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Missão Artística Francesa. COMPONENTE CURRICULAR, Série Tópico Imagem: Jean-Baptiste Debret / Public Domain.

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Apresentação em tema: "Missão Artística Francesa. COMPONENTE CURRICULAR, Série Tópico Imagem: Jean-Baptiste Debret / Public Domain."— Transcrição da apresentação:

1 Missão Artística Francesa

2 COMPONENTE CURRICULAR, Série Tópico Imagem: Jean-Baptiste Debret / Public Domain.

3 Jean-Baptiste Debret Foi um pintor e desenhista francês. Integrou a Missão Artística Francesa (1816), que fundou, no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes, onde lecionou pintura.

4 O QUE FOI A MISSÃO FRANCESA: A Missão Artística Francesa foi um grupo de artistas e artífices franceses que, deslocando-se para o Brasil no início do século XIX, revolucionou o panorama das Belas-Artes no país, introduzindo o sistema de ensino superior acadêmico e fortalecendo o Neoclassicismo que ali estava iniciando seu aparecimento. (1)(1)

5 QUESTÕES HISTÓRICAS RELACIONADAS À MISSÃO FRANCESA NO BRASIL: A partir de 1815, depois da queda definitiva de Napoleão Bonaparte, Portugal, que fora invadido e ocupado pelos franceses, pôde iniciar um processo de normalização de suas relações diplomáticas, comerciais e culturais com a França. (1)(1)

6 O grupo aportou no Rio de Janeiro a 26 de março de 1816, a bordo do navio Calpe, escoltado por navios ingleses, e era formado, segundo Neves, por: Joachim Lebreton, o líder; Jean Baptiste Debret, pintor histórico; Nicolas-Antoine Taunay, pintor de paisagens e cenas históricas; Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny, arquiteto, junto com seus discípulos Charles de Lavasseur e Louis Ueier; Auguste Marie Taunay, escultor; Charles-Simon Pradier, gravador; François Ovide, mecânico; Jean Baptiste Leve, ferreiro;

7 Nicolas Magliori Enout, serralheiro; Pelite e Fabre, peleteiros; Louis Jean Roy e seu filho Hypolite, carpinteiros; François Bonrepos, auxiliar de escultura e Félix Taunay, filho de Nicolas-Antoine, ainda apenas um jovem aprendiz. Muitos deles trouxeram suas famílias, criados e outros auxiliares. (1)(1)

8 Os integrantes da Missão executaram diversos trabalhos para a família real, relacionados às datas e fatos comemorativos da monarquia, como as cerimônias de aclamação de D. João VI (1817) e cerimônias comemorativas da vinda da futura imperatriz Leopoldina (1817), assim como os festejos para a aclamação e coroação de D. Pedro I em Esses eventos envolveram a criação de obras de arquitetura efêmera, como arcos de triunfo, obeliscos e ornamentos para a cidade. Também deixaram uma importante série de retratos oficiais de personalidades e membros da nobreza e registros variados da vida na corte e na cidade. (1)(1)

9 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Negros de Carro, 1834 / Public Domain.

10 Embora com o apoio real, a missão encontrou resistência entre os artistas nativos, ainda seguidores do Barroco, e ameaçavam a posição de mestres portugueses já estabelecidos. A verdade é que os franceses foram recebidos como importunos tanto por portugueses quanto por brasileiros. A rainha D. Maria I faleceu em 1816, enquanto o projeto de modernização da capital avançava lentamente. (1)(1)

11 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Un employé du gouvernement sortant de chez lui, 1834 e 1839 (reprodução) / Library of Congress / Public Domain.

12 O governo central tinha muitas outras preocupações a atender - o acompanhamento da instável situação na Europa, uma revolução em Pernambuco, as constantes demandas administrativas internas, o alto custo de manutenção da corte; uma recessão provocada pela drástica queda no preço internacional do açúcar e do algodão; uma grave seca no Nordeste que desestruturou a economia regional; e os conflitos de fronteira no sul na Questão Cisplatina, subtraindo recursos e atenção do projeto cultural francês. O principal e um dos únicos verdadeiros incentivadores do projeto, o Conde da Barca, faleceu no ano seguinte, e o contrato dos artistas foi posto em discussão. O cônsul francês no Brasil não via com bons olhos a presença de bonapartistas. (1)(1)

13 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Negra tatuada vendendo cajus, aquarela, 1827 / Public Domain.

14 Debret, cujo atelier se encontrava no bairro do Catumbi, foi o que teve maior êxito ao registrar os usos e costumes do país, as tradições anacrônicas da corte portuguesa, como, por exemplo, o beija- mão. (1)(1)

15 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Voyages au Brésil: Retour d um proprietaire / Public Domain.

16 Além de converter-se em pintor oficial do Primeiro Reinado, como fizera Jean-Étienne Liotard com relação ao Império otomano, Debret, deixou-se encantar pelas paisagens exuberantes e inéditas e pelos costumes barrocos. Nas horas em que não lecionava, registrou esses momentos em uma sucessão de desenhos e aquarelas que anos mais tarde, já de volta à França, publicou no livro A Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil. Tais imagens são uma inestimável documentação visual da época, sendo uma boa fonte para o estudo da cultura e das paisagens brasileiras da época. (5)(5)

17 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Estudo para o desembarque de D. Leopoldina no Brasil / Acervo de Museu Nacional de Belas Artes / Public Domain.

