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1 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA I Desenvolvimento Sustentável Profa. Dra Maria de Fátima Ribeiro Raia – DAELT – 2012.

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1 1 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA I Desenvolvimento Sustentável Profa. Dra Maria de Fátima Ribeiro Raia – DAELT – 2012

2 2 os valores que sustentam o paradigma de desenvolvimento, ainda vigente na sociedade atual, dão exagerado ênfase ao crescimento econômico. Implicando frequentemente:: exploração descontrolada dos recursos naturais uso de tecnologias de larga escala consumo desenfreado

3 3 REVOLUÇÃO INDUSTRIAL x POLUIÇÃO x CONSUMO desde a revolução industrial o homem atingiu níveis cada vez mais elevados de desenvolvimento industrial, tecnológico e educacional; a terra nunca foi tão fortemente agredida e violentada para satisfazer a ganância de uma minoria privilegiada; neste momento as atividades humanas começaram a causar um maior impacto na natureza; a noção de Natureza é meramente como fornecedora de matéria-prima para a produção de bens e fontes energéticas; vivemos numa sociedade que valoriza as pessoas pelos objetos que elas adquirem; o desenvolvimento econômico visa abastecer, cada vez mais aqueles que tem maior capacidade de consumir; o mercado cria hábitos de consumo, reduz a vida útil de diversos produtos e multiplica as opções por mercadorias descartáveis; essa lógica de mercado acelera o desenvolvimento econômico, o qual por sua vez agrava o desperdício dos Recursos Naturais. Fonte: Prof. Paulo C. Moura

4 4 politicamente injusto socialmente perverso aspectos ecologicamente predatórios Resultando em:

5 5 Consequências

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7 7 DEGELO - Alasca Rocky Mountains, Colorado

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15 15 O DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

16 16 NECESSIDADE DE PROFUNDAS MUDANÇAS - ATUAIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO; - ORGANIZAÇÃO DA SOCIEDADE HUMANA; - UTILIZAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS NECESSÁRIOS À VIDA HUMANA E A OUTROS SERES VIVOS. PRIMEIRO GRANDE PASSO GLOBAL CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO (SUÉCIA, 1972) enfatizou: - IMPORTÂNCIA DA QUESTÃO AMBIENTAL; - NECESSIDADE DE SE REAPRENDER A CONVIVER COM O PLANETA; - PRESERVANDO-O PARA GARANTIR A CONTINUIDADE DA VIDA E DA HISTÓRIA.

17 17 COMISSÃO MUNDIAL PARA O MEIO AMBIENTE E O DESENVOLVIMENTO (1987) –no início da década de 1980, a ONU retomou o debate das questões ambientais.1980ONU –indicada pela entidade, a primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, para estudar o assunto. NoruegaGro Harlem Brundtland –o documento final desses estudos chamou-se Nosso Futuro Comum, também conhecido como Relatório Brundtland. Apresentado em 1987 Neste documento o desenvolvimento sustentável é concebido como: o desenvolvimento que satisfaz as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades.

18 18 EVIDENCIOU-SE A RECUSA DOS PAISES EM DESENVOLVIMENTO DE TRATAR QUESTÕES AMBIENTAIS EM SEU ESTRITO SENSO; reafirmam uma visão crítica do modelo de desenvolvimento adoptado pelos países industrializados e reproduzido pelas nações em desenvolvimento; ressaltam os riscos do uso excessivo dos recursos naturais em considerar a capacidade de suporte dos ecossistemas; aponta para a incompatibilidade entre desenvolvimento sustentável e os padrões de produção e consumo vigentes FICOU CLARO QUE A NOÇÃO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ESTÁ ALEM DA SIMPLES CONSIDERAÇÃO DA QUESTÃO AMBIENTAL; É NECESSÁRIO REVER OS SISTEMAS DE PRODUÇÃO QTO A ESCOLHA, GERENCIAMENTO E UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS, BEM COMO AO PROCESSO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA. -

19 19 PROTOCOLO DE MONTREAL em 1987 no Canadá 24 paises desenvolvidos assinaram um compromisso de redução da produção de CFC (clorofluorcabonato) substituindo por gases menos nocivos, afim de diminuir os efeitos à camada de ozônio ozônio (gás encontrado na estratosfera que tem a função de filtrar de 70% a 90% os raios ultravioletas emitidos pelo sol). EFEITO ESTUFA

