A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Generalidades sobre Equilíbrio Hidro-Eletrolítico e Ácido-Básico Prof.Dr.Ivan de Melo Araújo Nefrologia FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Generalidades sobre Equilíbrio Hidro-Eletrolítico e Ácido-Básico Prof.Dr.Ivan de Melo Araújo Nefrologia FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA."— Transcrição da apresentação:

1 Generalidades sobre Equilíbrio Hidro-Eletrolítico e Ácido-Básico Prof.Dr.Ivan de Melo Araújo Nefrologia FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA

2 ÁGUA...É INVARIAVELMENTE O PRINCIPAL CONSTITUINTE DOS ORGANISMOS VIVOS EM ATIVIDADE...O ORGANISMO É UMA SOLUÇÃO AQUOSA NA QUAL ESPALHAM- SE COLOIDAIS DE VASTÍSSIMA COMPLEXIDADE......O ORGANISMO É UMA SOLUÇÃO AQUOSA NA QUAL ESPALHAM- SE SUBSTÂNCIAS COLOIDAIS DE VASTÍSSIMA COMPLEXIDADE...Henderson

3 CONTROLE CELULAR DA ÁGUA E SOLUTOS MEMBRANA aquaporo H2OH2OH2OH2O H2OH2OH2OH2O PINOCITOSE PROTEINASTRANSPORTANDOSOLUTOS RNA 3Na 2K - + Na+ H+

4 UNIDADES DE MEDIDA DE SOLUTOS n UM MOL DE UMA SUBSTÂNCIA É O SEU PESO MOLECULAR EXPRESSO EM GRAMAS: –1 MOL DE GLICOSE = 180 gramas n OS ELETRÓLITOS COMBINAM-SE NA PROPORÇÃO DE SUA VALÊNCIA. –UM EQUIVALENTE DE UMA SUBSTÂNCIA CORRESPONDE À SUA CAPACIDADE DE COMBINAR COM 1 GRAMA DE HIDROGÊNIO ( valor 1) n 1 mM Na + => 23 mg Na + => 1 mEq Na +

5 OSMÓIS n n O EFEITO OSMÓTICO DE UMA SUBSTÂNCIA EM SOLUÇÃO DEPENDE SOMENTE DO NÚMERO DE PARTÍCULAS DISSOLVIDAS n n 6,02 x PARTÍCULAS EM CADA MOL n n 1 mM glicose = 1 m Osm n n SUBSTÂNCIAS DISSOCIADAS AUMENTAM VALOR OSMÓTICO SEGUNDO SUA DISSOCIAÇÃO n n 1 mM Mg ++ = 2 mOsm

6 FORÇAS OSMÓTICAS SOLUÇÃOÁGUA FLUXO RESULTANTE M

7 FORÇAS OSMÓTICAS SOLUÇÃO ÁGUA ÁGUA

8 SOLUÇÃOÁGUA FLUXO RESULTANTE = ZERO M Pressão osmótica

9 ISO, HIPO E HIPERTÔNICO n n Pressão osmótica se refere ao número de partículas em solução ( RELAÇÃO PARTÍCULAS/ÁGUA) – –Hipertonicidade - osmolaridade acima da observada em líquidos corporais – –Hipotonicidade - osmolaridade abaixo da observada em líquidos corporais n n 280 mOsm / litro = valor médio normal da osmolalidade dos líquidos corporais

10 COMPARTIMENTOS CORPORAIS intracelular intersticial intravascular extracelular OS COMPATIMENTOS SÃO SEPARADOS PELAS MEMBRANAS CAPILARES E CELULARES

11 DISTRIBUIÇÃO DA ÁGUA CORPORAL SÓLIDOS 40% Água intracelular- 40% INTERST. 15%PLASMA5% E.E.C.

12 EQUILÍBRIO DE FLUIDOS CORPORAIS PLASMA INTERSTICIO INTRACELULAR H2O PROT Na K

13 VOLUMES DOS COMPARTIMENTOS CORPORAIS n LÍQUIDO INTRACELULAR – 40% Peso Corporal n LÍQUIDO EXTRACELULAR- 20% Peso Corporal –INTERSTICIAL – ¾ –PLASMA- ¼ n LÍQUIDO TOTAL- 60% DO PESO CORPORAL (adulto)

