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Estratégia de implantação do desenvolvimento local integrado e sustentável.

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Apresentação em tema: "Estratégia de implantação do desenvolvimento local integrado e sustentável."— Transcrição da apresentação:

1 Estratégia de implantação do desenvolvimento local integrado e sustentável

2 Interesses de cada Participe PARTÍCIPEPRINCIPAIS INTERESSES 1 – Trabalhadores Garantia de emprego. Salários. Orgulho e sentimento de dignidade. Saúde e segurança no lugar no trabalho. 2 – Comunidade local Riscos de saúde. Ruídos. Odores. Resíduos expelidos no solo, água e ar. Conhecimento da atividade da empresa. Riscos de acidente. 3 – Clientes e fornecedores Qualidade dos produtos. Preços. Segurança nos produtos. Garantia nos produtos. 4 – Administração pública Cumprimento da legislação. Acidentes e denúncias. Consumo de recursos. Evidência de que a empresa cumpre seus compromissos ambientais. 5 – Entidades financeiras, investidores e acionistas Resultados financeiros. Informações sobre responsabilidade ou obrigações legais e respeito a terceiros. Custos ambientais e sua gestão. Investidores ambientais. Vantagens comerciais relacionadas com a gestão ambiental. Custo do não cumprimento legal. 6 – Organizações ecológicas Informação ambiental no âmbito local. Impacto nos ecossistemas. Impactos ambientais do produto ou serviço.

3 COPESUL A Copesul segue os princípios de desenvolvimento sustentável, visando contribuir para a preservação dos recursos naturais e da vida no planeta e garantir a sustentabilidade de seu negócio. Nos últimos 30 anos, o meio empresarial despertou para a necessidade de racionalizar o uso de matérias- primas naturais, adotar tecnologias de produção mais limpas, reduzir ao máximo a geração de rejeitos e valorizar os resíduos, através da reutilização ou reciclagem.

4 REFAP A Alberto Pasqualini - Refap S/A atua com responsabilidade social. Seu grande compromisso é trabalhar de forma integrada às pessoas e ao meio ambiente. Para a Refap S/A, só uma empresa que se relaciona e comunica consegue se perpetuar, criar vínculos verdadeiros e fazer história. Por isso, sua participação em importantes eventos e programas do Estado, assim como suas ações em projetos de preservação ambiental, cultura e resgate da memória histórica vão além do conceito de empresa-cidadã, e se alinham com a visão de retribuição à sociedade como empresa contemporânea que exercita sua responsabilidade social.

5 ARACRUZ Adota a qualidade do relacionamento do setor produtivo com os demais atores da sociedade, e conseqüentemente a sustentabilidade das organizações, dependerá da sua capacidade em ouvir o que delas se espera e responder de forma efetiva, antecipando-se tanto quanto possível."

6 Estrutura do Questionário Ethos

7 Política de Remuneração, Benefícios e Carreira

8

9 Comprometimento com o Meio Ambiente

10 Critério de Seleção e Avaliação de Fornecedores

11 Valorização da Diversidade

12 Implementação Sistema de Gestão Sócio-Ambiental (ISO 14001) Relatar interna e externamente as ações realizadas pela organização Adotar indicadores econômicos, sociais e ambientais Adotar um sistema de remuneração transparente e que vise eliminar desigualdades

13 Indicadores Econômicos Lucratividade anual Rotatividade anual Valor pago aos acionistas Investimentos (capital, RH, P&D) Responsabilidades socioambientais Taxa de valor adicionado ao PIB

14 Indicadores Sociais Faltas por acidentes Preservação dos valores culturais Percentagem de horas de treinamento por horas trabalhadas Percentagem de mulheres/minorias étnicas em posições de chefia Abolido o uso de trabalho infantil

15 Indicadores Ambientais Quantidade de energia utilizada Emissões de SO2 Emissões de metais pesados Quantidade de lixo gerada Emissão de gases do efeito estufa Perda de biodiversidade Percentual do uso de recursos renováveis/não renováveis

16 Como desenvolver um SGA

17 Planejamento

18 Fazer Avaliação Ambiental Inicial : compreender a posição ambiental atual da empresa, as exigências legais impostas a ela, os aspectos ambientais relevantes, suas práticas e postura, identificação dos pontos fortes e fracos; Obter uma visão clara do futuro próximo: compreender os prováveis aspectos e impactos ambientais futuros e suas implicações na empresa, a fim de identificar os riscos e as oportunidades ambientais; e Estabelecer uma Política Ambiental: definir como a empresa irá reagir às questões ambientais atuais e futuras, antecipado-se a elas.

