A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Geração “zap” – Novos Desafios na Escola: Complementos Digitais para o Ensino da Química Maria Luiza Almeida Alves da Costa Dissertação de Mestrado em.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Geração “zap” – Novos Desafios na Escola: Complementos Digitais para o Ensino da Química Maria Luiza Almeida Alves da Costa Dissertação de Mestrado em."— Transcrição da apresentação:

1 Geração “zap” – Novos Desafios na Escola: Complementos Digitais para o Ensino da Química Maria Luiza Almeida Alves da Costa Dissertação de Mestrado em EDUCAÇÃO MULTIMÉDIA Orientador: Prof. Doutor João Carlos de Matos Paiva

2 1. O Problema Luiza Alves da Costa

3 Qual foi o problema investigado
a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital. Luiza Alves da Costa

4 a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer;
O problema a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; a escola sempre teve de se bater com o lazer, mas hoje o fosso alarga-se, pois as actividades que os nossos alunos têm à sua disposição “lá fora” são cada vez mais diversificadas e mais apelativas; a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital; Luiza Alves da Costa

5 a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem;
O problema a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; a escola agora tem também de se bater no seu próprio terreno, pois já não é o espaço privilegiado de aprendizagem sendo até cada vez mais fácil e agradável aprender fora dela; a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital; Luiza Alves da Costa

6 O problema a escola tem cada vez mais dificuldade em vencer lazer; a escola já não é o espaço privilegiado de aprendizagem; a geração que começa a chegar às escolas secundárias cresceu na era digital; cada vez menos os alunos dão atenção a sessões de quadro negro, giz e professor a debitar matéria, pois começam a não conseguir imaginar qualquer actividade que não seja acompanhada de toda a tecnologia que usam naturalmente “lá fora”. Luiza Alves da Costa

7 O problema Jovens adolescentes não se revêem na escola que frequentam, que lhes parece cinzenta e chata e que não os consegue “agarrar”, que parece não ter nada de novo para lhes ensinar e assim os perde quando eles regressam ao exterior. Luiza Alves da Costa

8 Onde está a origem do problema
TIC SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO altamente tecnológica destruir de fronteiras distâncias perdem importância ritmo alucinante quantidade imensa de informação Luiza Alves da Costa

9 A origem do problema Escola não acompanha as mudanças trazidas pela sociedade, ao ritmo que seria desejado e até necessário: a nível dos recursos técnicos; a nível dos recursos humanos; a nível de falta de visão. Luiza Alves da Costa

10 Rácios sobre Equipamento Informático
A origem do problema a nível dos recursos técnicos: Rácios sobre Equipamento Informático ES/EB3 Rácio Alunos/ Computador 23,3 Rácio Computador/ Estabelecimento 58,0 Espaço escolar 1,0 Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação Luiza Alves da Costa

11 Rácios sobre Equipamento Informático
A origem do problema a nível dos recursos técnicos: 5,4 (EUA, 2001) Rácios sobre Equipamento Informático ES/EB3 Rácio Alunos/ Computador 23,3 Rácio Computador/ Estabelecimento 58,0 Espaço escolar 1,0 Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação Luiza Alves da Costa

12 Recursos Informáticos em Estabelecimentos ES/EB3
A origem do problema a nível dos recursos técnicos: Recursos Informáticos em Estabelecimentos ES/EB3 Luiza Alves da Costa Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação

13 a nível dos recursos técnicos:
A origem do problema a nível dos recursos técnicos: Recursos Informáticos em Estabelecimentos ES/EB3 3 PCs (1 GCN, 1 GFQ, 1 Admin s/Net) ESEQ, 2003, Ciências 50 PCs c/Net ESEQ, 2003, Inf Luiza Alves da Costa Ensino básico e secundário, sector público, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Recenseamento escolar. Estatísticas Preliminares. DAPP – Ministério da Educação

14 a nível dos recursos humanos:
A origem do problema a nível dos recursos humanos: 91% dos professores usa o computador e 65% dos professores usa a Internet; 44% dos inquiridos utiliza o - 81% para comunicar com amigos, 40% com colegas/professores, 10% com alunos; a maioria (74%) não utiliza o computador com os seus alunos em sala de aula, em clubes ou em aulas de apoio; apenas 19% dos professores diz ter utilizado o computador com os seus alunos mais de quatro vezes, no ano de 2001; as aplicações das TIC mais usadas com alunos são: processador de texto (32%), Internet (23%), CD-ROM (18%). Luiza Alves da Costa Ensino básico e secundário, sector público e privado, Portugal Continental, 2001/2002. Fonte: Paiva, J., As Tecnologias de Informação e Comunicação: Utilização pelos Professores. DAPP – Ministério da Educação

