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Amanda Scattolin Ana Paula da Rosa Leal Susana dos Santos Dode Conservação de Madeiras.

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1 Amanda Scattolin Ana Paula da Rosa Leal Susana dos Santos Dode Conservação de Madeiras

2 Dados Gerais Hardwoods (angiospermas) - Porosas, folhas largas; Ex.: Carvalho e Bétula Softwoods (gimnospermas) - Não porosas, folhas em forma de agulha, coníferas. Ex.: Pinheiros. Fig. 01: Diagrama esquemático da Hardwood, ilustrando a aparência dos vasos e traqueídeos Fig. 02: Diagrama esquemático da softwood, ilustrando a aparência dos traqueídeos

3 Níveis de retração da madeira CorteRetração RadialDe 3 a 6% TangencialDe 5 a 10% LongitudinalDe 0,5% Madeira Fresca CorteCarvalho Verde Carvalho submerso Radial4%12% Tangencial8%24% É possível controlar a retração das madeiras submersas. Para isto, recomenda-se o uso de uma técnica.

4 O corte, influencia nos níveis de retração durante a conservação. Cortes paralelos ao eixo tem retração radial e tangencial semelhante = empenamento durante a secagem. Amenizante: Serragem a partir de quartos de tronco, onde predomina a radialidade nas superfícies. Fig.03: Método de serragem dos troncos (Falqueamento).

5 Degradação da madeira Ações físicas (T e UR) Ataque de insetos Apodrecimento por fungos: Eliminado com UR abaixo de 65%. Ambientes anaeróbios e molhados causam perda de resistência apesar de conservar a forma original.

6 Degradação de Madeiras Submersas Hidrosolúveis (amido e açúcar), sais minerais, corantes, substâncias de curtimento e outros materiais de ligação logo são extraídos. Com o tempo, por hidrólise, a celulose desintegra-se e deixa uma rede de lignina que sustenta a madeira. A lignina também pode ceder. Aumenta os espaços entre células e moléculas e a madeira torna-se mais porosa e permeável. A lignina e a água mantém a forma da madeira. Quando em contato com o ar, a água evapora e as forças de tração provocam a retração e distorção da madeira.

7 A retração depende do grau de desintegração e da quantidade de água, sendo que: Quantidade de água na madeira: % Água = peso (molhada) – peso (seca) ÷ peso (seca) X 100 Classificação de madeira submersa (acima de 200% é degradada): ClasseQuantidade de água IAcima de 400% IIEntre 185 a 400% IIIMenos que 185 Obs.: Hardwoods da Classe III são as mais difíceis de conservar.

8 CONSOLIDAÇÃO DE MADEIRA

9 Fases da Conservação de Madeira Submersa 1. Uso de material que consolide e remova a água. Ex.: PEG ou acúmulo de açúcar. 2. Remoção do excesso de água por método que evite retração ou distorção. Ex.: secagem por solventes ou por congelamento. Obs.: Submersas em água salgada devem ter extraídas a maior parte dos sais solúveis antes do tratamento, caso contrário, estes causarão uma auréola branca e podem afetar componentes de ferro existentes na madeira ou em materiais próximos.

10 Método do Polietilenoglicol (PEG) H 2 OCH (CH 2 OH 2 )CH 2 OH Polímero Corrosivo para metais! Líquido (peso molecular, 300 a 600), intermediário (1000 a 1500) e cera (3250 a 6000). Solúveis em álcool (etanol, metanol, isopropanol) e água (com fungicida) Os PEGs 1500 e 540 são os mais utilizados. Primeiro método confiável e simples

11 Remove o excesso de água e ao mesmo tempo preenche. (penetra e desaloja a água) PROCEDIMENTO Recipiente com água contendo PEG (geralmente 1 a 5%), em T constante de aprox. 52°C. Durante meses ou anos, o PEG é adicionado (qtides dependem da condição, tamanho e espécie) até alcançar 70%, momento em que permanecerá estável. No entanto, caso extrapolado, a água é expulsa sem ser substituída pelo PEG e provoca o colapso da madeira. Se a solução não for aquecida, solidificará quando o PEG atingir entre 20 e 30%.