20 20 UNCED ( UNITED NATIONS CONFERENCE ON ENVIRONMENT AND DEVELOPMENT) (Rio de Janeiro 1992 – 170 PAISES – 25 MIL PESSOAS) (CÚPULA DA TERRA – Eco 92 ) - RESOLUÇÃO 44/228 RESSALTA – DURANTE A PREPARAÇÃO DA UNCED O objetivo era evitar interferências antropogênicas perigosas no sistema climático. Isso deveria ser feito rapidamente para poder proteger as fontes alimentares, os ecossistemas e o desenvolvimento social. * PROTEÇÃO AMBIENTAL DEVE SER ENFOCADA COM ÍNTIMA RELAÇÃO ENTRE A POBREZA E DEGRADAÇÃO * RECONHECE QUE OS PAÍSES DESENVOLVIDOS CAUSAM A MAIORIA DOS PROBLEMAS DE POLUIÇÃO E QUE TERÃO A MAIOR RESPONSABILIDADE EM COMBATÊ-LOS * SUGERE QUE RECURSOS E TECNOLOGIAS DEVEM SER COLOCADAS À DISPOSIÇÃO DOS PAISES EM DESENVOLVIMENTO PARA REVERTER O PROCESSO DE DEGRADAÇÃO AMBIENTAL

21 21 * ENCONTRAR SOLUÇÃO URGENTE E EFICAZ PARA O PROBLEMA DAS DÍVIDAS EXTERNAS, REQUISITO FUNDAMENTAL PARA A ESTRATÉGIA DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL A UNCED RESULTOU EM 5 DOCUMENTOS: 1- A AGENDA 21 PENSE GLOBALMENTE AJA LOCALMENTE * IMPLEMENTAÇÃO DE UM NOVO MODELO DE DESENVOLVIMENTO QUE PROPICIE O MANEJO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS NATURAIS E A PRESERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE; * RELAÇOES ECONÔMICAS JUSTAS E IGUALITÁRIAS ENTRE OS PAÍSES E SEU DIVERSOS SEGMENTOS;

22 22 * QUE SE CRIEM FONTES DE RECURSOS DESTINADOS AO FINANCIAMENTO DE PEQUENOS PROJETOS LOCAIS COMO: PCHS, PROJETOS DE ENERGIA RENOVÁVEL, QUE UTILIZE FONTE DE MATÉRIA PRIMA COMO O SOL, BIOMASSA E VENTO * QUE SE GEREM RECURSOS SEMELHANTES AOS GRANDES PROJETOS SOBRETUDO SE APRESENTAREM ECONOMIA DE ENERGIA E MENOR NÍVEL DE AGRESSÃO AMBIENTAL. 2- A CONVENÇÃO DA BIODIVERSIDADE; 3- A CONVENÇÃO DO CLIMA; 4- DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS SOBRE FLORESTAS; 5- DECLARAÇÃO DO RIO.

23 23 PROTOCOLO DE KYOTO (1997) Redução das emissões de 6 gases considerados causadores do Efeito Estufa (dióxido de carbono, CO 2 ; metano, CH 4 ; óxido nitroso, N 2 O; Hidrofluorcarbonetos, HFC; Perfluorocarbonetos, PFC; hexafluoreto de enxofre, SF 6 ). Emissões de CO 2, CH 4 e N 2 O, o ano base e 1990, países que assinaram o protocolo devem reduzir em média 5% as emissões durante o período compreendido entre RIO +10 (JOANESBURGO 08/2002) - AVALIAÇÃO GERAL DAS CONDIÇÕES ATUAIS; - PRIORIDADES PARA AS ACÕES FUTURAS; - CONFERÊNCIA BALANÇO; - O QUE OS PAISES FIZERAM PARA IMPLEMENTAR A AGENDA 21; - OS PAÍSES ADOTARAM AS ESTRATÉGIAS NACIONAIS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL?

24 24 A Declaração de Política de 2002 da Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável, realizada em Joanesburgo, afirma que: o Desenvolvimento Sustentável é construído sobre três pilares interdependentes e mutuamente sustentadores desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. Esse paradigma reconhece a complexidade e o interrelacionamento de questões críticas como pobreza, desperdício, degradação ambiental, decadência urbana, crescimento populacional, igualdade de gêneros, saúde, conflito e violência aos direitos humanos.