14 MOVIMENTAÇÃO DA ÁGUA n n MOVE-SE LIVREMENTE ATRAVÉS DAS MEMBRANAS CELULARES E CAPILARES, MANTENDO O EQUILIBRIO OSMÓTICO n n OS SOLUTOS NÃO SE DISTRIBUEM LIVREMENTE, SENDO QUE O SÓDIO PREDOMINA NO EXTRACELULAR E O POTÁSSIO NO INTRACELULAR

15 CONDIÇÃO NORMAL DO ORGANISMO: ISOTONICIDADE SOLUTO + H2O M H2OH2OH2OH2O PRESSÃOOSMÓTICA H2OH2OH2OH2O PRESSÃOOSMÓTICA NÃO HÁ FLUXO RESULTANTE

16 CAUSAS DE DÉFICIT DE ÁGUA n REDUÇÃO DA INGESTÃO AQUOSA n DEFEITOS NO MECANISMO DA SEDE –Inconsciência, torpor, coma, etc. n EXCESSO DE SOLUTOS INGERIDOS –Dieta hiperproteica n SUDORESE EXCESSIVA –Trabalhadores em caldeiras n PERDA RENAL –Diabetes insipidus

17 CAUSAS DE EXCESSO DE ÁGUA n Ingestão compulsiva de água n Administração iatrogênica de excesso de H 2 O n Secreção inadequada de HAD n Insuficiência Renal n Baixo débito cardíaco ( ICC, cirrose, nefrose, etc.)

18 EQUILÍBRIO DA ÁGUA CORPORAL ENTRADA n FLUIDOS A 1800 n ALIMENTOS A 1000 n OXIDAÇÃO A 300 n TOTAL : 2000 A 3000 ENTRADA n FLUIDOS A 1800 n ALIMENTOS A 1000 n OXIDAÇÃO A 300 n TOTAL : 2000 A 3000 SAÍDA n URINA A 2000 n PELE A 600 n PULMÕES A 400 n TRATO GI n TOTAL : 2000 A 3000 SAÍDA n URINA A 2000 n PELE A 600 n PULMÕES A 400 n TRATO GI n TOTAL : 2000 A 3000

19 PERDA D ÁGUA Extra Intracelular sede saciedade Sódio 140 mEq/l Sódio 143 mEq/l

20 REGULAÇÃO DA ÁGUA CORPORAL HIDROPENIA AUMENTO DA OSMOLALIDADE PLASMATICA SEDE HIPOTÁLAMO SECREÇÃO HAD HIDRATAÇÃO RETENÇAO TUBULAR DE ÁGUA REDUÇÃO DA OSMOLALIDADE PLASMÁTICA

21 GERAÇÃO DE HIPERTONICIDADE MEDULAR PELA ALÇA ESPESSA ASCENDENTE DE HENLE OFERTA DE URÉIA FLUXO SANGUÍNEO MEDULAR NORMAL TFG DETERMINANTES DA OFERTA DE NACL PARA TÚBULO DISTAL: TFG REABSORÃO TUBULAR PROXIMAL DE FLUIDOS E SOLUTO(NACL) OFERTA DE ÁGUA Movimento de NaCl Concentração de solutos PERMEABILIDADE DOS TÚBULOS COLETORES À ÁGUA DETERMINADA PELA PRESENÇA DE ADH E NORMALIDADE DO SISTEMA

22 DETERMINANTES DA OFERTA DE H2O PARA O NEFRON DISTAL TFG REABSORÇÃO PROXIMAL DE ÁGUA E NaCl DETERMINANTES DA OFERTA DE H2O PARA O NEFRON DISTAL TFG REABSORÇÃO PROXIMAL DE ÁGUA E NaCl TFG FUNÇÃO NORMAL DA ALÇA ESPESSA DE HENLE E DO SEGMENTO DILUIDOR CORTICAL FUNÇÃO NORMAL DA ALÇA ESPESSA DE HENLE E DO SEGMENTO DILUIDOR CORTICAL IMPERMEABILIDADE DO COLETOR DEPENDE DA AUSÊNCIA DE HAD E DE OUTRAS SUBSTÂNCIAS ANTIDIURÉTICAS DUTO COLETOR IMPERMEÁVEL DUTO COLETOR IMPERMEÁVEL