12 Os alcoóis poupam tempo, porém são mais caros e inflamáveis. Em objetos grandes, usa-se água Nos objetos pequenos: a concentração do PEG pode aumentar com a evaporação do solvente. Para isto, a quantidade de PEG deve ser mais que o necessário para cobrir o objeto no final do processo. Costuma-se usar álcool, por ser mais rápido. Para ajudar, podemos mergulhá-lo por três vezes em etanol.

13 MÉTODO DA SACAROSE Método mais barato; Uso de açúcar; Lavar e limpar com água doce PROCEDIMENTO: 1)Concentração de sacarose de 1 a 5 % - evita a desidratação da madeira saudável incluída em uma peça; - analisar a peça para ver estado de conservação; - grau de degradação da madeira – madeira muito degradada usa- se grau de concentração de sacarose >; - fazer amostragens representativas da madeira em tratamento – controle da concentração que pode ser aumentada até 10 %. 2)Usar agente antibacteriano – usa-se na primeira mistura de água com sacarose proporciona > e mais completa penetração.

14 3) Estado de degradação é que vai estabelecer as % de acréscimo de sacarose. 4 ) Adicionar aditivo ou pesticida para evitar ataque de insetos e roedores, isso deve ser feito na solução inicial. 5) Quando atingir o equilíbrio entre a madeira e a solução seca-se ao ar sob condição controlada de UR que deve ir diminuindo a medida que a madeira for secando e garantirá o sucesso do tratamento. 6) Armazenar em condições com menos de 70 % de UR.

15 OBSERVAÇÕES O açúcar ocupa espaço assim como o tratamento com PEG; Usa-se açúcar branco refinado não o escuro pois é mais higroscópico, pois a madeira tratada com o açúcar escuro, quando sobe a UR essa fica molhada o mesmo que ocorre com o PEG de peso molecular médio; Madeira tratada com açúcar branco permanece dimensionalmente estável quando em atmosfera controlada ou seja UR e temperatura controlada; Requerem os mesmos cuidados que outros métodos; Barato e eficaz quando a principal consideração for o custo; Pode apresentar cor alterada e escura,e o aparecimento de fissuras capilares na superfície Equipamentos são os mesmo utilizados no PEG.

16 MÉTODO ACETONA – RESINA Substitui a água da madeira por resina natural no caso a de pinheiro; Usado para conservar madeiras rígidas que não tiveram sucesso no PEG; PROCEDIMENTO: 1) Lavar e limpar com água doce; 2) Desidratar a madeira com 3 banhos sucessivos de acetona, o tempo dos banhos vai depender da espessura do objeto; 3) Retirar toda água pois é incompatível com a resina; 4) Colocar a madeira em uma solução saturada de resina dissolvida em acetona; 5) O tempo varia conforme o tamanho do objeto e suas características, que pode ser de 2 a 4 semanas e se necessário tem que ser feito reajustes; 6) Retirar os objetos e limpar com pano embebido em acetona para tirar o excesso de resina.

17 OBSERVAÇÕES Pode-se fazer um pré-tratamento com ácido hidroclorídrico (HCL) a 10% antes de desidratar a madeira como forma de remover os ácidos orgânicos; Danos: - fissuras após o tratamento; - branquear para uma cor mais natural ou original; Cuidados: - lavar em água corrente de 3 a 5 dias para retirar os vestígios de HCL Esse tratamento é opcional

18 Vantagens e desvantagens do tratamento acetona - resina Vantagens Peso bom Seca Resistente Facilmente colada e reparada pode ser usado em material composto, pois não reage com metal. Desvantagens Inflamável Custo elevado A madeira depois de tratada não possui flexibilidade, podendo se lascar e partir quando trabalhada OBSERVAÇÃO: Tratamento de sucesso, pois produz uma madeira mais dimensionalmente estabilizada que as tratadas com PEG.

