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MIEEC/LEEC - Logística

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Apresentação em tema: "MIEEC/LEEC - Logística"— Transcrição da apresentação:

1 MIEEC/LEEC - Logística
Layouts Daniel Luguesi Diogo Oliveira Ines Sá Mark Macedo Rui Cachorreiro MIEEC/LEEC - Logística

2 Layout… “Layout é o posicionamento no espaço
de departamentos ou postos de trabalho, de modo a minimizar um custo, satisfazendo um conjunto de restrições” Maria Antónia Carravilla

3 Objectivos de um layout
Minimizar custos de manuseamento dos materiais. Utilização eficiente do espaço Utilização eficiente da mão-de-obra Eliminar o congestionamento Facilitar/aumentar a entrada, saída e colocação dos materiais, produtos ou pessoas Promover a qualidade de serviço e produto Providenciar um controlo visual das operações ou actividades Providenciar flexibilidade para a adaptação a mudanças Facilitar a comunicação e a interacção entre os trabalhadores, entre os trabalhadores e os seus supervisores, ou entre os trabalhadores e os clientes. Reduzir os tempos de produção e de entrega ao cliente. Eliminar desperdícios ou movimentações redundantes. Incorporar medidas de segurança. Encorajar actividades de manutenção adequadas MIEEC/LEEC - Logística

4 MIEEC/LEEC - Logística
Bom layout requer… Facilitar a comunicação e a interacção entre os trabalhadores, entre os trabalhadores e os seus supervisores, ou entre os trabalhadores e os clientes. Reduzir os tempos de produção e de entrega ao cliente. Eliminar desperdícios ou movimentações redundantes. Incorporar medidas de segurança. Encorajar actividades de manutenção adequadas MIEEC/LEEC - Logística

5 Restrições na criação de um novo layout
Especificação dos objectivos do sistema em termos de output e flexibilidade Obter estimativas das quantidades de produto e de procura que o sistema deverá fornecer Requisitos de processamento nas células de trabalho, fluxo de quantidade de produtos entre os departamentos/postos de trabalhos Espaço ocupado e necessário para os elementos, e disponível no local

6 Sequência de produção (pastelaria)
Layouts Clássicos Product layout a planta é desenhada em torno do produto, todas as actividades são implementadas para facilitar a produção Product Layout - os recursos são arranjados sequencialmente, baseado no percurso dos produtos. - em teoria, este layout sequencial permite que o processo inteiro se desenvolva numa linha recta, que às vezes pode ser totalmente dedicada à produção de somente um produto ou versão do produto Sequência de produção (pastelaria)

7 Agrupamento de operações semelhantes
Layouts Clássicos Process layout configurações onde operações de natureza ou funções semelhantes são agrupadas em conjunto a planta é dividida por departamentos, de acordo com as várias tarefas de manufactura/produção que necessitam de ser realizadas Process Layout - configurações onde operações de natureza ou funções semelhantes são agrupadas em conjunto - este tipo de layouts é muitas vezes referido como layouts funcionais Agrupamento de operações semelhantes

8 Layouts Clássicos Cellular layout
no layout celular as máquinas são agrupadas por produto a produção concentra-se num produto ou família de produtos Linha de montagem em U (fábrica da Grohe)

9 Layouts Clássicos Fixed-position layout
produto ou projecto mantém-se estacionário apropriado para produtos maciços, grandes, pesados ou frágeis ex: aviões, barcos, casas exige mão-de-obra altamente especializada Fixed Position Layout Os trabalhadores, equipamento e materiais são movidos quando precisos

10 Layouts Clássicos Hybrid layout
utiliza princípios quer do Process layout quer do Product layout o layout celular pode ser considerado como um layout híbrido - permite grande variedade de produtos - permite processos de produção mistos Dimension Functional Cellular Number of moves between departments many few Travel distances longer shorter Travel paths variable fixed Job waiting times greater Throughput time higher lower Amount of work in process Supervision difficulty Scheduling complexity Equipment utilization Hybrid Layout - um exemplo é quando os departamentos estão dispostos de acordo com tipos de processos mas os produtos fluem segundo um product layout

