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Manipuladores de Formatos Todas as especificações de manipuladores predefinidos na linguagem foram incluídas no ficheiro iomanip.h. Se for necessário.

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2 Manipuladores de Formatos Todas as especificações de manipuladores predefinidos na linguagem foram incluídas no ficheiro iomanip.h. Se for necessário usar os manipuladores o ficheiro iomanip.h deve ser incluído no programa. Existem os manipuladores simples (sem argumentos) e os manipuladores com argumentos. Os manipuladores simples são os seguintes: oct - o valor octal; dec - o valor decimal; hex - o valor hexadecimal; endl - \n e apagar o buffer; ends - \0 e apagar o buffer só para saída ; flush - apagar o buffer só para saída ; ws - eliminação de espaços entre símbolos

3 Os manipuladores com argumentos são seguintes: setfill(int caracter); setprecision(int pr); setw(int w); resetiosflags(long n); setiosflags(long n); etc. cout << setw(5) << setfill('-') << hex << 10 << endl; cout << setiosflags(ios::uppercase|ios::internal|ios::showbase) << setfill('-') << hex << setw(5) << 10 << endl; cout << 10 << endl; cout << resetiosflags(ios::showbase) << 10 << endl; cout << setiosflags(ios::fixed) << setprecision(1) << << endl; ----a 0X--A 0XA A 12.1

4 A área de acção para cada manipulador começa com o aparecimento do manipulador e acaba depois de cancelado por outro manipulador class my_f {}; ostream& operator<<(ostream& s,my_f) {s.width(5); s.fill('-'); s.flags(ios::showpos); return s;} my_f MF; cout << MF << 47 << endl; cout << hex << a << b << c << dec << d; Vamos considerar como podemos definir manipuladores novos

5 Podemos também definir os manipuladores novos com argumentos. Vamos considerar, por exemplo, o manipulador wp(n,m) que especifica a largura do campo n e precisão m para os valores com vírgula flutuante. class my_manip{ int n,m; ostream& (*f)(ostream&,int,int); public: my_manip(ostream& (*F)(ostream&,int,int),int N, int M) : f(F), n(N), m(M) {} friend ostream& operator<<(ostream& s,my_manip& my) {return my.f(s,my.n,my.m);} };

6 ostream& wi_pre(ostream& s, int n, int m) {s.width(n); s.flags(ios::fixed); s.precision(m); return s; } my_manip wp(int n, int m) {return my_manip(wi_pre,n,m);} int main(int argc, char* argv[]) {cout << << endl << wp(10,2) << << endl; return 0; }

7 Strings e Ficheiros - Classes (1) Existem classes específicas para trabalhar com strings e ficheiros em C++ As operações I/O efectuam-se através de streams Ficheiros e Strings

8 Strings e Ficheiros - Classes (2) Existem 3 tipos de streams –streams de leitura –streams de escrita –streams de leitura/escrita

9 Strings e Ficheiros - Classes (3) Classes de leitura para ficheiros e strings: –ifstream –istrstream Classes de escrita para ficheiros e strings: –ofstream –ostrstream

10 Strings e Ficheiros - Classes (4) Classes de leitura/escrita para ficheiros e strings: –fstream –strstream

11 Strings e Ficheiros - Classes (5) Todas estas classes são derivadas da classe ios

12 STRINGS

13 Strings - Construção (1) Classe istrstream –o objecto istrstream pode ser construído da seguinte forma: –istrstream in_str(char* psz); –o objecto in_str irá ficar associado a uma string apontada por psz

14 Strings - Construção (2) Classe istrstream –o objecto istrstream também pode ser construído da seguinte forma: –istrstream in_str(char* pch, int nLength); –o objecto in_str irá ficar associado a um array de caracteres normal com nLength caracteres

15 Strings - Construção (3) Classe ostrstream –o objecto ostrstream pode ser construído da seguinte forma: –ostrstream out_str; –é criado um objecto out_str para escrita com reserva dinâmica de memória para novos caracteres