19 MÉTODO ÁLCOOL - ÉTER 1) Lavar e limpar a madeira; 2) Submergir a madeira em banho de álcool ( isopropano ou etanol), até que toda a água seja substituída por ele, medindo o peso específico em cada banho; 3) Repetir o processo com a acetona depois do banho com álcool; 4) Após esse banho se faz a imersão em banhos sucessivos de éter para substituir a acetona por éter; 5) Coloca-se o objeto em vácuo para secar,volatilizando assim o éter; 6) Pode-se usar um banho final com resina drammar ( extraida de arvores das índias orientais) são macias e transparentes e protegem a madeira do empenamento, pode-se usar PVA em vez de resina.

20 Vantagens e desvantagens do tratamento álcool - éter Vantagens Produz madeira de aspecto muito natural Bom peso Boa cor Desvantagens Custo elevado Inflamável

21 MÉTODO ÁLCOOL - CÂNFORA PROCEDIMENTO 1) Semelhante ao método anterior; 2) A água é desalojada por um álcool miscível em água que depois é desalojado pela cânfora; 3) A cânfora é desalojada da madeira passando do estado sólido para o gasoso, sem exercer tensão superficial; Vantagens e desvantagens do tratamento álcool - cânfora Vantagens A madeira não colapsa; Não retrai; Não torce Madeira aromática Peso e cor bons Desvantagens Inflamável Caro para grandes objetos

22 Secagem por Congelamento É usada em peças de madeiras pequenas. As madeiras nesta secagem obtinham uma superfície axadrezada e fissuravam em consequência da expansão dos cristais de gelo e consequente agressão nas paredes das células. Ambrose(1970) descobriu que a madeira pré -tratada com uma solução contendo 10% de PEG, eliminaria a formação dos cristais solucionando o problema. Com a introdução do PEG notou-se que o produto também agia como humedecedor,assim após o tratamento,a madeira não sofria retração exagerada. Watson(1987) observou que uma solução de PEG a 20% ou mais, desidratava por osmose, qualquer microorganismo presente na solução. Então recomendou:

23 Para madeira medianamente degradada utiliza-se 20% de PEG 400. Para peças mais degradadas ultiliza-se PEG 400 a 10% + PEG 4000 a 15%. Para madeira severamente degradada se for usado PEG4000,ele pode ser levado até 20%.Usando uma solução abaixo de 20% deve ser misturado um fungicida nessa solução,tal como 1%de ácido bórico ou Dowcide 1. Depois do tratamento com PEG,a madeira é congelada num frigorífico doméstico. Após o congelamento,recomenda-se colocar a madeira em uma câmara de secagem por congelamento com temperaturas de -32° a -40°C,e aplicar o vácuo quando a temperatura da madeira atingir os -25°C.

24 Durante este processo os cristais de gelo sublimam-se e o vapor da água congela nos tubos do condensador.Este processo continua até que toda água seja removida,o que pode ser determinado pela pesagem da peça que está sendo tratada. O tratamento completo ocorre quando a perda de peso se estabiliza. A madeira após o tratamento deve ser armazenada numa umidade relativa de 45% a 60%.

25 Tratamento com Óleo de Silicone Em 1993, na Universidade do Texas começou uma investigação sobre a utilização de meios polímeros para a estabilização e conservação de materiais orgânicos. Madeira saturada,vidro,couro,cestos de verga e cortiça tem sido conservados com sucesso por meio de polímeros. Uma vistoria informal aos laboratórios e aos departamentos da universidade indicou que existem muitas áreas onde o preenchimento com silicone,e as tecnologias que lhe são relativas, tiveram um quase imediato impacto benéfico. A mesma constatação é verdadeira para a conservação de artefatos em museus, para trabalho em arquivos e para aplicações industriais. Após a versão simplificada do processo de preenchimento com silicone, notou-se o seguinte resultado: madeira de cor muito natural, que sofre muito pequenas,ou nenhumas,variações dimensionais. A madeira é estável e não necessita de controles ambientais apertados. O conservador deve saber que este tratamento não é reversível.

