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Economia do Comércio Electrónico

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Apresentação em tema: "Economia do Comércio Electrónico"— Transcrição da apresentação:

1 Economia do Comércio Electrónico
ISEG – UTL Economia do Comércio Electrónico Guiões desenvolvidos 2º semestre / Optativa G3 Jorge Rosario (resp.) ECE 2006/7 ECE 2006/7

2 I. Introdução Nova Economia Velha economia
Produtos padronizados Produtos diferenciados -Economia e Organização Digital Novos mercados em rede Acesso global, imediato e permanente Organização em rede Sistemas virtuais Interactividade Mercado Escolha dos consumidores Transacções electrónicas Oferta multimédia Modificação na intermediação Redução dos custos de transacção - Produtos Personalização do conteúdo Redução dos custos marginais de reprodução e distribuição - Tecnologia Normalização Digitalização e miniaturização Oferta orienta processo Procura orienta processo Bens tangíveis Intangíveis Preços afixados Preços personalizados Automação de processos Informação molda a organização Passagem da Velha Economia para a Nova Economia Distinção entre velha e nova economia Tem como objectivo isolar características; podem existir ambas. O conceito em si, puro, pode não se encontrar na realidade. Velha Economia- Estandardização de acordo com a tecnologia mecânica Nova Economia- Introduz produtos personalizados através de arquitecturas modulares Informação: bem intangível conversão em bem tangível Oferta determina ciclo de produção (velha economia) passa a ser a procura o motor do ciclo. O cliente determina a produção (nova economia). Computador como instrumento de transmissão e comunicação Do esquema mecânico linear, para a importância da informação e para a maior capacidade de correlação entre etapas: Redes colaborativas Cadeia de Valor lineares Redes colaborativas e inteligentes Unidades orgânicas Ecossistemas de empresas ECE 2006/7 ECE 2006/7

3 A. Transformações estruturais e ambiente electrónico
Convergência das Telecomunicações, informática e média Internet Comércio (e negócio) electrónico Mudanças organizacionais, mercados e modelos de negócio O comércio electrónico não se reduz à Internet, embora tenha recebido um impulso significativo com a Internet. As TIC são tecnologias que modificam profundamente as estruturas de mercado e das organizações e alteram a actividade económica e os modelos de negócios. Tecnomorfismo e organização: A tecnologia que predomina numa determinada época impõe critérios de funcionamento aos elementos empregues e possibilidades de os organizar. Por exemplo, o comércio electrónico inter-empresas – B2B – transformou a redes tradicional de distribuidores ao eliminar alguns etapas e distribuidores e ao criar novas formas de intermediação electrónico. No contexto macroeconómico existem os novos factores sociais, legais, políticos e tecnológicos. Do ponto de vista micro-economico encontramos a forças concorrenciais, os clientes, os fornecedores, mudanças organizativas nos modelos de negócios e nos mercados. A nivel mesoeconomico fileiras organizadas de modo paralelo e não linear. Sociedade da informação, Organização em rede e Economia do conhecimento Implicações sócio-económicas ECE 2006/7 ECE 2006/7

4 I.A.1. Aspectos essenciais
Relação espaço /tempo, função comunicação (McLuhan) Crescimento da interactividade na sociedade e na economia. Processamento e tratamento da informação; papel do conhecimento. 3ª Revolução da informação. Mercado digital: emergência de formas de intermediação e desaparecimento de outras. Acelerador de certas transformações; globalização, qualificações, trabalho, processos organizativos ... Estratégias em rede e novas formas de relacionamento, parcerias e concorrência (M.Castells). Interactividade: que não existia na TV ou rádio Processamento de dados: sinais digitais (bits) permitindo o fácil tratamento e transmissão (1) do sistema operativo: está facilitado porque a compreensão do acto é imediato Menos hierarquização é uma consequência Trabalhadores diferenciados têm de ter conhecimento. O trabalho manual substituído por trabalhos mais abstracto Interconexão entre células- novas formas de concorrência e aliança Revolução Industrial e revolução da informação O oposto da Revolução de informação é a Revolução energética Tecnologia mecânica- Explosão: exterior, centralidade, extensão. Sociedade Industrial- Estrutura física para movimento de bens, pessoas e energia. Facilitou a desenvolvimento e actividade económica. Electricidade- Impulsão no sistema: contracção. Por um lado alarga a actuação humana, por outro aumenta a reacção imediata Redes de informação- Emergências de outras infra-estruturas que reforçam a capacidade de interacção à distância. Termos: Impulsão/ contracção; Integração/ convergência 3 revoluções da informação -> Escrita 3500 AC; -> sec. XVI, impressão (Gutenberg) Revolução da impressão associa-se no século XIX à revolução mecânica. -> meios electronicos e Internet Tecnomorfismo- Sociedade humana, a sua forma de organização depende da tecnologia dominante. As formas de organização na idade das máquinas --» Taylorismo (estruturas hierárquicas bem definidas por sectores com pouca comunicação horizontal). Com a introdução da electronica nascem outras formas de organização mais próximas das logica dos processos. ECE 2006/7 ECE 2006/7

