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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC DISCIPLINA EGC8006 Fundamentos Cognitivos da Informa ç ão PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E GESTÃO.

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC DISCIPLINA EGC8006 Fundamentos Cognitivos da Informa ç ão PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA E GESTÃO DO CONHECIMENTO Professores: Dr. Francisco Antonio Pereira Fialho Dr. Nilson Lemos Lage

2 EQUIPE ARQUELAU PASTA ARQUELAU PASTA MICHAEL SAMIR DALFOVO MICHAEL SAMIR DALFOVO ROBERTO HEINZLE ROBERTO HEINZLE

3 ATRATORES SOCIAIS

4 Liderança Conceitos Divergentes; Visão administrativa – controle Organizações – estruturas formais operando sobre vários ambientes O papel de líder diverge o tradicional do atual.

5 Liderança O papel do líder não está fixo há somente uma pessoa. SER e ESTAR Líder. Neste contexto o autor caracteriza liderança como a capacidade de mudar comportamentos com base nas mudanças de mercado.

6 Liderança – Origens da Liderança Antigamente líder = poder, autoridade. Poder de ordem Autoridade – pessoas que são colocadas em hierarquias de um determinado grupo social ou organizacional.

7 Liderança – Visão de líder Bryman (1986) A idéia de líder tradicional vem persistindo ao longo dos tempos (isto se dá por influências antropológicas, mídia, literatura de administração popular. Em Dunford (1992) ainda se mantém o papel do líder em uma empresa como sendo uma posição formal. Autores como Cunnington (1993); Hames (1994); Lewin (1993) colocam o líder como apenas 1.

8 Liderança – Organização líder Outro aspecto abordado na tese são as organizações líderes que são caracterizadas de algumas formas: Empresa líder é aquela que atua no mercado na hora e local certo; Empresa líder é aquela que possui sucesso; Empresa líder é aquela na qual o mercado seleciona. Exemplo: Share of mind; Empresa líder não mantem posicionamento constante; Empresa líder está ligada as estratégias que ela possui; Empresa líder está ligada as ações e influências das pessoas que as fazem e que transformam o mercado; Empresa líder e o líder pode ter vantagens e desvantagens.

9 Aplicações de complexidade para gestão em organizações Meyer (1998) comenta sobre a busca de métodos racionais para a gestão em organizações complexas, principalmente no que tange há variedade e controle das ações e pessoas. Lewin et al (1998) confirma esta metáfora visto que muitas das organizações não possuem planejamento em contexto tanto pessoal quanto de gestão organizacional.

10 Aplicações de complexidade para gestão em organizações Em 1987 Loye começaram a ver com bons olhos a teoria do caos em relação a sua extensão às ciências sociais. A partir daí apontam a teoria da transformação no sentido de oferecer um guia para o desenvolvimento social, comportqamentos organizacionais e problemas de administração que cresciam e crescem notadamente até hoje.

11 Dinâmica de Grupo Ao se trabalhar com workgroup, o autor Petrich (1998) ressalva as organizações que possuem times ou unidades com um número específico de colaboradores a fim de manter a eficácia nos seus produtos ou serviços. Neste sentido, a teoria da complexidade vêm a utilizar mecaninsmos para explicar comportamentos de determinados grupos. Petrich (1998) possuiu em seu estudo como uma das bases o trabalho de Dunbar (1996) que apresenta os sistemas sociais humanos por meio da comunicação. Estes times mlehoram o desempenho individual e coletivo e transforma o tácito em explícito.

12 Estruturas Flexíveis Na visão de sistemas complexos o autor percebe que as flexibilidades podem resultar no aumento ou diminuição no número de pessoas e que promovem uma conexão, seja econômica ou social. Além disso as TIC são apontadas como uma das ferramentas mais utilizadas para a conexão entre os agentes envolvidos nos sistemas.

13 Estratégia O autor comenta sobre outros estudiosos como Mintzberg (1994) no que tange o planejamento estratégico como forma de estabilizar uma organização e prever o futuro. O autor comenta que a realidade não é verdadeira pois há forças que não são controláveis. Isto se dá porque a realizade não é linear.

