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METEOROLOGIA TER CONHECIMENTOS APROFUNDADOS SOBRE A METEOROLOGIA E SABENDO SERVIR-SE DELA, CORRESPONDE A UMA DIFERENÇA CRUCIAL, DO QUE VAI DA VIDA À MORTE,

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1 METEOROLOGIA TER CONHECIMENTOS APROFUNDADOS SOBRE A METEOROLOGIA E SABENDO SERVIR-SE DELA, CORRESPONDE A UMA DIFERENÇA CRUCIAL, DO QUE VAI DA VIDA À MORTE, DO SUCESSO AO INSUCESSO, DO LUCRO AO PREJUIZO, DA PROSPERIDADE À MISÉRIA ! ! !. ISTO É A MODERNIZAÇÃO PROF. HIROSHI YOSHIZANE

2 INTRODUÇÃO ESTE MATERIAL DIDÁTICO, TEM POR OBJETIVO, INFORMAR DE MANEIRA SIMPLES E COMPLETA ALGO QUE POUCOS SE MANIFESTAM INTERESSADOS, E AINDA JULGAM A METEOROLOGIA COMO UMA MERA ADVINHAÇÃO, MAS, QUEM ESTUDA E ALMEJA SUCESSO, NOTARÁ QUE A METEOROLOGIA FAZ PARTE DO HOMEM MODERNO, E QUE NADA MAIS É DO QUE UMA FÍSICA AMBIENTAL.

3 OS PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO SÃO OS QUE MAIS NECESSITAM, E DEPENDEM DO TEMPO, POIS TÊM DE FAZER DE FORMA MAIS RÁPIDA POSSÍVEL, NUMEROSAS TRANSFORMAÇÕES, ADAPATAÇÕES E AINDA ADEQUAÇÕES, JÁ EFETIVADAS EM PAÍSES DESENVOLVIDOS, SEMPRE VISANDO A PROSPERIDADE, E A SUSTENTBILIDADE PRINCIPALMENTE. É UMA FORMA TAMBÉM DE UM D.S.

4 NA ATUAL CONJECTURA DA ECONÔMIA MODERNA MUNDIAL, ONDE O TEMPO CRONOLÓGICO ¨CRONOGRAMA¨ É BÁSICO E FUNDAMENTAL EM TUDO, CONHECER E PREVER A DINÂMICA DA ATMOSFERA TERRESTRE ¨TEMPO METEOROLÓGICO ¨A LONGO PRAZO, NÃO É MAIS UM MERO CHUTE, PREMONIÇÃO OU LOTERIA, MAS SIM, UMA FERRAMENTA PROGRESSIVA FUNDAMENTAL PARA O PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE FORMA GERAL EM TODO O MUNDO.

5 VAMOS PORTANTO, DAQUÍ A DIANTE, PROCURAR CONCEITUAR, ENUMERAR E ENXERGAR O QUANTO A METEOROLOGIA MODERNA NOS AJUDARÁ, EM NOSSA VIDA COTIDIANA DOMÉSTICA, SOCIAL E PROFISSIONAL. 1-O MEU COTIDIANO DOMÉSTICO; 2-O MEU COTIDIANO SOCIAL; 3-O MEU COTIDIANO PROFISSIONAL; = ( ) S _ _ _ _ _ O E U

6 I. TEMPO ATMOSFÉRICO É A CONDIÇÃO DINÂMICA E FÍSICA DA ATMOSFERA NUMA REGIÃO OU LOCAL. DESCREVE-SE PELOS FENÔMENOS MOMENTÂNEOS ATMOSFÉRICOS OU PELOS ELEMENTOS BÁSICOS DO CLIMA: TEMPERATURA, PRESSÃO, VENTO, UMIDADE ATMOSFÉRICA, ÉPOCA DO ANO E PRECIPITAÇÕES ( COMO CHUVA, GRANIZO E NEVE ).

