Brasil

28 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 28 MODAL FERROVIÁRIO Concessões – FERROESTE

29 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 29 MODAL FERROVIÁRIO Concessões – VALE Portos escalados pela Navegação Costeira FCA EFVM EFC Terminais Marítimos FNS FERROBAN Direito de Passagem FCA Porto Seco do Cerrado Terminais Multimodais A VALE oferece ao mercado serviços de logística integrada

30 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 30 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos Deficiências de extensão e de cobertura A deficiente regulamentação do direito de passagem (níveis mínimos de serviço e máximos de tarifa) dificulta o transporte em grandes distâncias Alta taxa de juros no Brasil As empresas não têm condições de oferecer garantias a empréstimos porque não são proprietárias dos bens

31 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 31 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos CUSTO DO FRETE FERROVIÁRIO

32 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 32 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

33 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 33 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

34 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 34 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos ACESSO AO PORTO - RJ ACESSOS AOS PORTOS E EM ÁREAS URBANAS FOCOS DE INVASÃO ENVOLVENDO 200 MIL FAMÍLIAS

35 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 35 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

36 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 36 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

37 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 37 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

38 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 38 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

39 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 39 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

40 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 40 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

41 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 41 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos

42 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 42 MODAL FERROVIÁRIO Gargalos O TRANSPORTE É FEITO DAS ZERO HORA ÀS 4 HORAS DA MANHÃ SÃO PAULO

43 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 43 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões Usuário – busca a redução dos preços e a melhoria no nível de serviço Prestador de serviços – busca a saúde financeira da empresa e a remuneração dos seus acionistas Governo – visa melhorias sociais e econômicas a partir de uma maior eficiência de seu sistema de transportes (custo Brasil)

44 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 44 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões 2010 – 280 bilhões de TKU

45 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 45 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões

46 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 46 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões VALE

47 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 47 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões

48 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 48 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões Índice de eficiência energética – ,31 litros de diesel por mil TKU ,25 litros de diesel por mil TKU Redução de 296 milhões de litros de diesel

49 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 49 MODAL FERROVIÁRIO Avaliação das Concessões NOVO MODELO DE CONCESSÃO

50 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 50 MODAL FERROVIÁRIO Trens de Alta Velocidade ,5 % do transporte ferroviário de passageiros na Europa é feito por trens de alta velocidade PROJETOS Em curso Campinas > São Paulo > Rio de Janeiro I EF 222 Extensão: 511 km Valor estimado do projeto: R$ 34,6 bilhões

51 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 51 MODAL FERROVIÁRIO Trens de Alta Velocidade Até 2025 a rede de trens de alta velocidade deve passar dos cerca de 14,7 mil quilômetros atuais para próximo de 36 mil quilômetros no mundo. Nas distâncias até 600 quilômetros, os trens roubaram, nas linhas já existentes na Europa e na Ásia, entre 50% e 90% dos passageiros de aviões (aviões comerciais fabricados pela Embraer)

52 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 52 MODAL FERROVIÁRIO Trens de Alta Velocidade Um trem de alta velocidade para 350 passageiros custa em média 23 milhões (cerca de R$ 60 milhões) e sua manutenção demanda um pouco mais que o custo da compra durante a vida útil de 30 anos. Hoje há trens desse tipo em operação no mundo e 15 empresas de oito países fabricam o produto, segundo dados da UIC. Um avião EMB-195, o maior da Embraer, com até 122 lugares, custa cerca de US$ 40 milhões (R$ 66 milhões) -inclui parte da manutenção.

53 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 53 MODAL FERROVIÁRIO Trens de Alta Velocidade

54 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 54 Geração de empregos Redução de congestionamentos Desenvolvimento tecnológico Ajuste na demanda: rodovias e aeroportos Redução no deslocamento Redução de poluentes MODAL FERROVIÁRIO Trens de Alta Velocidade

55 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 55 MODAL FERROVIÁRIO Trens de Alta Velocidade

56 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 56 MODAL FERROVIÁRIO Trens Comemorativos/Turísticos Prestação não regular e eventual de serviços de transporte ferroviário de passageiros, com tarifas livres, tendo a finalidade turística, histórico-cultural e comemorativa São João Del Rei/Tiradentes (MG) 12km Bento Gonçalves/Carlos Barbosa (RS) 19km (Trem da Uva) Campo Grande/Corumbá (MS) 459 km (Trem do Pantanal) Rio Pardo/Cachoeira do Sul (RS) 56km

57 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 57 Trem do forró TRENS COMEMORATIVOS/CULTURAIS

58 MODAL RODOVIÁRIO

59 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 59 Modal Rodoviário Introdução Tem a preferência por fazer o transporte porta a porta As empresas estão trabalhando cada vez mais com estoques reduzidos (sistema just in time), com um giro mais rápido nos armazéns, portanto, necessitam de agilidade no transporte (modais com menor transit time)

60 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 60 Modal Rodoviário Introdução

61 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 61 Modal Rodoviário Transporte Rodoviário de Cargas Se todas as rodovias estivessem em excelente estado, o custo operacional da frota de caminhões seria reduzido em 31,7% O aumento de custos provocado pelas condições das rodovias em itens como tempo de viagem, consumo de combustível, avarias e acidentes, chega a R$ 11,6 bilhões/ano

62 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 62 Modal Rodoviário Transporte Rodoviário de Cargas O Brasil consome 20% a mais de diesel do que os EUA por tonelada.km

63 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 63 Modal Rodoviário Transporte Rodoviário de Cargas PROBLEMAS ESTRUTURAIS

64 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 64 Modal Rodoviário Transporte Rodoviário de Cargas ROUBO DE CARGAS Baixa utilização da capacidade (por limitação do seguro) Gastos com seguro e gerenciamento de risco Perda de produtividade nas entregas (por causa de procedimentos relacionados ao gerenciamento de risco)