16 Strings - Construção (4) Classe ostrstream –o objecto ostrstream também pode ser construído da seguinte forma: –ostrstream out_str (char* pos, int Len, int OpenMode); –OpenMode pode especificar ios::app ou ios::ate –pos aponta para uma string

17 Strings - Construção (5) Classe strstream = istrstream + ostrstream –o objecto strstream pode ser construído da seguinte forma: –strstream io_str; –objecto io_str criado com buffer interno e dinâmico, inicialmente vazio

18 Strings - Construção (6) Classe strstream = istrstream + ostrstream –o objecto strstream também pode ser construído da seguinte forma: –strstream io_str(char* pos, int Len, int OpenMode); –pos aponta para uma string já existente com Len caracteres

19 Strings - Construção (7) Sempre que possível deve deixar-se o objecto efectuar a reserva dinâmica do buffer interno.

20 Strings - Construção (7) char* a_str = " Ola " ; // 3 caracteres ostrstream str(a_str, 10); str << " nova string " ; –Irá ocorrer um erro pois a_str só tem reservados 3 caracteres

21 Strings - Construção (8) A construção aconselhada seria: ostrstream str; str << " Ola " ; str << " nova string " ; OK - memória reservada dinamicamente

22 FICHEIROS

23 1. #include 2. fstream source; 3. source.open(my.txt", ios::in | ios::nocreate); if(!source.good()) { cerr << "Nao foi possivel abrir o ficheiro fonte" << endl; exit(1); // pode usar controlo de excepções } 4. template fstream& operator>>(fstream& source, set &S) { return source; } 5. source.close(); o nome lógico o nome do ficheiro

24 Ficheiros - Construção (1) Classe ifstream –o objecto ifstream pode ser construído da seguinte forma: –ifstream in_file; –o objecto in_file é criado mas nenhum ficheiro é aberto

25 Ficheiros - Construção (2) Classe ifstream –o objecto ifstream também pode ser construído da seguinte forma: –ifstream in_file( " file.dat " ); –o objecto in_file é criado e o ficheiro file.dat é aberto em modo de texto para leitura

26 Ficheiros - Construção (3) Qualquer construtor para objectos do tipo ficheiro, constrói apenas o objecto ficheiro sem abrir o ficheiro físico se não for dado o nome do ficheiro aquando da construção

27 Ficheiros - Construção (4) Classe ofstream –o objecto ofstream pode ser construído da seguinte forma: –ofstream out_file( " file.dat ", ios::binary); –o objecto out_file quando criado, é associado ao ficheiro file.dat. Este é aberto em modo binário para escrita

28 Ficheiros - Construção (5) O objecto na construção aceita os seguintes parâmetros: FlagSignificado ios::appos dados são escritos no fim do ficheiro ios::ateo apontador vai para o fim do ficheiro quando este é aberto ios::ino ficheiro é aberto para leitura ios::outo ficheiro é aberto para escrita ios:.binaryo ficheiro é aberto em modo binário. Se ausente o ficheiro é aberto em modo texto. ios::truncapaga o conteúdo de um ficheiro quando este é aberto para escrita ios::nocreatefalha a abertura do ficheiro se este não existir (apenas para ficheiro de escrita) ios::noreplacenão substitui um ficheiro existente. Se este existir, falha a abertura

29 Ficheiros - Construção (6) Classe fstream = ifstream + ofstream –o objecto fstream pode ser criado da seguinte forma: –fstream io_file( " file.dat ", ios::in | ios::out | ios::binary); –é criado o objecto io_file para leitura/escrita em modo binário, associado ao ficheiro file.dat

30 Ficheiros - Verificação (1) A verificação da abertura efectiva de um ficheiro deve ser sempre realizada antes de efectuar qualquer operação I/O sobre este

