A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

MBA em Gestão Empresarial Gerência de Vendas e Distribuição: Canais de Distribuição e Logística UNISALESIANO – CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "MBA em Gestão Empresarial Gerência de Vendas e Distribuição: Canais de Distribuição e Logística UNISALESIANO – CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO."— Transcrição da apresentação:

1 MBA em Gestão Empresarial Gerência de Vendas e Distribuição: Canais de Distribuição e Logística
UNISALESIANO – CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO AUXILIUM DE LINS – SP Prof. Douglas Fernandes Aulas de 24 e 25 de Setembro

2 Prof. Ms.Douglas Fernandes
CANAL DE SUPRIMENTOS Objetivo: Satisfazer às necessidades de sistemas de operação (produção, atendimento, etc); Principais Tarefas: Inicialização e transmissão dos pedidos de compra; Transporte dos carregamentos até o local da fábrica; Manutenção dos estoques na planta; Direto Escalonado Prof. Ms.Douglas Fernandes

3 Canais de distribuição de consumo
Fabricante Consumidor Canal 1 Fabricante Consumidor Canal 2 Varejista Fabricante Consumidor Canal 3 Atacadista Varejista Atraves-sador Consumidor Canal 4 Fabricante Atacadista Varejista Prof. Ms.Douglas Fernandes

4 Estruturas de apoio à distribuição
Envolve definir: Produto (bem durável/não durável) Política de atendimento ao cliente Canal de distribuição (direto/escalonado) Política de estoque Política de transporte Política de produção Prof. Ms.Douglas Fernandes

5 Estruturas de apoio à distribuição
Centro de distribuição Objetivo: proporcionar rápido atendimento Cross-docking Transit point Prof. Ms.Douglas Fernandes

6 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO - CD
Cliente 1 Longas distâncias Cliente 2 Depósito Central Centro de Distribuição Grandes qtdes. Cliente 3 Prof. Ms.Douglas Fernandes

7 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Cross-docking Prof. Ms.Douglas Fernandes

8 Prof. Ms.Douglas Fernandes
ESTUDO DE CASO: NETUNO Atua no setor de pescados Beneficiamento Comercialização Distribuição Matriz em Recife-PE Possui 11 indústrias processadoras, em 10 estados 4 Centros de Distribuição Frigorificados 3 fazendas para cultivo de camarão 3 laboratórios de larvicultura Prof. Ms.Douglas Fernandes

9 A cadeia logística do peixe congelado
MERCADO EXTERNO FORNECEDORES NETUNO – Filial PA FORNECEDORES NETUNO – Filial MA CD Netuno Matriz-PE FORNECEDORES NETUNO – Filial RN MERCADO INTERNO FORNECEDORES NETUNO – Filial SP CD Filial Curados-PE FORNECEDORES NETUNO – Filial RS Netuno Terceirizados Prof. Ms.Douglas Fernandes

10 Fluxo de informações na cadeia de suprimentos
Segundo O’Brien (2002) a abordagem do gerenciamento de bancos de dados envolve: Atualização e manutenção de bancos de dados. Fornecimento de informações requisitadas. Segmentar dados de forma a facilitar a reunião de dados e informações necessárias para a tomada de decisão. Prof. Ms.Douglas Fernandes

11 Gestão do Conhecimento
Terra (2005) “considera que a Gestão do Conhecimento é organizar as políticas, processos gerenciais e tecnológicos para uma melhor identificação, validação, disseminação, compartilhamento e uso dos conhecimentos estratégicos para gerar resultados econômicos para a empresa e benefícios para os colaboradores.” Prof. Ms.Douglas Fernandes

12 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Empresa de Mercado Inteligente Marketing-Intelligent Enterprise (Brown, 2000) Uso estratégico da informação de cliente e prospect. Foco transacional. Uso operacional da informação. Gerenciamento estratégico de canais. Tecnologia para novas oportunidades de negócios. Abordagem ampla da organização. Prof. Ms.Douglas Fernandes

13 Avaliação de desempenho
25/03/2017 Avaliação de desempenho Definição dos fatores que são críticos para o alcance das metas. Identificação da relação causa-efeito. Concepção de medidas que monitorem os processos Prof. Ms.Douglas Fernandes