65 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 65 Modal Rodoviário Concessões 36 concessionárias em 7 estados: BA, ES, MG, RJ, SP, PR e RS 6 concessionárias federais, 29 estaduais e 1 municipal Operam quase 10 mil km de rodovias Administram importantes corredores de exportações, que levam aos portos de Santos, do Rio de Janeiro, de Rio Grande e de Paranaguá

66 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 66

67 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 67 Modal Rodoviário Concessões Erroneamente se utiliza a expressão "estradas privatizadas". As rodovias são concedidas pelo governo para que as empresas as administrem por um determinado período. Em SP são 20 anos, no Paraná 24, e nas federais 25 anos As concessionárias argumentam que se a concessão fosse por pelo menos 50 anos o pedágio poderia ser reduzido

68 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 68 Modal Rodoviário Concessões A lei tem dois capítulos para equilibrar o interesse público e privado. O primeiro diz respeito à modicidade tarifária, ou seja, condições suportáveis pelos usuários. O segundo trata do equilíbrio econômico- financeiro das empresas, ou seja, garantia de lucro. Na prática, identificamos que os conceitos não estão no mesmo nível (IPEA)

69 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 69 Modal Rodoviário Concessões A margem de lucro de pedágios do Brasil é a maior do mundo, comparada somente aos lucros do trafico internacional de drogas - subprocurador geral da República, Aurélio Vírgílio As concessionárias têm um retorno de aproximadamente 18%, maior do que a média nos EUA, que chega a 15%. Na Europa, o índice é de cerca de 12%

70 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 70 Modal Rodoviário Concessões Concessão de sete trechos de rodovias federais (2600 km): Rodovia Fernão Dias, que liga SP - MG BR-116, entre SP e a divisa de SC/RS BR-153, entre a divisa de MG com SP e deste com o Paraná BR-393, da divisa do RJ com MG, até a via Dutra BR-101, de Curitiba a Florianópolis

71 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 71 Modal Rodoviário Concessões Pesquisa CNT 2006 % ótimo e bom ESTADO GERAL PedagiadasEstatal 79,8%16,9% PAVIMENTO PedagiadasEstatal 88,4%39,2% SINALIZAÇÃO PedagiadasEstatal 90,6%20,7% GEOMETRIA PedagiadasEstatal 49,4%17,5%

72 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 72 Modal Rodoviário Excesso de Peso Até 2% do PIB de um país podem ser despendidos, por ano, em conseqüência de danos ocasionados pelo excesso de peso nas rodovias (fonte: OECD – Organization for Economic Cooperation and Development) Dos veículos fiscalizados foi constado que 77% deles praticavam o excesso de carga nos eixos (fonte: DNIT)

73 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 73 Modal Rodoviário Excesso de Peso % EXCESSO DE CARGA% REDUÇÃO DA VIDA ÚTIL DO PAVIMENTO

74 MODAL AEROVIÁRIO

75 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 75 MODAL AEROVIÁRIO Introdução Representa 8% do PIB mundial Transporta anualmente 2,2 bilhões de passageiros e 35% em valor da carga movimentada Responsável por 2% das emissões globais de CO 2 40% dos turistas utilizam o transporte aéreo para seus deslocamentos

76 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 76 MODAL AEROVIÁRIO Introdução Cargas de alto valor agregado Perecíveis físicos: frutas, flores e carnes Perecíveis econômicos: jornais e revistas Baixo nível de perdas Complementação com ponta rodoviária Exige terminais especializados Agilidade e rapidez no deslocamento Redução dos gastos com armazenagem

77 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 77 MODAL AEROVIÁRIO Introdução Desvantagens: Frete maior em relação aos demais modais Capacidade bem menor que os modais marítimo e ferroviário, ganhando apenas do rodoviário Custo elevado de infra-estrutura

78 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 78 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros O trajeto Estocolmo – Ilhas Canárias (4.300 km), em 1958, com aviões bimotores tipo DC-3 (velocidade 300 km/hora) durava três dias Atualmente,este trajeto, é feito em cinco horas As Ilhas Canárias passaram de região ultraperiférica em região periférica imediata da Europa Ocidental

79 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 79 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros A mobilidade que implica o deslocamento no espaço aéreo diminui o valor das distâncias e, com isto, a extensão territorial é vista desde outra perspectiva e com outra escala de medida: o que parecia distante ou grande perde magnitude e com isto o horizonte da convivência se desloca (Bayón Mariné 1999, p )

80 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 80 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros

81 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 81 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros 25 milhões de turistas (1950), 850 milhões (2006) e milhões (2020) Os turistas tendem a viajar cada vez mais longe e com maior frequência O transporte aéreo cresceu na última década na União Européia mais de 5 % ao ano e a tecnologia conseguiu diminuir as emissões de CO 2 pouco mais de um 1 % ao ano

82 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 82 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros

83 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 83 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros Transporte turístico na União Européia dos 25 * Gases de efecto invernadero

84 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 84 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros

85 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 85 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Passageiros

86 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 86 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Carga

87 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 87 MODAL AEROVIÁRIO Transporte de Carga Receitas do Transporte Aéreo por Sub-Setor (em Bilhões de R$, 2007)

88 MODAL DUTOVIÁRIO

89 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 89 Modal Dutoviário Gasodutos

90 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 90 Modal Dutoviário Oleodutos de Petróleo e Derivados

91 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 91 Modal Dutoviário Alcooldutos

92 III - MODAL FERROVIÁRIO, RODOVIÁRIO, AEROVIÁRIO E DUTOVIÁRIO 92 Modal Dutoviário Mineroduto


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