26 Reversibilidade na Conservação de Artefatos A reversibilidade é um aspecto desejável em qualquer processo de conservação. Os desejos de reversibilidade tem sido grosseiramente exagerados e, em muitos casos,mal representados. Por exemplo é impossível remover-se todo o PEG de uma peça de madeira submersa,fortemente degradada,depois de conservada.Pois sempre ficara resquício na madeira. Mesmos os melhores métodos de tratamento da madeira com PEG provocam danos intracelulares, durante este tratamento. Os tratamentos com óleo de silicone,em madeiras fortemente saturadas e danificadas não provocam as distorções celulares que tem sido associadas aos tratamentos com PEG.

27 Depois do tratamento com óleo de silicone, seções finas de exemplares de madeira, tratada com este polímero,estavam tão preservadas que na maioria dos casos,era possível a identificação de genes e de espécies após esse tratamento. O bem estar a longo prazo de uma coleção de artefatos está relacionado aos processos convencionais usados para a conservação destes. Artefatos tratados com PEG, em vigilância permanentemente em ambientes climáticos e térmicamente controlados apenas prolonga,até certo grau a expectativa de vida do artefato.Já os tratados com silicones demonstram que a meia-vida mínima é de pelo menos 200 anos.

28 Estabilização dos suportes em madeira

29 Fatores: clima, qualidade, resistência e capacidade de absorver umidade. MEDIDAS DOS PINTORES PARA LIMITAR O MOVIMENTO DA TÁBUA Ferver COM ÁGUA - Também para retirar resina - Fibras continuam absorvendo Ferver COM ÓLEO - Impermeável - Fica graxoso, necessita de fundo de óleo (escurece a pintura).

30 Pintavam o painel com o mesmo preparo do fundo (base de colas): HIGROSCOPIA! Nos suportes grandes, era comum a união de tábuas com massa (escorrimento da mesma, ocasiona listas brancas). Painéis menores, era comum a colagem de tela inteiriça que abrangesse todo o painel ou as juntas (Cennini), mas foi pouco usado.

31 Recomendações Isolamento por trás - Isola pintura do ar (vácuo) > Evita contato com umidade e poluição > Não apodrece (isso advém da umidade) > Ex.: chassi Pintar painel com tinta esmaltada Colocar em material absorvente como folha de estanho ou material plástico Cera dissolvida em terebentina e por cima, tinta de alumínio refratário à água (assemelha-se à folha de estanho).

32 No caso de juntas, conservá-las livres, podendo pintá-las com tom neutro (permite expansão da madeira). Limitação do movimento Aberturas circulares nas fibras (sem atingir superfície) e preenchê-las com material inerte (resinas, ceras, serragem e gesso). Em painéis pequenos, é possível abrir ranhuras ao longo das fibras, de modo que o resto da madeira fique com movimento limitado, preencher com mesmo material.

33 Desempenamento de painéis Empenamento é comum de acontecer mas o desempenamento é complexo Solidificação era empírica, consolidavam apenas partes visíveis Larvas penetram profundamente na madeira e chegam até o gesso de preparo de fundo e voltam e continuam o trabalho Forma-se uma lamina de madeira fina e sem resistência Os precários tratamentos dados apenas mascaravam a existência dos parasitas que continuavam atacando e ocorria a perda da pintura

34 PALEATIVO - massa forte composta de serragem de madeira, cola forte, gesso, cola e óleo; - massa muito dura causa defeito na película de tinta; - não possui capacidade de penetração por toda a cavidade; - possui água na sua composição, enfraquecendo a pintura; OBSERVAÇÃO O empenamento do suporte ocorre, também por perda da umidade natural (12 %), pelo verso do painel; O lado pintado é protegido pela camada pictória que impede a passagem da umidade.

