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Prof. Dr. Lucio A. Castagno Otorrinolaringologia

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Apresentação em tema: "Prof. Dr. Lucio A. Castagno Otorrinolaringologia"— Transcrição da apresentação:

1 Prof. Dr. Lucio A. Castagno Otorrinolaringologia

2 Sinusite x Rinite Diagnóstico diferencial Sinusite Congestão nasal Rinorréia purulenta Gotejamento pós-nasal Cefaléia Facialgia Hiposmia / Anosmia Tosse, febre Rinite Congestão nasal Coriza Prurido nasal Conjuntivite alérgica Prega nasal (Sintomas sasonais?)

3 RINOSCOPIA Introduza o espéculo gentilmente no vestíbulo nasal Observe a região do assoalho da fossa nasal, parede lateral (com corneto inferior) e parede septal A seguir observe o andar superior da fossa nasal (corneto médio) Coloração da mucosa; rinorréia; sangramento; lesões

4 4 Rinites: Rinite alérgica43% Rinite não-alérgica23% Mista34% 100% National Allergy Advisory Council meeting, The broad spectrum of rhinitis: etiology, diagnosis, and advances in treatment. St. Thomas, US Virgin Islands; 1999.

5 5 Tipos de rinites Rinite alérgica Sazonal Perene Rinite não-alérgica Idiopática ou vasomotora Infecciosa Rinite medicamentosa Hormonal (Gravídica)

6 6 Rinites: Limitações funcionais Fadiga Perda da concentração Distúrbio do sono Halitose Limitações na escola ou trabalho Espirros e fungar constante

7 Allergic x Non-Allergic Rhinitis Early onset of symptoms (70% < age 20) Family history of allergy Seasonal symptoms Symptoms with animal exposure Symptoms worse outdoors Symptoms better in air conditioning Tobacco and chemicals are not primary excitants Later onset of symptoms (70% > age of 20) No family history of allergy Tobacco smoke and chemicals primary excitants Weather changes provoke symptoms No seasonal aspect to symptoms No symptoms with exposure to dust No symptoms with exposure to animals

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9 Rinite Alérgica É enfermidade sintomática (coriza, espirros, congestão e prurido nasal) induzida por exposição a alergeno e reação inflamatória mediada por IgE na mucosa nasal. ARIA Report 2001

10 Rinite Alérgica Genética-hereditária 1 genitor com RA -> 50% probabilidade 2 genitores com RA -> 70% probabilidade Surge na infância ou adolescência, tendendo a decrescer com a idade (pode contudo surgir em qualquer idade) Prevalências iguais para ambos sexos.

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12 Rinite alérgica: Alergenos

13 The Allergic Reaction The Allergic Reaction

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15 Rinite alérgica Causas dos sintomas Irritação das terminações nervosas: Prurido e espirros Aumento da mucosecreção: Rinorréia Vasodilatação: Congestão nasal Permeabilidade vascular: Edema

16 Rinite alérgica: Anamnese Crianças > 3 anos Coriza (rinorréia hialina) Prurido naso-ocular Espirros Congestão nasal Gotejamento pós-nasal Sazonal ou perene Co-morbidades

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19 Rinite Alérgica: Diagnóstico Anamnese Exame nasal Testes de laboratório - Alergoteste cutâneo (Skin Prick Test) - IgE sérica - IgE sérica alergeno-específica - Citograma nasal (eosinófilos >5%)

20 Rinite alérgica: Exame Mucosa nasal pálida-edemaciada Prega nasal – salute nasal Respiração oral Conjuntivite alérgica

21 Mucosa nasal pálida

22 22 Salute nasal

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27 27 Rinite Alérgica: Tratamento Controle de ambiente (evitar alergenos) Corticóides nasal spray Antihistaminicos nasal spray Antihistamínicos (sedantes e não-sedantes) Descongestionantes Vasoconstritores nasais (2-3 dias apenas) Oral (limitado por efeitos colaterais) Irrigação nasal: Soro fisiológico 0,9% e 3% Estabilizadores de mastócitos Imunoterapia

28 Anti-Histamínicos Bloqueiam a ligação da histamina com receptores H 1 Eficaz no controle de espirros, prurido e coriza; ineficaz na obstrução nasal 1ª geração: (sedantes) - chlorpheniramine - diphenylhydramine 2ª geração: (não-sedantes) - cetirizina - azelastine - fexofenadine - loratadine