14 A teoria da complexidade contrapõe o comportamento tradicional, pois aponta considera importante a existência e surgimento de estruturas macro. O resultado está no uso de dinâmicas de grupos e sistemas descentralizados. Mudanças na administração

15 Intervenção A complexidade pode conduzir uma melhor avaliação como base para itervir no mercado. A primeira discrepância é que isolam os locais de mudanças, quando na verdade podem servir de parâmetros para um sistema.

16 Economia e Política Positivismo Econômico Neo Clássico (Mudança da análise no que era produzido para explicação do comportamento para vizualizar o equilíbrio mercadológico. Além disso a teoria Newtoniana apresenta o mundo como uma máquina ligada há vários campos científicos.

17 Outras influências neo-clássicas para a teoria do equilíbrio Preço; Tempo; Inovação; Governo; A teoria do equilíbrio geral insinua contra as informações não são assimétricas.

18 De micro a macro As influências e ações da micro economia como comportamento em um nível macro. Nos sistemas reais a economia só existe com base em pessoas e as pessoas são complexas.

19 Governo Administração do governo quanto: emprego, melhorias ambientais, harmonia social. Os sistemas neste contexto possuem maior linearidade o que dificulta a iteração com aspectos subjetivos para uma dinâmica social.

20 Conclusão do autor Revelou várias influências como fator limitante para a eficácia das teorias e por conseguinte nas práticas. Aproximações para administração institucional, organização de políticas e desenvolvimento social que aderem a estas influências não podem ser adequadas, e realmente deixaram de ser adequadas há muito tempo. Estas influências ainda se mantêm devido ausência de uma alternativa satisfatória e por compartilhar da redução de complexidade e manutenção nos níveis de proporções. O autor considera que pode ser uma falsa esperança e irrealizado empiricamente, tais paradigmas. Sistemas complexas envolvem teóricas de muitas áreas científicas. Aplicações existentes provêem perspicácias importantes nos benefícios que podem resultar em informações de forma a auxiliar pesquisadores para tentar resolver os problemas mais persistentes que confrontam cada área científica.

21 CAPÍTULO 04 Conclusões da aplicabilidade da complexidade para entender sistemas sociais.

22 O significado literal da palavra complexidade é "que abrange ou encerra muitos elementos ou partes" ou grupo ou conjunto de coisas, fatos ou circunstâncias que têm qualquer ligação ou nexo entre si".

23 Frederick Turner, no prefácio de Sociologia e Complexidade do Caos, coloca: O que a nova ciência tem feito, é colocar a nosso alcance um conjunto de ferramentas intelectuais muito poderosas – conceitos para com eles pensar.

24 APLICABILIDADE DE COMPLEXIDADE PARA SISTEMAS SOCIAIS Complexidade também sugere um sentido para entender cognição sem o recurso da representação.

25 O FIM DO ANTI-NATURALISMO? A rejeição do naturalismo por cientistas sociais era essencialmente uma rejeição da rigidez positiva (Klemke et al, 1988). Não se pode dizer que não há base para diferenciar o natural do social.

26 EXPLICANDO O CAMINHO DO NATURAL PARA O SOCIAL A Complexidade emerge em sistemas onde ocorre a interação de agentes que formam padrões de organização mais complexos que os padrões de organização dos próprios agentes. É o Complexo emergindo a partir do simples espontaneamente.

27 Quando sistemas sociais são discutidos, o que é comumente referenciado também são os sistemas sociais HUMANOS antigos ou modernos. A diferença entre sistemas sociais formados por animais, outros que não humanos e aqueles por humanos, é em particular a possibilidade da linguagem e de reflexão auto-consciente.

28 A criação de novas regras é conseqüência da incerteza e do caos determinístico, frutos da não- linearidade, que naturalmente tendem a impedir que o sistema estacione em torno de uma determinada condição.

29 Combinando linguagem com emoção e comportamento, nós temos a base de cultura. Cultura aqui é entendido para ser uma coordenação relativamente duradoura e estável de ação em todos os três destes domínios.

30 A teoria da socialidade deriva de uma visão de sistemas complexos e autopoiéticos incorporados afirma as ciências, natural e social, é trazida na direção do domínio lingüístico e neste sentido, como afirmam os pós-modernistas, toda ciência é social.

