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BOM DIA!. AVALIAÇÃO A avaliação é um tema muito complexo. Constantemente fazemos julgamento de valor e avaliamos alguém ou algum fenômeno. Uma avaliação,

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Apresentação em tema: "BOM DIA!. AVALIAÇÃO A avaliação é um tema muito complexo. Constantemente fazemos julgamento de valor e avaliamos alguém ou algum fenômeno. Uma avaliação,"— Transcrição da apresentação:

1 BOM DIA!

2 AVALIAÇÃO

3 A avaliação é um tema muito complexo. Constantemente fazemos julgamento de valor e avaliamos alguém ou algum fenômeno. Uma avaliação, por mais simples que seja como, por exemplo o tipo e a cor da roupa que se pretende usar, implica julgar alguma coisa, a partir de valores pessoais para tomar uma decisão Maia, A.C.B. (1996)

4 Avaliação: Liberal conservadora e social democrática conservadora: Avaliação fragmentada Tecnicista: prioriza os meios técnicos, o FAZER - Importância as medida – aspectos quantificáveis - Periodicidade

5 Transformadora: avaliação antiautoritária – prioriza consciência política Libertária: autogestão, compreende a realidade, dando prioridade à avaliação como instrumento transformador - Aspectos qualitativos - Finalidade diagnóstica, voltada para o levantamento das dificuldades dos alunos - Visa: reformulação de procedimentos técnicos/didáticos - Processo contínuo e paralelo ao processo de ensino-aprendizagem e terapêutico - Permanente - Periodicidade apenas nos registros das dificuldades e avanços do aluno

6 SOCIALAFETIVO BIOLÓGICO COGNITIVA AVALIAÇÃO

7 É necessário avaliar: Avaliação motora Características do ambiente Posicionamento e transferências Mobiliário Comunicação Recursos Habilidades, cognitivo e/ou pedagógico

8 Avaliação motora Diagnóstico: PC 1. Identificação das habilidades e dificuldades do aluno no ambiente. a) Características do aluno: SENSÓRIO-MOTORAS: Tônus Hipertônico Hipertonia membro inferior adutora e extensora e do membro superior flexora do cotovelo e punho. Reflexo cutâneo plantar: presente preensão plantar: ausente preensão palmar: ausente moro: presente - ausente procura e sucção: presente - ausente marcha automática: presente - ausente RTCA: ausente RTL: ausente RTCS: ausente Galant: ausente

9 PSICOMOTORAS: Tipo de preensão: preensão unar; preensão do lado para objetos fino (indicador e dedo médio), usa preensão palmar nesse casos Dominância lateral: Ocular: esquerda Auditiva: esquerda Manual: esquerda Imagem corporal: identifica as partes do corpo Noções espaciais: presente ao apontar, mas apresenta dificuldades nos movimentos para realizar atividades que exigem orientação espacial Noções temporais: presente COGNITIVAS:

10 Mobiliário: Mobiquim, ou cadeira e carteira adaptada e de acordo com o tamanho da criança (mesa semi-circular recorte, pé apoiado). Iluminação: A sala de aula é iluminada com claridade natural da janela e energia elétrica com lâmpada fluorescentes florescente Ruído: Não apresenta ruídos que atrapalham o trabalho em sala e a utilização do recurso Ventilação: Quando muito quente é preciso utilizar o ventilador Disposição dos objetos: A sala apresenta um espaço adequado e suficiente para a quantidade de alunos presente em sala e para utilização do recurso. Barreiras arquitetônicas: A escola é adaptada para os alunos com deficiência física, mas o aluno em questão necessita de auxílio para se locomover. Características do ambiente

11 Benefícios do posicionamento adequado Neutralizar o tônus muscular anormal: O sistema de assento de Ian proporciona estabilidade externa por meio do apoio de contato total do corpo, dando-lhe o controle postural que precisa para sentar-se, comer e brincar. É capaz de olhar o ambiente que o rodeia, usar as mãos e expressar-se com menos interferência do tônus muscular. Ampliar as funções do corpo: A postura ereta sentada segura e estável com bom controle da cabeça ajuda Ian a ficar alerta, facilitando o aprendizado. A respiração, a evacuação e a micção ficam ampliadas, minimizando a aspiração e o choque por meio do bom posicionamento da cabeça, do pescoço e do tronco.