23 PAPEL HORMONAL NA REGULAÇÃO DO EQUILÍBRIO DE SÓDIO E ÁGUA OSMOREGULAÇÃO O QUE É SENTIDO- OSMOLARIDADE PLASMATICA SENSORES- HIPOTALAMO EFETORES- HAD, SEDE EFEITO- OSMOLARIDADE URINARIA, INGESTÃO REGULAÇÃO DE VOLUME –O QUE É SENTIDO- PERFUSÃO TECIDUAL –SENSORES-ATRIO, CAROTIDA, AFERENTE –EFETORES- SRAA, PNA, NOR, HAD –EFEITOS- NATRIURESE, SEDE

24 MOVIMENTOS DOS SOLUTOS DIFUSÃO ( passiva) SOLUTOS SE MOVEM DAS ÁREAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO PARA AS DE MENOR CONCENTRAÇÃO

25 MOVIMENTOS DOS SOLUTOS TRANSPORTE ATIVO SOLUTOS SE MOVEM DE ÁREA DE MENOR PARA ÁREA DE MAIOR CONCENTRAÇÃO À CUSTA DE CONSUMO DE ATP ATP

26 COMO FUNCIONA NOS CAPILARES? Pressão hidrostática Líquidos saem do capilar Solutos saem Do capilar Se pressão hidrostática for maior que oncótica, os capilares vazam para o interstício

27 COMO FUNCIONA NOS CAPILARES? Pressão hidrostática cai Líquidos voltam ao capilar Solutos saem Do capilar Albumina exerce Efeito oncótico Se pressão hidrostática for menor que oncótica, os capilares enxugam o interstício

28 COMO FUNCIONA NOS EPITÉLIOS TRANSPORTADORES? luz epitélio CAPILAR fluxo Na-K-ATPase Na + água K+ fluxo

29 EQUILÍBRIO BANCÁRIO DATADOCUMENTOVALORSALDO 11/10/1998DEPÓSITO R$ 1.356,00 12/10/1998CHEQUE 001 R$ 121,00 R$ 1.235,00 13/10/1998CHEQUE 002 R$ 142,00 R$ 1.093,00 14/10/2007CHEQUE 003 R$ 68,00 R$ 1.025,00 20/10/1998SAQUE R$ 248,00 R$ 777,00 22/10/1998CPMF R$ 1,00 R$ 776,00 24/10/1998CONTA LUZ R$ 123,00 R$ 653,00 25/10/1998TELEFONE R$ 453,00 R$ 200,00 28/10/1998CHEQUE 004 R$ 200,00 R$ -

30 DESEQUILÍBRIO BANCÁRIO depleção monetária (desidratação) DATADOCUMENTOVALORSALDO 11/10/1998DEPÓSITO R$ 1.356,00 12/10/1998CHEQUE 001 R$ 121,00 R$ 1.235,00 13/10/1998CHEQUE 002 R$ 142,00 R$ 1.093,00 14/10/2007CHEQUE 003 R$ 68,00 R$ 1.025,00 20/10/1998SAQUE R$ 248,00 R$ 777,00 22/10/1998CPMF R$ 1,00 R$ 776,00 24/10/1998CONTA LUZ R$ 123,00 R$ 653,00 25/10/1998TELEFONE R$ 453,00 R$ 200,00 28/10/1998CHEQUE 004 R$ 250,00 R$ -50,00

31 DESEQUILÍBRIO BANCÁRIO supleção monetária (edema) DATADOCUMENTOVALORSALDO 11/10/1998DEPÓSITO R$ 1.356,00 12/10/1998CHEQUE 001 R$ 121,00 R$ 1.235,00 13/10/1998CHEQUE 002 R$ 142,00 R$ 1.093,00 14/10/2007CHEQUE 003 R$ 68,00 R$ 1.025,00 20/10/1998SAQUE R$ 248,00 R$ 777,00 22/10/1998CPMF R$ 1,00 R$ 776,00 24/10/1998CONTA LUZ R$ 123,00 R$ 653,00 25/10/1998TELEFONE R$ 453,00 R$ 200,00 28/10/1998DEPÓSITO R$ 1000,00 R$ 1200,00

