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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA I Profa. Dra. Maria de Fátima Ribeiro Raia – DAELT Geração Eólica Parte 1.

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1 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA I Profa. Dra. Maria de Fátima Ribeiro Raia – DAELT Geração Eólica Parte 1

2 Principais marcos do desenvolvimento da Energia Eólica no Século XX Fonte: Dutra,

3 Fonte:Centro de Pesquisa de Energia Elétrica – CEPEL 2013 Aplicações

4 Fonte:Centro de Pesquisa de Energia Elétrica – CEPEL 2013

5 Recentemente, a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) excluiu o setor eólico do leilão para contratação de energia para 2018 (A- 5), restringiu a participação nos leilões para 2016 (A-3) e de reserva a apenas projetos com garantia de interligação à malha de transmissão. Até o final de 2013, o país chegará a 6 GW, entrando para o rol das dez nações com maior capacidade eólica instalada.

6 Fonte: Global Wind Energy Council, 2013 MUNDIAL

7 Fonte: Global Wind Energy Council, 2013 MUNDIAL

8 Fonte: Global Wind Energy Council, 2013 MUNDIAL

9 BRASIL MUNDIAL Fonte: Global Wind Energy Council, 2013

10 BRASIL Fonte: Global Wind Energy Council, 2013

11 BRASIL CAPACIDADE INSTALADA E INVESTIMENTOS ANUAIS Fonte: Global Wind Energy Council, 2013

12 BRASIL Fonte: Global Wind Energy Council, 2013

13 Brasil no TOP 10 Segundo a Abeeólica, até o final de 2013, o país chegará a 6 GW, entrando para o rol das dez nações com maior capacidade eólica instalada, ranking liderado de longe pela China e pelos Estados Unidos. Atualmente, o Brasil ocupa a décima quinta posição na lista. Só em 2012, o país quase duplicou sua capacidade instalada, chegando a 2,5 mil megawatts (MW), uma expansão surpreendente se comparada aos mirrados 27 MW registrados em Contudo, hoje só 1% da energia consumida no país vem dessa fonte, enquanto essa taxa chega a 28% na Dinamarca. Fonte: Instituto Carbono Brasil, 2013

14 Empreendimentos em Operação Brasil – junho 2012 Fonte: BIG – ANEEL junho 2012

15 Empreendimentos em Operação Brasil – atualização em 04/09/2013 Fonte: BIG – ANEEL setembro 2013

16 MATRIZ DE ENERGIA ELÉTRICA – Brasil setembro 2013 Fonte: BIG – ANEEL setembro 2013

17 - capacidade instalada - 2,693 GW (ABEEólica) - custos de geração entre R$ 80 a 100/ MWh - custo de instalação US$ 1.000/kW - grande potencial de expansão devido às elevadas velocidades médias do vento (cerca de 8,5m/s) - potencial brasileiro de 143,5 GW - aplicação off-shore - nicho adequado ao Brasil devido a experiência da Petrobrás com instalações em alto mar

18 Usinas Eólicas no Brasil Fonte: CEPEL, 2013

19 Potencial Geração Offshore Sul do Brasil Formação dos Ventos devido ao Deslocamento das Massas de ar Fonte: CEPEL, 2001

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21 21 Um estudo realizado pela Associação Brasileira de Energia Eólica com base em usinas implantadas entre 2007 e 2010 comprova a característica da complementariedade entre usinas eólicas e fontes hídricas (UHEs e PCHs). OBS: e também sul do Brasil.

22 Mapa Eólico do Estado do Paraná

23 Aproveitamento de ventos a partir de, [m/s]6,06,57,0 Área total potencialmente útil, [km2] Potência tecnicamente instalável, [MW] Energia aproveitável, [TWh/ano]20,55,80,3 Fator de capacidade médio0,210,240,28 DADOS DO PARANÁ

24 Anemógrafo computadorizado (Centro Brasileiro de Energia Eólica)

25 Potência Gerada por uma Turbina Eólica Onde: ρ é a densidade do ar, V é a velocidade do vento e A é a área varrida pelas hélices do rotor. Exemplo: 1- Um vento passa de 2,8 m/s para 3,1 m/s (aumento de 10% ) e a potência se eleva em 35%, o que mostra como é importante a escolha de um lugar com vento mais velozes para o melhor aproveitamento da energia eólica. 2- Com relação à área varrida pelo rotor. Com um hélice de 3 m de diâmetro e um vento de 8,9 m/s teríamos uma potência de 1000 W; se dobrarmos o diâmetro da hélice para 6 m e mantivermos o vento em 8,9 m/s a potência irá para 4000 W. Isto ocorre pois a área varia com o quadrado do raio, ou seja, dobrando-se a área do rotor aumentamos a potência em quatro vezes.

26 CURVA TURBINA – P X V

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