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Just-in-time nos sistemas produtivos

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Apresentação em tema: "Just-in-time nos sistemas produtivos"— Transcrição da apresentação:

1 Just-in-time nos sistemas produtivos
Daniel Luguesi (L) Diogo Fernando Coelho Oliveira Hugo Guimarães de Faria Ivo Alcantara Tavares Dias Mark Odrich Macedo Rui Manuel de Sousa Pena (A) Vítor Duarte Oliveira da Silva

2 Desperdício é “tudo o que não for a quantidade mínima de equipamentos, materiais, peças, espaço e de tempo de trabalho, que são absolutamente essenciais para adicionar valor ao produto” Shoichiro Toyoda – Presidente da Toyota

3 Indice História do JIT Conceitos e objectivos Ferramentas do JIT
Filosofia JIT Objectivos do JIT Implementação do JIT Benefícios do JIT Problemas JIT Ferramentas do JIT Planeamento da produção Nivelamento da produção (Heijunka) Medidas de Desempenho Kanban Manutenção preventiva Metodologia 5S Layout Qualidade Métodos de Análise Formação e Educação Fornecedor/ Cliente

4 História do JIT Após a WWII o Japão verificou a necessidade de melhorar sua produtividade para baixar os custos. Taiichi Ohno Eng. Chefe da Toyota adopta e melhora o conceito do JIT originalmente pensado por Henry Ford Desenvolvimento do Toyota Production System Como consequência a Toyota passou ser um exemplo para o mundo e nos dias é considerado o maior fabricante de automóveis do mundo. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

5 Filosofia JIT O JIT é ter o material certo, no tempo certo no momento certo e na quantidade exacta. O JIT é ao mesmo tempo: Uma filosofia Um conjunto de técnicas Um método de gestão Consiste em produzir apenas o que é necessário e quando é necessário. A sua função é eliminar todo o desperdício É a preocupação na melhoria continua do processo. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Jean de La Fontaine afirmava que “não é possível vender a pele do urso antes deste ser morto”. A filosofia JIT baseia -se precisamente no contrário: “não matar o urso antes de lhe ter vendido a pele” (Courtois et al 1997). Vender Produzir

6 Objectivos do JIT JIT tem como objectivo produzir apenas o que o cliente quer, quando e a onde ele quer ao menor custo. O que quer isto dizer? Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Responder apenas a procura: Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Rápida transmissão de informação de modo a procura ser satisfeita logo que possível. Sistemas de produção rápidos e flexíveis de modo a responder rapidamente a mudanças na procura Minimizar custos: Minimizar desperdícios Aumentar a qualidade

7 SUPRIMIR TODO O DESPERDICIO
Objectivos do JIT No JIT Qualquer coisa além do mínimo necessário é prejuízo: perdas! De uma forma simplificada os objectivos do JIT podem ser resumidos da seguinte forma: Zero Defeitos Zero Setup’s Zero Stocks Zero Avarias Zero Lead-time Zero Tempo de Transporte entre postos de trabalho Lote de dimensão unitária Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas SUPRIMIR TODO O DESPERDICIO Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

8 Implementação do JIT Para implementar com sucesso uma filosofia Just-in-time na empresa deve-se resolver os seguintes problemas : Layouts pouco eficazes Fornecedores pouco fiáveis Avarias frequentes das máquinas Problemas de qualidade Mudanças de “setup” longas Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

9 Maior variedade produtos, mais rapidamente sem acréscimo de preço
Benefícios do JIT v Melhoria no funcionamento da empresa Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Redução dos stock’s Melhoria na qualidade Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Melhoria de satisfação dos clientes Vender Produzir Eliminação do perigo de não vender Maior variedade produtos, mais rapidamente sem acréscimo de preço

10 Benefícios do JIT v Melhoria no funcionamento da empresa
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Melhoria no funcionamento da empresa Rápida detecção de problemas de produção Utilização mais eficiente da mão-de-obra Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Dramática melhoria na qualidade Melhor gestão das horas de trabalho Melhoria nas relações com os fornecedores

11 Problemas JIT v Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Produção dependente do bom funcionamento da cadeia de fornecimento, grande sensibilidade a: Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Problemas de Qualidade Falta de produtos

12 Problemas JIT Os stock tendem a cobrir os problemas, que nunca serão resolvidos. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente As rochas grandes são escondidas pelo nível de água elevado Um nível de água mais baixo revela as rochas Rochas → Problemas Agua → Stock’s As rochas são removidas logo o nível da água pode ser baixo

13 Ferramentas do JIT JIT Qualidade Fornecedor/Cliente Layout
Para uma boa implementação do JIT esse necessita de certas ferramentas como: Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Qualidade Fornecedor/Cliente Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente JIT Layout Manutenção Preventiva Planeamento da Produção

14 Nivelamento da produção (Heijunka)
A tendência natural é fazer o mínimo de mudanças de série possíveis. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas PORQUE?? Poupar tempo de setup Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Nivelar a produção consiste em programar a produção diária de diferentes produtos numa sequência que nivela os picos e vales das quantidades produzidas. Assim fornecemos todos os produtos sem acumular inventário. REDUÇÃO DO EM CURSO!!!!!!