19 Ação (do): implementação e operação Estrutura e responsabilidade Treinamento, conscientização e competência Comunicação: interna, externa Documentação do SGA Controle dos documentos Controle operacional – procedimentos, critérios, fornecedores, contratados Emergência: preparo e resposta

20 As pessoas encarregadas da implementação das ações devem definir responsabilidades e procedimentos, que devem ser aprovados pela alta direção. Nesta fase, o levantamento das atividades, sua descrição, incluindo sua interação com o meio ambiente, é a parte principal. A partir daí é que as outras atividades dessa etapa se desenvolvem.

21 Verificação (check): ações corretivas e de verificação Monitoramento e medição Não-conformidades, ações preventivas e corretivas Registros Auditorias do SGA

22 A empresa deve possuir instrumentos para responder à pergunta como estamos indo?. Esses instrumentos de controle e monitoramento geralmente incluem exigências para relatórios sobre o desempenho ambiental e geração de resíduos (sólidos, líquidos e gasosos). Eles também incluem ações corretivas e preventivas, procedimentos e processos de auditoria ambiental. O objetivo desta fase é avaliar a real postura ambiental da empresa em relação às suas políticas definidas e aos objetivos e metas descritos no plano de ação.

23 Análise Críticas Objetivo: checar continuamente a adequação e a efetividade do SGA Análises documentadas Atenção para: mudanças na política ambiental, objetivos e metas, mudança de circunstâncias e compromisso com a melhoria contínua. Identificar oportunidades

24 ÁREAS DA ORGANIZAÇÃO ENVOLVIDAS COM O SGA Produção Finanças Administração e distribuição Pesquisa, planejamento e desenvolvimento Marketing

25 Produção: controle de poluição e produção mais limpa são questões óbvias do SGA. Outras questões podem incluir proteção ao trabalhador, a prevenção ou diminuição dos acidentes, e a prevenção de danos ambientais de longo prazo causados pelas atividades ou produtos da empresa.

26 Finanças: diretores financeiros de empresas em muitos países estão descobrindo que obter financiamento para projetos com taxas favoráveis depende da sua habilidade em demonstrar que sua empresa controla riscos, inclusive os ambientais. Administração e distribuição: exigências na embalagem, tipos de materiais e recuperação e reciclagem dos produtos impõem novas demandas de distribuidores em grandes mercados internacionais.

27 Pesquisa e Desenvolvimento: os critérios ambientais devem ser considerados no desenho do produto para atingir as exigências do público, requisitos legais, padrões nacionais internacionais ou para assegurar que os produtos tenham aspectos e impactos ambientais mínimos, por meio do seu ciclo de vida, da forma e do uso de matéria-prima, por intermédio da manufatura e distribuição, uso do produto e disposição final.

28 Marketing: em vários países os consumidores têm esperado um aspecto ambiental dos produtos que adquirem. Produtos que tenham potencial de sérios impactos no meio ambiente devem estar sujeitos a regulamentação internacional ou boicote dos consumidores.

29 Resultados Redução de emissões Redução do consumo de água e da geração de efluentes Acidentes Zero Eliminar a contaminação dos sites Estimular a biodiversidade Estimular o consumo de alimentos e a prática de hábitos saudáveis

30 Diagnóstico ambiental Obtenção de dados de entrada Elaboração de informações e indicadores Análise integrada

31 Temas abordados em diagnósticos TemasProporção (%) Clima91 Geologia100 Geomorfologia100 Pedologia100 Recursos Hídricos73 Arqueologia36 Fauna64 Vegetação100 Uso e ocupação do solo100 Atividades econômicas100 Estrutura Fundiária82 Aspectos culturais e da organização social e política64 Demografia e condições de vida da população82 Infraestrutura de serviços82 Aspectos jurídicos e institucionais82

32 Geologia Costumam indicar as unidades geológicas, sua estrutura, estratigrafia, litologia e evolução. As informações servem para a análise dos tipos e da dinâmica superficial dos terrenos. Elas subsidiam as interpretações sobre o relevo, solo e processos de erosão, entre outros dados. Os aspectos geotécnicos caracterizam o comportamento físico-mecânico dos materiais e deduzem suas respostas as interferências humanas.

33 Clima Busca esclarecer a influência desse elemento na vida, na saúde, na distribuição das atividades humanas. Precipitação e a temperatura – registros de 30 anos – raros estudos caracterizam o microclima FatorCausa/efeitoPotencial p/ desenvolvimento dos agentes patogênicos PrecipitaçãoAltas precipitações determinam a formação de criadouros de insetos vetores e a manutenção de larvas e ovos de helmintos Aedes aegypti Aedes albopictous Anopheles spp Ascaris lumbricoides Larvas de ancilostomatídeos VentoA direção e velocidade do vento controla a dispersão de poluentes, promovendo maior sensibilidade da população aos agentes Agentes alérgicos predispostos a agentes oportunistas

34 Geomorfologia Associados a outros elementos do meio, os dados de geomorfologia podem auxiliar na interpretação de fenômenos como inundações e variações climáticas locais. São informações vitais para avaliar movimentos de massa e instabilidades dos terrenos. Escarpas representa uma barreira para ocupação urbana

35 Solos Uma vez que o solo é suporte dos ecossistemas das atividades humanas sobre a terra, seu estudo é imprescindível. Quando se analisa o solo, pode-s deduzir sua potencialidade e fragilidade como elemento natural, como recurso produtivo, como substrato de atividades construtivas ou como concentrador de impactos.