32 EQUILÍBRIO HÍDRICO n PERDAS FECAIS – 100 ML n PERDAS CUTÂNEAS – 600 ML n PULMÕES – 400 ML n DIURESE ML n TOTAL ML n INGESTÃO DIÁRIA –LÍQUIDOS ML –SÓLIDOS- 800 ML –ÁGUA DE OXIDAÇÃO- 300 ML n TOTAL

33 EQUILÍBRIO ELETROLÍTICO n ELETRÓLITOS SÃO SUBSTÂNCIAS QUE EM SOLUÇÃO SE DISSOCIAM EM PARTÍCULAS COM CARGA ELÉTRICA (ÍONS) n ÂNIONS – –TÊM CARGA NEGATIVA n CÁTIONS – TÊM CARGA POSITIVA n NO TOTAL DO ORGANISMO A SOMA ALGÉBRICA DE + E – É IGUAL A ZERO n ENTRE OS COMPARTIMENTOS ESSAS CONCENTRAÇÕES DE + E – PODEM VARIAR

34 DO QUE DEPENDE O EQUILÍBRIO ELETROLÍTICO n DO EQUILÍBRIO HÍDRICO n DO EQUILÍBRIO ÁCIDO BÁSICO n DA SECREÇÃO HORMONAL n DA FUNÇÃO CELULAR NORMAL n DA FUNÇÃO RENAL ADEQUADA

35 A nefrídia

36 Metanefrídia

37 Túbulo de Malpighi

38 Rim dos mamíferos

39

40 O néfron

41 Glomérulo e circulação peritubular

42 METABOLISMO DO SÓDIO n PRINCIPAL CÁTION DO EXTRACELULAR n DETERMINA O VOLUME DO FLUIDO EXTRACELULAR n SUA REGULAÇÃO MANTÉM O VOLUME DESTE COMPARTIMENTO n ALTA QUANTIDADE - CONGESTÃO CIRCULATÓRIA n BAIXA QUANTIDADE - COLAPSO CIRCULATÓRIO

43 REGULAÇÃO DO SÓDIO CORPORAL A REGULAÇÃO DO SÓDIO CORPORAL INCLUEMECANISMOS HEMODINÂMICOSHEMODINÂMICOS HORMONAISHORMONAIS

44 AVALIAÇÃO CLÍNICA DO ESPAÇO EXTRACELULAR ( sódio corporal) n Intravascular –Arterial n P.A. n Freqüência Cardíaca n Variação Postural –Venoso n PVC n Enchimento Jugular n Veias Sublinguais n Veias Periféricas n Intersticial –Turgor n Pele n Língua n Ocular –Umidade n Mucosas n Língua

45 DISTRIBUIÇÃO DO POTÁSSIO n PRINCIPAL CÁTION INTRACELULAR n [K] INTRACELULAR mEq / L n [K]EXTRACELULAR - 4 mEq / l n POTENCIAL INTRACELULAR NEGATIVO É DEVIDO A ESTA ASSIMETRIA DE DISTRIBUIÇÃO

46 DDP=. ln K i / K e n Se K e se reduz, diferença de potencial se eleva => hiperpolarização => tecidos excitáveis conduzem mais dificilmente estímulos n Se K e se eleva, diferença de potencial cai => despolarização => tecidos excitáveis tornam-se mais irritáveis

47 DISTÚRBIOS ÁCIDO BÁSICOS NO INDIVÍDUO NORMAL, mEq DE H + SÃO PRODUZIDOS DIARIAMENTE !

48 MANUTENÇÃO DA [H + ] n 3, A 4, MOL / L n pH = - log [H+] n pH normal = 7,35 a 7,45 n EXCREÇÃO PULMONAR ~ mEq / DIA n EXCREÇÃO RENAL ~ 90 mEq / DIA

49 FONTES DE ÁCIDO n CARBOHIDRATOS - ÁCIDO CARBÔNICO n FOSFOLÍPIDES - ÁCIDO FOSFÓRICO n PROTEÍNAS SULFATADAS - ÁCIDO SULFÚRICO

50 REGULAÇÃO H 2 0+CO 2 H 2 CO 3 CO 2 METABOLISMO H+H+ HCO3- H+H+ H + URINA H2OH2OH2OH2O


Carregar ppt "Generalidades sobre Equilíbrio Hidro-Eletrolítico e Ácido-Básico Prof.Dr.Ivan de Melo Araújo Nefrologia FACULDADE DE MEDICINA DE MARÍLIA."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google