11 Principais características
Layout Clássico Custo Flexibilidade Motivação Fiabilidade Produção Utilização Produto Baixo Baixa Elevada Processos Alto Alta - Celular Híbrido Posição Fixa Product layout (assembly line) Vantagens: Produção - geram um grande volume de produtos num curto espaço de tempo Custo – custo por unidade é menor como resultado do elevado volume. Especialização dos trabalhadores resulta numa redução no tempo e custos de formação. A contabilidade, compra e controle de inventário são rotineiros. Como o roteamento é fixo, menos atenção é requerida Utilização – Existe um elevado grau de utilização de trabalhadores e equipamentos Desvantagens: Motivação - a divisão de trabalho inerente ao sistema pode resultado em funções aborrecidas e repetitivas que se podem tornar muito stressantes. Layouts em linha de montagem tornam muito complicado para o adminitsrador ter projectos incentivantes. Flexibilidade – são inflexiveis e não conseguem responder facilmente a mudanças do sistema, especialmente mudanças no desenho do produto ou do processo Protecção do Sistema – O sistema está em risco de avaria uma quebra de equipamento devido à manutenção preventiva Process layout Flexibilidade - capacidade para lidar com exigências variadas Custo Moticação – Trabalhadores aptos a desempenhar uma grande variedade de funções em múltiplas máquinas, dando ainda uma margem de manobra ao operário Protecção do sistema - este tipo de layout está menos susceptivel a avarias dado ter várias máquinas disponíveis Utilização - a utilização do equipamento é baixa, porque a sua utilização está dependente de uma série de exigências de saída Custo – custos de supervisão e controle de inventários são maiores. Atenção especializada é necessária tanto para os produtos como para os clientes Confusão – a constante alteração dos horários e rotinas tornam todas as exigências do processo mais difíceis Cellular layout Flexibilidade Custo – tempo de processamento menor, lida com pouco material, inventários menos trabalhosos e tempo reduzido de instalação Motivação – os trabalhadores estão aptos a trabalhar em todas as máquinas da célula, e por isso aborrecimento é um factor a menos. Como cada trabalhador é responsável pelo produto de saída da sua célula existe uma autonomia maior Duplicação de recursos Fixed-position layout Indicado para produtos de grandes dimensões Necessita de áreas amplas Gestão da produção exigente Híbrido (Mistura conceitos de layouts de produtos e processos)

12 MIEEC/LEEC - Logística
Inovação de layouts Tornou-se necessário a introdução de um novo tipo de layout que ultrapassasse as dificuldades impostas pelos layouts anteriores Um layout capaz de se adaptar à mudança de : procura tipo de produto quantidade MIEEC/LEEC - Logística

13 Novos layouts propostos
Resultaram da pesquisa efectuada pelo “Research Consortium on Next Generation Factory Layouts” Este consórcio conta com a colaboração de três universidades: University of Minnesota Ohio State University Rensselaer Polytechnic Institute O objectivo deste consórcio é: Este consórcio foi financiado pela “National Science Fundation” e várias indústrias exploração de alternativas e de novas configurações de layout para as fábricas que possuem uma elevada variedade de produtos ou uma grande volatilidade nos requesitos da sua produção MIEEC/LEEC - Logística

14 Importância de um novo layout
Questões a serem consideradas pela indústria: Visão em vez de escala de produção (quantidade) Capacidade de resposta em vez de custo Capacidade de reconfiguração em vez de eficiência Flexibilidade (rápida capacidade de readaptação) MIEEC/LEEC - Logística

15 Next Generation Factory Layouts - NGFL
Novos layout propostos: Distributed layout Modular layout Reconfigurable layout “Operational performance” como objectivo central: Agile layout MIEEC/LEEC - Logística