31 ORDEM NATURAL Ordem natural geralmente é levada para incluir ordem biológica, enquanto incluindo isso de seleção natural. Geralmente também inclui ordem de teleonômica que surge de interação periódica, i.e, a interação entre entidades biológicas, como isto a base é para o desenvolvimento de ecologias.

32 ORDEM TELEOLÓGICA É uma conseqüência de capacidade de reflexividade – a capacidade de humanos distinguirem um ego em um 'mundo' e agir de uma forma consciente – com intenção deliberada. Esta é ordem claramente social.

33 ESTRUTURA E ORGANIZAÇÕES Estrutura é variável - é a estrutura que muda com respeito a perturbação. Dentro de sistemas sociais, estrutura refletirá em agrupamentos geográficos, associações escolhidas e acidentais, e acoplamentos emocionais e laços estabeleceram e mantiveram em linguagem.

34 SISTEMAS ABERTOS OU FECHADOS Sistemas físicos podem ser limitados com membranas que representam uma barreira tangível, mas podem ser topologicamente complexo fazer possível uma escala extensa de relações de troca com o ambiente.

35 SISTEMAS DINÂMICOS A presença ou ausência de linearidade dentro da extensão de operação de qualquer sistema é de importância de crítica. Através da aplicação recursiva de suas regras, estes sistemas tendem a manter sua organização e preservarem sua eficácia mesmo sendo obrigados a modificar sua estrutura.

36 SELEÇÃO Seleção insinua uma base por prover vantagem a um sistema em cima de outro. Ato de processos seletivo agem em diferença e isto insinua que uma fonte endógena de diferença é requerida para seleção para operar.

37 AUTO-ORGANIZAÇÃO Entender o estado-espaço de um sistema revela uma grande transação sobre o comportamento potencial daquele potencial de sistema. Entendendo como aquele estado-espaço muda com o passar do tempo e as variáveis que influenciam as trajetórias, é importante como uma base por entender qualquer determinado sistema social.

38 AUTO-ORGANIZAÇÃO A auto-organização é conseqüência direta da evolução dos sistemas dinâmicos não- lineares e sua permanência em estados de quase-equilíbrio, em determinadas condições.

39 Uma propriedade importante de sistemas não-lineares é que a simples adição de elementos pode qualitativamente mudar o comportamento no nível macro. Isto reflete um princípio de dialética mostrado por Engels (1974 [1934]) - princípio da transformação de quantidade em qualidade.

40 Sistemas que envolvem atratores múltiplos só podem ser previsíveis enquanto seguem um atrator particular – geralmente o melhor seria predizer a probabilidade de um sistema mover-se para um ou mias atratores vizinhos.

41 Os comportamento do sistema nestes atratores podem ou não ser conhecidos de experiência prévia. Durante a transição (bifurcação) entre atratores, o sistema é tão sensível a perturbação e condições iniciais que torna a previsão impossível.

42 Segundo a Complexidade, os componentes da organização não têm condições de prever as conseqüências da maioria de seus atos após um determinado número de interações (ou ciclos). Dependendo da velocidade e da intensidade das interações, este horizonte de incerteza pode ser muito próximo do curto prazo. Esta condição de extrema incerteza é encontrada também nas interações com o ambiente externo.

43 Também segundo a Complexidade, os componentes do sistema tendem a se autoorganizar quando oferecidas certas condições, isto é, informações sobre o todo e possibilidade de comunicação e interação intensas. Informações, comunicação e interação são as formas que assumem os mecanismos de feedback.

44 A exploração de forma sinérgica dos conceitos da Complexidade, da Teoria de Sistemas, da Nova Economia de Empresas, Modelagem e Simulação de Sistemas, trouxe à tona uma série de conceitos que, estão intimamente relacionados.

45 Há conceitos da Teoria Administrativa que estão surpreendentemente alinhados com conceitos da Teoria da Complexidade mas que se encontram diante de limites para seu avanço.

46

47 FIALHO, VOCÊ ME ATRAI !!!

48 VEM FIALHO, ESTOU TE ESPERANDO !


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