36 Declividade Declividade é avaliada como objetivo de observar as inclinações de um terreno em relação a um eixo horizontal. Este tema permite inferir informações como formas de paisagem, erosão, potencialidades para usos agrícola, restrições para ocupação urbana, manejos e práticas conservacionista

37 Capacidade de uso da terra Norteia muitas tomadas de decisão do ponto de vista da conservação ambiental, da vocação agropecuária, do risco de erosão, da produtividade, do controle de impactos ou da indicação de tecnologias adequadas.

38 Hidrografia, bacias hidrográficas e qualidade das águas A estratégia é analisar as propriedades, a distribuição e a circulação da água, para interpretar potencialidades e restrições de uso. Contaminação ambiental: sólidos em suspensão, nitrogênio e fósforo IQA – possível localizar pontos de captação, pontos de poluição, situação do esgotamento sanitário, instalação de futuros projetos.

39 Vegetação Tema mais valorizado pelos gestores. Um elemento natural muito sensível, reagindo distinta e rapidamente às variações. Seu estudo permite conhecer, por um lado, as condições naturais do terreno e, por outro, as influencias antrópicas recebidas, podendo-se inferir, globalmente, a qualidade do meio.

40 Fauna Tem basicamente a função de indicar a qualidade do meio, escolher e definir áreas a serem protegidas e especificar manejo.

41 Exercício No desenvolvimento deste exercício, a equipe deve escolher uma das empresas relacionadas na tabela 1. A seguir, verifiquem as características da sua empresa, procurem identificar as principais questões ambientais e proponham soluções para elas.

42 Gestão participativa Necessidade de processos educativos para gestores – Complexidade das questões ambientais – Processos educativos que proporcionem conhecimentos, habilidades, no intuito de desenvolverem atitudes a fim de intervir de forma participativa em processos decisórios que implicam a alteração, para melhor ou pior, da qualidade ambiental.

43 Os processos de discussão educativa Podem influenciar: – Na verificação e reconhecimento dos principais atores sociais envolvidos e suas formas de organização – Na relação dos efeitos sobre o meio físico-natural com ameaças à qualidade de vida dos grupos sociais afetados – A distinção dos aspectos da legislação ambiental e as possibilidades de sua utilização pelo órgão ambiental e por organizações da sociedade civil – A aplicação de procedimentos que facilitem a participação dos diferentes segmentos sociais no seu estudo (do problema), bem como na difusão dos resultados encontrados

44 Fatores complicadores para a gestão ambiental A dificuldade das pessoas para visualizarem as causas e consequências relacionadas com a ação humana no meio ambiente (ex: contaminação dos rios por metais) A crença de que os recursos naturais são infinitos (ex: a água nunca vai acabar) A sensação de impotência frente às questões ambientais (ex: ocupação desordenada de áreas litorâneas, provocando destruição de dunas, aterramento de mangues, expulsão das comunidades e privatização de praias)

45 Problemas e conflitos ambientais O uso de recursos ambientais sempre envolvem os interesses da coletividade e outros específicos de determinados atores sociais. Os órgãos de meio ambiente, no exercício da sua competência mediadora, proporcione condições para que os diferentes atores sociais envolvidos tenham oportunidade de expor a outros e o conjunto da sociedade os argumentos que fundamentem a posição de cada um (ex: audiências publicas, direto de uso da água comitês de bacias)

46 Estudo de um problema ambiental e do processo de socialização de sua existência Os óleos lubrificantes básicos são obtidos diretamente a partir do petróleo bruto ou então são reciclados a partir de óleos já usados, aos quais adicionam-se obrigatoriamente, aditivos especiais, altamente poluentes. Esse óleo contaminado, importante recuso econômico para uma nação e não é um resíduo qualquer (rerrefino – 5 litros podem conter até 20g de chumbo) No Brasil, somente 1/3 é coletado, contra mais de 2/3 em países civilizados. Alemanha coleta quase todo seu óleo usado. Socialização – diagnóstico dos geradores – espacialização aos atores afetados

47 Estratégia para envolvimento dos atores sociais diretamente afetados Caso os atores não se motivem a defender seus interesses, fica mais difícil sensibilizar outros atores sociais para participarem da busca de solução do problema. Pescadores, donos de pousadas e quiosques Legislações – estabelecendo proibições, multas, pena, obrigações dos receptores de óleos, órgão regulamentador e fiscalizador.


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