7 E SSES FENÔMENOS TENDEM A VARIAR FREQÜENTEMENTE, ATÉ NUMA HORA OU PERÍODO DO DIA, NUM DIA, NUMA NOITE, PORTANTO GENÉRICAMENTE, PODEMOS AFIRMAR QUE O TEMPO ATMOSFÉRICO TAMBÉM VARIA DE FORMA CONSTANTE, TUDO DURANTE A EVOLUÇÃO CRONOLÓGICA. ENTÃO : SERÁ CORRETO UTILIZAR A EXPRESSÃO ¨ TEMPO BOM ????? ¨

8 TEMPO BOM M M ! ! !...?.. É MUITO FÁCIL DIZER ! MAS ! ! !.... O CORRETO É DIZER : TEMPO : QUENTE, FRIO, ÚMIDO, SECO, CHUVOSO,NUBLADO,VENTOSO.

9 II. FORMAÇÃO DOS VENTOS SÃO DESLOCAMENTOS DO AR ATMOSFÉRICO, CAUSADOS PELA DINÂMICA ATMOSFÉRICA SOBRE DETERMINADAS ÁREAS OU REGIÕES. SÃO OCASIONADOS PELA DIFERENÇA DA PRESSÃO ATMOSFÉRICA, POR ALTERAÇÕES NA TEMPERATURA, CONFORME ESTA REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA:

10 ANTICICLONALCICLONAL Patm. 1030mb Patm. 1020mb Patm. 1010mb Patm. 1000mb Patm. 1010mb Patm. 1020mb CBP CAP

11 FURACÃO ELENA FURACÃO ELENA – FLÓRIDA 1985 OLHO CBP É O EXTREMO DA MOVIMENTAÇÃO ATMOSFÉRICA

12 IMAGEM DE UM FURACÃO

13 MASSAS DE AR As massas de ar podem se movimentar de maneira semelhante à dos ventos, em geral de locais mais frios para os mais quentes, ou ainda de locais com maior pressão para os de pressão menor pressão.

14 O ar atmosférico está em constante circulação devido as diferenças de pressão. É no interior dessa circulação geral que se estabelece a dinâmica das massas de ar, responsáveis pela definição dos diferentes tipos climáticos.

15 O QUE É UMA MASSA DE AR? É uma grande porção da atmosfera, com milhares de quilômetros quadrados de extensão, que abrangem regiões.

16 QUANDO SE FORMA? Quando um grande volume de ar permanece em repouso ou se move lentamente sobre superfícies continentais ou oceânicas.

17 REGIÕES DE ORIGEM? Local em que a massa de ar se forma adquirindo as características de temperatura, pressão e umidade, que serão praticamente as mesmas em toda a sua extensão.

18 COMO SE DESLOCAM? Principalmente em função das diferenças de pressão atmosférica e do movimento de rotação da Terra.

19 O QUE INFLUI NO DESLOCAMENTO ? O aquecimento solar é uma verdadeira "máquina climática": Aquece a Terra e a atmosfera e provoca a evaporação da água dos oceanos, rios, lagos e mares.

20 Calcula-se que no Golfo do México, num dia de verão, a energia calorífica do Sol provoque a evaporação de litros de água por hora.

21 Ela é também responsável pelo movimento das massas de ar (vento). Sendo assim, é correto afirmar que a "energia solar é o motor de toda a circulação atmosférica de nosso planeta".

22 Entre a zona intertropical e a zona de média e de alta latitude, ocorrem trocas térmicas. O ar quente das zonas tropicais chega até os pólos e o ar frio destes alcança as zonas tropicais e a região equatorial, mas, em ambos os casos, as qualidades de origem das massas de ar chegam alteradas.

