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WORKSHOP AVALIAÇÃO DO PEE Auditório da ANEEL Brasília, 17 de setembro de 2010.

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1 WORKSHOP AVALIAÇÃO DO PEE Auditório da ANEEL Brasília, 17 de setembro de 2010

2 Elaboração de metodologia que permita mensurar, verificar e avaliar os resultados decorrentes de ações de Eficiência Energética dos Programas de Eficiência Energética – PEE das concessionárias distribuidoras de eletricidade

3 Brasília, 17 de setembro de 2010 Prof. Jamil Haddad Centro de Excelência em Eficiência Energética – EXCEN Gustavo Nogueira Salume EFFICIENTIA

4 Atividades 01, 02 e 03 Elaboração de planejamento sistemático dos trabalhos a serem realizados, com descrição e detalhamento das ações, bem como os respectivos cronogramas de execução físico- financeira. Levantamento do estado da arte das ações, trabalhos publicados e relatórios disponibilizados, relacionados à avaliação de impactos e resultados de programas e projetos de eficiência energética. Realização de entrevistas e reuniões com os técnicos dos agentes e instituições envolvidas com os PEE.

5 Atividades 04, 05 e 06 Análise das metodologias existentes, identificando as eventuais deficiências e proposição de critérios de consistência para a avaliação dos resultados e dos dados dos Programas de Eficiência Energética – PEE. Elaboração de modelos conceituais e estabelecimento de indicadores para a avaliação de resultados dos Programas de Eficiência Energética – PEE das empresas distribuidoras de energia elétrica. Estruturação e implantação de uma base de dados para armazenamento e gerenciamento de informações e apuração dos indicadores relativos às metodologias e modelos propostos.

6 Atividades 07, 08, 09 e 10 Desenvolvimento de metodologia para estimar os custos de execução das avaliações e fiscalizações de campo, utilizando o modelo proposto, visando definir-se a melhor relação custo/benefício desta atividade. Identificação de oportunidades e prioridades para possíveis ações, com proposições para o aperfeiçoamento do marco legal ou a implementação de regulamentações específicas. Realização de uma Consulta Pública via Internet, pelo período de 30 dias, para o recebimento de comentários. A mesma será realizada através do site do MME e da ANEEL. Realização de Workshop para apresentação e discussão dos resultados do estudo realizado. O mesmo ocorrerá no auditório da ANEEL em 17/09/2010.

7 PROJETO MEDIVE Análise de Pesquisa e das entrevistas realizadas com agentes e instituições envolvidas com os Programas de Eficiência Energética - PEE

8 Questionário Parte 01: Identificação da Empresa Distribuidora de Energia Elétrica. Parte 02: Elaboração e Gestão do PEE. Parte 03: Execução do PEE. Parte 04: Fiscalização do PEE.

9 Empresas Tabela - Número de empresas distribuidoras que responderam o questionário

10 Empresas Figura - Número de empresas distribuidoras que responderam o questionário por região

11 ANÁLISE Elaboração e Gestão ExecuçãoFiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

12 ANÁLISE Elaboração e Gestão ExecuçãoFiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

13 Análise da Elaboração A elaboração do PEE das empresas é realizado com pessoal próprio (100% das respostas). – Envolve estratégias da empresa (comercial, social, ambiental, etc) buscando melhorar a imagem da empresa junto à sociedade com a priorização de projetos do tipo baixa renda, educacional, hospitais, entidades sem fins lucrativos, etc. A maioria está ligada à Diretoria Comercial ou Técnica. – Busca reduzir perdas técnicas e comerciais.

14 Análise da Elaboração Algumas empresas poderão investir mais que o recomendado quando houver um ganho econômico ou social. Durante a elaboração do PEE as empresas evitam de enviar projetos com o RCB próximo do limite estipulado no manual. Dessa forma visam trabalhar com certa margem de segurança, pois a RCB após a implantação do projeto pode apresentar um valor acima do inicialmente calculado.