14 EXEMPLOS DE PROCESSOS LOGÍSTICOS NA ÁREA DE DISTRIBUIÇÃO
Prof. Ms.Douglas Fernandes

15 Prof. Ms.Douglas Fernandes

16 Prof. Ms.Douglas Fernandes

17 Prof. Ms.Douglas Fernandes

18 Prof. Ms.Douglas Fernandes

19 Prof. Ms.Douglas Fernandes

20 Prof. Ms.Douglas Fernandes

21 Prof. Ms.Douglas Fernandes

22 Prof. Ms.Douglas Fernandes

23 Vista de uma área de picking automatizada
Prof. Ms.Douglas Fernandes

24 VISTA DE UMA ÁREA DE EXPEDIÇÃO
Prof. Ms.Douglas Fernandes

25 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Armazém vertical – estrutura porta paletes capacidade para paletes Prof. Ms.Douglas Fernandes

26 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Estrutura automatizada para transporte de paletes da área de armazenagem para linha de produção – eletromonovias Prof. Ms.Douglas Fernandes

27 Prof. Ms.Douglas Fernandes

28 Prof. Ms.Douglas Fernandes

29 Prof. Ms.Douglas Fernandes

30 Prof. Ms.Douglas Fernandes

31 PERSPECTIVAS DO BSC – Balanced Scorecard
FINANÇAS (perspectiva dos acionistas) DIMENSÕES DO BALANCED SCORECARD MERCADO (perspectiva da demanda) PROCESSOS INTERNOS (perspectiva da oferta) INOVAÇÃO (perspectiva do aprendizado) Prof. Ms.Douglas Fernandes

32 Perspectivas do BSC voltados a Logística
PESPECTIVA INDICADORES GENÉRICOS DA LOGÍSTICA Financeira capital de giro (R$) receita líquida realizada (R$) custo logístico total (%) Mercadológica índice de atendimento (Nível de serviço)% pedido perfeito participação no mercado pontualidade nível de satisfação (nº reclamações) Processos Internos acuracidade de saldos (%) produtividade (resultados/recursos) cobertura média global (dias) lead-time de reposição pontualidade dos fornecedores (%) acuracidade dos documentos recebidos (%) acuracidade dos documentos gerados (%) Inovação habililades e competências profissionais nº de melhorias implementadas satisfação dos colaboradores faturamento gerado por novos produtos (%) Prof. Ms.Douglas Fernandes

33 NOÇÕES DE GERENCIAMENTO DE ESTOQUES
Prof. Ms.Douglas Fernandes

34 MISSÃO DO GESTOR DE ESTOQUES
ATENDIMENTO de clientes internos e externos PRODUTIVIDADE por meio da administração de materiais, processos, recursos e informações relacionadas. Prof. Ms.Douglas Fernandes

35 DILEMA: Capital de Giro X Nível de Serviço
Capital de Giro: envolve todo o valor monetário investido em materiais, diz respeito ao aspecto econômico-financeiro, ou seja, do ponto de vista dos acionistas. Nível de Serviço (NS): índice de atendimento de pedidos. NS  Solicitações completamente atendidas no prazo / Total de solicitações recebidas no mesmo prazo. Prof. Ms.Douglas Fernandes

36 Prof. Ms.Douglas Fernandes
RSIe ==> Retorno Sobre Investimento em Estoque. gross margin - return on investiment (GM-ROI) Indica a relação entre o resultado obtido em vendas em termo de margem de contribuição bruta (R$) pelo recurso econômico imobilizado em estoque para alcançar este resultado. Prof. Ms.Douglas Fernandes

37 Prof. Ms.Douglas Fernandes
RSIe ==> MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO (R$) / SALDO MÉDIO DO ITEM (R$) EXEMPLO Saldo Médio em Estoque ==>> R$ ,00 Período 12 meses Receita R$ ,42 CMV R$ ,05 60,00% IMPOSTOS R$ ,84 10,00% COMISSÃO R$ ,05 3,00% MC* R$ ,47 27,00% ( * ) margem de contribuição R$ ,47 / 51% ou 3,50% ao mês Este valor pode ser comparado com outros investimentos que a empresa pode realizar, bem como com o custo do capital, subsidiando decisões de dimensionamento de estoques RSIe =====================> Custo Financeiro do Estoque => 2,80% Prof. Ms.Douglas Fernandes