23 Os movimentos do ar massas de ar e ventos resultam da distribuição desigual de energia solar nas zonas de baixas, médias e altas latitudes. Se na natureza atmosférica isso não ocorressem, certamente, o clima no planeta terra seria bem diferente, até a nível da não habitabilidade dos seres. Assim o ecossistema seria bem diferente, e quem sabe até a inexistência do ser humano.

24 A diferença de temperatura do ar atmosférico exerce uma função muito importante na formação de áreas de baixa e alta pressão atmosférica e, conseqüentemente, no movimento das massas de ar e dos ventos, pois os deslocamentos do ar ocorrem de uma zona de alta pressão ( baixa temperatura ) para uma área de baixa pressão ( temperatura alta ).

25 O ar aquecido das zonas de baixas latitudes próximas ao equador se expande, torna-se leve e sobe (ascende), criando uma área de baixa pressão ou ciclonal.

26 O ar mais frio e denso das áreas de médias e altas latitudes, desce, fazendo surgir uma área de alta pressão. Uma vez que há tendência das massas de ar igualar essas pressões, estabelece-se, assim, uma dinâmica atmosférica, ou seja, uma circulação geral de ar quente entre os trópicos e os pólos passando pelas zonas de médias latitudes.

27 As áreas de alta pressão, como as polares, e as subtropicais ou de latitudes médias são dispersoras de massas de ar e ventos e recebem o nome de áreas anticiclonais. Com o predomínio de um centro de alta pressão, e consequentemente gerando um vórtice do centro para fora.

28 As áreas baixa pressão atmosférica ( de baixa latitude ), como as equatoriais, são receptoras de massas de ar e ventos e recebem o nome de áreas ciclonais. Com o predomínio de um centro de baixa pressão no seu núcleo e responsável por uma sucção do ar atmosférico, gerando na superfície do solo, tendências de forte movimentação em forma de vórtice ou redemoinho.

29 ANTICICLONALCICLONAL

30 No deslocamento, as massas de ar se encontram. Nesse contato, elas não se misturam: A zona de contato entre duas diferentes massas de ar são denominados de frente ou superfície frontal.

31 Em um mapa do tempo, a posição na superfície é representada por uma linha com semi-círculos estendidos para o ar mais frio. Assim que o ar frio retrocede, a fricção com a terra reduz extremamente o avanço da posição na superfície da frente comparando com a sua posição no alto.

32 DIAGNÓSTICO EÓLICO

33 PREVISÃO DOS VENTOS

34 CIRCULAÇÃO ATMOSFÉRICA GLOBAL

35 ESQUEMAS BÁSICOS FRONTAL CONVECTIVO OROGRÁFICO

36 REPRESENTAÇÃO SINÓTICA IMAGEM DE SATÉLITE

37 Na análise das 00:00Z do dia 22/08/05 observa-se um sistema frontal no Oceano Atlântico Sul, já distante do continente. No Oceano Pacífico Sul nota-se um ciclone extratropical e um pulso a leste da Argentina que formará uma onda frontal nas próximos horas. Ao norte da Argentina nota- se uma baixa pressão termo- orográfica. O jato subtropical estende-se pelo Oceano Paícfico, parte do continente e Oceano Atlântico na altura do ES. Os jatos polares norte e sul encontram-se praticamente acoplados no Atlântico Sul. Sobre o centro do Brasil nota-se uma região de cavado em altos níveis atmosféricos. DESCRIÇÃO SINÓTICA

38 FRENTE FRIA

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40 APROXIMAÇÃO DA FRENTE FRIA

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42 A passagem da frente fria provoca queda de temperatura, pois o ar aquecido é deslocado, e, em seu lugar, predomina o ar mais frio. À medida que o ar se esfria, diminui a sua capacidade de conter vapor de água, ( diminui o ponto de saturação ).

43 Consequentente, com a diminuição do ponto de saturação da atmosfera, passam a ocorrer as precipitações. As frentes frias rápidas provocam precipitação do tipo pancadas, enquanto as frentes frias lentas ( estacionárias ) provocam precipitação de caráter contínuo ( chuvas intermitentes ).