16 NGFL - Distributed layout
Garantir assim o acesso a estes departamentos de diferentes regiões da fábrica. Divisão de departamentos em departamentos de dimensão menor distribuídos dispersos pelo chão de fábrica. Melhoramento no fluxo de material (em termos distâncias) de um maior número de sequências de produtos de diferentes variedades dos mesmos. Custos associados ao “material handling” mais reduzidos. Insensível a variação de procuras. Possibilidade de rapidamente readaptar células (virtual cells) por forma dar resposta a alterações temporárias na produção, como também reestruturação definitiva. Necessidade de haver uma boa coordenação na produção, senão pode causar atrasos na entrega do produto ao cliente. Divisão de uma encomenda para diferentes células podem causar maior número de “setups” como também um maior tempo de “setup” MIEEC/LEEC - Logística

17 NGFL - Distributed layout
Process Layout Layout parcialmente distribuído Layout totalmente distribuído

18 NGFL - Distributed layout
Vantagens: MIEEC/LEEC - Logística

19 NGFL - Distributed layout Design Procedure for Distributed Layouts
Procedimento de desagregação do Departamento Distribuição de cenários de procura Encaminhamento de processos de produto Carga de transferência de unidades de produto Distâncias de viagem Procedimento de alocação de fluxo Procedimento do desenho do Layout MIEEC/LEEC - Logística

20 MIEEC/LEEC - Logística
NGFL – Modular Layout Ideal para produtos diversificados Variedade de produto e procura conhecido a priori, considerando uma procura estável. Possui a capacidade de integrar redes de fluxo de materiais complexas (multi-produtos). Arranjo e agrupamento de máquinas e recursos necessários para a criação do produto em sub-conjuntos de operações de diferentes encaminhamentos para uma configuração tradicional específica que minimiza distâncias de fluxos e ou custos. Possível duplicação de máquinas. O rendimento de algumas máquinas pode ser muito baixo ou nulo. MIEEC/LEEC - Logística

21 MIEEC/LEEC - Logística
NGFL – Modular Layout Construído como uma rede de módulos básicos Cada módulo representa um grupo de máquinas que tem um certo padrão de fluxo característico do layout tradicional. Não existe nenhuma configuração definida que por si só seja capaz de descrever inteiramente o fluxo complexo de materiais num ambiente de manufactura de multi-produtos. Os módulos podem ser adicionados e removidos conforme necessário. É possível determinar a eficiência de cada configuração de layout sem as limitações associadas. MIEEC/LEEC - Logística

22 MIEEC/LEEC - Logística
NGFL – Modular Layout Functional Layout for ETCH Flowline for ETCH 2.06 2.08 2.09 2.10 Flowline for PHOTO 2.07 2.01 Functional Layout for 7.03 7.02 7.01 3.08 5.01 5.02 5.03 5.04 5.05 5.06 5.07 FILM Department 7.04 7.05 3.04 3.07 2.05 6.01 3.01 3.02 5.02 3.04 3.05 5.03 3.06 5.04 Flowline for BACKEND 5.05 2.02 4.01 1.03 1.04 1.05 1.02 1.01 Cell for ETCH, IMPLANT and PHOTO Functional Layout for ETCH, FILM and PHOTO Flowlines for DIFF Layout modular da Motorola Inc. (fábrica de semicondutores) MIEEC/LEEC - Logística

23 MIEEC/LEEC - Logística
NGFL – Modular Layout A B C G H D E F A B C D E (a) Flowline Module A+B+C (b) Branched Flowline Module C (d) Machining Center Module A B C D E B D A B C D E A E (f) Patterned Flow Module (c) Cell Module (e) Functional Layout Module Layouts modulares MIEEC/LEEC - Logística