15 Nivelamento da produção (Heijunka)
Vantagens: Estabiliza as necessidades dos recursos de produção Redução dos lead times para o cliente Redução da capacidade produtiva requerida Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cada dia do mês é igual em termos do que produzir Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Elimina tempo de espera entre a produção de diferentes produtos Eliminação dos picos de produção Evita produzir em grandes lotes Minimiza stocks de produtos acabados

16 Medidas de Desempenho Produtividade Qualidade Lead Time
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Lead Time Nível de Defeitos Tempo entre a entrega da matéria-prima ao sector de fabricação e a saída do produto acabado Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Work in Process É o material (valor) que já sofreu algum processamento na fábrica, mas que permanece inacabado. Taxas de Utilização Mão de Obra Equipamentos Espaço

17 Kanban Mecanismo para gerir sistemas produtivos que segue uma abordagem de puxar a produção. Posto de trabalho a montante apenas deverá produzir o que lhe é pedido a jusante Permite produzir apenas as quantidades requeridas por clientes e quando necessárias. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

18 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

19 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

20 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

21 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

22 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

23 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

24 Kanban Funcionalidade Quadro de planeamneto
Área de armazenagem Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cartão kanban para o produto 1 Cartão kanban para o produto 2 Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Linha de montagem 1 Linha de montagem 2 Contentores vazios Célula de produção O1 O2 O3 Contentores cheios

25 Kanban Quadro de planeamento Enquadramento histórico
Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

26 Kanban Vantagens Possibilita a diminuição dos stocks
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Possibilita a diminuição dos stocks Permite uma rápida circulação de informação entre os postos de trabalho relacionado com problemas operacionais Desenvolve a coesão entre os postos de trabalho Descentralização do controlo da produção Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

27 Metodologia 5S É UM PROCESSO DE ORGANIZAR O LOCAL DE TRABALHO
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas MANTÊ-LO LIMPO E ARRUMADO Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente MANTER CONDIÇÕES DE SAÚDE, HIGIENE E AUTO DISCIPLINA NECESSÁRIO PARA REALIZAR UM TRABALHO COM QUALIDADE. O 5S É A BASE PARA QUALQUER PROGRAMA DE QUALIDADE TOTAL.

28 Metodologia 5S Os 5S: Seiri (整理) - Senso de Utilização
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Seiri (整理) - Senso de Utilização Seiton (整頓) - Senso de Organização Seiso (清掃) - Senso de Limpeza Seiketsu (清潔) - Senso de Saúde ou Melhoria Contínua Shitsuke (躾) - Senso de Autodisciplina Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

29 “TER O NECESSÁRIO NA QUANTIDADE CERTA.”
Metodologia 5S Seiri (整理) - Senso de Utilização Tenha SÓ o necessário, na quantidade certa BENEFÍCIOS: Utilização mais racional do espaço Eliminação do excesso de ferramentas, armários, estantes, documentos de validade limitada Eliminação do tempo de procura de documentos e materiais Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente = “AQUILO QUE NÃO SE UTILIZA SÓ ATRAPALHA.” “TER O NECESSÁRIO NA QUANTIDADE CERTA.”

30 AS COISAS E OS OBJETOS PERMANECEM EM SEUS DEVIDOS LUGARES
Metodologia 5S Seiton (整頓) - Senso de Organização Use o bom senso BENEFÍCIOS Maior controle sobre o espaço de trabalho Facilidade para os outros de encontrar informação quando estiver ausente Liberdade do caos Ser um bom exemplo Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente “UM LUGAR PARA CADA COISA. CADA COISA EM SEU LUGAR” “AQUILO QUE PRECISO DEVO ENCONTRAR DE FORMA FÁCIL” AS COISAS E OS OBJETOS PERMANECEM EM SEUS DEVIDOS LUGARES