44 LINHA DE INSTABILIDADE Forma como uma linha de instabilidade atmosférica muito severa, com muitas descargas elétricas e trovoadas. Às vezes se associam à uma frente fria, e muitas vezes elas ultrapassam a frente fria de 100km a 300km. As trovoadas de linha de instabilidade que antecedem de uma frente fria podem ser causadas pelo ar no alto, sobrepondo-se a frente fria.

45 Observe na figura, o cavado da onda (setas) que inibem a formação de nuvens, enquanto que a crista da onda, a 100km antes da frente fria, favorecem a elevação do ar onde as nuvens e trovoadas se formam sessando a instabilidade. Imagem: Alexander Markham

46 A aproximação da linha de instabilidade é, às vezes, precedida por céu do mammatus constituídas de nuvens escuras, enroladas com malotes descendentes. [Imagem: Foto de nuvens mammatus (17K)]

47 As correntes de ar descendentes das células de descargas elétricas e de trovoadas produzem um avanço em forma cunha de ar frio. A borda principal deste avanço de ar frio é típica de uma frente de rajadas.

48 A elevação do ar quente que acompanha a frente de rajada inicia o desenvolvem novas células antes da efetiva linha de instabilidade dominar. Assim, a linha de instabilidade geral- mente atua antes ou paralelo à frente fria numa velocidade maior que a da frente fria. As linhas de instabilidade podem ser tão severas quanto as trovoadas de supercélulas.

49 NUVEM VERTICAL (SUPERCÉLULAS) BIGORNA

50 Veja uma linha de instabilidade, vista no espaço (NASA). Uma súbita mudança de direção de vento, temperaturas mais frias, e pés de ventos podem ocasionar muitos danos, e também são muito comuns (múltiplas instabilidades).

51 CHUVA COM RAJADAS

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53 DESCARGAS ELÉTRICAS

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56 FRENTE QUENTE Quando o ar quente avança sobre o ar frio temos uma frente quente. Assim, o ar frio recua a baixa altitude, pois é mais denso, ao passo que o ar quente, sendo mais leve, toma uma forma de rampa deixada pelo ar frio.

57 ESQUEMA DE UMA FRENTE QUENTE FRENTE QUENTE

58 FRENTE QUENTE

59 O domínio de uma frente quente abrange uma área extensa, e na vanguarda, além de provocar aumento de temperatura, deixa predominar uma intensa nebulosidade. Nos mapas sinóticos, as frentes quentes são representadas por uma linha com semi-círculos, direcionados para o ar mais frio.

60 Assim que o ar frio retrocede, e o atrito com a terra reduz extremamente o avanço da posição na superfície da frente comparando com a sua posição no alto ( rugosidade da superfície ). Assim, o limite separando estas massas de ar requer uma inclinação muito gradual. A inclinação média de uma frente quente é somente 1 : 200. ¨ 200 km. na horizontal equivale a 1 km. metros na vertical ¨.

61 A velocidade média de deslocamento de uma frente quente é de 25 km/h, ou metade do que a frente fria. Durante o dia, quando a mistura ocorre nas duas faces da frente, o movimento desta frente pode ser mais rápida. Frentes quentes movem em uma série de saltos rápidos, mas durante a noite, radiação resfriada cria ar mais frio e denso na superfície atrás da frente.

62 Na medida em que o ar quente ascende sobre a cunha recuada de ar frio, ele se expande, se resfria e se condensa em nuvens com precipitações. A evidência de uma típica frente quente em aproximação, são as nuvens cirrus (Ci). ¨ Rabo de égua – Rabo de galo ¨

63 Assim que o ar quente ascende sobre a cunha recuada de ar frio, ele se expande, esfria e condensa formando nuvens onde é muito tendenciosa a precipitação. O primeiro sinal de uma típica frente quente em aproximação é a presença de nebulosidade com nuvens ¨ CIRRUS ¨ ( Ci ). Quando se nota a presença de nuvens deste tipo, em pouco tempo, podemos afirmar que haverá mudanças.