24 NGFL – Modular Layout String Matching-Based Design Procedure
Identificar os encaminhamentos predominantes do produto Extração das “sub-strings” comuns Agregação das “sub-strings” comuns e formulação de Módulos preliminares Começa-se por identificar as funções pelas quais o produto deve passar durante o processo Em seguida agrupam-se as funções comuns num módulo por forma a facilitar e a optimizar o processo, diminuindo desta forma o numero de percursos que o produto tem de efectuar até estar completo Selecção do módulo e desenho de layout MIEEC/LEEC - Logística

25 NGFL - Reconfigurable layout
Recursos podem ser facilmente deslocados e com alguma frequência. Estações de trabalho flexíveis. Utilização de materiais leves para construção de máquinas que vão operar por forma a garantir que seja possível deslocar as mesmas de forma facilitada no espaço de trabalho Layout da fábrica é variável, sendo possível fazer uma reconfiguração do layout de forma rápida e eficaz no mínimo de tempo necessário. Layout da fábrica é variável - reconfigurações várias vezes ao ano e conforme um novo tipo de produto seja introduzido no plano de produção (as máquinas podem ter rodas aplicadas para facilitar o deslocamento seguindo pistas desenhadas no chão de fábrica). Pistas para movimentação de máquinas. MIEEC/LEEC - Logística

26 NGFL - Reconfigurable layout
Adaptação rápida e eficaz as exigências do mercado Possibilidade de produção em tempo real, sem necessidade de um planeamento demasiado elaborado que implique uma implementação mais rígida do layout. O objectivo deste layout centra-se em reduzir os custos envolvidos no tratamento de material assim como custos relacionados com reconfiguração. Conceito de plug-and-play ao nível das estações de trabalho Optimização de medidas de performance através de minimização de tempos de ciclo e inventário de trabalho em curso. (satisfazendo assim melhor a procura do cliente de forma mais eficaz). MIEEC/LEEC - Logística

27 NGFL - Reconfigurable layout Metodologia
Design Data Production Data + New Product Design + Changed Product Mix + New Processes Selected + Expected Volume Revised Material Flow Matrices / Adjacency Matrices Current Facility Layout Relocation Costs Material Handling Costs Facility Layout Design Output + Machine Locations + Material Flow Plan MIEEC/LEEC - Logística

28 MIEEC/LEEC - Logística
NGFL - Agile layout Muitos dos modelos de layout baseiam-se em medidas estáticas de manuseamento de material. Na prática estas soluções mostraram-se ineficientes - os layouts agéis visam ultrapassar estas limitações O critério central para o seu desenho é a agilidade, tendo ainda em conta o tempo de ciclo, trabalho em curso e quantidade de produção. MIEEC/LEEC - Logística

29 NGFL - Agile layout Desenho de layout baseado em Filas
Sistema de manuseamento de material O mesmo produto pode ser direccionado para diferentes postos em diferentes períodos de concepção Departamentos de processamento MIEEC/LEEC - Logística

30 NGFL - Agile layout Desenho de layout baseado em Filas
2 Full trip from the origin of current request to its destination department 1 3 Empty trip from destination of previous delivery to origin of current request 4 Buffer de entrada Buffer de saída MIEEC/LEEC - Logística

31 NGFL - Agile layout Efeito das filas
Congestionamento é afectado por: distância das viagens meios de transporte variabilidade na distância das viagens número e capacidade de dispositivos de manuseamento de material dispatching policies processamento dos tempos de distribuição existência de departamentos de processamento (viagem em vazio e cheio). Redução de viagens cheias nem sempre melhora a performance Viagens cheias em layouts óptimos podem ser “congestion-infeasible” MIEEC/LEEC - Logística