38 Prof. Ms.Douglas Fernandes
PAYBACKe => Período de retorno do capital de giro investido em estoque para criar vendas. Calculado a partir do RSIe, em dias. Paybacke ==>> 365 dias / RSIe Considerando o RSIe calculado anteriormente ==> 51,16% = 0,5116 Paybacke =====>> 365 / 713,48 dias ou 23,78 meses ou 1,98 ano Calcule agora a cobertura considerando o estoque de R$ ,00 utilizado no cálculo do RSIe. Considere ainda que o TR (Tempo de Reposição) seja de 6 dias Vendas no período de 12 meses considerado no RSIe R$ ,42 Venda média no período =====================>> R$ ,37 Cobertura ===> Estoque / Consumo(Vendas) médio R$ ,37 Cobertura para 6,33 meses Prof. Ms.Douglas Fernandes

39 Prof. Ms.Douglas Fernandes
ESTOQUE DE COBERTURA COBERTURA: Demonstra a situação do item, em termos de quantidade disponível naquele momento, sendo estimado em DIAS. INTERPRETAÇÃO: Quanto menor a cobertura significa que menos capital está sendo mantido em estoque o que pode ser positivo caso o nível de serviço esteja preservado, ou seja, não deixe de atender a demanda. Exemplo: Saldo atual do item =500 unidades. Consumo Médio de = 100 unidades/dia. Cobertura instantânea = Saldo atual do item / consumo médio. Cobertura = 500 / 100 = 5 dias de atendimento. E daí? Esta informação deve ser referenciada com o conceito de Tempo de Reposição. Considerando o Tempo de Reposição de 6,5 dias observa-se que o desabastecimento é provável. Prof. Ms.Douglas Fernandes

40 DEFININDO O ORÇAMENTO DE COMPRA
Considerando uma empresa comercial enquadrada no regime de apuração de lucro presumido: Despesa Fixa ===========>> R$ ,00 a Preço de Venda > 100% Comissão ==============>> 3% b CMV =====> 60% Impostos ==============>> 10% c Comissão => Lucro Líquido Desejado ==>> 8% d Impostos ==> Margem aplicada =======>> 40% e=a-b-c-d Lucro Desejado=> Margem Contrib= 19% Pergunta-se: 1. Qual o faturamento necessário para esta empresa? Faturamento ==> Despesa Fixa / Margem Contribuição R$ ,37 Prof. Ms.Douglas Fernandes

41 Prof. Ms.Douglas Fernandes
DRE GERENCIAL R$ % Faturamento ==========>> R$ ,37 ( - ) Impostos ==========>> R$ ,74 10% ( - ) Comissão =========>> R$ ,42 3% ( - ) CMV - Custo da Mercadoria Vendida R$ ,42 60% ( = ) Margem de Contribuição R$ ,79 27% ( - ) Despesas Fixas R$ ,00 19% ( = ) Resultado Operacional R$ ,79 8% Prof. Ms.Douglas Fernandes

42 Prof. Ms.Douglas Fernandes
GIRO DO ESTOQUE Indica a velocidade de renovação dos estoques dentro de um período definido (ano, mês). GIRO = Total de saídas do estoque no período / saldo médio no período INTERPRETAÇÃO: Quanto maior, melhor. Demonstra quantas vezes o estoque foi reposto no período. Um giro de 12 vezes/ano por exemplo, significa que o saldo médio em estoque de um determinado item, que seja de unidades, será reposto 1 vez por mês. Exemplo: Total de saídas do estoque => 5.946,67 Saldo médio do estoque ===> 7.087,33 GIRO = / 0,839056 O estoque girou neste período ======> 0,84 vezes. Prof. Ms.Douglas Fernandes

43 SEGMENTAÇÃO DE ESTOQUES
CLASSIFICAÇÃO PONTO DE VISTA CONTEMPLADO ABC Classificação de valores consumidos Acionista (econômico) XYZ Classificação de criticidade Cliente 123 Classificação de aquisição Fornecedor PQR Classificação de popularidade Processo operacional Prof. Ms.Douglas Fernandes