64 N U V E N S As nuvens se formam pela condensação do vapor d'água do ar atmosférico na troposfera acima da superfície do solo. A condensação se dá quando o ar atmosférico torna-se saturado e consequentemente pela redução adiabática da temperatura.

65 Quando uma massa de ar úmido com temperatura de 26ºC se torna saturado quando a temperatura cair para 19ºC. Essa massa de ar sendo forçada a se elevar na atmosfera, evidencia-se esse efeito. Na medida em essa massa que se eleva o ar se resfria adiabaticamente, se saturando ao atingir o nível altimétrico local de 700 m.

66 Desse nível então inicia-se a formação de uma nuvem (flocos) continuando então daí a crescer. Se a massa de ar continuar a se elevar, mais vapor d'água irá passar para o estado líquido.

67 Formada então a nuvem, ela tende a se evoluir, crescendo cada vez mais, ou até mesmo se dissipar. A dissipação da nuvem é resultado da evaporação das gotículas d'água que a compõem, ativada pelo aumento da temperatura da mistura do ar pela proximidade de outra massa de ar adjacente mais quente, e também pelo aquecimento adiabático ou, ainda em razão da mistura com uma massa de ar seco.

68 Uma nuvem pode surgir quando uma massa de ar é forçada a deslocar-se para cima devido ao relevo do terreno. Essas nuvens, conhecidas como nuvens orográficas" também resultam da condensação do vapor d'água devido ao resfriamento adiabático do ar. Fonte:

69 Após o estágio da formação das nuvens estas podem ser transportadas pela ação do vento, gerando correntes de ar ascendentes ou descendentes. Quando a nuvem é forçada a se elevar e, devido ao resfriamento, as gotículas d'água sofrem até congelamentos de forma total e ou parcial. Quando a nuvem se dissipa pela evaporação das gotículas d'água, é con- sequência da ação descendente.

70 Portanto, as nuvens podem se consti- tuem de gotículas d'água e cristais de gelo ou,até exclusivamente por cristais de gelo em suspensão no ar úmido. Então a constituição da nuvem depende da temperatura própria, e da altura onde a nuvem se localiza.

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72 NUVENS CIRRUSFORMES CIRROS CUMULOS CÉU ENCARNEIRADO CIRROS FIBRATUS HALO CIRROS FIBRATUS RABO DE ÉGUA CIRROS STRATUS CAMADAS

73 Estas nuvens se formam à 1000 quilômetros ou até mais adiante de uma frente quente. As nuvens cirrus então se graduam em nuvens cirrostratus (Cs) e altostratus (As). Perto de 300 quilômetros adiante da frente, nuvens do tipo stratus (St) e nimbostratus (Ns) aparecem e começam as precipitações em forma de (neve, chuva ou garoa).

74 A precipitações associadas com uma frente quente antecede a posição na superfície da frente. Algumas precipitações que ocorrem no ar mais frio logo abaixo dessas nuvens se evaporam. O ar atmosférico abaixo da base das nuvens se saturam rápidamente e dão origem a nuvens denominadas stratus.

75 Estas nuvens crescem rapidamente para baixo e podem causar problemas para as as navegações aéreas pequenas que requerem especial atenção. Ás vezes os pilotos experimentam uma boa visibilidade em breve tempo, e logo mais adiante um nevoeiro frontal exigindo certos cuidados especiais, como o controle defensivo de pilotagem.

76 Assim, a navegação aérea próximo de uma frente quente em atividade é muito perigoso. Devido aos movimentos lentos e as inclinações baixas, as frentes quentes geralmente causam precipitações leves a moderadas sobre uma vasta área por um longo período. Assim sendo, a pilotagem aérea tem uma série de surpresas.