12 Aumenta a função: As crianças com paralisia cerebral e outras incapacidades neuromotoras com freqüência gastam muita energia só para permanecer estáveis no assento. Quando está firmemente segura à superfície do assento, tem menos dificuldade para manter o controle do tronco e é capaz de usar as mãos com mais facilidade, porque não precisa delas para a estabilidade. Evita anormalidades músculo-esqueléticas Evita úlceras Promove conforto

13 Diminui o cansaço: Com um sistema de assento ajustado e próprio no carrinho, Ian tem mais energia para gastar nas atividades diárias e para brincar do que colocar sua já limitada energia em manter-se ereto e equilibrado na cadei ra. Facilita o desenvolvimento normal Facilita a função máxima com patologia mínima: A postura ereta estável, o equipamento de posicionamento permite que a pessoa tenha acesso ao ambiente, conforme vai crescendo e realizando tipos de movimento, estratégias de comunicação e orientação visual o mais normais possível. Pode aprender a ter funcionalidade máxima dentro de sua capacidade, sem desenvolver tantas contraturas, padrões de movimento anormais ou a olhares enviesados. A incapacidade subjacente pode não mudar; no entanto, o controle postural ideal ajuda adquirir o uso funcional de seu corpo para realizar as tarefas desejadas e aprender outras maneiras de se comunicar e movimentar nos ambientes em que vive.

14 Figura 1 - Bebê posicionado em decúbito lateral Figura 2 - Posicionamento do bebê em decúbito ventral nunca mantê-lo sentado por períodos prolongados; evitar a posição sentada em buda; utilizar, sempre, mobiliário adequado. Figura 3 - Transporte correto do bebê Figura 4 - Bebê sendo trocado em decúbito ventral

15 TRANSFERÊNCIAS Princípios para o cuidado com as costas ao levantar a pessoa com NEE: Planeje cada elevação ou transferência do início ao fim, antes de começar. Solicite ajuda de outras pessoas quando necessário. Certifique-se de que a criança ajude se for capaz. Explique totalmente a manobra dos parceiros. Certifique-se de que o ambiente esteja livre de obstáculos. O chão deve ser liso e seco, o equipamento (cadeira de rodas, mesa inclinada, suporte ortostático, cama etc.) deve estar perto da criança, e o equipamento deve estar travado e seguro. Movimente sempre a partir de uma base de apoio estável. Seus pés devem ficar separados na largura do ombro, bem planos no chão e não deve haver nenhum obstáculo. Mantenha a pessoa perto de você quando a levantar. Mantenha as costas retas e use as pernas para levantar. Mova-se com suavidade, sem movimentos bruscos durante a elevação. Nunca torça o corpo. Se precisar virar-se, dê pequenos passos para girar o corpo. Certifique-se de que a criança e o equipamento estejam seguros antes da transferência. Os cintos pélvicos devem ser apertados, o equipamento travado e a criança deve estar confortável.

16 Cintos e faixas de posicionamento. O cinto mais importante e o de posicionamento pélvico. Impede que a criança caia da cadeira e mantém a pelve em posição neutra e em alinhamento. O cinto pélvico atua mais ou menos como os cordões de um sapato, que mantém seus pés seguros dentro deles. E importante que o cinto pélvico seja colocado corretamente, para que não impeça a mobilidade pélvica e os desvios de peso. Se for colocado muito alto, pode bloquear a pelve, fazendo com que ela se incline mais posteriormente, deslizando a criança para baixo e para fora da cadeira.

