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Passado, Presente do Futuro? Francisco Melo Ferreira 15 de Fevereiro de 2005 Comunidades de utilizadores das TIC na Educação em Portugal.

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1 Passado, Presente do Futuro? Francisco Melo Ferreira 15 de Fevereiro de 2005 Comunidades de utilizadores das TIC na Educação em Portugal.

2 Memória e comunidade Na história, com mais de 20 anos, da utilização das TIC na Educação em Portugal coexistem memórias de esperanças, sucessos e insucessos, que dão a muitos dos que as viveram a sensação de pertença a uma comunidade.

3 i N ovação A partilha de momentos iniciadores de uma inovação reforçou este sentimento. Com o tempo as NTI perderam o N e foram ganhando outras possibilidades de aplicação.

4 Momentos fundadores Analisando com algum cuidado os momentos principais desta evolução constatamos que, provavelmente desde o início, coexistiram diferentes perspectivas de utilização educativa das TIC que, na verdade, fundamentam várias comunidades.

5 Memórias partilhadas Explosão da Internet Projecto Minerva Programa Nónio Reforma Curricular TIC obrigatória ITI Pré- história Internet na Escola FUTURO ???

6 Comunidade(s)? Identidade e alteridade (o que nos distingue) –A TecnologiaA Tecnologia –A vontade de mudançaA vontade de mudança –Uma linguagem comumUma linguagem comum –A práticaA prática

7 A Tecnologia A Tecnologia e a Sociedade Techniques are not something around which there is a society (B. Latour)

8 Tecnologia(s) from late Neolithic times in the Near East, right down to our own day, two technologies have recurrently existed side by side: one authoritarian, the other democratic, the first system-centered, immensely powerful, but inherently unstable, the other man-centered relatively weak, but resourceful and durable. Lewis Mumford Authoritarian and Democratic Technics

9 Utopia da comunicação Il y a, comme le remarque justement Philippe Breton (2000), une relation historique entre lutopie de la contre-culture dil y a 30 ans et celle dInternet, qui est rêvé comme un espace de communication libre entre des individus pleinement souverains (Mattelart 2000). Bogumil JEWSIEWICKI et Madeleine PASTINELLI(CÉLAT, Université Laval) Lethnographie du monde numérique ou comment faire du terrain dans le «meilleur des mondes» ? Ethnologies 2000 – 2.

10 Informação, Conhecimento, Saber... Par ailleurs, comme le rappelle justement Yves Lasfargue, « Les réseaux permettent, certes, de partager des données, mais certainement pas des savoirs » (2000 : 25). Il ne faut donc pas se leurrer, puisque, comme le rappelle Dominique Wolton (2000) et contrairement aux apparences, nous ne sommes pas mieux informés à mesure quaugmente la quantité dinformation disponible, puisque cette masse, loin dêtre éclairante, nous oblige à conduire un fastidieux travail de recherche, danalyse, de sélection et de hiérarchisation. Bogumil JEWSIEWICKI et Madeleine PASTINELLI(CÉLAT, Université Laval) Lethnographie du monde numérique ou comment faire du terrain dans le «meilleur des mondes» ? Ethnologies 2000 – 2.

11 Comunidades de prática Technology is shared minds made visible(M. Riel) A partilha resultante da tentativa de resolução de problemas comuns. Poderão as práticas fundar uma comunidade?

12 Comunidades de utilizadores Sagit-il dune communauté ? Appelons-la ecommunauté pour éviter toute confusion avec, par exemple,celle qui se réunit dans une église ou celle que forment les habitants dun village. Les internautes qui se branchent régulièrement à Napster lui sont-ils fidèles uniquement dans la mesure où léchange de musique peut sy faire gratuitement et facilement ?

13 Verdadeiras comunidades? Sont-ils prêts à partager, à cette occasion, autre chose : une cause politique, de linformation sur une autre question que la musique à y copier, etc. ? Bogumil JEWSIEWICKI et Madeleine PASTINELLI(CÉLAT, Université Laval) Lethnographie du monde numérique ou comment faire du terrain dans le «meilleur des mondes» ? Ethnologies 2000 – 2.

14 ...mas lá que as há... Diferentes visões sobre o uso das TIC: –a aprendizagem das TIC –as TIC na aprendizagem Diferentes modelos de utilização

15 A diversidade das práticas Sob a capa da comum(idade) desenvolvem-se práticas muito diferentes. Comunidade não é o mesmo que unanimidade. Aceitar a diversidade como um valor. Aprofundar as diferenças, aprofundar o debate.

16 O Futuro O futuro tornou-se um valor fundamental dos nossos dias. De tal modo que entrou já nas bolsas de valores…Em certo sentido podemos afirmar que o futuro já não é o que era…De tal modo condicionado na sua produção a partir do presente, perdeu parte da sua aura de incerteza.

17 A Tecnologia Perante a relativa permanência das estruturas sociais, parece caber à tecnologia a capacidade de concentrar as potencialidades de mudança. Mesmo essa, relativamente segura e marcada pelas novas versões do hardware e do software.

18 Passado, Presente do Futuro O que Pessoa nos diz é que não existe uma linha do tempo. Nem sequer um rio... Apenas...água a fluir... São as comunidades humanas que dão um sentido a esse fluir.

19 Cosa mentale Os chineses consideram que pintar é difícil sobretudo antes de pintar, porque a ideia deve preceder o pincel.

20 Pensar o uso das TIC Criar novos usos das tecnologias, em vez de esperar... que sejam as TIC a oferecer-nos a criatividade na bandeja de uma nova versão.

21 Se hace el camino al andar... A tradição ocidental é a de que a pintura resulta de um diálogo entre a tela e a acção do pintor.

22 Não, não vou por aí... Não correr atrás da tecnologia. Questionar, a cada utilização, o sentido do que se faz. Não tentar realizar tarefas impossíveis...

23 Retry?

24 Uma visão para o futuro Aprofundar as diferenças, aprofundar o debate. Defender a especificidade do uso das TIC na Educação. Desenvolver as capacidades de cada vez mais reunir Arte e Técnica (Techne)

25 Escolher o humano This means gladly sacrificing mere quantity in order to restore qualitative choice, shifting the seat of authority from the mechanical collective to the human personality and the autonomous group, favoring variety and ecological complexity, instead of stressing undue uniformity and standardization. Lewis Mumford Authoritarian and Democratic Technics


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