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ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

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Apresentação em tema: "ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL"— Transcrição da apresentação:

1 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

2 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
REDE DE ATIVIDADES PERT/CPM Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

3 Rede de Atividades – PERT/CPM
Por volta de 1956, J. E. Kelley trabalhando para a Du Pont começou a estudar profundamente o problema de fluxo nos gráficos. Deste estudo resultou o Método do Caminho Crítico - CPM, como ele o batizou; PERT - Técnica de Avaliação e Revisão de Programas, foi originariamente desenvolvido por D. G. Malcom e outros, num programa de pesquisa financiado pelo Escritório de Projetos Especiais da Marinha Norte-Americana, por volta de 1958, com o objetivo de diminuir o prazo de conclusão do Projétil Balístico Polaris. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

4 Rede de Atividades – PERT/CPM
O modelo CPM é determinístico, e os dados para sua aplicação são o roteiro de fabricação, com relação de dependência entre os eventos, e a relação entre a duração de uma atividade; O objetivo do PERT já é outro, como a maioria das tarefas em que o utiliza é composta de atividades nunca antes executadas e conseqüentemente não se conhece com precisão sua duração, desenvolve-se o PERT através de um modelo probabilístico. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

5 Rede de Atividades – PERT/CPM
O Cronograma de Trabalho, em casos de planejamentos complexos, apresenta os seguintes incovenientes: Não mostra claramente as relações de interdependência entre as diversas tarefas; Não define de maneira clara, as folgas existentes; Não fixa um caminho crítico, que deve ser acompanhado de forma mais rígida, evitando atraso na execução do projeto ou atividades. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

6 Rede de Atividades – PERT/CPM
Esta técnica, conforme será visto, permite que os administradores tenham: Uma visão gráfica das atividades que compõem o serviço; Uma estimativa de quanto tempo o serviço consumirá; Uma visão de quais atividades são críticas para o atendimento do prazo de conclusão do serviço; Uma visão de quanto tempo de folga dispomos nas atividades não-críticas, o qual pode ser negociado no sentido de reduzir a aplicação de recursos, e conseqüentemente custos. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

7 Rede de Atividades – PERT/CPM
Uma rede PERT/CPM é formada por um conjunto interligado de setas e nós. As setas representam as atividades do projeto que consomem determinados recursos (mão-de-obra, máquinas, etc.) e/ou tempo, já os nós representam o momento de início e fim das atividades, os quais são chamados de eventos. Os eventos são pontos no tempo que demarcam o serviço e, diferente das atividades, não consomem recursos nem tempo. Os nós são numerados da esquerda para a direita e de cima para baixo. O nome da atividade aparece em cima da seta e sua duração em baixo. A direção da seta caracteriza o sentido de execução da atividade. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

8 Rede de Atividades – PERT/CPM
Cada ligação entre o nó inicial e o final é chamada de caminho. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

9 Rede de Atividades – PERT/CPM
As atividades fantasmas não consomem tempo nem recursos. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

10 Rede de Atividades – PERT/CPM
Para cada nó ou evento de uma rede que representa um projeto podemos calcular dois tempos que definirão os limites no tempo que as atividades que partem deste evento dispõem para serem iniciadas. O Cedo de um evento é o tempo necessário para que o evento seja atingido desde que não haja atrasos imprevistos nas atividades antecedentes deste evento. O Tarde de um evento é a última data de início das atividades que partem deste evento de forma a não atrasar a conclusão do projeto. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

11 Rede de Atividades – PERT/CPM
Cedo Tarde Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

12 Rede de Atividades – PERT/CPM
Podemos definir para cada atividade integrante de um projeto quatro tempos que se referem as datas de início e término da atividade, quais sejam: PDI - Primeira data de início (Cedoi) ; PDT - Primeira data de término (Tardei); UDI - Última data de início (Cedof); UDT - Última data de término (Tardef). O TD (tempo disponível) é o intervalo de tempo que existe entre a PDI e a UDT de uma atividade, ou seja, é o maior intervalo de tempo que uma atividade dispõem para ser realizada, sem alterar o Cedo do evento inicial nem o Tarde do evento final. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