44 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Classificação ABC Método cujo fundamento é aplicável a quaisquer situações que seja possível estabelecer prioridades. Após ordenados pela importância relativa, as classes da curva ABC são assim definidas: CLASSE A: grupo de itens mais importante que deve ser tratado com atenção especial. Representam até 80% do valor movimentado. CLASSE B: grupo de itens em situação intermediária entre as classes A e C. Representam aproximadamente 15% do valor movimentado. CLASSE C: grupo de itens menos importantes que justificam pouca atenção. Representam no máximo 5% do valor movimentado. Prof. Ms.Douglas Fernandes

45 Técnica de montagem de tabela para classificação ABC
Ordenar o total do consumo por ordem decrescente de valor; Obter o total do consumo acumulado; Determinar as percentagens com relação ao valor total do consumo acumulado; Prof. Ms.Douglas Fernandes

46 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Descrição Consumo no período – R$ aciclovir injetável 790,00 agulha peridural descartável 925,00 ampicilina sulbactam injetável 9.000,00 azul de metileno injetável 98,00 benzina 100ml 78,00 cânula traqueostemia n.8 730,00 cateter de poliuretano p/ punção venosa 7.800,00 cefalotina injetavel 1 g 12.000,00 cetamina injetavel 708,00 cetoconazol creme 69,00 ciprofloxacino comprimido 500 mg 102,00 cloranfericol colirio 71,00 cloreto de sódio 500ml 4.300,00 dexametasona injetável 950,00 fio colágeno cromado 100,00 lâmina de bisturi n.11 800,00 norfloxacina comprimido 87,00 propranolol comprimido 40mg 76,00 seringa descartável 20 ml 5.600,00 sonda uretal 99,00 Prof. Ms.Douglas Fernandes

47 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Descrição Consumo no período Consumo Acumulado cefalotina injetavel 1 g 12.000,00 27,04% A ampicilina sulbactam injetável 9.000,00 21.000,00 47,32% cateter de poliuretano p/ punção venosa 7.800,00 28.800,00 64,89% seringa descartável 20 ml 5.600,00 34.400,00 77,51% cloreto de sódio 500ml 4.300,00 38.700,00 87,20% B dexametasona injetável 950,00 39.650,00 89,34% agulha peridural descartável 925,00 40.575,00 91,42% lâmina de bisturi n.11 800,00 41.375,00 93,22% aciclovir injetável 790,00 42.165,00 95,00% cânula traqueostemia n.8 730,00 42.895,00 96,65% C cetamina injetavel 708,00 43.603,00 98,24% ciprofloxacino comprimido 500 mg 102,00 43.705,00 98,47% fio colágeno cromado 100,00 43.805,00 98,70% sonda uretal 99,00 43.904,00 98,92% azul de metileno injetável 98,00 44.002,00 99,14% norfloxacina comprimido 87,00 44.089,00 99,34% benzina 100ml 78,00 44.167,00 99,51% propranolol comprimido 40mg 76,00 44.243,00 99,68% cloranfericol colirio 71,00 44.314,00 99,84% cetoconazol creme 69,00 44.383,00 100,00% Prof. Ms.Douglas Fernandes

48 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Classificação XYZ Independentemente de fraco consumo, alguns produtos, materiais ou medicamentos, caso venham a faltar, podem prejudicar ou até comprometer um tratamento, tornando o custo da falta mais oneroso do que o custo do investimento em estoque. Materiais X: materiais, produtos ou medicamentos de aplicação não importante, com possibilidade de uso de similar disponível. Materiais Y: materiais de importância média, com ou sem similar na empresa. Materiais Z: materiais de importância vital sem similar na empresa, cuja falta acarreta a paralisação do tratamento. Prof. Ms.Douglas Fernandes

49 Seleção para a classificação de importância operacional
Indagações Classificação Material, Produto ou Medicamento é imprescindível a algum tratamento? Material possui similar? X Y Z SIM NÃO Prof. Ms.Douglas Fernandes

50 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Exemplos ITEM Seringa descartável 20ml Lâmina de bisturi n.11 Stent coronariano Ampicilina sulbactam injetável Azul de metileno injetável Cetoconazol creme CLASSIFICAÇÃO X Y Z Prof. Ms.Douglas Fernandes