15 ANÁLISE Elaboração e Gestão Execução Fiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

16 Análise da Gestão A gestão do PEE das empresas é realizado, na maioria das empresas, com pessoal próprio. – Envolve os objetivos da empresa (perda comercial, perda técnica, social com melhoria da imagem junto à sociedade, etc). – Necessidade de acompanhamento dos projetos (contatos, resultados, prazos, relatórios, esclarecimentos ao agente regulador). Empresas pequenas citaram que possuem dificuldades para contratação de auditoria contábil e financeira.

17 Análise da Gestão A experiência tem mostrado que as distribuidoras se interessam mais com a gestão dos Programas de Eficiência Energética quando as mesmas passam a reconhecer nessa atividade oportunidades para auferirem ganhos econômicos, principalmente quando existem incentivos regulatórios e tarifários. Dessa forma, como é comum em muitas empresas, os processos relacionados à eficiência energética deixam de ser reconhecidos, pelos dirigentes, como uma obrigação administrativa e ganham uma maior e significativa importância.

18 ANÁLISE Elaboração e Gestão Execução Fiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

19 Análise dos Recursos Humanos A quantidade depende do porte da empresa (mínimo 1 e máximo 17 pessoas).

20 Análise dos Recursos Humanos A quantidade depende do porte da empresa (mínimo 1 e máximo 17). Pessoal próprio realiza atividades de elaboração e gestão do PEE. – Atividades de planejamento e acompanhamento. Pessoal terceirizado realiza atividades de execução e medição do PEE. – Necessidade de técnicos especializados e equipamentos de medição. – Redução de custos.

21 ANÁLISE Elaboração e Gestão ExecuçãoFiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

22 Contratos de desempenho 60% das empresas não realizaram contratos. – Dificuldades de aceitação dos clientes. – Empresários não conhecem a metodologia. – Necessidade de acompanhamento dos resultados. – Não é interesse da concessionária. 40% realizaram contratos de desempenho. – Clientes industriais. – Apresentaram bons resultados. – Dificuldades na celebração do contrato e nos critérios de medição dos resultados. – Tempo de retorno menor que 3 anos.

23 ANÁLISE Elaboração e Gestão ExecuçãoFiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

24 Tipologias

25 Maioria dos projetos abordam questões sociais envolvendo comunidades de baixa renda, escolas, hospitais, creches, asilos, etc. Ao desenvolverem projetos de eficiência energética voltados para a comunidade a distribuidora também está difundindo e vinculando fortemente sua imagem junto a toda a população. O tempo médio para implantação dos projetos é de 12 a 18 meses.

26 ANÁLISE Elaboração e Gestão ExecuçãoFiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

27 Usos Finais Figura - Tipologias dos projetos implementados pelas distribuidoras

28 Usos Finais A maioria dos projetos implementados está relacionada aos seguintes usos finais: substituição de lâmpadas, troca de geladeiras, substituição de motores elétricos, troca de sistemas de ar condicionado tipo janela, etc. Sistemas de iluminação apresentam valores de RCB bastante favoráveis. 100% das empresas que responderam o questionário informaram que utilizam como referência o Protocolo Internacional de Medição e Verificação de Desempenho – PIMVP.

29 Usos Finais As distribuidoras alegaram dificuldades para efetuar medições conforme o PIMVP recomenda, pois muitas vezes são exigidas medições por uso final. A separação de circuitos para este tipo de medição foi um problema frequentemente relatado. Além disso, há a necessidade de equipamentos e pessoal capacitado para realização das medições. Necessidade de adaptar o PIMVP às condições brasileiras desenvolvendo metodologias para cada tipologia.

30 ANÁLISE Elaboração e Gestão ExecuçãoFiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

31 Dificuldades na fiscalização A inexistência ou mesmo falta de critérios específicos e claros para a mensuração dos resultados e na auditoria contábil e financeira. A preocupação das distribuidoras da avaliação e análise subjetiva que será exercida pelos fiscais da ANEEL. Longo tempo decorrido após o término do projeto, podendo o coordenador do projeto estar aposentado ou mudado de área.