77 As frentes quentes portanto, às vezes estão associadas às nuvens denominadas cúmulonimbus e com trovoadas quando o ar quente ascendido assumem uma grande instabilidade com temperaturas nas duas faces contrastando de forma repentina. Assim sendo, as nuvens cirros são geralmente sucedidas de nuvens do tipo cirrocumulus (Cc).

78 Uma frente quente associada com massa de ar seco às vezes passam sem ser notado na superfície. Quando uma frente quente ultrapassa, a temperatura e a umidade, tendem a elevar a pressão atmosférica, e consequentemente, os ventos mudam de direção gradualmente para o lado quente. Este efeito é conhecido, e pode ser denominado como sucção atmosférica, o que é muito tendencioso a vendavais.

79 As mudanças de tempo meteorológico devido a passagem de uma frente quente são menos pronunciada quanto a passagem de uma frente fria. As precipitações cessam e o ambiente se apresenta claro ou aberto de forma predominante após a passagem uma frente. Assim sendo, logo após a passagem da frente quente, o tempo fica bom.

80 A umidade e a estabilidade da massa de ar quente básicamente determinam o período de tempo requerido para o retorno e predomínio de um firmamento claro. A massa de ar quente ocasiona às vezes algumas condições e tendências para o nevoeiro.

81 S I N O P S E F R O N T A L M A S S A D E A R É importante lembrar que ela carrega ou arrasta consigo todas as características de sua região de origem. Quando de origem polar, normalmente é muito fria. Se de origem tropical, é bastante quente.

82 F R E N T E F R I A É uma faixa de transitória, que separa duas massas de ar com características meteorológicas diferentes, onde nor- Malmente vem acompanhada de chuvas e descargas elétricas atmosféricas.

83 SINOPSE TERMAL Quando a temperatura máxima de um determinado dia for de 35º C e ocor- rer a entrada de uma frente fria, nem sempre, significa que na retaguar- da teremos a predominância de ar frio.

84 Assim, poderá ocorrer precipitações e a temperatura cair apenas 5º C, registrando, a máxima do dia seguinte com 30º C. Assim, momentaneamente refrescará um pouco, mas o tempo ainda permanecerá bastante quente.

85 A B R A N G Ê N C I A A zona frontal, carregada de nuvens, chuvas, ventos e trovoadas, predomina a superfície, numa largura de cerca de 100 km. A nebulosidade associada a ela pode ter cerca de 300 km de largura;

86 P Ó S F R O N T A L Após o domínio da frente fria, na retaguarda, as condições do tempo meteorológico torna se ameno, e a pressão atmosférica diminui de forma lenta. Há a aparição do Sol de forma um pouco tímida porém entre espessas nuvens do tipo nimbos-estratos, que vão se tornando em estratos-cúmulos, e aos poucos, há a aparição do céu.

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88 FRONTOGÊNESE NUVENS CIRROS ESTRATO CÚMULOS

89 AR FRIO FRIO AR QUENTE PERCEBE-SE RAJADAS DE VENTOS MÉDIOS NO SENTIDO OPOSTO M A S S A S D E A R CHUVAS FRENTE FRIA

90 REPRESENTAÇÃO DE UMA FRENTE ESTACIONÁRIA

91 FRENTES ESTACIONÁRIAS É uma frente semi estacionária onde o fluxo de ar em ambos os lados da frente não se dirigem para a massa de ar fria ou para a massa de ar quente, mas é paralelo à linha da frente, fica canalizada ou presa entre massas de ar frias.É uma frente semi estacionária onde o fluxo de ar em ambos os lados da frente não se dirigem para a massa de ar fria ou para a massa de ar quente, mas é paralelo à linha da frente, fica canalizada ou presa entre massas de ar frias. Formam-se quando uma frente que estava avançando se retarda ou pára sobre uma região, ocasionando chuvas,a qualquer hora, de forma intermitente e de média a baixa intensidade, denomina-se nos meios meteorológicos comoAGUACEIRO.Formam-se quando uma frente que estava avançando se retarda ou pára sobre uma região, ocasionando chuvas,a qualquer hora, de forma intermitente e de média a baixa intensidade, denomina-se nos meios meteorológicos comoAGUACEIRO.