15 a nível de falta de visão:
A origem do problema a nível de falta de visão: por norma considera-se as TIC uma disciplina e não como uma ferramenta ao serviço de todas as áreas; turmas com número elevado de alunos; programas muito extensos; ênfase em cumprir programa entendido como “varrer todos os conteúdos”. Luiza Alves da Costa

16 Jovens adolescentes não se revêem na escola que frequentam.
O problema é que Jovens adolescentes não se revêem na escola que frequentam. Luiza Alves da Costa

17 Quem são os jovens adolescentes do séc. XXI
N-Geners «The Net Generation has arrived. The new digital media, particularly the Internet, are at the heart of a new youth culture and a new generation who, in profound and fundamental ways, learn, work, play, communicate, shop and create communities very differently than their parents.» Don Tapscott, Canadá Homo Zappiens «I think it is time to stop complaining the non disciplined and non concentrated youngsters in our classes. I think it is time to celebrate homo zappiens and adapt our teaching methods and teaching materials according to the skills they have on offer, and which I think, will be crucial for advancement of our information society.» Wim Veen Delft University of Technology, Holanda Luiza Alves da Costa

18 Os jovens adolescentes do séc. XXI
Os “zap” geração do telemóvel, computador, Internet, leitores de mp3, televisão por cabo, consolas de jogos; para quem a tecnologia é transparente; geração habituada a “acção” ao ritmo da sociedade da era digital; que desde o berço, cresceu entre tarefas múltiplas, a fazer zapping entre elas; que não consegue nem se interessa em centrar a atenção numa única actividade durante muito tempo; para quem divertir-se é essencial em qualquer actividade; para quem comunicar é fundamental; que prefere imagem a texto, mas usa-o constantemente nas SMS ou nos chat; cúmplice da geração precedente; não existe generation gap; geração auto-confiante, gosta de intervir, tem opinião formada, gosta de poder escolher. Luiza Alves da Costa

19 Os jovens adolescentes do séc. XXI
Os “zap” na escola dificilmente se concentram numa actividade, se essa actividade implicar sobretudo receber – ouvir, ver, observar, exigem interactividade; processam a informação em hipermédia – de modo não linear, descontínuo; trabalham melhor se lhes for dada liberdade para programar as suas actividades ao longo do tempo, exigem flexibilidade; gostam de colaborar para um fim comum, de trabalhar em grupo; gostam especialmente de desafios, e aplicam-se mais se forem desafiados para além das dificuldades medianas; gostam de aprender e são naturalmente curiosos, contudo exigem “divertir-se” no processo. Luiza Alves da Costa

20 Os jovens adolescentes do séc. XXI
Os “zap” Portugueses Adolescentes de 15 a 17 anos, residentes em meios urbanos de IDS elevado, agora a entrar no Ensino Secundário. Luiza Alves da Costa

21 Uma escola para o séc. XXI
Educar para quê? Na sociedade da informação, o objectivo da educação deixou de ser formar profissionais e passou a ser proporcionar a aquisição de competências, pois tudo acontece muito rapidamente, gerando-se continuamente novas necessidades, que exigem novas profissões. Luiza Alves da Costa

22 Uma escola para o séc. XXI
Ensinar e aprender o quê? O educador da era digital não pretende transmitir dados, mas tornar os seus alunos capazes de navegar no imenso mar de dados da sociedade da informação, e animar o processo de selecção e organização, fomentar a análise e o espírito crítico, auxiliar a síntese e a reflexão, em suma, estimular o aluno a construir o conhecimento. Luiza Alves da Costa

23 Uma escola para o séc. XXI
Como educar? O fluxo de informação entre educador e educandos da era digital é bidireccional e individualizado, pode fluir entre espaços diferentes, tempos diferentes, ocorre também entre educadores e entre educandos, e transporta uma mole imensa de informação… e tudo isto “à velocidade do pensamento”. Luiza Alves da Costa