32 ANÁLISE Elaboração e Gestão Execução Fiscalização Elaboração Gestão RH Contrato Desempenho Tipologias Usos Finais Dificuldades Resultados MV

33 Projetos com Melhores resultados segundo as Distribuidoras

34 Melhores resultados Facilidade de implementação. Apresentam excelente repercussão na comunidade. – Ex. melhoria na iluminação pública resulta em melhores condições de segurança para a população. Apresentam metodologias bem sedimentadas.

35 Conclusões A exigência da RCB menor que 0,8 e a necessidade de MV tem dificultado a execução de alguns projetos. Algumas citaram dificuldades na realização da medição e verificação em alguns projetos com os custos de M&V inviabilizando a implementação do mesmo, pois irá impactar negativamente no cálculo da RCB. Necessidade de mais incentivos para os contratos de performance. Foi sugerido o retorno da tipologia iluminação pública.

36 Conclusões Foi comentado que ainda não existem regras claras com relação à fiscalização contábil, assim como o protocolo também não define os procedimentos de M&V por tipologia. O manual deveria contemplar a execução de ante-projeto para poder analisar a viabilidade de projetos. Foi também destacado que a exigência de aplicar pelo menos 50% dos recursos em projetos de baixa renda é elevado. Os contratos de desempenho estão sendo realizados e ainda serão, pois é desse recurso que algumas empresas podem obter recursos para a gestão dos projetos.

37 Conclusões Atualmente algumas concessionárias não estão realizando contratados de desempenho, pois com a atual regra, os ganhos obtidos com essa modalidade de projeto, vão para um fundo que deverá retornar com novos projetos de eficiência energética, aumentando o recurso a ser realizado pela empresa e gerando novas demandas. Foi sugerido que para incentivar essa modalidade deveria ser permitido à concessionária apropriar parte desses ganhos. Necessidade de critérios claros para a MV por tipologia e fiscalização contábil financeira.

38 Conclusões Foi destacado que os projetos para o seguimento de baixo poder aquisitivo envolvem moradias com baixo consumo de energia elétrica e as economias envolvidas também são de pequeno valor. Também foi comentado que não é incomum que esses moradores troquem de casas e/ou até dos produtos recebidos (geladeiras, lâmpadas, etc). Além desse fato, segundo algumas distribuidoras, as medições podem ficar muito caras, encarecendo o custo final desse tipo de projeto.

39 Conclusões Foi também destacado a expectativa da geração de resultados e produtos que possam contribuir no aprimoramento da atual regulamentação do PEE, como por exemplo: – Necessidade de desenvolver novos indicadores (sociais, ambientais, etc) para os projetos e respectivas tipologias. – Desenvolver mecanismos de M&V que permita obter resultados (energia conservada e demanda retirada da ponta) que não gerem dúvidas em relação aos valores e sua permanência. – Desenvolver um Benchmarking para os projetos do PEE e respectivas empresas. – Estudar a necessidade de regionalizar alguns indicadores e/ou projetos.

40 PROJETO MEDIVE Base de Dados dos projetos do PEE

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45 Tabela - Quantificação da ocorrência de valores de Parâmetros nos projetos do PEE Tipologia Comercial e Serviços. Tipologia Comercial e Servi ç os InvestimentoDemanda EvitadaEnergia EconomizadaRCB Sem P0,71,30,013,3 Sem R10,731,30,729,3 Sem P e R6,012,714,020,7 P < R20,722,730,79,4 P > R60,624,049,325,3 Iguais1,38,05,32,0 Total (%)100,0

46 Tabela - Quantificação da ocorrência de valores de Parâmetros nos projetos do PEE Tipologia Industrial. Tipologia Industrial InvestimentoDemanda EvitadaEnergia EconomizadaRCB Sem P7,57,0 5,5 Sem R23,425,931,318,9 Sem P e R11,420,412,433,3 P < R13,922,923,49,5 P > R40,315,920,429,3 Iguais3,57,95,53,5 Total (%)100,0

47 PROJETO MEDIVE Proposta de Indicadores para o PEE

48 Indicadores de Energia Os indicadores de energia são aqueles que se referem à redução do consumo como resultado do programa. Economia de energia Redução de demanda na ponta

49 Indicadores de Atividades Os indicadores de atividades podem apresentar dados brutos e referem-se aos resultados quantitativos que apresentam informações sobre abrangência, pessoal envolvido e tempo de duração do Programa de Eficiência Energética, entre outros. Assim, para o desenvolvimento desses indicadores é necessário contabilizar: – Número de projetos implementados pela empresa concessionária; – Número de projetos abrangidos por região; – Número de projetos abrangidos por tipologia; – Duração para implementação por projeto; – Total de profissionais envolvidos no projeto por instituição.