5 I.A.2.Efeitos na sociedade de informação
Internet plataforma global de informação? Aprendizagem interactiva com múltiplas origens e formas. Massificação do acesso e difusão do saber – WSIS -. Trabalho mais abstracto. Realidade mediatizada (S.Zuboff) Reorganização dos modelos de interactividade Alteração das escalas de funcionamento das organizações Incerteza: Muitos produtos não atingiram a maturidade Experimentação nas formas de relacionamento Insuficiências em algumas tarefas essenciais Enquadramento legal e comercial Dados e estudos fiáveis para avaliar e medir as consequências. Ex. trabalhadores em TI na G.B. => 20M. Utilizam, 4M. que exploram e aplicam, e 1,2M. especialistas. Auto estrada de informação Internet como plataforma global? Reforço de certas competências (áudio) para que o sistema melhore Controle da mudança (alteração de comportamento das instituições e dos agentes) Massificação da escrita Possibilidade de aceder à escrita, alfabetização Maior disseminação do saber Laicização do saber Saber sintético mais importante que o saber analítico. Não deve haver um grande número de info-excluídos. Aumento da velocidade operacional e efeitos da economia- Condiciona o tempo real, obtenção imediata dos elementos do diagnóstico. Digitalização, monitorização, desenvolvimento de estruturas de comunicação (fibras ópticas…)com possibilidade de comunicar à distância. Revolução Industrial, Revolução energética em que se transforma energia natural em mecânica. Espaço conexo e descontínuo sobrepõe-se ao espaço compacto e contínuo das sociedades tradicionais. Efeitos nas organizações --» Descentralização de tarefas; Ecossistema de empresas O oposto da Revolução de informação é a Revolução energética. ECE 2006/7 ECE 2006/7

6 I.A.3. Sistemas naturais, artificiais e virtuais
Sistemas e leis naturais, necessidade vs. contingência e teleológica Ciência do natural e do artificial. Descritivo e normativo. Interfaces e objectos artificiais Problema da concepção, simulação e sistemas virtuais. A informática desenvolve sistemas virtuais cuja existência é possível ou seja é um estado potencial susceptível de concretização, baseado num projecto concreto, mediado por um interface, - um computador – e, eventualmente - suportado por uma rede fisica de suporte. Os objectos artificiais são moldados e concebidos a priori para determinados objectivos e com certas propriedades. Enquanto os objectos naturais estão associados a necessidade que é uma dependência face as leis naturais, a contingência (carácter mais acidental) determina os fenómenos artificiais. Funcionar para as coisas naturais significa sobreviver num dado meio ambiental --» selecção natural. (Urso branco no circulo polar): existe uma necessidade associada a subserviência a uma lei natural. O objecto artificial é contingente na sua maior maleabilidade/plasticidade face ao ambiente. Cf. H.Simon- Alem disso estes tem um carácter teleológico (= objectivos pré-definidos) donde resulta a dificuldade de distinguir o descritivo do normativo. O problema da concepção esta relacionado simultaneamente com as leis da natureza e com as ciências do artificial (engenharias). O mundo artificial define-se precisamente nesta interface entre o ambiente externo (ou natural) o o ambiente interno (propriedades /organização do objecto artificial). A nível intermédio na cultura humana, a informática não esta limitada em descrever o que existe (como nas ciências naturais) ou o que pode ser construído (ciências do artificial). Ex. jogos de computador são feitos a partir de imagens virtuais que não existem na realidade mas são criados pelo computador ECE 2006/7 ECE 2006/7