51 CLASSIFICAÇÃO DE AQUISIÇÃO (Subjetivo)
CLASSE 1 – complexa: tratam-se dos itens de obtenção difícil, pois envolvem fatores combinados, como riscos quanto a pontualidade, longo tempo de reposição, qualidade,fontes alternativas (cartéis) e sazonalidade. CLASSE 2 – difícil: envolvem alguns poucos fatores complicadores relacionados acima, tornando o processo de obtenção relativamente difícil. CLASSE 3 - fácil: fornecimentos ágeis, rápidos e pontuais, o item é uma commodity, com amplas alternativas a disposição no mercado fornecedor. Prof. Ms.Douglas Fernandes

52 FREQUÊNCIA DE TRANSAÇÕES - Popularidade (PQR)
CLASSE P Muito popular: elevada frequência de movimentação, pelo menos uma transação por dia. CLASSE Q Popularidade média: apresentam uma frequência intermediária, menos do que uma transação por dia, mas pelo menos uma transação por mês. CLASSE R Baixa popularidade: menos do que uma transação por mês ou por semana. Prof. Ms.Douglas Fernandes

53 AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE ESTOQUES
Cada produto, material, medicamento é controlado com base: Estoque máximo (EM) Estoque de segurança (ES) Fator de segurança (K) Estoque real (ER) Estoque virtual (EV) Estoque de cobertura (EC) Nível de reposição (NR) Tempo de ressuprimento (TR) Ponto de ruptura (PR) Quantidade a comprar (QC) Prof. Ms.Douglas Fernandes

54 Tempo de Ressuprimento - TR
Intervalo de tempo compreendido entre a emissão do pedido de compra e o efetivo recebimento, gerando a entrada do material, produto ou medicamento no estoque. Composto por tempos internos e externos da empresa: TPC – Tempo de Preparação da Compra TAF – Tempo de Atendimento do Fornecedor TT – Tempo de Transporte TRR - Tempo de Recebimento e Regularização TR = TPC + TAF + TT + TRR Prof. Ms.Douglas Fernandes

55 ESTOQUE DE SEGURANÇA - ES
Também conhecido como estoque mínimo. Análise de fator de risco ou segurança (K). Distorções de consumo que podem ocorrer, como crises periódicas de fornecimento e consumo imprevisto. Ex. surto de dengue, viroses, período de inverno aumenta o número de atendimentos de pacientes com gripe. GestaoEstoque.xls ES = K x TR x CMD Prof. Ms.Douglas Fernandes

56 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Estoque Real - ER Quantidade (saldo) de material, produto ou medicamento existente em estoque, seja na farmácia central ou nas satélites. Facilita a realização de inventário físico Prof. Ms.Douglas Fernandes

57 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Estoque Virtual - EV Estoque real acrescido das quantidades de encomendas em andamento. EV = ER + Encomendas Prof. Ms.Douglas Fernandes

58 Estoque de Cobertura - EC
Relação entre estoque e consumo. Indica por quanto tempo o estoque suportará o consumo sem que haja reposição. Onde: VE = valor do estoque no mês VC = valor do consumo no mês EC = VE / VC Prof. Ms.Douglas Fernandes

59 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Nível de Reposição - NR Quantidade na qual, ao ser atingida pelo estoque virtual em declínio, indica o momento de ser providenciada a emissão do pedido de compra para reposição normal do material. Essa quantidade deve garantir o consumo do material durante o tempo de ressuprimento, de tal forma que o estoque real em declínio não atinja o estoque de segurança. Prof. Ms.Douglas Fernandes

60 Prof. Ms.Douglas Fernandes
A = Ponto de Ressuprimento, em que há necessidade de emissão da solicitação de compra para reposição B = Ponto de Segurança, ao se atingido, desencadeia providências, para evitar a ruptura do estoque Quantidade EM – Estoque Máximo NR – Nível de Reposição A ES – Estoque de Segurança B Tempo Prof. Ms.Douglas Fernandes

61 Controle do estoque como pré-requisito para a gestão de estoques
Cadastro Unicidade Registro de movimentação Acesso Organização Endereçamento Classificação Prof. Ms.Douglas Fernandes