17 Faixas de tórax e o ombro, em forma de borboleta ou de X, Podem ser usadas para ajustar o tronco da criança a ficar em contato com o encosto. As faixas de ombro da criança podem ser usadas em combinação com as de tórax, para melhorar a posição da cabeça e do pescoço, mantendo os ombros para baixo e evitando que rolem para a frente.

18 Mobiliário

19

20 Bandejas ou pranchas. Esses apoios anteriores permitem o posicionamento adequado dos membros superiores, assim como constituem uma superfície sobre a qual a criança pode comer, brincar ou trabalhar. As pranchas também proporcionam apoio anterior ao tronco.

21 Ajuda ainda a melhorar a capacidade funcional da criança, permitindo que ela olhe o seu redor, fale ou use as mãos para realizar atividades. O sistema de apoio postural deve possibilitar a acomodação para o crescimento e para as mudanças funcionais da criança. É preciso considerar a função do equipamento em determinado ambiente, como passagem em portas ou montar e demonstrar para entrar no carro.

22 Comunicação Prancha construído com os símbolos PCS (Picture Symbols Communication)

23 LIBRAS Gotalk - Comunicador de voz gravada da empresa Attainment Company

24 Recursos

25 Compra, adaptação ou fabricação de equipamento para posicionamento: como decidir BenefíciosDificuldadesUtilize este método se você: Equipamento disponível no comércio Durável. Assistência técnica quando há defeitos ou problemas. Foi cuidadosamente estudado por muitos profissionais de modelagem. Pode ser adquirido por meio do seguro de saúde ou com financiamento da terça parte. Caro. Pesado. Muito grande. Pode ser mais complicado que o necessário. Normalmente demora muito para se obter por causa da espera de fundos. Obtiver cobertura do seguro de saúde. Precisar de características especiais no dispositivo. Não tiver tempo para adaptar ou fabricar o dispositivo. Não tiver habilidades para adaptar ou fabricar o dispositivo.

26 Características básicas da pessoas com necessidades educacionais especiais e implicações pedagógicas Alguns dos problemas que podem se manifestar nos alunos com NEE referem-se no desenvolvimento da atenção, da concentração, da percepção, da aritmética, das habilidades sociais e do auto-conceito Segundo Telford & Sawrey (1984) Distúrbios de aprendizagem relativos ao desenvolvimento Distúrbios de aprendizagem acadêmica

27 Distúrbios do desenvolvimento + Distúrbios acadêmicos Problemas de leitura Problemas de aritmética Problemas de escrita Alteração no comportamento

28 Algumas sugestões para identificar dificuldades de aprendizagem de um uma pessoa com NEE: Consegue manter atenção a estímulos orais e visuais? Se distrai com muita facilidade? É perseverante frete à dificuldade ou o fracasso inicial? Consegue discriminar entre duas gravuras ou objetos (discriminação visual) ou entre duas palavras ou sons (discriminação auditiva) ou entre dois objetos tocados ou sentidos (discriminação tátil)? Se orienta no espaço?ele discrimina a direita e e a esquerda? Consegue imediatamente lembra-se daquilo que ouviu, viu ou sentiu? Consegue imitar o professor oralmente ou por meio de gestos? Ele consegue fazer mímica? Como está sua coordenação visual e motora do aluno? Necessita de LIBRAS, Comunicação alternativa, recursos como braile, recursos adaptados?

29 Porque e para que avaliar? Quem avalia? Quem é avaliado? O que avaliar? Com que avaliar? Quando avaliar? AVALIAÇÃO

30 AVALIAÇÃO ENQUANTO DIAGNÓSTICO DO PROCESSO ENSINO/APRENDIZAGEM (terapêutico e sala de aula) Trabalhar com avaliação é importante, no sentido de que a entendemos vinculada a uma prática educacional necessária para que se saiba: Como se está, enquanto aluno, terapeuta, professor e equipe multidisciplinar, conjunto da Escola; O que conseguiu avançar; Como se vai vencer o que não foi superado; E como essa prática será mobilizadora para os alunos, os professores, profissionais da equipe e para os pais