92 FRENTES ESTACIONÁRIAS É representada em CARTAS CINÓTICAS por uma linha com triângulos estendidos para o ar mais quente baixa pressão atmosférica de um lado e semi-círculos estendidos para o ar mais frio alta pressão atmosférica no outro, por convenção da ¨ OMM ¨.É representada em CARTAS CINÓTICAS por uma linha com triângulos estendidos para o ar mais quente baixa pressão atmosférica de um lado e semi-círculos estendidos para o ar mais frio alta pressão atmosférica no outro, por convenção da ¨ OMM ¨. Observam-se mudanças na temperatura e na direção dos ventos, diagnosticáveis quando um observador atravessa de um lado para o outro da frente, isto é, instáveis, com algumas descargas elétricas, com nuvens cúmulos, estratus e até neblinas.Observam-se mudanças na temperatura e na direção dos ventos, diagnosticáveis quando um observador atravessa de um lado para o outro da frente, isto é, instáveis, com algumas descargas elétricas, com nuvens cúmulos, estratus e até neblinas. É muito comum, acontecer na nossa região ( S.P.) de Outubro à Maio, principalmente entre o Verão, pemanecendo por tres a quatro dias, atingindo até a regiões físicas.É muito comum, acontecer na nossa região ( S.P.) de Outubro à Maio, principalmente entre o Verão, pemanecendo por tres a quatro dias, atingindo até a regiões físicas.

93 FRENTES ESTACIONÁRIAS As frentes estacionárias sempre predominam sobre uma região, e dissipam-se lentamente. A frente pode ativar seu movimento se os ventos nos níveis mais altos mudarem de direção, no sentido perpendicular à frente. Uma frente estacionária pode tornar-se em uma frente fria ou uma frente quente dependendo que massa de ar Uma frente estacionária pode tornar-se em uma frente fria ou uma frente quente dependendo que massa de ar

94 Quando a massa de ar frio avança, fazendo o ar quente recuar, trata-se de uma frente fria. Como a massa de ar frio é mais densa, pois o ar frio é mais pesado, ela obriga o ar quente a subir, provocando a formação de nuvens.

95 FRENTES ESTACIONÁRIAS É muito comum a ocorrência de frentes estacionárias nas estações transitórias ou sejam na primavera e no outono. Ocorrem na com maior frequência a partir de meados da primavera antecedendo as frentes frias que ainda entram vindas da região Sul e Sudoeste do Brasil. Quando estes eventos ocorrem, são precedidos de rajadas de ventos de média a alta intensidade, com descargas elétricas, e chuvas com pluviosidade variável de média a alta. Na dissipação, ocorrem ainda queda na temperatura, e persistem com nebulosidades por alguns dias. Estas ocorrências, servem como motriz da reposição da água no solo, importantíssimo ambientalmente, caracterizando o revegetatividade das plantas.

96 FRENTES ESTACIONÁRIAS Se ambas as massas de ar ao longo de uma frente estacionária são secas, pode existir céu claro, com poucas nuvens, e nuvens estratiformes sem a ocorrência de precipitação. Quando ar úmido e quente em forma de corrente atingir o ar frio das camadas atmosféricas mais altas, a nebulosidade aumenta e ocasionam precipitações leves vindo abranger uma vasta superfície (acima de 60 km). CICLONES que se formam ao longo de uma frente estacionária podem despejar grandes quantidades de precipitações fortes, precedidas de ventos médios a fortes, causando enchentes ao longo da frente.

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