62 REQUISITOS DE UM SISTEMA DE CODIFICAÇÃO
Unicidade: deve existir um e apenas um código para cada item; Simplicidade: deve ser fácil de compreender e utilizar; Formato padrozinado: deve possuir regras estruturadas; Classificável: deve possuir capacidade de categorização; Expansividade: deve suportar o crescimento da organização; Operacionalidade: deve ser prático e robusto no campo; Versatilidade: deve possibilitar as mais variadas aplicações; Estabilidade: deve ser perene; Confiabilidade: deve assegurar a qualidade esperada; Prof. Ms.Douglas Fernandes

63 Prof. Ms.Douglas Fernandes

64 (Qtde. de informações corretas / Nº de informações verificadas) X 100
ACURACIDADE Sinônimo de qualidade e confiabilidade da informação. FÓRMULA DA ACURACIDADE DE INFORMAÇÕES (Qtde. de informações corretas / Nº de informações verificadas) X 100 Prof. Ms.Douglas Fernandes

65 Prof. Ms.Douglas Fernandes
CÓDIGO 103 DESCRIÇÃO DO PRODUTO Barra de Alumínio 1” ESTOQUE MÍNIMO =========> 72 UNIDADE KG DATA 7/8/2009 ENTRADAS 2.706,85 CONS. MÉDIO/DIA 2,2596 ESCOLHA AS DATAS INICIAL E FINAL (TR)TEMPO DE RESSUPRIMENTO (DIAS)==> 30 DIAS SAÍDAS 2.300,30 SALDO 406,55 (K)FATOR DE SEGURANÇA (DIAS) > 2 PEDIDO MÍNIMO CONS.MÉD/MÊS 67,7888 EC (DIAS) 180 INICIAL 01/07/06 01/09/07 MOVIMENTAÇÃO DO ESTOQUE - FINAL 17/07/06 30/09/07 CMD 1.907,45 NF FORNECEDOR QTIDADE VALOR UNITÁRIO OP CST.MÉDIO CMM 8.932,22 25/10/06 SALDO INICIAL 102,0250 1.346,73 13,20 102,02 CONSUMO 148,225 30316 “Indústria X” 204,0500 2.693,46 306,07 4.040,19 CPV 26/10/06 18,4350 243,34 287,6400 3.796,85 COMPRAS 9,2900 122,63 278,3500 3.674,22 6.412,77 Prof. Ms.Douglas Fernandes

66 Prof. Ms.Douglas Fernandes
APURAÇÃO DE ESTOQUES MÉTODOS PEPS UEPS CUSTO MÉDIO Prof. Ms.Douglas Fernandes

67 Prof. Ms.Douglas Fernandes
MÉTODO DO CUSTO MÉDIO 02/03 = Saldo inicial do estoque do Produto A: Qtde = unidades ao custo unitário de R$9,80, /03 = Venda de 200 unid. do produto "A" ao preço de R$13,00, conforme NF 2367 com vencimento para 10/03 03/03 = compra de unidades do prod "A" conforme NF 3954 no valor unitário de R$10,00 com vencimento em 10/3 05/03 = Venda de 400 unid do produto "A" ao preço unit. de R$13,50 conforme NF 2368 com vencimento para 15/03 06/03 = Compra de 150 unid do prod "A" ao preço unitário de R$11,00 com vencimento para 15/3 DATA ENTRADAS SAÍDAS SALDO Qtde. R$/Unit. Total 2/mar 400 9,80 3.920,000 - 200 1.960,00 9,800 3/mar 1000 10,00 10.000,00 1200 9,967 11.960,00 5/mar 3.986,67 800 7.973,33 6/mar 150 11,00 1.650,00 950 10,13 9.623,33 1.150,00 11.650,00 600 5.946,7 3.550 CMV = EI + Compras - EF CMV = EI + COMPRAS ESTOQUE FINAL 5.946,667 Prof. Ms.Douglas Fernandes

68 CUSTO LOGÍSTICO TOTAL Custo da aquisição Custo operacional Custo
Custo Financeiro Despesas de distribuição Prof. Ms.Douglas Fernandes