31 AVALIAÇÃO: uma prática que deve envolver 1)observação dos alunos em todas as atividades educacionais, dentro e fora da sala de aula e/ou dentro da clínica 2) registro das observações 3) análise dos produtos apresentados pelos alunos nas diversas tarefas escolares e/ou atividades propostas nas terapias

32 Avaliação crítica: análise e verificação do processo, aprender a ouvir, dialogar e trabalhar possibilitando ações individuais e coletivas ao mesmo tempo Avaliação diagnóstica: facilitar a percepção dos atos e situações, para que se tenha condições de encontrar o caminho para obter melhores resultados

33 AVALIAÇÃO global e de processo Incluir o ato de planejar e de executar Contribuir para a sua construção e reconstrução Identificar alternativas político-sociais e a seleção de meios Facilitar a transparência da auto-avaliação

34 Quando avaliar? A avaliação não deve ser restrita ao momento escolhido para este fim; A avaliação deve ser uma prática contínua, observando, registrando e analisando o aluno em todos os espaços de aprendizagem.

35 Modelo de avaliação para pessoas com NEE Avaliação preliminar: considerar adaptações curriculares e mudanças ambientais Avaliação compreensiva: determinação das áreas fortes e fracas da criança: elaboração do Plano de Ensino Individualizado (PEI) Elaboração do Programa de Intervenção Individualizado PII, Reavaliação do aluno Nível I Nível II Nível III Identificação Avaliação Intervenção

36 AVALIAÇÃO: adaptações curriculares significativas (BRASIL, 1999) Introdução de critérios específicos de avaliação Eliminação de critérios gerais de avaliação Adaptações de critérios regulares de avaliação Modificações dos critérios de promoção

37 Com o que avaliar? Com procedimentos e instrumentos de avaliação contextualizados e que levem em conta as diferenças individuais do aluno.

38 Avaliações Formais Avaliações Informais Avaliações Formais : Testes padronizados com procedimentos de aplicação, critérios definidos que devem ser seguidos. Avaliações Informais: Qualquer procedimento de avaliação criados e utilizados permitindo o máximo de adaptações em sua aplicação, conteúdo, materiais e critérios de pontuação segundo a necessidade particular de cada avaliação, de cada aluno.

39 TIPOS DE AVALIAÇÃO Observação Avaliação baseada no currículo Análise de amostras de produtos Análise de tarefas Inventários Ensino diagnóstico Lista de verificação (checklists) e escalas ordinais ou gradativas Entrevistas e questionários

40 No decorrer do processo educativo deverá ser realizada uma avaliação que apresentam todas as necessidades educacionais especiais, objetivando identificar barreiras que estejam impedindo ou dificultando o processo educativo em suas múltiplas dimensões (BRASIL, p. 33 e 34) Diretrizes Nacionais para Educação Especial na Educação Básica

41 AVALIAÇÃO: OBSERVAÇAO DE DESEMPENHO

42 INTERVENÇÃO + MEDIAÇÃO= adquirir novas capacidades motoras e mobilizar o seu potencial para fazer novas descobertas e estabelecer relações que levem à compreensão do seu meio ambiente Construir relações espaço-temporais = inserir-se a si mesma e aos objetos no espaço, construir relações como: ao lado de, em frente de, em cima de, longe, perto; entender as seqüências temporais, como ontem, hoje, amanhã, antes, depois Frente a uma criança de que não fala e não age sozinha devido às lesões em seu sistema nervoso central, temos, muitas vezes, grandes dificuldades para estabelecer o quanto esta criança já formou seus sistemas de significações e estabeleceu relações ETC (Espaço-Tempo-Causalidade) Necessidade de Observação de Desempenho dirigida

43 OBSERVAÇÃO : estudo do aluno no seu ambiente de aprendizagem, durante um determinado período de tempo, com a finalidade de descrever padrões do seu comportamento.

