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Nut 642 - Epidemiologia Nutricional OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA Poliana Casagrande Ribeiro Vieira.

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Apresentação em tema: "Nut 642 - Epidemiologia Nutricional OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA Poliana Casagrande Ribeiro Vieira."— Transcrição da apresentação:

1 Nut Epidemiologia Nutricional OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA Poliana Casagrande Ribeiro Vieira

2 OBESIDADE NA ADOLESCÊNCIA INTRODUÇÃO: Segundo OLIVEIRA, 2000 Obesidade é o excesso de gordura no organismo, causado basicamente pela ingestão energética de alimentos maior que o gasto calórico do organismo. É uma doença multifatorial que envolve fatores genéticos, psicológicos e psicossociais, hábitos e cultura ( sobretudo os hábitos dietéticos, o nível de atividade física e as atividades sedentárias. Os casos de origem endocrinologica são exceção

3 Etiologia: Redução da atividade física (menor gasto energético) que pode estar relacionada a maior consumo de energia e gordura. ( Monteiro & Conde, 1999)Redução da atividade física (menor gasto energético) que pode estar relacionada a maior consumo de energia e gordura. ( Monteiro & Conde, 1999) Hábitos alimentares inadequadosHábitos alimentares inadequados SedentarismoSedentarismo

4 Classificação Da Obesidade: Classificação Da Obesidade: Divergência de classificações nos estudos - dificulta a visualização da prevalênciaDivergência de classificações nos estudos - dificulta a visualização da prevalência Valores de IMC propostos por Must et al (1991) e Rosner Et al (1998),são os mais usados para classificar o sobrepeso e obesidade.Valores de IMC propostos por Must et al (1991) e Rosner Et al (1998),são os mais usados para classificar o sobrepeso e obesidade. Os dados de Must et al são recomendados pela OMS.Os dados de Must et al são recomendados pela OMS.

5 Quadro 1 - Classificação da OMS(WHO,1995): valores de percentis de IMC com pontos de corte: Baixo peso < P5º Sobrepeso a 85º e < 95º Obesidade>95º e somatório das 4 pregas cutâneas (PCT, PCB, PCSI,PCSE) maior que P90 º

6 Obesidade na adolescência e importância em saúde pública o sobrepeso está associado com o aumento do risco de obesidade na vida adulta e, portanto, indiretamente associado com as doenças crônicas relacionadas ao excesso de gordura corporal.o sobrepeso está associado com o aumento do risco de obesidade na vida adulta e, portanto, indiretamente associado com as doenças crônicas relacionadas ao excesso de gordura corporal. Cerca de 80% dos adolescentes obesos tornam-se adultos obesos.Cerca de 80% dos adolescentes obesos tornam-se adultos obesos. Presença de sobrepeso em crianças e adolescentes foi positivamente associado com níveis séricos elevados de triglicerídeos.Presença de sobrepeso em crianças e adolescentes foi positivamente associado com níveis séricos elevados de triglicerídeos.

7 As medidas antropométricas assim como as pregas cutâneas mostram uma associação positiva com a hipertensão arterial. (Costa & Sichieri, 1996)As medidas antropométricas assim como as pregas cutâneas mostram uma associação positiva com a hipertensão arterial. (Costa & Sichieri, 1996) Nesta faixa etária a conseqüência psicossocial pode trazer danos para formação da personalidade pois estão em pleno processo de desenvolvimento psicológico e social.Nesta faixa etária a conseqüência psicossocial pode trazer danos para formação da personalidade pois estão em pleno processo de desenvolvimento psicológico e social.

8 Diagnóstico da obesidade Um melhor diagnóstico é obtido quando é feita a anamnese completa, o exame físico detalhado e a adequada solicitação de exames complementares.Um melhor diagnóstico é obtido quando é feita a anamnese completa, o exame físico detalhado e a adequada solicitação de exames complementares. NEM SEMPRE POSSÍVEIS EM ESTUDOS POPULACIONAISNEM SEMPRE POSSÍVEIS EM ESTUDOS POPULACIONAIS Nos estudos populacionais, quando é usado um pequeno número de indicadores, ou até um único, deve-se ter sempre em mente a possibilidade do erro, que se apresentará sob a forma de falso-positivos ou falso-negativos.Nos estudos populacionais, quando é usado um pequeno número de indicadores, ou até um único, deve-se ter sempre em mente a possibilidade do erro, que se apresentará sob a forma de falso-positivos ou falso-negativos.

9 PARÂMENTROS QUE DEVEM SER UTILIZADOS PARA AVALIAÇÃO NUTRICIONAL DO ADOLESCENTE Anamense Geral –Dados de hábitos de vida e saúde, assim como preferências alimentares, doenças referidas, características familiares, nível de atividade física, etc.