31 “MAIS IMPORTANTE QUE LIMPAR É NÃO SUJAR”
Metodologia 5S Seiso (清掃) - Senso de Limpeza Mais importante que limpar é não sujar BENEFÍCIOS: Bem estar quanto à saúde física e mental Melhoria de imagem interna e externa do local de trabalho Melhoria e preservação dos equipamentos e maior vida útil Eliminação das causas de sujidade Eliminação de desperdícios Ambiente mais agradável e sadio Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas “SEMPRE LIMPO É DIFERENTE DE SEMPRE A LIMPAR, E MEIO LIMPO É ALGO QUE NÃO EXISTE.” Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente “MAIS IMPORTANTE QUE LIMPAR É NÃO SUJAR”

32 Metodologia 5S Seiketsu (清潔) - Senso de Saúde ou Melhoria Contínua Quem não cuida de si mesmo não pode fazer serviços de qualidade BENEFÍCIOS Higiene mental Qualidade de vida no trabalho. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas ESTADO ATINGIDO COM A APLICAÇÃO CONTÍNUA DOS TRÊS SENSOS ANTERIORES ( UTILIZAÇÃO, ORDENAÇÃO E LIMPEZA) E PREOCUPAÇÃO COM A SAÚDE FÍSICA E MENTAL Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente O LOCAL ONDE VIVEMOS E TRABALHAMOS DEVEM ESTAR SEMPRE FAVORÁVEIS A SAÚDE E A HIGIENE.

33 CUMPRIR PADRÕES E METAS É TER DISCIPLINA
Metodologia 5S Shitsuke (躾) - Senso de Autodisciplina O sucesso é consequência do nosso compromisso BENEFÍCIOS Redução das necessidades de controlo Consolidação do trabalho em equipa Desenvolvimento pessoal Consciencialização das responsabilidades individuais Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente “ É A BUSCA DA MELHORIA CONTÍNUA A NÍVEL PESSOAL E ORGANIZACIONAL” CUMPRIR PADRÕES E METAS É TER DISCIPLINA

34 Metodologia 5S Enquadramento histórico Conceitos e objectivos
Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

35 Metodologia 5S Exemplo prático dos 5S - Grohe Enquadramento histórico
Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente

36 Células por Famílias de Produtos
Layout no JIT Requisitos Distância Movimento gera perda de tempo, gerando custo Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Inventário Reduzir Stock para reduzir Custo Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Flexibilidade Produção flexível Trabalho em Equipe e Operadores Polivalentes Permitir que um operador trabalhe em mais de uma máquina e possa substituir outro operador Células por Famílias de Produtos

37 Linha de montagem em U (fábrica da Grohe)‏
Layout no JIT Layout Celular – Valor Adicionado Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Em U ou em linhas paralelas permite que se opera várias máquinas Menos Work in Process Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Melhora de Qualidade Manejamento de Material reduzido Um produto fabricado de cada vez Linha de montagem em U (fábrica da Grohe)‏

38 Qualidade Assegurada A qualidade torna o JIT possível. Produção
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Produção Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente pequenas quantidades, o mais tarde possível, minimizar os recursos utilizados eliminando os desperdícios no processo produtivo Hoje em dia, há um forte ambiente competitivo e necessidade de rápida adaptação ao mercado para assegurar a sua sobrevivência. Face a uma situação deste tipo, fortalecer a relação fornecedor/cliente pode ajudar a atingir estes objectivos e assegurar a sobrevivência da empresa. Para isso é preciso haver confiança mútua, planeamento conjunto e garantia de qualidade. Isto permite á empresa comprar mais e produzir menos internamente, concentrando a sua actividade no valor acrescentado do produto. A responsabilidade da qualidade das peças passa assim para o fornecedor, não havendo assim necessidade de inspecção aquando a sua recepção.

39 Qualidade Assegurada Sem produção de Qualidade
Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Não há forma de eliminar os stocks Necessidade de inspecção Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Objectivos : Antes da garantia de qualidade o fornecedor era considerado mal-intencionado, tentava tirar partido das fraquezas da empresa, para evitar isso a empresa verificava todos os produtos na sua recepção. Hoje em dia, procura-se desenvolver um relacionamento cooperativo entre as duas entidades, como se fossem uma só empresa. Produzir bem á primeira Qualidade na origem Produção peça a peça perfeita