7 I.A.4. Digitalização e convergência
A digitalização (ou numeração) permite o transporte , o armazenamento, a difusão e a colocação mais fácil dos conteúdos. A digitalização é a base da convergência tecnológica A Internet permitiu a combinação de serviços que anteriormente funcionavam em sistemas e mercados separados. A convergência de mercado e de infra-estrutura implica uma maior convergência na oferta (e nos operadores) e na procura de serviços de comunicação integrados. UMTS (Sistema Universal de Telecomunicações Moveis): Tecnologia de 3ª geração que alia telecomunicações móveis e banda larga, e permite transmitir voz, dados e multimédia a uma velocidade superior. Conversão dos dados em bits (unidades de informação, sinal eléctrico em sistema binário) Média: criação do conteúdo HTML, XML, WML : protocolos e linguagem de transmissão AJAX: permite a actualisação das paginas Web sem necessidade recaregar a pagina na sua totalidade UMTS: tecnologia de terceira geração, pode vir a integrar as outras três ATM: Hibrido da comuntação por pacotes e por circuito Convergência multidimensional Meios: Digitalização Rede fibra óptica IP (Internet Protocol), IPv6 (codifica endereços em 128 bits en vez de 32) Comutação por pacotes- descongestiona os canais e vias de comunicação Necessidade de banda larga (capacidade e velocidade de transmissão) ECE 2006/7 ECE 2006/7

8 Digitalização e convergência
Interoperabilidade TCP/IP, VoIP, IPv6, URL Telecomunicações: Redes satélite, cabo, ADSL, sem fio e radiodifusão Tecnologias de Informação: computadores, programação, interfaces UMTS difusão HTML, XML, GIF, JPEG, MP3 Acesso Web Largura de banda Produção de conteúdos: Texto, audio, video, Base de dados ECE 2006/7 ECE 2006/7

9 I.B. Internet, a rede das redes
Internet é uma rede de centenas de milhares de redes interconectadas com 3 niveis de operadores: Network Service Providers (NSPs ou NAPs). Gere os “backbones” (coluna vertebral) com as melhores tecnologias, banda larga para grandes distancias. Ex. EBONE na Europa, MCI, AT&T, PT Internet Service Providers (ISPs). Fornecem acesso às subredes locais, senhas, identificações, programas Ex. Telepac, Clix, AOL Utilizadores finais A Internet corresponde a uma combinação de redes descentralizadas e de computadores. O elemento essencial é o Protocolo de Controlo de Transmissão – TCP – que garante a conexão lógica na transmissão de dados, e o Protocolo Internet – IP – que garante o endereçamento. A utilização destes protocolos é independente da rede física de suporte. As redes podem estar ligadas a internet apenas por alguns pontos. Estes pontos são servidores de Fornecedores de Serviços Internet – ISP -. Ex. Clix, MSN, Netcabo, etc. Estes fornecedores asseguram aos utilizadores ligações de acesso a rede, ao Web , s, senhas, endereço IP, usernames, etc. Alem disso hospedam web sites e disponibilizam conteudos. ECE 2006/7 ECE 2006/7

10 I.B.1. Arquitectura da rede Internet
ISP ISP ISP ISP NSP NSP ISP ISP NSP NSP -Existem 3 niveis de funcionamento da arquitectura (= conjunto de camadas, suas funcionalidades e seus protocolos): -Ligações físicas fazem parte da infra-estrutura passiva e são instalados pelas telecoms privadas ou publicas. Os cabos são alugados com tarifas em função da capacidade ou da distância, e, são como estradas embora de tipo variado. Transmissão de bits num canal atravês de interfaces fisicas, electricas e mecanicas num canal de transmissão. Existem varios tipos de suporte: suporte de fio (sinais electricos), suporte aereo (ondas electromagnéticas ou radioeléctricas) e suporte óptico (sinais luminosos). - O comportamento concertado é dado pela Internet, que define essencialmente a utilização de uma linguagem, um código comum, um método de ligação. A Internet é mais uma norma de conexão que uma rede, e o protocolo comum é o TCP / IP. - A web (a teia) ou www é um serviço de entrega de pacotes na Internet que necessita da instalação de um programa-cliente, o navegador ou browser. ISP ISP ISP ISP Backbone ECE 2006/7 ECE 2006/7