25 25 O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ESTÁ RELACIONADO AO DESENVOLVIMENTO ATRELADO AO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS NATURAIS E À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE GLOBAL, VISANDO AO MESMO TEMPO RESOLVER O PROBLEMA DA POBREZA, APERFEIÇOAR A CONDIÇÃO HUMANA E PRESERVAR OS SISTEMAS BIOLÓGICOS, DOS QUAIS TODA VIDA DEPENDE. ALÉM DISSO, É NECESSÁRIO QUE HAJA DISPONIBILIDADE DE RECURSOS NATURAIS EM NÍVEIS SEMELHANTES AOS ATUAIS PARA AS GERAÇÕES FUTURAS, E TAMBÉM O ACESSO IGUALITÁRIO ENTRE OS HOMENS HOJE, AOS RECURSOS OU AOS BENS ECONÔMICOS E SOCIAIS. CONCEITO 2 – Desenvolver de forma sustentável é aumentar a qualidade de vida humana enquanto se vive dentro da capacidade que mantém os ecossistemas. Este é um processo que requer progresso global simultâneo em uma variedade de dimensões: econômica, humana, ambiental, tecnológica e política. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL CONCEITO1 -

26 26 1. SUGESTÕES ENERGÉTICAS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL diminuir o uso dos atuais combustíveis e substituí-los por outros com reservas renováveis de longo prazo; alimentar a Eficiência Energética no setor de produção e consumo, visando a crescente demanda em países desenvolvidos; mudanças em todo o sistema de produção como forma de aumentar a eficiência no uso de materiais, transportes e combustíveis; desenvolvimento de alternativas energéticas que não prejudiquem o meio ambiente e que forneçam novas tecnologias na produção e exploração de combustíveis; rever as políticas do setor energético de forma a favorecer as tecnologias que beneficiem o meio ambiente, com diminuição das alternativas não sustentáveis; incentivar o uso de combustíveis menos poluentes.

27 27 no protocolo de Kyoto em 1997, foi estabelecido metas para controlar a emissão dos gases-estufa até o ano 2020, com maior responsabilidade dos países desenvolvidos; os países em desenvolvimento devem direcionar o seu crescimento de modo a: minimizar as emissões de gases que afetam a camada de ozônio e controlar o avanço do uso dos combustíveis fósseis; no setor de transporte há um movimento para trocar os atuais combustíveis fósseis, poluidores em potencial, para combustíveis ou tecnologias de veículos que reduzam significativamente a poluição do ar; no setor elétrico, deve ser reduzido o impacto ambiental negativo produzido pela captação de energia em fontes como o carvão mineral ou derivados de petróleo; desenvolver tecnologias mais eficientes das fontes primárias como: hidrelétricas, solares, eólicas, etc.; no setor industrial deve ser racionalizado o uso de energia, desde a produção até o gerenciamento do processo; incentivos financeiros para a Eficiência Energética de aparelhos domésticos e política de informação em massa para a economia de energia elétrica.

28 28 Sugestões Gerais para o Desenvolvimento Sustentável: OBS: faltam sugestões para a área social Reciclagem de papel, alumínio, plástico, vidro e outros materiais; Coleta seletiva de lixo; Tratamento de esgotos industriais e domésticos para que não sejam jogados em rios, lagos, córregos e mares; Descarte de baterias de celulares e outros equipamentos eletrônicos em locais especializados. Estas baterias nunca devem ser jogadas em lixo comum; Geração de energia através de fontes não poluentes como, por exemplo, eólica, solar e geotérmica; Substituição, em supermercados e lojas, das sacolas plásticas pelas feitas de papel; Uso racional (sem desperdício) de recursos da natureza como, por exemplo, a água; Diminuição na utilização de combustíveis fósseis (gasolina, diesel), substituindo-os por biocombustíveis;

29 · Utilização de técnicas agrícolas que não prejudiquem o solo; · Substituição gradual dos meios de transportes individuais (carros particulares) por coletivos (metrô); · Criação de sistemas urbanos (ciclovias) capazes de permitir a utilização de bicicletas como meio de transporte eficiente e seguro; · Incentivo ao transporte solidário (um veículo circulando com várias pessoas); · Combate ao desmatamento ilegal de matas e florestas; · Combate à ocupação irregular em regiões de mananciais; · Criação de áreas verdes nos grandes centros urbanos; · Manutenção e preservação dos ecossistemas. 29

30 30 3. ENERGIA ELÉTRICA ORIENTADA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL Cerca de 30 a 40% da energia elétrica usada no mundo é na forma de eletricidade. Isto se deve a características como: flexibilidade e confiabilidade; alternativas variadas para a produção ambientalmente limpa; limpeza nos usos finais; tecnologia bem dominada e em franco desenvolvimento; fácil integração às novas tendências de tecnologias de globalização, descentralização, informação e com maior eficiência; aptidão para fornecer os principais serviços de energia desejados pela sociedade atual.

31 31 5 Dimensões a serem levadas em conta para o DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:

32 32 Políticas Públicas para um Desenvolvimento Sustentável

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