24 Uma escola para a geração “zap”
Lev Vygotsky para ele a aprendizagem é um processo eminentemente social; realça o papel primordial da linguagem como um verdadeiro instrumento de aprendizagem e não apenas um meio de comunicação; segundo ele, a verbalização das ideias, em colaboração, é o que permite a sua verdadeira consciencialização e consequentemente a verdadeira aprendizagem. Luiza Alves da Costa

25 Uma escola para a geração “zap”
Howard Gardner chama a atenção para a existência de várias formas de inteligência, que se podem manifestar em cada indivíduo em várias combinações e com várias intensidades; e assim, o processo de E/A deve ser único e original, e dirigido para as inteligências específicas de cada indivíduo – espacial, musical, inter-pessoal, etc – em vez de unicamente se centrar na inteligência linguística e lógico-matemática. Luiza Alves da Costa

26 Uma escola para a geração “zap”
Don Tapscott afirma que, para que os “N-Geners” se revejam na escola, ela deve deixar o “broadcast learning” e passar a promover o “interactive learning” – ou, respectivamente, “aprendizagem unidireccional” e “aprendizagem interactiva”. Luiza Alves da Costa Adaptado de “Growing Up Digital – The Rise of the Net Generation” de Don Tapscott

27 Uma escola para a geração “zap”
Wim Veen indica como palavra-chave para a educação dos “Homo Zappiens” a “flexibilidade”: de conteúdos; de modelos educativos; de tempo; de avaliação; de comunidades de aprendizagem. Luiza Alves da Costa

28 Uma escola para a geração “zap”
A maior parte das mudanças que devem ocorrer têm sobretudo a ver com a “educação” e não com “computadores”, mas a introdução de algo novo como as TIC, poderá servir de pretexto e motor de mudança, além de facilitarem essa mudança. Luiza Alves da Costa

29 2. A Resposta Luiza Alves da Costa

30 A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais:
CD1 - apoio à distância ao ensino presencial; CD2 - utilização de software educativo; CD3 - pesquisa de informação na Internet. Luiza Alves da Costa

31 CD1 - apoio à distância ao ensino presencial;
A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais: CD1 - apoio à distância ao ensino presencial; O processo de E/A deveria contemplar uma componente presencial e outra à distância – a componente presencial seria tanto maior quanto mais jovens fossem os alunos e quanto mais experimental fosse a disciplina explorada. Luiza Alves da Costa

32 Uma escola sempre presente
A componente à distância… flexibilidade - ocorre quando o aluno precisar, ou quando estiver mais motivado, ou quando estiver disponível, ou quando tiver mais tempo; para resolver uma dúvida, para se preparar para um teste, para se informar sobre um assunto que lhe interessa; personalização - permite um processo de E/A verdadeiramente único e dirigido a cada indivíduo, de acordo com o seu ritmo e as suas características; colaboração - potencia e amplifica a participação em grupo e a aprendizagem colaborativa, porque elimina a relutância ou receio de mostrar dúvidas ou dificuldades ou simplesmente de participar - ao obrigar a escrever, e por isso a realmente pensar antes de escrever, reduz a precipitação ao expor as ideias. Luiza Alves da Costa

33 Uma escola sempre presente
páginas – permitem comunicação no sentido professor-alunos, organizam e apresentam informação, propõem desafios, orientam percursos na web; fórum de mensagens – permite comunicação entre toda a comunidade, em todos os sentidos e aberta a todos; comunicação assíncrona e escrita, o geralmente se traduz por qualidade elevada; chat – permite comunicação entre toda a comunidade, em todos os sentidos e aberta a todos, tal como o fórum, mas de modo síncrono, logo mais imediata; – permite comunicação entre toda a comunidade, em todos os sentidos, apenas aberta a remetente e destinatário(s); novamente, comunicação assíncrona e escrita, logo, mais pensada. Luiza Alves da Costa

34 Luiza Alves da Costa

35 A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais:
CD2 - utilização de software educativo; O processo de E/A deveria ser apoiado pela utilização de software educativo, nas actividades presenciais ou à distância. Luiza Alves da Costa

36 Aplicar, experimentar, simular
O software educativo… proporciona ao aluno interactividade e feedback imediato; permite o controlo sobre a sua própria aprendizagem; pode permitir o acesso a experiências impossíveis de observar de outro modo; pode ajudar a despistar e corrigir certas concepções alternativas dos alunos; individualiza o processo de E/A se usado isoladamente, ou promove hábitos de cooperação, se usado em grupo. Luiza Alves da Costa