40 Qualidade – Métodos de Análise
Ciclo PDCA O ciclo PDCA começa com análise da situação actual -É formulado um plano de melhoramento -Posto em prática. -Uma nova análise é feita para gerar novos planos de melhoria. PLAN - planear, estabelecer metas. DO - executar tudo aquilo que foi planeado anteriormente. CHECK - conferir/comparar verificar se o trabalho resultou na melhoria desejada. ACTION - actuar, evitar a repetição e institucionalizar a melhoria como uma nova prática a ser melhorada. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente PDCA – PLAN DO CHECK ACTION O ciclo PDCA começa com análise da situação actual, é então formulado um plano de melhoramento e posto em prática. Depois observa-se o melhoramento previsto, se tiver sucesso é criado um padrão e uma medida para assegurar que os novos métodos sejam praticados. PLAN significa planear, estabelecer metas, assim como o método que será usado para alcançá-las. Planear as melhorias das práticas actuais através do uso de ferramentas estatísticas e ferramentas de Qualidade. · DO significa executar tudo aquilo que foi planeado anteriormente. Os dados são recolhidos para análise, tratados e utilizados na etapa seguinte para verificação da performance do planeamento feito. Para isto é de suma importância a educação, formação , a motivação e o comprometimento das pessoas envolvidas em todo o processo. · CHECK significa conferir ou comparar os dados recolhidos com as metas, verificar se o trabalho resultou na melhoria desejada. · ACTION significa actuar, evitar a repetição e institucionalizar a melhoria como uma nova prática a ser melhorada caso as metas tenham sido atingidas.

41 Qualidade – Formação e Educação
É necessário formar os operadores para melhorarem o seu desempenho. Sensibilizar o operadores sobre a importância da qualidade do produto Todos os profissionais precisam de actualização para estarem preparados às mudanças de cenários. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Não é difícil perceber que as pessoas possuem necessidades pessoais e profissionais diferentes, o que leva a concluir que programas de formação elaborados de acordo apenas com as necessidades da organização não podem levar a resultados realmente eficazes, é o que geralmente acontece quando as instituições compram "pacotes de formação" sem estarem adequados ao dia-a-dia da instituição. As equipas de um sistema de informação não só são constituídas por profissionais diferentes, mas, fundamentalmente, por pessoas diferentes, o que leva a crer que formações padronizadas não poderão atingir os mesmos resultados em todos os funcionários. Todos os profissionais precisam de actualização para estarem preparados às mudanças de cenários, "mas nem todos precisam do mesma formação, nem demonstram níveis iguais de aproveitamento. Cada um chega a uma sessão de formação com diferentes capacidades cognitivas, níveis de intelecto, experiências passadas, bagagem cultural, personalidade e níveis educacionais. Os programas de formação padrões e inflexíveis não surtem efeito quando impostos a esse contingente de seres humanos diversos.“ Um programa de formação deve ser elaborado com a participação primordial dos representantes e líderes das unidades de informação, tendo em vista o conhecimento do pessoal e das necessidades inerentes aos sectores e aos funcionários, permitindo uma visão ampla, revisões e mudanças contínuas, de acordo com os parâmetros institucionais e da própria unidade. Nesse sentido, algumas etapas se tornam importantes estratégias à elaboração do programa: 1. Identificar as necessidades de formação a) Onde é necessário ensinar; b) A quem ensinar. 2. Fazer diagnósticos e desenvolver programas de formação de acordo com as necessidades diagnosticadas para uma adequada definição de conteúdos de F&D. 3. Determinar os objectivos da formação. 4. Seleccionar na própria instituição e/ou unidades de informação os instrutores e consultores, buscando a ajuda de consultores externos apenas quando se tratar de formação que não seja da competência ou domínio dos instrutores internos. 5. Definir estratégias e implementação de programas de F&D contínuos. 6. Direccionar as acções de F&D para pessoas, conhecimentos, habilidades e atitudes. 7. Acompanhar e avaliar os resultados continuamente. 8. Actualizar periodicamente os programas de F&D.

42 Qualidade – Formação e Educação
Para elaboração de um plano de formação contínua é importante: Facilitando o reconhecimento das necessidades, quanto a avaliação dos resultados que se espera atingir. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Identificar o perfil do funcionário. O perfil ideal do ponto de vista da organização.

43 Fornecedor / Cliente Abordagem Tradicional
Fornecedor considerado mal-intencionado. Considerado aproveitador fraquezas da empresa. Enquadramento histórico Conceitos e objectivos Ferramentas Cliente Relações que conduzem a problemas de qualidade Planeamento da produção Manutenção preventiva Layout Qualidade Fornecedor/ Cliente Falta de confiança sobre futuras encomendas Pouco investimento no produto Fornecedor Antes da garantia de qualidade o fornecedor era considerado mal-intencionado, tentava tirar partido das fraquezas da empresa, para evitar isso a empresa verificava todos os produtos na sua recepção. Hoje em dia, procura-se desenvolver um relacionamento cooperativo entre as duas entidades, como se fossem uma só empresa. Novo tipo de Relação Trabalham em cooperação no desenvolvimento do produto. Relação privilegiada com o fornecedor

44 Rui Pena Obrigado pela atenção!

45 Bibliografia http://www.biblioteca.ufc.br/ http://www.unitau.br/


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