11 Componentes de infrastrutura Internet
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12 Normas multimedia GIF (Graphics Interchange Format) formato grafico e algoritmo de compressao mais usado para graficos simples. JPEG (Joint Photographics Experts Group) formato grafico e algoritmo de compressao mais usado para fotografias Normas de som incluem MP3, ficheiros sonoros codificados em formato de compressão MPEG (Moving Pictures Experts Group) formato norma para ficheiros audio e video. Streaming media. (fluxo continuo) Som e video pode ser experimentado num navegador web antes de descarregar todo o clip e.g. Real Networks. ECE 2006/7 ECE 2006/7

13 Conectividade e bem publico; externalidades positivas e negativas
I.B.2. Princípios básicos Primazia do utilizador final (end-to-end argument) nas decisões finais. IP sobre tudo: protocolo único entre redes e acima de qualquer tecnologia, que apenas define o modo de transferência de dados entre pontos. Mecanismo de comunicação entre plataformas heterogéneas e interoperabilidade entre computadores Conectividade e bem publico; externalidades positivas e negativas A arquitectura da Internet está nos protocolos, na capacidade de comunicar. Princípios básicos: 1. Primazia do utilizador: O controle do processo é efectuado no final. Sistema de transporte é uma caixa negra para o utilizador final. Cada pacote de dados é encaminhado de modo independente e não existe noção de circuito, 2. IP (Protocolo Internet) sobrepõe-se a tudo: organiza a interconexão acima de qualquer tecnologia ou sistema. Para tal converte o endereço real no endereço em modo IP, e, assegura o modo de inserção do pacote na rede de acordo com seu destino. O TCP-IP é um protocolo aberto e não proprietário, e permite a versatilidade máxima na transmissão de formatos e de dados. Assegura a comunicação entre plataformas heterogéneas e a interoperabilidade entre computadores 3. A conectividade em termos Internet. Externalidades positivas e negativas (congestionamento) ECE 2006/7 ECE 2006/7

14 I.B.3. Conectividade e estrutura
Estrutura da rede sistemas abertos onde cada nível tem funcionalidades precisas comunicação através de protocolos entre nós do mesmo nível. os computadores na rede são chamados de nós (nodes). Computadores e aparelhos que afectam recursos numa rede são chamados de servidores. Modelo de referência da International Organization for Standardization. Qualidade do serviço: (tempo de transito dos pacotes, nível de segurança, prioridade, custo,...) ECE 2006/7 ECE 2006/7

15 I.B.3.a Modelo OSI (Open System Interconnection)
Físico Ligação Rede Transporte ... Apresentação Aplicação Físico Ligação Rede Transporte ... Apresentação Aplicação Ethernet, PPP IP, VoIP TCP, UDP Interfaces Protocolos - Internet Interface constitui o conjunto de operações e serviços que um nível inferior oferece ao superior; unidade funcional que separa dois niveis adjacentes. O modelo de hierarquia OSI possui 7 camadas ou níveis (layers) e cada uma delas cumpre uma função especifica. A Internet apenas utiliza 4 niveis mas tem as funcionalidades dos 7. Protocolo são as regras e convenções que possibilitam a comunicação entre nós do mesmo nível. O nível físico representa os cabos e circuitos, os protocolos descrevem como os bits devem materializados nos computadores e sistemas de transmissão. O nível ligação descreve o modo agrupamento dos bits e sua transferência, reconhece e estabelece as sequencias. A rede implica a formação, controlo e entrega de pacotes e de fluxos. O transporte, que inclui o encaminhamento, gere a emissão, a recepção e o congestionamento das mensagens entre computadores, e assegura a ligação dos dados da origem ao destino. Nas camada superiores de apresentação e aplicação (mais proximo do utilizador) procede-se à formatação e codificação dos dados e a sua aplicação de rede como transferência de ficheiros, correio electronico, etc.. DNS, HTTP, SMTP, FTP ECE 2006/7 ECE 2006/7