37 Aplicar, experimentar, simular
O software educativo pode ser designado e acordo com a função no processo de E/A: jogos; software de referência; tutoriais; aplicações de “drill and practice”; simulações; etc. Pode ser utilizado livremente ou com guias que aconselham e questionam o aluno durante essa utilização, os roteiros de exploração. Luiza Alves da Costa

38 Luiza Alves da Costa

39 CD3 - pesquisa de informação na Internet.
A resposta Complementos digitais (CD) às estratégias tradicionais: CD3 - pesquisa de informação na Internet. O processo de E/A deveria ser apoiado, completado e animado com a pesquisa de informação na Internet, durante as actividades presenciais ou à distância. Luiza Alves da Costa

40 Partir em busca da informação
A pesquisa na Internet… proporciona acesso a mais informação, e acesso mais fácil e mais rápido; permite construir impressões do mundo à sua volta e sensibiliza-os para as relações entre a Ciência, a Tecnologia, a Sociedade e o Ambiente. promove qualidades/valores tais como, a solidariedade, a tolerância e o respeito pela diferença, no contacto com informação e culturas de todos os cantos do mundo. Luiza Alves da Costa

41 Partir em busca da informação
A pesquisa pode ser realizada em portais genéricos, mas utilização de portais específicos de Ciência ajuda os mais inexperientes nas suas pesquisas: só devolve listagens de endereços directamente relacionados com Ciências; só inclui nas suas listagens endereços de sites de alguma qualidade; associa aos endereços um pequeno comentário sobre o seu conteúdo. Luiza Alves da Costa

42 Luiza Alves da Costa

43 Complementos digitais às estratégias tradicionais
Vantagens adicionais dos CD: utiliza recursos naturalmente atraentes e motivadores para os jovens “zap”, sempre disponíveis para a utilização destas novas tecnologias; preparara-os para a integração na sociedade altamente tecnológica em que vivem; promove hábitos de formação contínua, que lhes serão úteis no futuro. Luiza Alves da Costa

44 3. A Investigação Luiza Alves da Costa

45 Objectivo da investigação
Determinar o impacto, no processo de E/A da geração “zap”, da utilização de complementos digitais às estratégias tradicionais. Luiza Alves da Costa

46 Os sujeitos da investigação
foram seleccionados por “amostragem de conveniência”; e divididos aleatoriamente em GC e o GE; foi confirmada equivalência estatística dos GE e GC. AMOSTRA GE GC N total 53 27 26 Rapazes N 25 12 13 % 48 46 50 Raparigas 28 15 52 54 Média de idades Retenções 3 1 2 6 4 8 M10 / 20 valores 14,9 15,1 14,7 Luiza Alves da Costa

47 Validade externa da investigação
validade externa reduzida permitindo apenas generalização conduzida de modo crítico e limitada a contextos muito específicos; possível generalizar as conclusões deste estudo à geração “zap” portuguesa, os adolescentes de 15 a 17 anos de idade, residentes em meios urbanos de IDS elevado, e que se encontrarão agora a entrar no Ensino Secundário. Luiza Alves da Costa

48 Validade interna da investigação
validade interna garantida pela designação aleatória do GE e GC e verificada pela confirmação da sua equivalência estatística; todas as possíveis ameaças à validade interna, a terem existido, não terão influenciado significativamente os resultados dos estudos, excepto talvez a “igualdade de tratamento compensatória”, que foi sempre uma tentação, e que, a ter ocorrido, se traduziria numa ligeira igualização dos resultados dos pós-testes, assim atenuando o efeito da utilização dos CD. Luiza Alves da Costa

49 Investigação ao CD1 Objectivo Tipo de investigação
Determinar se há vantagem em que o processo de E/A de Química do 10º ano seja apoiado à distância. Tipo de investigação CD1/g GVE A XVE O GC A O CD1/e GVE A O XVE O GC A O O Luiza Alves da Costa

