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Fundamentação teórica e o Estado-da-Arte em Gestão do Conhecimento

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Apresentação em tema: "Fundamentação teórica e o Estado-da-Arte em Gestão do Conhecimento"— Transcrição da apresentação:

1 Fundamentação teórica e o Estado-da-Arte em Gestão do Conhecimento
Profa. Dra. Sely M S Costa Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

2 Gestão do Conhecimento na Ciência da Informação
O objeto de estudo da Ciência da Informação Os três mundos de Karl Popper A abordagem de Bertram Brookes A gestão do conhecimento Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

3 O objeto de estudo da Ciência da Informação
Belkin (1978): a estrutura de qualquer texto (estrutura comunicável) capaz de modificar a estrutura cognitiva (conhecimento) de um receptor. (Ou seja): uma mensagem propositadamente estruturada por um gerador que decide comunicar determinado aspecto de seu conhecimento, isolando-o, modificando-o e transformando-o em uma estrutura comunicável - o “texto”. Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

4 O objeto de estudo da Ciência da Informação
Farradane (1979): qualquer forma física de representação, (forma substituta) de conhecimento ou de um pensamento em particular, usada para comunicação. Estéril, até que seja relacionada às pessoas que a produzam ou que sejam afetadas por ela (conectada aos fenômenos mentais do indivíduo). Comunicação propositada de um “originator”. Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

5 O objeto de estudo da Ciência da Informação
Brookes (1980): parte pequena de uma “estrutura de conceitos interligados por suas relações” (conhecimento). K (S) +  I = K (S +  K) OU: K (S) +  K = K (S +  K)  I Fenômeno que produz efeitos no usuário (uma estrutura inicial de conhecimento, mais uma informação nova (ou um conhecimento novo dela resultante) é igual a uma nova estrutura de conhecimento Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

6 O objeto de estudo da Ciência da Informação
Pontos em comum, que determinam abordagens epistemológicas da Ciência da Informação: Paradigma cognitivo (estruturas de conhecimento) Processo de comunicação (gerador mensagem receptor) Foco na informação e no conhecimento Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

7 Os três mundos de Popper
Mundo 1: Objetivo, representa os fenômenos do Mundo Real – mundo físico (matéria, energia e radiação) Mundo 2: Subjetivo, representa estados mentais do homem – mundo do conhecimento humano subjetivo (pensamentos e imagens mentais) Mundo 3: Objetivo, representa os produtos da mente humana registrados em linguagens (as artes, as ciências, as tecnologias) e em todo tipo de artefatos criados pelo homem– mundo do conhecimento objetivo Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

8 A abordagem de Brookes O problema dos espaços - características do espaço mental (diferentemente do físico): variado (diferente entre indivíduos), peculiar e inacessível aos outros. Eventos objetivos (Mundos 1 e 3 de Popper) ocorrem em mundos que têm somente um espaço. Eventos subjetivos (Mundo 2 de Popper) ocorrem em espaços privados, variados, dos indivíduos: mentalidades individuais. Para objetivar os pensamentos individuais, é preciso expressá-los e depositar os registros no Mundo 3, onde se tornam acessíveis aos outros, podendo ser criticamente considerados. Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

9 Abordagem de Brookes Mundo 1 (espaço ocupado por matéria, energia e radiação): tudo o que é físico pode ser considerado como do Mundo 1. Mundos 2 e 3 (espaços ocupados por informação e conhecimento -e sentimentos, também): tudo o que é mental pode ser considerado como dos Mundos 2 e 3. Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

10 Abordagem de Brookes Os Mundos de Popper e as Ciências
Mundo 1 (Mundo físico) - cientistas naturais e tecnólogos  artefatos Mundo 3. Mundo 2 (Mundo do conhecimento subjetivo) e suas interações com o 1 (Mundo físico) – cientistas sociais e humanistas  registros e artefatos  Mundo 3. Mundo 3 (Mundo do conhecimento objetivo) – matemáticos puros  registros  Mundo 3 Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

11 Abordagem de Brookes Os Mundos de Popper, a Biblioteconomia e a Ciência da Informação
Trabalho prático: coletar e organizar, para uso, os registros do Mundo 3 Tarefa teórica: estudar as interações do Mundo 2 com o 3, para, se possível, descrevê-los, explicá-los e auxiliar na organização do conhecimento, mais do que de documentos, para uso mais efetivo – Artefatos : registros do conhecimento humano, acessíveis e objetivos  estudo objetivo do conhecimento: justificativa para a criação de uma nova ciência!! Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

12 Abordagem de Brookes Os Mundos de Popper, a Ciência da Informação e a Gestão do Conhecimento
Cientistas da Informação: “ao adotar as interações do Mundo 2 como 3 como nosso campo de estudo, estaremos reivindicando um território que nenhuma outra área do conhecimento reivindicou” (Brookes, 1980, p. 128). Mundos 2 e 3: entidades fundamentais: informação e conhecimento. “Para analisar informação e conhecimento, temos que operar puramente nas entidades mentais” (Brookes, P. 132). Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

13 Conhecimento subjetivo e Conhecimento objetivo (Zins, 2007)
Conhecimento objetivo: mundo exterior do indivíduo Conhecimento subjetivo: mundo interior do indivíduo #*#*#*#*#*#*#*#*#**#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*#*# Conhecimento subjetivo (Zins) Espaços mentais únicos (Brookes) Conhecimento tácito (Polanyi, 1983) Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

14 Gestão do Conhecimento (Nonaka e Takeushi, 1995)
Modelo de Gestão do Conhecimento (Conversão do conhecimento nas organizações) Internalização : Explícito  Tácito (Mundo 3  Mundo 2) Externalização : Tácito  Explícito (Mundo 2  Mundo 3) Combinação : Explícito  Explícito (Mundo 3  Mundo 3) Socialização : Tácito  Tácito (Mundo 2  Mundo 2) Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009

15 Gestão do Conhecimento: Gestão da Informação e Processo de Comunicação
Explícito  Tácito (Mundo 3  Mundo 2) Tácito  Explícito (Mundo 2  Mundo 3) Tácito  Tácito (Mundo 2  Mundo 2) Processo de Gestão do Conhecimento Gestão do Conhecimento Explícito  Explícito (Mundo 3  Mundo 3) (Gestão da Informação) Comunicação Seminário de Gestão do Conhecimento OPAS/OMS Brasil Brasília, fevereiro de 2009


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