69 CUSTO DA AQUISIÇÃO Custo material do produto
Custo dos impostos não-recuperáveis Custo da Aquisição Custo transporte Custo da embalagem Custo administrativo Prof. Ms.Douglas Fernandes

70 Prof. Ms.Douglas Fernandes
CUSTO OPERACIONAL Custo de armazenagem Custo de movimentação Custo operacional Custo de obsolecência Custo da embalagem Custo administrativo Prof. Ms.Douglas Fernandes

71 CUSTO FINANCEIRO Valor do capital de giro em estoques Custo financeiro
Custo do capital de terceiros Custo do capital Custo do capital próprio Prof. Ms.Douglas Fernandes

72 DESPESAS DE DISTRIBUIÇÃO
Despesas administrativas Despesas de distribuição Frota própria Despesas com transporte transportadoras Prof. Ms.Douglas Fernandes

73 RELATÓRIOS PARA GESTÃO DE ESTOQUES
Gatilho de reabastecimento Lista de itens críticos Material a caminho Material empenhado Excedente Exposição à ruptura Capital de giro em estoques Curva ABC Classificação de popularidade Plano de contagem Prof. Ms.Douglas Fernandes

74 RELATÓRIOS PARA GESTÃO DE ESTOQUES - continuação
Relatório de divergências Plano de entregas Relatório de diferenças Itens sem movimentação Prof. Ms.Douglas Fernandes

75 LOGÍSTICA DE RESULTADO
Prof. Ms.Douglas Fernandes

76 Prof. Ms.Douglas Fernandes
CMV / V + X X __ ÷ Fonte: MATARAZZO (1998, p.355) + CMV / V CCeq PMREeq PMRE NCG Vd PMPCeq C / V PMPC A V 360 Prof. Ms.Douglas Fernandes

77 Prof. Ms.Douglas Fernandes
Variáveis logísticas que podem influenciar o grau de utilização dos ativos Fonte: CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos BALANÇO Ativo Caixa Contas a receber Estoques Bens, fábrica e equipamentos Passivo Passivo circulante Exigível Patrimônio Líquido VARIÁVEL LOGÍSTICA Ciclo do pedido Índice de pedidos atendidos Exatidão da fatura Política de estoques e níveis de serviço Instalações de estoque e equipamentos de transporte Políticas de compras Opções de financiamento dos estoques, fábrica e equipamentos Prof. Ms.Douglas Fernandes

78 Prof. Ms.Douglas Fernandes
CONSIDERAÇÕES FINAIS Logística é a palavra da moda, porém Logística não é modismo, mas sim uma forma de proporcionar diferencial competitivo por meio de serviços. As operações da logística sem o suporte da área de T.I. não otimizam resultados. Prof. Ms.Douglas Fernandes

79 Bibliografia de Apoio ALVARENGA, Antonio Carlos, NOVAES, Antonio G. N. Logística Aplicada : suprimento e distribuição ed. São Paulo: Pioneira, 1994. BALLOU, Ronald H. Logística Empresarial : transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo: Atlas, 1993. BEUREN, Ilse Maria. Gerenciamento da informação: um recurso estratégico no processo de gestão empresarial. São Paulo: Atlas, 1998. CHOPRA, Sunil; MEINDL, Peter. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégia, planejamento e operação. São Paulo: Prentice Hall, 2003. CHRISTOPHER, Martin. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos, estratégias para a redução de custos e melhoria dos serviços. São Paulo: Pioneira, 1999. DORNIER, Philippe-Pierre et al. Logística e operações globais : textos e casos. São Paulo: Atlas, 2000.  FLEURY, Paulo Fernando, WANKE, Peter, FIGUEIREDO, Kleber Fossati.(orgs). Logística empresarial: a perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, 2000.

80 Prof. Douglas Fernandes douglas@hollosbdm.com.br Fone: (18) 3223-7640
Contato Prof. Douglas Fernandes Fone: (18) Prof. Ms.Douglas Fernandes


Carregar ppt "MBA em Gestão Empresarial Gerência de Vendas e Distribuição: Canais de Distribuição e Logística UNISALESIANO – CENTRO UNIVERSITÁRIO CATÓLICO SALESIANO."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google