50 Investigação ao CD1- apoio genérico
Procedimento o FQONLINE foi plataforma de comunicação adicional com o GE: propor desafios genéricos sobre Ciência e colocar questões adicionais sobre temas tratados nas aulas presenciais; disponibilizar documentos e responder a dúvidas; apresentar a avaliação do grupo. o pós-teste foi considerado o conjunto de todos os testes de CFQ. Observação o GE ficou curioso e entusiasmado, mas só alguns mantiveram-se assim até ao fim; o GC lamentou não poder participar; a maior parte do GE não sabe realmente tirar partido destes novos recursos; os desafios do fórum foram a actividade mais bem sucedida; a página de avaliações e as dúvidas por também foram populares; o chat não teve sucesso; certos condicionantes impediram o GE de tirar proveito a 100%. Luiza Alves da Costa

51 Investigação ao CD1- apoio específico
Procedimento todos os alunos responderam a um teste diagnóstico sobre o assunto, no início do ano, o pré-teste; nas aulas presenciais, ao GC e GE, recordaram-se conceitos já adquiridos, estabeleceram-se as regras de nomenclatura inorgânica e mostraram-se alguns exemplos; foram disponibilizados no site: os elementos químicos e respectivos símbolos, uma tabela de catiões e aniões, e várias actividades, jogos, exercícios, sobre elementos e símbolos, fórmulas químicas e nomenclatura inorgânica, para o GE; o GC recebeu a mesma tabela de catiões e aniões em papel e uma ficha de trabalho, com soluções. passadas 2 semanas repetiu-se o teste diagnóstico, o pós-teste. Observação todo o trabalho de aplicação foi realizado extra aulas presenciais; os alunos do GE pediram a ficha de trabalho entregue ao GC. Luiza Alves da Costa

52 Investigação ao CD1- Resultados
Luiza Alves da Costa

53 Investigação ao CD2 Objectivos Tipo de investigação
Determinar se há vantagem em que o processo de E/A do “Equilíbrio Químico” no 10º ano seja apoiado pela utilização de software educativo. Determinar se há vantagem em que a utilização de software educativo seja guiada por roteiros de exploração. Tipo de investigação GEL A XL O GERE A XRE O GC A O Luiza Alves da Costa

54 Investigação ao CD2 Procedimento Observação
todos os alunos tiveram introdução sobre EQ, onde chegaram a lista de factores que o afectariam; foi proposto que investigassem, nas aulas práticas, como esses factores afectariam o EQ; o GC discutiu, consultou o manual; O GE, em grupos de 2, usou o “LE CHAT”; metade do GE usou RE; o pós-teste foi um grupo do teste da disciplina. Observação a sessão do GC decorreu normalmente; a sessão do GE foi confusa e agitada; o GE teve dificuldade em usar o computador e o programa e em estabelecer estratégias de manipulação das variáveis para chegar às respostas pretendidas; os que utilizaram RE conseguiram superar essa dificuldade; o GC teve dificuldade em chegar às conclusões apenas a partir da discussão do assunto, copiando-as do texto do livro; finda a sessão, o GC pareceu ter chegado às respostas e compreendido o assunto; o GE pareceu ter ficado confuso. Luiza Alves da Costa

55 Investigação ao CD2- Resultados
Luiza Alves da Costa

56 Investigação ao CD3 Objectivos Tipo de investigação
Determinar se há vantagem em que o processo de E/A do tema “Chuvas Ácidas” do 10º ano seja acompanhado de pesquisa de informação na Internet. Determinar se há vantagem em que essa pesquisa de informação na Internet seja orientada por portais específicos. Tipo de investigação GEL A XL O GEM A XM O GC A O Luiza Alves da Costa

57 Investigação ao CD3 Procedimento Observação
alunos receberam questionário sobre “Chuvas Ácidas”. O GC pesquisou em livros ou enciclopédias sobre Química e Ciência em geral. O GE pesquisou na Internet – metade livremente e a outra metade através do portal “MOCHO”; o pós-teste foi a resposta ao questionário. Observação as sessões decorreram normalmente; todos os alunos encaram a utilização da Internet como o processo mais natural para obter informação sobre qualquer assunto; o GC queixou-se por não a poder usar. o GC pareceu ter dificuldades em responder a todas as questões; o GE pareceu ter encontrado todas as respostas, tendo a metade que utilizou o “MOCHO” sido mais rápida. Luiza Alves da Costa