10 Exame físico: –O exame físico não antropométrico deve ser voltado para a busca de sinais gerais de aumento do tecido adiposo e sinais específico de hipernutrição que terão implicação no tratamento.

11 Indicadores Antropométricos: –Mais usados para diagnóstico da obesidade na adolescência. –Acúmulo excessivo de gordura corporal aumento de medidas antopométricas obtidas em locais em que o tecido adiposos esteja presente. –Adolescência aumento desejável de medidas antropométricas, devido ao crescimento físico e do significado dessas medidas, devido à maturação sexual, necessitando-se, a todo momento, levar em conta outros parâmetros.

12 3 parâmetros: 1-Medida da massa corporal; indica se o indivíduo apresenta excesso de massa; 2-.Medida da composição corporal: indica a composição da massa; e 3-Medida do grau de maturação sexual; indica se os valores de referência podem ser usados para comparação.

13 Primeiro Passo: -avaliação do grau de maturidade sexual -Pode-se utilizar a verificação do estado do adolescente em relação ao estirão da puberdade, que é o marco principal de crescimento nessa fase. -Espera-se que ele ocorra, no maturados médios, entre 12 e 14 anos para as meninas e entre 14 e 16 para os meninos.

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16 Segundo Passo: – Medição da quantidade de massa corporal. –Pode ser realizado através da aferição do peso e altura e classificação pelo IMC, (WHO,1995) ou verificação da sua adequação para estatura. Terceiro Passo: –Avaliação da massa magra - avalia efeito da hipertrofia muscular muito comum em adolescentes. – Os índices de peso e estatura têm sido criticados por não descreverem os padrões de distribuição do tecido adiposo e, também pela inabilidade em discriminar os indivíduos com excesso de massa gorda e muscular.

17 è Indicadores Bioquímicos : - Utilizados para avaliar risco de doenças derivadas da arteriosclerose. -Não podem ser usados para diagnóstico de obesidade nem para quantificar o seu grau

18 èComo Medir a Ingestão Alimentar: -Aspecto de maior dificuldade da abordagem nutricional -Sujeito a influencias do entrevistador -Falhas na memória -Tabelas de composição incompletas e pouco acuradas, não contém hábitos e práticas de diferentes regiões, e modos de preparação.

19 vCada método dietético possui suas peculiaridades podendo ser utilizados isoladamente ou associado. vDeve ser avaliado, suas vantagens e desvantagens, a realidade de cada projeto de pesquisa, o tempo, os recursos humanos e financeiros disponíveis, o tamanho da amostra utilizada para o estudo. vNo desenho do estudo deve-se levar em consideração medidas que venham minimizar possíveis bias de informação, de memória e do entrevistador.

20 vRecomenda-se a realização de estudos de validação relativa. vEm geral para adolescentes utiliza-se o recordatório 24 horas ou o registro alimentar, em geral de três dias associado a freqüência de consumo.

21 INSTRUMENTOS DE MENSURAÇÃO DA ATIVIDADE FÍSICA èAtividade física - consiste em todo movimento corporal produzido pela musculatura esquelética, resultando em gasto - energético acima dos níveis de repouso. èExercício físico – representa uma das formas de atividade física planejada, estruturada e repetitiva, tendo como objetivo a melhoria da aptidão física ou a reabilitação orgânico funcional.

22 Mensuração – vários instrumentos desenvolvidos Diretos *Indiretos calorimetriaquestionário observação sistemática ( mais utilizados em movimento estudos populacionais)** monitores de freqüência cardíaca marcos fisiológicos estimativa pela ingestão calórica v* alguns destes como, medida de consumo de oxigênio não devem ser feitos em estudos populacionais ( caráter invasivo, custo, complexidade) v** custo razoável, praticidade, não altera o comportamento do entrevistado vNo questionário a quantificação da atividade física em três níveis – freqüência, duração e intensidade.

23 Prevalência da obesidade

24 Conclusão vVerifica-se uma falta de acordo entre os diferentes estudos para os critérios adotados na classificação da obesidade no adolescente o que dificulta uma visão geral da prevalência. No entanto a maioria dos estudos tem apontado uma tendência crescente da obesidade também nesta faixa etária. VER FIGURA 1 PÁG 91 v A melhor classificação é aquela que envolve vários parâmetros, situação de saúde, anamnese, avaliação antropométrica, alimentar e de atividade física.

25 Conclusão vPara estudos populacionais o IMC, tem sido relatado como bom critério para diagnóstico com sobrepeso por apresentar alta correlação com gordura corporal também para esta faixa etária. vA importância em se estudar a obesidade nesta faixa etária se dá principalmente pelos seu fatores adversos, como aumento da possibilidade de doenças crônico degenerativas e desajuste social, além se ser fator presdisponente de obesidade na vida adulta.


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