16 Estrutura da rede: Princípios do modelo OSI
O nível físico representa os cabos e circuitos, os protocolos descrevem como os bits devem materializados nos computadores e sistemas de transmissão. O nível ligação descreve o modo agrupamento dos bits e sua transferência, reconhece e estabelece as sequencias. A rede implica a formação, controlo e entrega de pacotes e de fluxos. O transporte, que inclui o encaminhamento, gere a emissão, a recepção e o congestionamento das mensagens entre computadores, e assegura a ligação dos dados da origem ao destino. Nas camada superiores de apresentação e aplicação (mais proximo do utilizador) procede-se à formatação e codificação dos dados e a sua aplicação de rede como transferência de ficheiros, correio electronico, etc.. Encaminhamento (“routing”): Algoritmos estáticos com “decisões” já determinadas: Shortest Path Routing (nº de hops) e Flow based Routing (fluxo médio das linhas conhecido anteriormente). Algoritmos dinâmicos baseados na topologia e tráfego Distance vector routing (ex. RIP – Routing information protocol) Cada encaminhador ou router contem tabelas actualizadas para os diferentes destinos com indicação da linha e da métrica). Link State Routing (ex. OSPF – Open Shortest Path First) Cada nó tem um mapa de distribuição da rede actualizada sob a forma de base de dados. Encaminhamento hierárquico, os routers são divididos em regiões e quase todos só conhecem e trocam informações com os da mesma região. ECE 2006/7 ECE 2006/7

17 Dados: correio electronico ou paginas WEb
Protocolo TCP/IP Dados: correio electronico ou paginas WEb TCP desfaz e e recombina os pacotes Pacotes IP (endereços) O Protocolo de Controlo de Transmissão - TCP- é um protocolo a nivel de transporte que assegura o transporte de dados entre aplicações. O Protocolo Internet – IP – é um protocolo a nivel de rede que assegura o encaminhamento (assim como a representação e a expedição) dos pacotes de dados entre computadores hospedes (host-to-host) ECE 2006/7 ECE 2006/7

18 URLs e nomes de dominios
Os endereços Web são estruturados de modo normalizado para localizar paginas Web num servidor: Que significam as extensões seguintes ou os dominios de nivel global? .com .pt, .co.uk , .eu .org .gov .edu .net URL - Uniform Resource Locator - é um nome universal para designar um recurso na Internet com diferentes partes: O nome do protocolo (mais frequente é o HTTP) nome do servidor que alberga o recurso (iseg.utl) o caminho de acesso ao recurso (pt) dados suplementares (licenciatura) Em vez de usar os endereços IP (numericos ex ), os utilizadores usam nomes da linguagem comum, graças ao sistema DNS - Domain Name System - ECE 2006/7 ECE 2006/7

19 HTML e XML HTML (Hypertext Markup Language) Formato normalizado usado para a estruturação de texto e paginas web. As marcas definem o modo como o texto deve ser apresentado e as ligações com outros documentos. Os ficheiros HTML utilizam normalmente a extensao .HTML ou .HTM XML (eXtensible Markup Language) Norma para transferir dados estruturados a partir de etiquetas (ou tags), contrariamente ao HTML que apenas apresenta a pagina. O XML é uma (meta)linguagem que permite estruturar dados, o conteudo de um documento mais do que a apresentação (como no HTML). Utilizam etiquetas (ou tags) <titulo> World Wide Web Consortium – W3C- ECE 2006/7 ECE 2006/7

20 Exemplo HTML Exemplo: Product> <Action Value5”Delete”/> <ProductID> </ProductID> </Product> <Product Type5”Good” SchemaCategoryRef5”C ”> <ProductID> </ProductID> <UOM><UOMCoded>EA</UOMCoded></UOM> <Manufacturer>Compaq</Manufacturer> <LeadTime>2</LeadTime> <CountryOfOrigin> <Country><CountryCoded>US</CountryCoded></Country> </CountryOfOrigin> Indice de pagina de acolhimento.html para uma Empresa B2B num navegador web mostrando a fonte HTML num editor de texto ECE 2006/7 ECE 2006/7