50 Indicadores Econômicos A seguir são apresentados alguns possíveis indicadores: – Investimento/tipologia de projeto; – Investimento/instituição (ou agente); – Investimento/região; – Investimento/tipologia.

51 Indicadores de Execução Economia Qualitativa dos free-drivers – O efeito free-driver é a adoção de medidas e práticas de eficiência energética pelos não participantes como resultado do projeto ou programa. O objetivo desse indicador não é saber exatamente a redução do consumo de energia desses indivíduos, mas sim saber se o programa cumpriu sua meta de disseminar as informações de conservação de energia para a comunidade. Ações Realizadas e Não Realizadas

52 Indicadores Específicos Considerando o setor residencial têm-se, como sugestão, entre outros, os seguintes indicadores: – Consumo por habitação; – Consumo de eletricidade de eletros-domésticos por habitação; – Consumo por habitação por dimensão espacial; – Consumo por habitação por média de temperatura. Considerando o setor de serviços têm-se, como sugestão, entre outros, os seguintes indicadores: – Consumo por funcionário por setor de serviço; – Consumo de eletricidade no setor de serviços por funcionário.

53 Indicadores Específicos É igualmente importante obter-se o consumo específico para os principais usos finais, como por exemplo: – Motor elétrico; – Sistemas de Bombeamento; – Sistemas de Condicionamento Ambiental; – Sistemas de Ar Comprimido; – Aquecedor de água elétrico doméstico; – Iluminação elétrica; – Etc.

54 PROJETO MEDIVE Análise dos atuais critérios e dados empregados na avaliação dos projetos do PEE

55 Critério Energético Principais Indicadores: – Energia economizada (MWh/ano) – Redução de demanda no horário de ponta (KW) Tais valores são levantados por meio de diagnóstico ou pré-diagnóstico e cadastrados no Sistema de Gestão dos Programas de Eficiência Energética da ANEEL - SGPEE. Após a conclusão do projeto, esses valores deverão ser mensurados por meio de práticas adequadas de medição e verificação - M&V

56 Critério Econômico Custos evitados: custos verificados em decorrência da economia anual obtida nos custos dos sistemas à montante do segmento considerado pela postergação dos investimentos (custo da demanda evitada) e/ou redução de despesas operacionais (custo de energia evitado). Para quantificar os custos totais evitados, multiplica-se a quantidade da demanda e da energia evitadas, pelos respectivos "custos unitários evitados".

57 Critério Econômico Taxa de Desconto A taxa de desconto a ser considerada atualmente na avaliação financeira é de no mínimo 8%. Vida Útil A vida útil é definida em cada modelo de projeto específico apresentado nos Roteiros Básicos para Elaboração de Projetos. No caso do projeto englobar equipamentos com vidas úteis diferentes, o investimento anualizado do projeto será composto pelo somatório dos investimentos anualizados correspondentes a cada equipamento e a sua respectiva vida útil.

58 Critério Econômico Relação Custo-Benefício (RCB) Todos os projetos devem ter sua RCB calculada sob a ótica da sociedade. Se um projeto tiver mais de um uso final (iluminação, refrigeração, motores elétricos....) cada um desses usos finais deverá ter sua RCB calculada. Deverá, também, ser apresentada a RCB global do projeto por meio da média ponderada das RCBs individuais.

59 Análise de sensibilidade da RCB à variação dos seus fatores de influência CEE = Custo evitado de energia elétrica [R$/MWh]. CED = Custo evitado de demanda [R$/kW].