29 Corticóides nasal spray Potente ação tópica Ausência de efeitos colaterais sistêmicos (pequena absorção) Administração de pequenas doses diretamente na mucosa nasal Possibilidade de epistaxe (uso continuado)

30 Corticóides nasal spray Biodisponibilidade sistêmica Mometasone (Nasonex ® ) Fluticasone (Flixonase ® ) Budesonide (Busonide ® ) Beclometasona(Beclosol ® )

31 Farmacoterapia na Rinite Alérgica DrogaEspirrosPruridoCoriza Obstrução nasal Antihistamínicos Anticolinérgicos Corticóides Descongestionantes Estabilizadores de mastócitos

32 Rinite alérgica: tratamento Crise Budesonida nasal 32 mcg 4-6s (Busonid nasal spray) Cetirizina 10 mg qN 18 dias (Zetalerg) Manutenção Cromoglicato dissódico bid 2 m (Rilan nasal 4%) SUGESTÃO

33 Rinite Alérgica: Imunoterapia Insucesso na farmacoterapia Alergeno(s) identificados Eleva anticorpos IgG bloqueadores Aplicação subcutânea ou inalatória (1-2 anos); insucesso em até 30% dos casos Crianças > 7 anos

34 Management of Allergic Rhinitis Allergen Avoidance Intermittent Symptoms Persistent Symptoms MildModerate-severeMildModerate-severe Oral H1 blocker Intranasal H1blocker and/or decongestant No Improvement : switch or add LTRA Oral H1 blocker and/or LTRA Intranasal H1 blocker and/or decongestant Intranasal CS Oral H1 blocker and/or LTRA Intranasal H1 blocker and/or decongestant Intranasal CS Review patient after 2-4 weeks No improvement step up Improved: continue for 1 month If intranasal CS reduced by1/2 Intranasal CS If nose very blocked add oral CS or decongestant or LTRA Improved Not improved Step-down and continue treatment for > 3 month Review diagnosis, compliance, or other causes Blockage: add LTRA or decongestant or oral CS (short term) or increase INCS Rhinorrhea: add ipratropium Itch/sneeze/rhinorrhea add H1 blocker

35 35 Tão importante como rinite alérgica Presente em 57% dos pacientes com rinite

36 36 Tipos de Rinites Rinite alérgica Sazonal Perene Rinite não-alérgica Idiopática ou vasomotora Infecciosa Rinite medicamentosa Hormonal (Gravídica)

37 37 Rinite Vasomotora Sintomas perenes ou episódicos (não-sazonais) Coriza e congestão nasal crônica, sem prurido Excitantes não-alérgicos: vírus, fumo, produtos químicos, alterações climáticas Exames laboratoriais: Citograma nasal <5% de eosinófilos Ausência de elevação IgE sérica Testes cutâneos negativos

38 38 Rinite Infecciosa Obstrução nasal com rinorréia catarral ou purulenta Rinoscopia com mucosa nasal hiperemiada Citograma nasal com predomínio de neutrófilos (e não eosinófilos) sugere infecção bacteriana Paralisia de movimentos ciliares com estase de secreções e colonização de bactérias Epitélio cilíndrico ciliado

39 39 Rinite Vasomotora: Tratamento Astelazina nasal spray Corticóide nasal spray Irrigação nasal: soro fisiológico 0,9% e 3% Evitar desencadeantes Antihistamínicos?

40 40 Rinite Medicamentosa Congestão rebote por uso crônico de vasoconstritor nasal tópico: oximetazolina, fenilefrina, cocaina Mucosa eritematosa, congestão, sangramentos Tratamento: 1) Suspender causa 2) Corticóide nasal + antihistamínico e descongestionante oral 3) Cirurgia sobre os cornetos nasais

41 41 Causas hormonais de rinite Gravidez (após o 2º mês; elevação da progesterona com vasodilatação mucosa) Puberdade Hipotireoidismo

42 42 Rinite gravídica: Tratamento Cautela com medicação Soro fisiológico 0,9% ou 3%; inalações Evitar desencadeantes Terapêutica tópica preferencialmente Pseudoefedrina oral (avaliar HAS)

43 43 Polipose nasal Polipose múltipla (maxilo-etmoidal) Pólipo isolado de Killian (maxilar) Processo inflamatório 1/3 associado com asma; tríade asma + AAS + polipose Recorrência

44 44 Polipose nasal: Tratamento Corticóides intranasails Corticóide sistêmico Evitar AAS e AINEs Polipectomia e etmoidectomia Cirurgia endoscópica de seios paranasais

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