32 Resumo das características NGFL
Definição Vantagens Desvantagens Distibuted Divisão da empresa em departamentos mais pequenos Distribuição das encomendas pelas diferentes células de produção Menores custos associados ao custo de material Possibilidade de reconfiguração (flexibilidade dos postos de trabalho) rápida como resposta a alterações temporárias na produção Possibilidade de produzir varias sequências de produtos, e grande variedade dos mesmos simultaneamente Insensível a variações da procura Sem coordenação probabilidade de atrasos significativos na produção Divisão das encomendas por várias células pode causar um maior número de set up -> aumento do tempo de produção Modular Constituído por uma rede de blocos associados por desempenharem funções semelhantes Podem ser introduzidos ou removidos módulos, orientados para produção diversificada A construção do produto final é feita por etapas, chegando a resultados intermédios, após cada módulo, até se constituir o produto final Cálculo simplificado da eficiência de cada módulo Configurações que minimizam custos e distâncias de fluxos Alguns postos de trabalho podem apresentar rendimentos baixos ou nulos Facilitar a comunicação e a interacção entre os trabalhadores, entre os trabalhadores e os seus supervisores, ou entre os trabalhadores e os clientes. Reduzir os tempos de produção e de entrega ao cliente. Eliminar desperdícios ou movimentações redundantes. Incorporar medidas de segurança. Encorajar actividades de manutenção adequadas MIEEC/LEEC - Logística

33 Resumo das características NGFL
Definição Vantagens Desvantagens Reconfigurable Layout da fábrica está apto para reconfigurações de forma rápida e eficaz no mínimo de tempo necessário. Muita flexibilidade e fácil reconfiguração Não há necessidade de planos de produção muito elaborados Fácil adaptação às tendências do mercado Alterações da fábrica de forma a poder implementar este layout implicam a criação de pistas para a movimentação das máquinas Agile O critério base para o seu desenho é a agilidade Baseado em medidas dinâmicas de manuseamento de material. Necessidade de pesquisa futura dos modelos analíticos que tenham em conta as diferentes rotas e politicas de despacho na utilização de material. MIEEC/LEEC - Logística

34 Algoritmos de construção
No planeamento de layout existem vários tipos de algoritmos que têm como objectivo a construção de um layout optimizado, entre eles encontram-se métodos de solução óptima e sub-óptima Métodos de solução óptima Os algoritmos óptimos apresentam a desvantagem de precisarem muito tempo de processamento e muito espaço de armazenamento em memória. O maior problema, para o qual foi determinado o óptimo, tinha 15 instalações. Para exemplificar, o maior problema resolvido para o qual foi obtida a solução óptima, por um algoritmo de planos de corte, tinha oito instalações. Algoritmos construtivos Nos procedimentos de construção, a implantação é construída colocando-se sequencialmente as secções na área de implantação, com base em regras heurísticas, até se obter uma implantação completa. Os algoritmos de construção não necessitam de uma solução inicial e produzem resultados com um esforço computacional reduzido. Um estudo apresentado por Moore (1974) indica a existência de duas vezes mais algoritmos construtivos que algoritmos de melhoramento. Alguns dos mais conhecidos algoritmos de construção são: - HC66 (Hiller e Connors, 1966) - ALDEP (Seehof e Evans, 1967) - CORELAP (Lee e Moore, 1967) - RMA Comp I (Murther e McPherson, 1970) - MAT (Edwards et al., 1970) - PLANET (Deisenroth e Apple, 1972) - LSP (Zoller e Adendorff ,1972) - Algoritmo de alocação linear (Neghabat, 1974) - FATE (Block, 1978) - INLAYT(O’Brien e Abdel Barr, 1980) - FLAT( Heragu e Kusiak, 1986) - COMLADII (Ziai e Sule, 1991). Algoritmos de melhoramento Nos métodos de melhoramento, parte-se de uma solução inicial e, com base nesta, efectuam-se permutas sistemáticas de secções e avaliam-se os resultados. Quando, como resultado de uma permuta, a solução melhorar, a nova solução é retida, continuando-se até que não seja possível conseguir novos ganhos. Apesar da qualidade da implantação final ser muito dependente da inicial, os métodos de melhoramento conduzem invariavelmente a melhores soluções do que os métodos de construção, se bem que à custa de um maior esforço computacional, resultante da geração de um maior número de diferentes implantações. Alguns algoritmos de melhoramento: CRAFT (Armour e Buffa, 1963; (Buffa et al.,1964) variações do CRAFT COFAD (Tompkins e Reed, 1976) baseado na técnica (Nugent et al., 1968) COL (Vollman et al., 1968) CRAFT-M (Hicks e Cowan, 1976) SPACECRAFT (Johnson, 1982) CRAFT - 3D (Cinar, 1975) SPACECRAFT (Jacobs, 1984) MOCRAFT (Svestka, 1990) FACLO (Allenbach e Werner, 1990) Algoritmos híbridos Quando possuem características dos algoritmos óptimos e sub-óptimos ao mesmo tempo. A seguir são citados alguns algoritmos híbridos: -FLAC (Scriabin e Vergin, 1985) -DISCON (Drezner, 1980) -Houshyar e White (1997) Algoritmos que utilizam a teoria dos grafos Buscam um sub-grafo maximal planar a partir de um grafo completo que mostra a relação entre as instalações. O dual deste sub-grafo maximal planar determina o arranjo físico de instalações. Existem algoritmos que podem ser classificados como algoritmos que utilizam a teoria dos grafos e como algoritmos construtivos e são apresentados neste item. MIEEC/LEEC - Logística