21 Serviços na Internet A Internet permite um conjunto de capacidades onde se incluem os seguintes serviços: ou correio electrónico: serviço que permite enviar ficheiros em modo texto via Internet (SMTP – Simple Mail Transfert Protocol - , POP – Post Office Protocol - ). Com o MIME – Multiporpose Internet Mail Extension - outros ficheiros podem ser anexados. WWW (World Wide Web). Sistema de informação mais popular baseado em funções multimédia e hiperligações. Endereços URL. Forneceu a base para a utilização crescente das aplicações comerciais e para o comércio electrónico. Utiliza protocolo HTTP para transferência de ficheiros Chat (conversa) e vídeo-conferência: O protocolo – IRC – (Internet Chat Relay) permite o dialogo em tempo real entre vários utilizadores. Telnet: protocolo de interface de terminais e de aplicações de acesso. Fornece um sistema de orientado de comunicação bi-direcional entre um cliente e um servidor (cf.catálogos de biblioteca, base de dados...) FTP: protocolo de transferência de ficheiros – File Transfert Protocol - para transmissão (cópias) de ficheiros entre computadores (com sistema operativos eventualmente diferentes). Skype: utiliza uma tecnologia P2P VoIP, mistura de ponto a ponto e voz na Internet para telefonemas gratuitos (ou mensagens ou ficheiros) entre dois computadores ligados a Internet. O essencial do desenvolvimento da Internet e da World Wide Web foi possivel através da definição de normas abertas. ECE 2006/7 ECE 2006/7

22 I.B.4. Tipologia da rede I.B.4.a. - Dimensão
Tipos de rede e Critérios: a - dimensão b - topologia ou estrutura física c – Transmissão de dados d – Métodos e normas de comunicação I.B.4.a. - Dimensão LAN: Local Area Network ( utiliz.) Redes privadas, velocidades grandes, distancia pequenas, Interligação directa de computadores a rede Instaladas dentro de uma sala, edifício ou campus universitario MAN: Metropolitan Area Network ( utiliz.) Instalações próximas ou cidade Utiliza meios públicos e privados Normas específicas WAN: Wide Area Network ( utiliz.) Grande área geográfica - País, Continente - Tecnologias específicas, acesso atravês de nós à rede Um dos mais populares protocolos para LANs é a Ethernet. ECE 2006/7 ECE 2006/7

23 I.B.4.b. Topologia de rede Bus Ring 1 e 2 (anel)
A topologia é um mapa físico, é definida pelo modo como cada aparelho está conectado e disposto na rede. Os nós podem utilizar uma difusão ampla – broadcast - típico dos LAN (ex.bus, ring 1) ou estar ligados ponto a ponto típico dos WAN (ex. star, ring 2). Bus Organização em bus é a mais simples pois todos os computadores estão ligados a mesma linha de transmissão Ring 1 e 2 (anel) ECE 2006/7 ECE 2006/7

24 b. Topologia Tree (arvore) Star (estrela ou centralizada) ECE 2006/7
Numa topologia em estrela os computadores em rede estão ligados a um sistema central – hub – (o eixo ) que assegura a junção dos cabos. Star (estrela ou centralizada) ECE 2006/7 ECE 2006/7

25 I.B.4.c. Transmissão de dados: Comutação em pacote (Packet switching)
1 1 1 2 1 2 2 1 1 1 3 3 3 3 3 Mensagens divididas em pacotes (datagramas - UDT) etiquetados com endereço do expedidor, do destinatário e com a ordem de recepção. Pacotes enviados aleatoriamente, escolhendo vias menos ocupadas, permitindo o rápido estabelecimento da ligação. (Cf. Message Switching – mensagens completas ) ECE 2006/7 ECE 2006/7

26 I.B.4.c. Transmissão de dados: Comutação em circuito (Circuit Switching)
1 3 1 2 2 3 Necessário estabelecer o circuito antes da comunicação, tempo para o estabelecimento de ligação elevado, elevada disponibilidade de ligações físicas, maior segurança (ex. rede telefónica ou de cobre). ECE 2006/7 ECE 2006/7

27 I.B.4.d. Métodos e meios de comunicação
As redes utilizam protocolos, um conjunto de regras e sinais, para comunicar. As redes que utilizam protocolos TCP/IP de transporte de ligação para a partilha de informação numa mesma organização, chamam-se Intranet. Alguns dados podem ser partilhados com parceiros e com clientes da organização, criando por exemplo uma base de dados federada por várias Intranets. Trata-se de Extranet. A principal diferença reside nos direitos de acesso à informação. É possível fazer funcionar diferentes redes privadas na Internet - as VPN - (Virtual Private Network) através de reserva de largura de banda (tunneling) para ficheiros especiais ou prioritários. Cf.WebEDI As VAN (Value Added Network) são redes proprietárias, cujo acesso está restringido aos subscritores, e não funcionam segundo os princípios de normas abertas da Internet. Constitui o comércio electrónico tradicional de trocas EDI, EFT entre parceiros comerciais. ECE 2006/7 ECE 2006/7