13 Rede de Atividades – PERT/CPM
Para cada atividade constante de um projeto podemos definir quatro tipos de folgas: Folga Total (FT) = TD - t Folga Livre (FL) = (Cedof - Cedoi) - t Folga Dependente (FD) = (Tardef - Tardei) - t Folga Independente (FI) = (Cedof - Tardei) - t) Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

14 Rede de Atividades – PERT/CPM
O caminho crítico é a seqüência de atividades que possuem folga total nula (conseqüentemente as demais folgas também são nulas) e que determina o tempo total de duração do projeto. As atividades pertencentes ao caminho crítico são chamadas de atividades críticas, visto que as mesmas não podem sofrer atrasos, pois caso tal fato ocorra, o projeto como um todo sofrerá este atraso. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

15 Rede de Atividades – PERT/CPM
A identificação do caminho crítico de um serviço é de fundamental importância para o gerenciamento do mesmo, pois pode-se concentrar os esforços para que estas atividades tenham prioridade na alocação dos recursos produtivos. Já as atividades não críticas, como possuem folga, permitem certa margem de manobra, porém se uma delas consumir sua folga total passará a gerar um novo caminho crítico que merecerá atenção. Existem situações em que toda a rede é crítica, e qualquer desvio do planejado refletirá no prazo de conclusão do serviço. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

16 Tempos probabilísticos
Quando as estimativas dos tempos das atividades estão sujeitas à variações aleatórias, se diz que as estimativas são probabilísticas, devendo incluir uma indicação do grau de variabilidade das previsões. Tempo médio esperado Variância Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

17 Tempos probabilísticos
Podemos montar a rede e proceder os cálculos dos Cedos, Tardes, folgas e caminho crítico da mesma forma como foi feito no tópico anterior para os tempos determinísticos, considerando que o tempo médio esperado é o tempo da atividade. Dado que a média da soma de variáveis aleatórias é igual à soma das médias destas variáveis, podemos considerar como a variância total do projeto, a soma das variâncias das atividades que compõem o caminho crítico. Caso ocorram dois, ou mais, caminhos críticos, adotamos como variância total do projeto aquela que for menor. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

18 Tempos probabilísticos
Caminho Crítico A-C-F Tempo Esperado 21,74 Variância (0,25+0,17+0,11) 0,53 Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

19 Tempos probabilísticos
Como os tempos de realização das atividades são probabilísticos, é importante podermos estimar qual a probabilidade que temos do serviço ficar concluído em determinado prazo. Por exemplo, digamos que queremos saber qual a probabilidade deste serviço ser concluído em 23 unidades de tempo, aplicando a fórmula achamos o valor de K = 1,73. Entrando com este valor na tabela da função de distribuição da curva normal, verificamos que existe uma probabilidade de 95,82% do serviço ser concluído neste prazo. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

20 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo - 1 Monte uma rede PERT/CPM para um serviço com as atividades da tabela abaixo. Calcule os tempos, folgas e identifique o caminho crítico. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

21 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 1: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

22 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 1: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

23 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 1: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

24 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo - 2 Monte uma rede PERT/CPM para o serviço com as atividades abaixo. Calcule os tempos, folgas e identifique o caminho crítico. Qual a probabilidade de conclusão do mesmo em 66 unidades de tempo? Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

25 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 2: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

26 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 2: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

27 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 2: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

28 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 2: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

29 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 2: Resolução Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL

30 ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL
Exemplo – 2: Resolução O caminho crítico do serviço é A-B-D-F com um tempo esperado total (ttotal) de 65,66 e uma variância de 1,05. Entrando com o valor de K = 0,33 na tabela da função de distribuição da curva normal, verifica-se que existe uma probabilidade de 62,93% do serviço ser concluído no prazo de 66 unidades de tempo. Prof. Adolfo Sérgio Furtado da Silva ORGANIZAÇÃO INDUSTRIAL


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