35 Algoritmo de construção - CORELAP
Define-se a tabela REL, o número de secções e suas respectivas áreas Calcula-se o TCR (“Total Closeness Rating”) : Escolhe-se a secção com o TCR mais elevado e esta será a primeira a ser colocada no centro, na implementação Nas iterações seguintes: Verifica-se a(s) secção(ões) com desejabilidade de adjacência mais elevada em relação às secções colocadas nas iterações anteriores Soma dos valores numéricos associados às medidas de desejabilidade de adjacência com todas as outras secções •Neste procedimento, o utilizador tem de definir, à partida, a tabela REL (tabela de relações entre actividades), o número de secções e a área de cada uma delas. •A diferença procedimental mais importante entre os algoritmos CORELAP e ALDEP está na forma de selecção da secção a colocar em cada iteração, de entre as secções candidatas (ou seja, de entre as secções com medida de desejabilidade de adjacência mais elevada relativamente às secções já colocadas na implantação). •Em cada uma das iterações seguintes, pesquisa-se a tabela REL e, de entre as secções ainda disponíveis cuja medida de desejabilidade de adjacência com as secções colocadas nas iterações anteriores é a mais elevada, selecciona-se aquela que tem um valor de TCR mais elevado. •No procedimento CORELAP a implantação cresce, como um cristal, em torno do seu centro. •As duas primeiras secções seleccionadas são colocadas adjacentemente no centro da implantação e, a partir daí, as secções são posicionadas em função da soma pesada da menor distância rectilinear entre a secção a colocar e cada uma das secções já colocadas (onde os pesos correspondem aos valores numéricos das suas medidas de desejabilidade de adjacência). •A configuração geométrica das secções é quase rectangular, mas a sua implantação é irregular. Ao contrário do algoritmo ALDEP, este procedimento só gera uma implantação final e, como esta não tem uma forma geométrica definida, pode ser necessário ajustá-la manualmente. •A valoração de uma implantação é efectuada com base na soma pesada da menor distância rectilinear entre cada par de secções. distância rectilinear: dij = |xi-xj|+|yi-yj| Seleciona-se aquela que possui o TCR mais elevado MIEEC/LEEC - Logística