28 I.B.5. Organização de rede: I.B.5.a. Organização cliente /servidor
Em geral o modelo cliente/servidor é uma arquitectura onde a aplicação electrónica é dividida em duas partes: uma é utilizada pelo cliente, front-end (frente) - que corre no sistema do utilizador final, e outra, que é utilizada por todos os utilizadores - servidor, back-end (rectaguarda) -. O termo cliente/servidor pode ser utilizado para descrever uma estrutura de rede, mas também pode ser entendido como um modelo de actividade. A ideia é optimizar os sistemas de recursos envolvidos. Um computador fornece recursos partilhados para os usuários da rede. Integrar as vantagens dos computadores servidores multi-utilizadores com capacidade para gerir uma rede onde se incluem p.ex. PC, impressoras, fax, modems e ligações à Internet). Ou seja é possível atribuir ao utilizador um acesso rápido e simples apenas a certa funções e assim minimizar o carregamento na rede. Serviços de acesso WEB e sistemas operativos ECE 2006/7 ECE 2006/7

29 Arquitectura cliente /servidor: níveis e funções
A divisão de funções numa aplicação entre uma componente solicitadora de serviços (cliente) e uma componente fornecedora de serviços (servidor) não é, contudo, visível para o cliente. As funções disponíveis no sistema servidor (base de dados, comunicação, etc.) podem ser processadas de forma distribuída e descentralizada, e independente da distância. Normalmente, o cliente é uma aplicação que corre num PC e está ligado a um servidor para desempenhar certas operações. O servidor é um aparelho que gere recursos (ex.ficheiros, base de dados, tráfego) de uma rede. Frequentemente, são aparelhos dedicados, desempenham unicamente tarefas de servidor. ECE 2006/7 ECE 2006/7

30 Servidor activo e passivo (esquema básico)
Cliente Cliente Interface utilizador Interface utilizador Funções rede Servidor Funções rede Podemos aumentar o níveis e deslocalizar as funções, utilizando vários servidores e especializando cada um deles em funções diferentes Servidor Data storage Data storage Servidor passivo Servidor activo ECE 2006/7 ECE 2006/7

31 Arquitectura cliente /servidor
A arquitectura cliente/servidor está baseada no facto que uma divisão pode ser efectuada entre diferentes níveis num programa de aplicação. Assim, as componentes necessárias podem ser processadas por entidades diferentes – Clientes e Servidores. Normalmente a estrutura do software define os seguintes níveis e funções: Armazenamento de dados (data storage) e ficheiros. Funções de aplicação específicas Gestão do acesso a base de dados (segurança, integridade...) Lógica dos processos de negócios Apresentação, interface gráfico utilizador (GUI). Dependendo como os diferentes níveis estão distribuídos entre cliente e servidor, o servidor é activo ou passivo. Um servidor Web é uma combinação de hardware e software que contem as paginas Web nos site Web; o mais popular software de servidores é o Apache que é um freeware (free software). ECE 2006/7 ECE 2006/7

32 Vantagens e inconvenientes
Redução do congestionamento e dos tempos de espera dos sistemas centralizados. Configuração de redes heterogéneas de computadores e possibilidades de especialização; Segurança e administração centralizada ao nível do servidor. Melhor adaptação de aplicações à organização de acordo com funções e necessidades. Diminuição das estruturas hierárquicas associadas aos computadores centrais. Recursos centralizados ao nível do servidor. Inconvenientes Tecnicidade e custo elevado Estruturação rede a partir de um corpo central, o servidor ECE 2006/7 ECE 2006/7