35 DESEMPENAMENTO DOS PAINÉIS 1) Facear a pintura com 3 camadas de papel japônes sendo a ultima mais resistente; 2) Colocar o painel na mesa com o empenamento para cima; 3) Sobre o verso aplicar um tecido úmido em cima do tecido colocar um mata borrão para absorver o excesso de umidade; 4) Colocar no centro um apoio com pressão regular e mais um peso de cada lado que permita o desempenamento natural sem causar rachas ou enrugados; 5) Abrir ranhuras no sentido longitudinal das fibras e preencher com massa de cera, gesso cré e serragem; 6) Colocar traves no sentido contrário.

36 SOLIDIFICAÇÃO DE PAINÉIS ATACADOS POR INSETOS AVALIAÇÃO Suporte de madeira suporte de tecido; Cuidar o expurgo por completa extinção dos insetos xilófagos; Condicionada a natureza do inseto; Avaliação do suporte e da pintura para determinar resistência e do verso do painel; Preencher ficha com dados para decidir o tratamento; Documentação fotográfica antes e durante o procedimento;

37 PROCEDIMENTOS 1) Proteger a pintura com papel japonês ou jornal; 2) Utilizar goma de consistência regular para facilitar retirada do papel; 3) Forrar a mesa onde vai ser colocada a pintura ( mesa bem maior que a peça); 4) Cuidar para que as camadas de papel estejam bem secas; 5) Colocar a pintura com a face voltada para mesa; 6) Fixá-la na tábua por meio de grampos; 7) Limpar as áreas podres com cuidado, para não romper a pintura;

38 8) Retirar a madeira bichada e pouco sólida examinando bem a área; 9) Colocar cera própria nos espaços faltantes ( cera irá eliminar as larvas restantes); 10) Segunda camada adicionar aglutinante na cera como o gesso, caolin e serragem de madeira peneirada; 11) Preparara ripas de cedro de tamanhos variados para recobrir espaços faltantes; 12) Consolidar as ripas com a mesma massa de cera derretida; 13) Cavidades menores não se coloca ripa só cera; 14) Os travões ou peças de segurança se tiverem bons devem ser conservados

39 15) Nivela-se as ripas com plaina, para dar acabamento; 16) Suporte antes corroído agora esta pronto. Fig. 04: Remoção de podridão em suporte de pintura em madeira

40 Fig. 05: Preparo de resina, Museu Villa-Lobos. Fotografia de Marisa hoirisch, 2005

41 Fig. 06: Obturação das cavidades, Museu Villa-Lobos. Fotografia de Marisa hoirisch, 2005.

42 Transposição da Pintura sobre Madeira Há pinturas que encontram-se quase sem apoio,devido ao total apodrecimento da madeira,o que é muito grave. Transferí-la para um novo suporte de madeira é o mais aconselhável com o fim de salva-lá. Pintura transferidas inadequadamente além de sofrerem grandes danos, também correm o risco de ficarem irremediavelmente perdidas. Para termos uma boa transposição, primeiramente examinamos a pintura para depois começar os procedimentos.

43 ALGUNS MATERIAIS USADOS PARA TROCA DE SUPORTE: Papel de seda (para proteger a pintura). Grampos (para fixar o suporte). Formões ou aparelhos elétricos (para desbastar a madeira). Gelatina dissolvida (aglutinante). Ripas de cedro (cobrir fundo da pintura). Ceras e resinas (para colar ripas). Com a transposição finalizada,podemos tratar a superfície da pintura.

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45 Referências Bibliográficas RESCALA, João José. Consolidação dos suportes. In: Restauração de Obras de arte, pintura, Imaginária e Talha. UFBA, Centro editorial e didático da UFBA, 1985, p Conservação da Madeira Disponível em: Acessado em 08/04/2012.www.revistasusp.sibi.usp.br/pdf/cpc/n9/a06n9.pdf


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