60 Análise de sensibilidade da RCB à variação dos seus fatores de influência 1) Parâmetros Consistem nos fatores que não dependem do projeto em si: – taxa de desconto (i); – custo evitado de energia (CEE); – custo evitado de demanda (CED). 2) Variáveis São fatores associados às particularidades do projeto: – Vida útil dos equipamentos; – Custo dos equipamentos; – Custos diretos e indiretos; – Energia economizada; – Demanda retirada do horário de ponta.

61 Análise de sensibilidade da RCB à variação dos seus fatores de influência Efeito da variação da taxa de desconto (i)

62 Análise de sensibilidade da RCB à variação dos seus fatores de influência Efeito da variação da vida útil dos equipamentos

63 Análise de sensibilidade da RCB à variação dos seus fatores de influência Efeito da variação da Redução de Demanda na Ponta

64 Análise de sensibilidade da RCB à variação dos seus fatores de influência Efeito da variação da Redução da Energia Economizada

65 PROJETO MEDIVE Análise Geral dos projetos implementados no âmbito do PEE

66 Análise Geral O ciclo 2003/2004 apontou mais recursos no programa, com isso, obteve a maior energia anual economizada; A região sudeste recebeu a maior quantidade e investimentos em projetos de eficiência energética, resultando em maiores economias de energia e demanda; A tipologia industrial foi a primeira em quantidade de projetos efetivos, resultando na maior quantidade de energia economizada, porém, com relação à demanda retirada na ponta, foi a quarta tipologia e, para a quantidade de investimentos, foi a quinta tipologia.

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71 Projetos industriais apresentam maior economia de energia por projeto executado que outras tipologias; Consumo industrial: cerca de 50% do consumo nacional; PNE-2030: Foco em eficiência energética; Conclusões

72 Procel Info, 5/08/10; Dos R$ 1,3 bilhão investidos anualmente: 7,7% - Cogeração e Indústria 64% - baixa renda (menos de 5% do consumo do país) Menos energia economizada com maior custo; Conclusões

73 Procel Info, 5/08/10; Projetos até 2008: custo médio de 69,18 R$/MWh Após 2008: Foco em baixa renda – 209,32 R$/MWh CME (custo médio de expansão): 140 R$/MWh Lei , de jan/10: 60% dos recursos: baixa renda. Antes: 50% Conclusões

74 PROJETO MEDIVE Metodologia para estimar os custos de execução das avaliações e fiscalizações de campo

75 O MPEE 2008 prevê, em seu item , a avaliação final de todos os projetos no âmbito do PEE das concessionárias distribuidoras de energia elétrica; O reconhecimento dos investimentos realizados será feito após análise e aprovação final do projeto pela ANEEL; AP048/2009: As concessionárias deverão contratar Empresa de Auditoria Independente (EAI) para auditoria em seus PEEs.

76 Adotou-se como premissa deste trabalho que a auditoria técnica dos projetos e programas do PEE será executada por empresas prestadoras de serviço independentes:

77 CT MO –custo total de mão de obra [R$]. N MO –número de profissionais envolvidos. t MO (j)–tempo de trabalho de cada profissional j [h]. C MO (j)–custo unitário de cada profissional j [R$/h]. RB(j)–remuneração bruta de cada profissional j [R$]. ES MO (j)–recolhimento patronal dos encargos sociais para cada profissional j. B MO (j)– outros benefícios normalmente praticados pelo mercado (e.g. plano de saúde). JMT–jornada mensal de trabalho = 220 horas. [] Exemplo:

78 A metodologia consiste de uma estrutura sistemática para a estimativa dos preços a serem praticados pelas empresas de auditoria independente (EAI). Não fixa os valores dos custos unitários (parâmetros) Não estabelece padrões para quantidades (variáveis) ou até mesmo preços finais, Carência de dados e informações para balizamento, bem como a quantidade e variabilidade dos fatores de influência sobre estes preços.

79 OBRIGADO! Brasília, 17 de setembro de 2010 Prof. Jamil Haddad Centro de Excelência em Eficiência Energética – EXCEN Fone: (35) /1241 Gustavo Nogueira Salume EFFICIENTIA Fone: (31)


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