44 AVALIACÃO DE OBSERVAÇÃO DE DESEMPENHO DURAÇÃO: não existe um tempo de duração predeterminado para observação SITUAÇÃO: Modelo de interação – ambiente adequado ESCOLHA DO MATERIAL: adequado a faixa- etária (adaptação de acordo com a necessidade)

45 AVALIAÇÃO BASEADA NO CURRÍCULO estabelece as necessidades educativas do aluno em relação aos requisitos do currículo usado, ou seja, as aptidões (capacidades) da criança são comparadas com aquelas requeridas pelo currículo Aprendizagens básicas universais: Funções superiores humanas (psicomotora, perceptiva, afetivo-emocional e lógica) Aprendizagens básicas Culturais: aquisição das técnicas da nossa cultura (leitura, escrita, cálculo, raciocínio)

46 ANÁLISE DE AMOSTRAS DE PRODUTOS usa-se para determinar as respostas corretas e incorretas dadas pelo aluno. Permite estudar o padrão de erro quanto ao tipo e freqüência de sucessos e insucessos.

47 LEVANTAMENTO DE DADOS - MOTIVADORES MOTIVADORES PARA SEU FILHO: Reforçadores Manipulativos: passear de carro andar de trem/metrô andar de velocípede/bicicleta andar a cavalo passear na cadeira de rodas andar de ônibus ir no playcenter ir ao cinema ir ao teatro assistir tv ouvir discos jogar bola brincar com jogos de armar brincar com carrinhos, caminhõezinhos, etc. fazer quebra-cabeças desenhar colorir ou pintar recortar colar ouvir caixa de música nadar balançar (balanço e/ou gangorra) escorregar tomar banho (de esguicho/banheira) folhear ou ler livros e revistas brincar na água acender e apagar a luz tocar instrumentos musicais pular corda passear a pé ajudar a colocar a mesa brincar com brinquedos elétricos (com luzes, etc) Complete:___________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________________________________________ ______________________________________________________________

48 REFORÇADORES SOCIAIS: elogio (ex. legal, jóia, maravilhoso, incrível, etc. ) beijos abraços tapinhas ou festinhas na cabeça ou corpo pegar no colo sorrisos bater palmas contar estórias contar músicas dançar fazer caretas engraçadas levantar o polegar indicando positivo balançar jogar para cima correr atrás (de brincadeira) fazer ( um pouco ) de cócegas brincar ou jogar com adultos brincar ou jogar com crianças prestar atenção quando a criança fala olhar acariciar dar uma piscada brincar de roda Complete_______________________________________________________________________________________

49 ANÁLISE DE TAREFAS permite identificar os componentes principais de uma tarefa e organizá-las numa seqüência educativa apropriada.

50 IVENTÁRIOS permitem examinar o comportamento do aluno com um determinado nível de sucesso (critério). Podem ser desenvolvidos pelo professor e os resultados são expressos em termos de capacidades atingidas, tendo em conta um determinado nível de proficiência.

51 ENTREVISTAS E QUESTIONÁRIOS destinam-se à recolha de informação que é difícil de obter por outros meios. Geralmente efetuam-se a pais ou àqueles que conhecem bem o aluno.

52 IVENTÁRIO PORTAGE QUESTIONÁRIO PRELIMINAR* *Questionário elaborado pela Profa. Ana Lúcia Rossito Aielo - UFSCAR I – Identificação 1- Nome da cç : Sexo: Data de Nascimento:Natural de:Cor: Endereço:Fone: Bairro:Cidade:Cep: 2- Nome do PaiCor: Data de Nascimento:Natural de: Nível de Instrução : Profissão: Endereço profissional: Sálario:Nível Sócio-econômico: Estado civil:Religião: 3- Nome da Mãe:Cor: Data de Nascimento:Natural de: Nível de Instrução : Profissão: Endereço profissional: Sálario:Nível Sócio-econômico: Estado civil:Religião:

53 4- Número de: Filhos : Pessoas que vivem na mesma casa: Pessoas que trabalham: Pessoas que estudam:Escola Pública ( ) Particular( ) Renda familiar: Quem trabalha: O que faz: Quanto ganha: Quanto contribui para renda familiar: 5- Habitação : 6- Alimentação: Média mensal gasta com alimentação: Qual o alimento mais consumido: Alimentos preferidos da cç: 7- Saúde: O que a mãe faz quando a cç fica doente? Se a doença persiste onde leva: ( ) Médico particular ( ) Médico de instituição ( ) Posto de saúde ( ) Farmácia( ) Outros A que médicos leva:

54 8- Hábitos Sociais: Quantas horas trabalha: PaiMãe Filhos O que a família costuma fazer em dias de folga: 9- Motivo do treinamento: Qual o problema da cç? Como a senhora percebeu que seu filho tinha problemas: Que idade tinha a cç? Que coisas foram feitas ao se identificar o problema ? Como a senhora conta para os outros o que a cç tem? Como a família encara o problema da cç? Há ou houve pessoas com o mesmo problema na família? Há ou houve pessoas com outros problemas na família: ( epilepsia, debilidade mental, alcoolismo): ( ) sim ( ) não Qual: Grau de parentesco: Há pessoas nervosas na família? A cç teve ou tem convulsões: com que idade: A cç já teve problemas de saúde sério: qual? A cç já sofreu acidente? Qual? A cç toma algum medicamento atualmente : ( ) sim ( ) não Qual? Dosagem horário motivo 10: ROTINA

55 LEVANTAMENTO DE DADOS DA ROTINA Família nº: __________________ Criança:___________________________________ Mediador:_____________________________________ __________________________ I ROTINA Onde a criança dorme? Com quem? Tem cama própria? A que horas a criança acorde? Com que estado de humor a criança acorda? Qual o adulto que primeiro atende a criança quando ela acorda? Como o adulto fica sabendo que a criança acordou? O que a criança faz logo depois que acorda? Quem prepara o café da criança? O que a criança come e bebe no café?

56 A : ALIMENTAÇÃO B: HIGIENE C- BANHO D: SONO II- ESCOLA A cç vai a escola? Se sim a que horas sai de casa? Como vai a escola? Quem leva a cç até a escola ou ponto de ônibus? A que horas a cç volta da escola? Com que estado de humor volta? Quem vai buscar a cç na escola ou ponto de ônibus? Se ocorrem problemas na escola quem vai conversar com os professores, Nas reuniões de pais, festinhas da escola, quem vai? III- CUIDADOS MÉDICOS Que doenças a cç tem mais frequentemente ? Onde levam a cç nestes casos? Quem leva? Que médicos atendem mais frequentemente a cç? Dr.Especialidade Quem fica responsável por dar remédios a cç?

57 IV: INTERAÇÕES SOCIAIS BRINQUEDOS 1 - Que brinquedos a criança tem? 2- Que brinquedos ela gosta mais? 3- O que a criança gosta mais de fazer nas horas de lazer? 4- Tem brincadeiras que o adulto não permite que a criança faça? 5- Quem ensina brincadeiras a criança? 6- Onde a criança brinca? De que ela brinca? Com quem ela brinca? 7- Brinca com os irmãos? Como brinca? 8- Briga com os irmãos? Se sim, em que ocasiões? Por quê? 9- O que o adulto faz quando a criança briga? A criança acompanha adultos: compras: como se comporta? igreja: como se comporta? visitas: como se comporta? festas de aniversários: como se comporta? passeios: como se comporta? Comentários: 10- Agenda semanal da criança Seg feriaTerça feiraQuarta feriaQuinta feiraSexta FeiraSábadoDomingo Manhã Tarde Noite

58 LISTA DE VERIFICAÇÃO (CHECKLISTS) E ESCALAS ORDINAIS OU GRADATIVAS: permitem a recolha de informação numa variedade de situações mais ou menos estruturadas. São uma boa fonte de informação para fins educacionais.

59 (...)A avaliação não existe por si. Mas para a atividade a qual serve(...) Luckesi, 1996.

60 ATÉ MAIS! Muito obrigada! Prof. Walkiria


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