33 I.B.5.b Mainframe (ou computador central)
Mainframe corresponde a uma arquitectura centralizada onde existe um sistema integrado de (dumb) terminais directamente ligados ao computador central. São computadores possuindo uma enorme potência de calculo e de capacidade de entrada e saída, utilizados normalmente em instituições governamentais ou grandes empresas para aplicação de missões criticas como censos, estatísticas, processamento de transacções financeiras e bancárias. Oferecem serviços simultâneos e variados a múltiplos utilizadores através de terminais funcionando frequentemente em regime de time share. Sistema dominante nos anos 60 e 70. Importância da IBM. Reanimação recente deste mercado graças a sua reputação de fiabilidade e segurança. (ex. Deutsche Bahn). Dumb Terminals: o terminal serve apenas para visualizar e introduzir dados. Redes proprietarias. Deutsch Bahn a maior rede ferroviária europeia substitui 300 servidores por um mainframe IBM (Zserie) com s.o. SUSE da Linux. ECE 2006/7 ECE 2006/7

34 Mainframe O mainframe constitui uma base material de sistemas virtuais permitindo consolidar vários ambientes (seja sistemas operativos e/ou aplicações) numa infra-estrutura única, eliminando o desperdício das “ilhas” (ex.SAN) A partição é o método que permite dividir um espaço físico comum em domínios virtuais, operando cada um de modo independente, como se fossem maquinas distintas. A virtualização permite simular a disponibilidade física que pode não existir. Os recursos físicos constituem um fundo (pool) partilhado e são optimizados, através do controlo da sua utilização especifica em maquinas virtuais. Assim, os recursos são geridos e afectados segundo a prioridades das tarefas a satisfazer no momento. SAN: Storage Area Network (Áreas de Armazenamento em Rede) -> Rede de componentes de armazenagem partilhados. A virtualização em informática designa o conjunto de tecnologias e programas que permitem fazer funcionar vários sistemas operativos e/ou aplicações na mesma maquina, de modo independente como se fossem maquinas distintas. ECE 2006/7 ECE 2006/7

35 Mainframe (virtualização)
ECE 2006/7 ECE 2006/7

36 Arquitectura de rede a) servidor b) P2P ECE 2006/7
Rede cliente/servidor possui um servidor que suporta a capacidade de partilhar software, ficheiros, aparelhos periféricos e poder de processamento. ECE 2006/7 ECE 2006/7

37 I.B.5.c. Arquitectura peer-to-peer (P2P ou par-a-par)
Modelo de rede informática descentralizada onde cada computador tem capacidades semelhantes para: efectuar o mesmo tipo de funções em paralelo ou executar partes de uma mesma tarefa. (cf. computação distribuída) Partilhar ficheiros, outros conteúdos e capacidade computacional A comunidade de utilizadores pode partilhar e fazer replicas de conteúdos (ex. MP3 etc.), distribui-los e armazena-los num conjunto de nós que formam uma rede. Cada nó funciona como cliente e servidor (= servente) para os outros nós da rede; tanto utiliza como disponibiliza os recursos. Os programas P2P permitem a troca de ficheiros entre internautas (ex. KazaA, Bittorrent), mas mais importante a utilização da memoria física ou da capacidade de calculo potencial dos computadores (ex. projecto SETI-online) Uma rede P2P distribui a informação entre os nós membros em vez de concentra-la num único servidor. Assim cada computador na rede tem um pouco de servidor e um pouco de cliente (cada nó é um servente = contracção de servidor e cliente). ECE 2006/7 ECE 2006/7

38 Arquitectura peer-to-peer
Na pratica existem sistemas híbridos e alguns servidores colocados estrategicamente na rede com funções específicas de suporte. Enormes potencialidades no desenvolvimento das Intranets e Extranets e nas comunidades virtuais. Grande poder de difusão e sindicação de conteúdos com custos reduzidos e simplicidade de funcionamento (cf. rede Skype). Emergência de pequenas televisões e rádios independentes? Muito adequados para pequenas redes e uso doméstico para partilhar aplicações, dados, impressoras e outros recursos. Nova geração de rede P2P criptados (ex. GNUnet). Problemas legais (cópias e direitos de autor). Questões relacionadas com a segurança. Sistema muito descentralizado, algo difícil de administrar. Fragilidades nos elos da cadeia. A rede P2P é um conceito de rede que possibilita resultados aceitaveis a um custo minimo sem protocolos sofisticados. Porque a rede admite nós individuais sem restrição, a qualidade das ligações e do conteudo (links) pode ser muito variavel. Sem pretender substituir o paradigma cliente-servidor, a rede P2P oferece possibilidades interessantes no processamento da distribuição de informação. ECE 2006/7 ECE 2006/7


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