31 Ficheiros - Verificação (2) Exemplos para verificação da abertura de um ficheiro if(in_file.bad()) { cerr << " o ficheiro nao foi aberto " << endl; exit(1); } if(!in_file) { cerr << " o ficheiro nao foi aberto " << endl; exit(1); } if(in_file.is_open() == 0) { cerr << " o ficheiro nao foi aberto " << endl; exit(1); }

32 Ficheiros - Verificação (3) O método eof() permite saber se foi atingido o fim do ficheiro while(!io_file.eof()) { // lê ficheiro // … }

33 LEITURA / ESCRITA

34 Streams - Leitura/Escrita (1) A leitura de strings e ficheiros é efectuada de forma semelhante As suas classes derivam de uma classe I/O comum - classe ios

35 Streams - Leitura/Escrita (2) char str[10]; istrstream in_str( " Ola " ); ifstream in_file( " file.dat " ); in_str >> str; in_file >> str; in_str.read(str, 3); in_file.read(str, 3); in_str.getline(str,3); in_file.getline(str, 3); Leituras de uma string e de um ficheiro para str efectuadas de forma idêntica

36 Streams - Leitura/Escrita (3) char str 1[] = " PP1 " ; strstream out_str; fstream out_file( " file2.dat ", ios::out); out_str << str1; out_file << str1; out_str.write(str1, 6); out_file.write(str1, 6); Escrita efectuada, numa string e num ficheiro, de forma idêntica

37 int main(int argc, char* argv[]) {char str[10]; istrstream in_str("Ola"); ifstream in_file("file.dat");// Aveiro in_file.getline(str, 5); cout << str << endl;// O resultado: Avei in_str >> str; cout << str << endl;// O resultado: Ola in_file >> str;// O resultado: ro cout << str << endl; char str1[10] = "PP1"; strstream out_str; fstream out_file("file2.dat", ios::out); out_str << str1; out_file << str1; out_str.read(str, 1); cout << str << endl;// O resultado: Po Aveiro PP1

38 Destrutores (1) Todos os objectos têm destrutores que libertam o espaço reservado para o objecto

39 Destrutores (2) No caso de ficheiros é boa política efectuar o fecho do objecto (ficheiro) assim que este já não seja necessário. Desta forma são libertados recursos do sistema mais cedo

40 int main(int argc, char* argv[]) {fstream source,destination; source.open("source.txt", ios::in | ios::nocreate); if(!source.good()) { cerr << "Nao foi possivel abrir o ficheiro fonte" << endl; exit(1);} destination.open("out1.txt", ios::out); if(!destination) { cerr << "Nao foi possivel abrir o ficheiro out1" << endl; exit(1); }

41 char str[50]; source >> str; cout << str << endl; destination.write(str,7); source >> str; cout << str << endl; destination.write(str,7); source >> str; cout << str << endl; destination.write(str,7); source >> str; cout << str << endl; destination.write(str,7); source.close(); destination.close(); return 0; } Aveiro Lisboa Porto Coimbra Faro Braga Aveiro Lisboa Porto Coimbra

42 int main(int argc, char* argv[]) {fstream source,destination; StrString my_str; int no_of_caracteres = 0, no_of_words = 0; /////////////////////////////////////////////////////////////////// // Abertura dos ficheiros /////////////////////////////////////////////////////////////////// source.open("source.txt", ios::in | ios::nocreate); if(!source.good()) { cerr << "Nao foi possivel abrir o ficheiro fonte" << endl; exit(1); } destination.open("out1.txt", ios::out); if(!destination) { cerr << "Nao foi possivel abrir o ficheiro out1" << endl; exit(1); }

43 source >> my_str;// leitura da linha no_of_caracteres = my_str.length();// incrementa // o nº de caracteres no_of_words = my_str.words();// incrementa o nº de palavras cout << my_str << endl;// escreve a linha destination << my_str << endl;// escreve a linha // em destination my_str = " Estatistica :"; cout << my_str << endl; cout << "Numero de caracteres = " << no_of_caracteres << endl; cout << "Numero de palavras = " << no_of_words << endl; source.close(); destination.close(); return 0; }

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