36 Algoritmo de construção - CORELAP
As duas primeiras secções seleccionadas são colocadas adjacentemente no centro da implantação As secções são posicionadas em função da soma pesada da menor distância rectilinear entre a secção a colocar e cada uma das secções já colocadas A valorização de uma solução é efectuada com base na soma pesada da menor distância entre cada par de secções os pesos correspondem aos valores numéricos das suas medidas de desejabilidade de adjacência Distância: dij = |xi-xj|+|yi-yj| MIEEC/LEEC - Logística

37 Exemplo de Aplicação - CORELAP
Tabela REL (relações entre actividades): A tabela REL equivale a uma matriz de duas entradas com todas as combinações possíveis entre departamentos que indica o grau de proximidade exigido entre eles A tabela ao lado faz a conversão de um valor qualitativo para um valor quantitativo, por forma a simplificar a execução do algoritmo MIEEC/LEEC - Logística

38 Exemplo de Aplicação - CORELAP
Esta tabela pode ser decomposta em duas que serão em usadas em fases distintas - a primeira inclui o numero de células que cada departamento possui e o seu comprimento e largura em células (do departamento). Esta informação será usada para o desenho do layout - a segunda inclui a área total de cada departamento para um ajuste mais fino do layout e correcta adaptação ao espaço real Área de cada célula: 100m2 (10m x 10m) MIEEC/LEEC - Logística

39 Exemplo de Aplicação - CORELAP
Valores de relação de proximidade e TCR: O primeiro passo é criar uma tabela que contenha todas as combinações possíveis entre departamentos e os valores que representam as suas relações, a última coluna deve possuir o valor total destas relações para cada departamento – TCR Em seguida para a escolha do primeiro departamento a colocar no desenho de layout deve-se escolher aquele que possui o maior valor de TCR (que representa a importância que este departamento possui para todos os outros) – 9 e 4 No caso de existirem vários departamentos com valores de TCR semelhantes deve-se escolher aquele que possui maior valor de relação de proximidade com um departamento – 9 Colocando assim o departamento 9 no centro do nosso layout, em seguida verifica-se qual dos restantes departamentos é o que possui maior valor de relação com o 9, e assim sucessivamente Quando existirem dois departamentos que competem pela mesma posição o TCR é usado para desempatar, o que possuir maior TCR ganha Ordem de colocação dos departamentos: 9, 3, 7, 8, 6, 5, 4, 2, 1, 10 MIEEC/LEEC - Logística

40 Exemplo de Aplicação - CORELAP
Colocação dos departamentos na implantação - área da implantação não delimitada É ainda importante referir que apesar deste algoritmo ter apenas em conta os valores de relação entre departamentos e o TCR de cada um, deve-se ainda ter em conta a disposição espacial do layout, e por isso é que se optou por colocar o departamento 7 junto ao 9 Este layout foi efectuado considerando uma área de implantação não delimitada e por isso a disposição dos departamentos não requer nenhuma disposição em particular, e o único critério a seguir foi o de minimizar o espaço ocupado MIEEC/LEEC - Logística

41 Exemplo de Aplicação - CORELAP
Colocação dos departamentos na implantação : - comprimento da área fabril =2*largura da área fabril Neste caso, considerou-se uma área fabril real, em que o espaço ocupado estava bem definido à partida, o método foi o mesmo, e por isso, este acetato exemplifica apenas como o mesmo algoritmo sobre os mesmos dados pode dar origem a diferentes layouts MIEEC/LEEC - Logística

42 MIEEC/LEEC - Logística
Layouts Apesar de no futuro muitas fábricas precisarem de soluções de layout personalizadas, estes devem ser robustos, flexíveis e ágeis. Todos os projectos desenvolvidos nessa área devem explorar novas maneiras de atingir este objectivo MIEEC/LEEC - Logística

43 MIEEC/LEEC - Logística
Bibliografia - Capitulo 2 Lee J. Krajewski, Larry P. Ritzman - Operations management : strategy and analysis Hyer, Nancy – Reorganizing the factory, competing through cellular manufacturing Immer, John R. - Layout Planning Techniques MIEEC/LEEC - Logística


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