58 Investigação ao CD3- Resultados
Luiza Alves da Costa

59 4. As Conclusões Luiza Alves da Costa

60 Conclusões – CD1 Parece haver vantagem em que o processo de E/A seja apoiado à distância, em termos genéricos, ou em termos específicos, mas essa vantagem não se manifesta nitidamente enquanto se mantiverem certas atitudes: preocupação em varrer de conteúdos em vez de privilegiar a pesquisa, a discussão, a curiosidade, a colaboração; luta pela classificação na pauta no fim do período em vez de querer realmente saber mais, compreender; encarar o Ensino Secundário como transição para o Ensino Superior; não levar a sério as TIC como recurso em todas as áreas disciplinares; encarar “A Escola”, como a instituição, o edifício, esquecendo que pode ir para além dos tempos lectivos, dos períodos de aulas, prolongar-se em casa, nas férias, onde e quando for desejada e necessária; não existirem condições que possibilitem às famílias maior facilidade na aquisição de equipamento informático e ligação à rede a partir de suas casas. Luiza Alves da Costa

61 Conclusões – CD2 Para que haja realmente vantagem em que o processo de E/A seja apoiado pela utilização de software educativo é necessário: incluir a utilização do computador na rotina das escolas, de modo a que todos o vejam apenas como mais uma ferramenta que os ajudará a aprender e se habituem a usá-lo; distribuir máquinas em número suficiente por todos os grupos disciplinares; mudar a já referida atitude com que os jovens vivem o período pré-universitário e criar hábitos de curiosidade e gosto pela pesquisa e discussão. Há vantagem em que a utilização de software educativo seja guiada por roteiros de exploração. O perfil dos roteiros depende dos objectivos do professor, da complexidade dos temas, e do estilo ou experiência dos alunos, mas parecem revelar-se sempre úteis. Luiza Alves da Costa

62 Conclusões – CD3 Há claramente vantagem em que o processo de ensino/aprendizagem seja acompanhado de pesquisa de informação na Internet. Porque, por um lado os recursos bibliográficos a nível das nossas Escolas Secundárias não conseguem competir em quantidade, qualidade ou actualidade com a informação disponibilizada na Rede. Por outro lado porque os jovens já não concebem uma pesquisa realizada de outro modo. Há vantagem em que essas pesquisas sejam orientadas por portais específicos Porque se evita que os jovens se percam no meio da selva de informação que é cada vez mais a Internet e porque os protege de alguma informação de menor qualidade com que possam deparar, traduzindo-se num aumento de qualidade e numa economia de tempo. Luiza Alves da Costa

63 Outras conclusões os “zap” participantes nesta investigação não são ainda “zap” puros; os complementos digitais potenciam o trabalho colaborativo; o sexo parece ser mais um factor de info-exclusão; usa-se no fórum de mensagens uma escrita típica dos chat e SMS; o conceito de escola como o local onde se vai “beber da sabedoria do mestre”, é ainda o mais aceite; os CD fomentam evoluções a nível das atitudes e competências – hábitos colaborativos, curiosidade, espírito crítico, capacidade de síntese e reflexão – que influenciam a aprendizagem de um modo mais profundo e não detectável de imediato; usar as TIC nas actividades lectivas é sempre algo que atrai à partida, apesar de ainda não serem capazes de aproveitar as potencialidades ao máximo, e apesar de esse entusiasmo esmorecer quando verificam que vão trabalhar “a sério”. Luiza Alves da Costa

64 «foi útil, além de aprender Química ainda aprendi montes de coisas sobre computadores e Internet que não sabia» «acho que aprendi mais que os do outro turno porque falamos de outras coisas nos desafios, que eles não ouviram» «no início lembro-me que fiquei muito entusiasmado» «quando a professora nos falou do site pensei logo: vai ser porreiro!» «mudei um pouco, porque não é assim tão divertimento como se pensava» «pois, dá muito trabalho, é como estudar de qualquer modo, não é brincadeira nem jogo» «continuo a achar uma ideia óptima!» «sim, gostava de continuar a usar o site» «gostei e acho que todas as disciplinas deviam ser assim» «gostei mas primeiro preciso de aprender mais computador» Alunos participantes na investigação. Geração “zap” – Novos Desafios na Escola: Complementos Digitais para o Ensino da Química Maria Luiza Almeida Alves da Costa


Carregar ppt "Geração “zap” – Novos Desafios na Escola: Complementos Digitais para o Ensino da Química Maria Luiza Almeida Alves da Costa Dissertação de Mestrado em."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google