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Aprendizagem e individualização Flavio da Silva Borges.

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1 Aprendizagem e individualização Flavio da Silva Borges

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4 O hábito de buscar dentro do organismo uma explicação do comportamento tende a obscurecer as variáveis que estão ao alcance de uma análise científica. Estas variáveis estão fora do organismo, em seu ambiente imediato e em sua história ambiental. Possuem um status físico para o qual as técnicas usuais da ciência são adequadas e permitem uma explicação do comportamento nos moldes da de outros objetos explicados pelas respectivas ciências (Skinner, 1953/1994, p. 41).fora do organismo Noção de causalidade

5 Causalidade externa: relação organismo- ambiente Ao nos voltarmos para as condições externas que modelam e mantém o comportamento dos homens, ao mesmo tempo que questionamos a realidade de faculdades e qualidades internas às quais os êxitos humanos foram atribuídos, nós passamos daquilo que é pobremente definido e vago para aquilo que é observável e manipulável (Skinner, 1955/1999)manipulável Causas externas são as únicas que podem ser alteradas e, consequentemente, são as únicas que possibilitam o controle do comportamento

6 Três níveis de explicações 1. Filogênese: história da espécie 2. Ontogênese: história do indivíduo 3. Cultura: história da comunidade verbal Como identificar as variáveis de controle do comportamento?

7 Evolução e Comportamento Variação e Seleção Tipos de Seleção Filogênese Ontogênese Cultural

8 O Reflexo Inato ou incondicionado Características importantes destes comportamentos: Desenvolvido ao longo da história filogenética Estão presentes desde o nascimento (alguns até antes); Não há a necessidade de ser aprendido; São comuns a todos os membros da espécie; São muito importantes para nossa sobrevivência; Apenas um estímulo biologicamente determinado pode eliciar (produz) a resposta reflexa. Um estímulo incondicionado elicia (produz) uma respostas incondicionada.

9 USUR

10 Definição de reflexo: Linguagem cotidiana: Reflexo como sinônimo de resposta – reflexo pupilar; reflexo de sugação Linguagem Psicológica: Consiste em uma relação entre um estímulo e uma resposta. É um tipo de interação entre um organismo e seu ambiente.

11 Comportamento Reflexo Somente quanto se começa a relacionar aspectos do comportamento com os do meio é que há a possibilidade de uma ciência do comportamento (Keller & Schoenfeld, 1950). Estímulo é uma parte ou mudança em uma parte do ambiente; Resposta é uma mudança no organismo; SR

12 Estimulo + Resposta = Reflexo Estimulo só pode ser definido considerando sua relação com uma resposta e vice-versa. SR Determinada mudança no ambiente produz determinada mudança no organismo (físicas e fisiológicas). O reflexo é uma relação entre um estímulo e uma resposta na qual um estímulo elicia a resposta.

13 Exemplos de reflexo EstímuloResposta Fogo próximo à mãoContração do braço Martelada no joelhoFlexão da perna Alimento na bocaSalivação Barulho estridenteSobressalto

14 Leis do Reflexo Lei da Intensidade-magnitude. Lei do Limiar Lei da Latência Habituação e Potenciação

15 Os reflexos e as Emoções

16 Reflexos Aprendido ou condicionados Características do reflexo condicionado: característica particular do indivíduo difere de outros membros de sua espécie. é um tipo de comportamento que depende de aprendizado. Construído a partir de reflexos inatos.

17 Antes do condicionamento, apenas o estímulo é capaz de eliciar uma resposta reflexa Condicionamento AntesInícioDuranteApós US UR NS US UR CS CR Procedimento para reflexos condicionados = aprendidos US – Estímulo Incondicionado NS – Estímulo Neutro RC – Resposta Condicionada UR – Resposta Incondicionada CS – Estímulo Condicionado

18 Exemplo de Emparelhamento Caso Sra. W A Sra. W estava usando um vibrador por vários meses. Uma tarde, aconteceu-lhe estar na casa de uma amiga para um bate-papo. Durante a visita a filha da amiga voltou da escola, ligou o teclado elétrico e foi à cozinha preparar um refresco antes de começar a tocar uma música. Quando o motor elétrico do teclado foi ligado, a Sra. W notou seu zumbido; ele lhe pareceu familiar e agradável. Enquanto ela continuava a conversar com a amiga, começou a perceber que esta ficando sexualmente excitada. À medida que o zumbido continuava, sua excitação alcançou níveis mais altos.

19 Procedimento para condicionamento Estímulo Incondicionado Estimulação do clitóris com vibrador Resposta Condicionada Excitação sexual Estímulo Condicionado Som/zumbido Estímulo Neutro Som/zumbido _______ Resposta Incondicionada Excitação sexual Emparelhamento

20 O reflexo e o estudo das emoções 1 – medomedo 2 – alegria 3 – raiva 4 – tristezatristeza 5 - excitação sexualexcitação sexual 6 – amor – Ágape; Filos; ErosÁgapeFilos 7 – ciúmesciúmes 8 - timidez, etc.

21 Medo aprendido

22 Comportamento Operante O comportamento operante é emitido. Os homens agem sobre o mundo, modifica-no e, por sua vez são modificados pelas conseqüência de sua ação. Se o meio se modifica formas diferentes de comportamento desaparecem enquanto as conseqüências produzem novas formas de comportamento. (Skinner, 1957)

23 Comportamento Operante Paradigma R R (Futuras) C (S)

24 Resulta em uma crescente taxa de ocorrência de uma resposta que já existe com alguma força. Dizemos que comportamento operante é condicionado ou fortalecido quando ele é seguido por reforçamento. - Procedimento: Todo comportamento que já ocorre com alguma força quando seguido por um estímulo reforçador é mais provável de ser emitido novamente, ou seja resulta em um aumento na taxa de respostas. RSRSR Condicionado Operante

25 Estímulo Reforçador É definido pelos seus efeitos sobre o comportamento. Assim quando apresentado como conseqüência de uma certa resposta deve-se verificar um aumento na sua taxa. RSRSR Tipos de Conseqüências - Reforço Positivo: deve-se verificar um aumento na sua taxa de respostas pelo acréscimo de um estímulo ao ambiente. - Reforço Negativo: deve-se verificar um aumento na sua taxa de respostas pela retirada de um estímulo ao ambiente.

26 Punição Assim como o reforço este também e definido pelos seus efeitos sobre o comportamento. Assim quando apresentado como conseqüência de uma certa resposta deve-se verificar uma diminuição na sua taxa.

27 Reforçamento contínuo – 1:1 Produz uma alta taxa de resposta em um curto período, utilizado na aquisição de comportamentos, pouco resistente a extinção e o organismo rapidamente fica saciado. Esquemas de Reforçamento Tempo Respostas

28 Esquema de Intervalo – Tempo A conseqüência é liberada contingente primeira resposta que ocorra após a passagem de tempo fixa ou variável. Tempo Respostas - Intervalo Fixo. Primeira resposta depois de uma passagem fixa do tempo. Tempo Respostas - Intervalo Variável. Primeira resposta depois de uma passagem variável (médio) do tempo.

29 Esquema de Razão – Respostas A conseqüência é liberada contingente primeira resposta que ocorra após um número de respostas fixas ou variáveis. Tempo Respostas - Razão Fixo. Primeira resposta depois de um número fixo de respostas. Tempo Respostas - Razão Variável. Primeira resposta depois de um número variável (médio) de respostas.

30 Esquemas de Reforçamento Tempo Respostas IF Tempo Respostas IV Tempo Respostas RF Tempo Respostas RV Tempo Respostas CRF


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