18 Dessa forma, apesar dos percalços, a Missão Artística Francesa ganhou espaço, sendo responsável pela introdução de novos ares e de uma nova cultura das belas artes, a partir do desenvolvimento do neoclassicismo, sobretudo, na cidade do Rio de Janeiro. Além disso, seus membros executaram diversos trabalhos para a família real, relacionados às datas e fatos comemorativos da monarquia. (2)(2)

19 O livro ilustrado A Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil foi elaborado a partir da experiência de Debret, em 15 anos de residência no Brasil, desde sua chegada em 1816, como professor de pintura histórica da Missão Artística Francesa. Tendo sido esta contratada pelo príncipe regente Dom João para fundar a Escola de Artes, Ciências e Ofícios do Rio de Janeiro. O empenho de Debret na constituição da futura Academia Imperial de Belas Artes é um dos fatores que lhe garante um lugar de destaque na história da arte brasileira do século XIX. (3)(3)

20 Imagem: Jean-Baptiste Debret / A Brazilian family in Rio de Janeiro / Public Domain.

21 Debret formou a primeira geração de pintores brasileiros com treino acadêmico, iniciou o gênero da pintura histórica no Brasil e instituiu a rotina e a prática de ensino em ateliê, mesmo antes da inauguração da Academia. Foi também o idealizador das duas primeiras exposições de arte realizadas no Rio, respectivamente em 1829 e (3)(3)

22 Imagem: Jean-Baptiste Debret / Sinal de Retirada de Índios Coroados, / New York Public Library, Digital Gallery / Public Domain.

23 Principais características do estilo artístico de Debret: - É considerado um artista cujas obras se enquadram no estilo romântico. Porém, alguns estudiosos de artes plásticas, consideram Debret como um pintor do neoclassicismo; - Antes de morar no Brasil, retratou na França temas religiosos, bélicos e ligados ao imperador francês Napoleão Bonaparte; - Suas obras, no Brasil, mostram paisagens, cenas cotidianas, a cultura e o povo brasileiro;

24 - Com cores vivas, suas aquarelas mostram sentimentos e emoções das figuras retratadas. O individualismo, característica das obras românticas, também se faz presente em suas pinturas; - Detalhista, buscou retratar com o olhar de um viajante, todos os aspectos das cenas vividas e regiões visitadas. (4) (4)

25 As imagens de Debret são de extrema importância para o estudo da história brasileira. Imagem: Jean-Baptiste Debret / View of Royal Theatre of Saint John in Rio de Janeiro, 1834 /Public Domain.

26 As imagens revelam o cotidano do Brasil visitado pelos artistas franceses. Imagem: Jean-Baptiste Debret / Pelourinho / Public Domain.

27 Bibliografia indicada: - Debret e o Brasil Autor: Lago, Pedro Correa do / Bandeira, Julio Editora: Capivara Temas principais: Artes Plásticas / Biografia / História da Arte no Brasil Colonial - O Brasil de Debret (Coleção Imagens do Brasil - volume 2) Autor: Villaça, Antônio Carlos / Moraes, Rubens Borba de Editora: Villa Rica Editora Temas principais: Artes Plásticas / Pintura / História da Arte - J. B. Debret - Historiador e Pintor Autor: Lima, Valeria Editora: Unicamp Temas principais: Artes Plásticas / Teoria e História

28 valeria%20piccoli.pdf historia.html Referências

29 Tabela de Imagens SlideAutoria / LicençaLink da FonteData do Acesso 2Jean-Baptiste Debret / Public Domainhttp://commons.wikimedia.org/wiki/File:Debret.jpg 09/05/2012 9Jean-Baptiste Debret / Negros de Carro, 1834 / Public Domain. Baptiste_Debret_-_Negros_de_Carro.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / Un employé du gouvernement sortant de chez lui, 1834 e 1839 (reprodução) / Library of Congress / Public Domain. ploy%C3%A9_du_gouvernement_sortant_de_ch ez_lui.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / Negra tatuada vendendo cajus, aquarela, 1827 / Public Domain. _negra_vendendo_caju.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / Voyages au Brésil: Retour d um proprietaire / Public Domain. _d%27_um_proprietaire.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / Estudo para o desembarque de D. Leopoldina no Brasil / Public Domain _- _Estudo_para_o_desembarque_de_D._Leopoldi na_no_Brasil.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / A Brazilian family in Rio de Janeiro / Public Domain. 15a.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / Sinal de Retirada de Índios Coroados, / New York Public Library, Digital Gallery / Public Domain. nal_de_la_Retraite_-_Coroados_(Bororos).jpg 09/05/2012

30 Tabela de Imagens SlideAutoria / LicençaLink da FonteData do Acesso 25Jean-Baptiste Debret / View of Royal Theatre of Saint John in Rio de Janeiro, 1834 /Public Domain. atroSJoao-Debret-1834.jpg 09/05/ Jean-Baptiste Debret / Pelourinho / Public Domain. nho.jpg 09/05/2012


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