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Esta pesquisa é um estudo do contexto histórico da EJA, no Brasil e no Espírito Santo, refletindo sobre esse direito subjetivo dos trabalhadores brasileiros.

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1 Esta pesquisa é um estudo do contexto histórico da EJA, no Brasil e no Espírito Santo, refletindo sobre esse direito subjetivo dos trabalhadores brasileiros que lhes foi negado ao longo de sua vida pelas políticas públicas descontinuadas. O processo educacional, no Brasil, teve diferentes direcionamentos que nem sempre foram para assegurar a garantia de um direito fundamental dos cidadãos brasileiros. Para a Educação de Jovens e Adultos – EJA, o problema foi ainda muito mais grave, dado que, a situação de escolarização destes sujeitos sempre esteve atrelada à formação de mão de obra barata para o desenvolvimento do país o que fatalmente contribuiu para a sua situação de excluídos do processo educacional regular. Desse modo, para que se possa superar a cultura excludente que acompanha essa modalidade ao longo dos anos, em seu percurso histórico, muito há para ser feito em termos de políticas públicas, metodológicas e curriculares. Freire (2001, p. 30) que defende a experiência de vida do aluno jovem e adulto como forma de estabelecer uma relação entre contexto escolar e visão de mundo do aluno, questiona: porque não estabelecer uma intimidade entre os saberes curriculares fundamentais aos alunos e a experiência social que eles têm como indivíduos? No campo das políticas, convivemos com as expressões supletivo, aceleração de estudos, que refletem a concepção de educação compensatória presente nas ações da EJA. É preciso avançar no campo conceitual, tendo como um foco o jovem e o adulto concreto, como sujeitos de direitos e não de favores. (SOARES,2007, p.286), Trata-se de um estudo quantitativo, de caráter descritivo através da revisão de literatura baseado no levantamento bibliográfico de livros, artigos e revistas. Para tanto, buscou-se embasamento teórico nos estudos de Cury (2002), Kruppa (2005), Farias (2006), Gadotti (2006), Pinto (2007), Soares (2007) e outros. Os documentos oficiais publicados pelo MEC e pelo CNE/CEB também foram contributos importantes para o resgate histórico da EJA. O percentual de alunos do segundo segmento no Espirito santo em relação ao Brasil apresenta uma diferença para mais de 11,5% e o do Ensino Médio apresenta um diferencial para menos em torno de 10,3%. No que se refere ao primeiro segmento há uma pequena diferença percentual para menos no espirito santo de 1,2%. Através desses dados podemos perceber que o problema do analfabetismo no Espírito Santo, unido ao déficit qualitativo e quantitativo consignado pelos dados de distorção idade/série e pelas proporções de abandono no Ensino Fundamental e médio, está bem longe de ser superado. Entretanto, pelas decisões tomadas pelo governo, que diz respeito à criação de políticas implementadas no princípio da educação como direito, respalda e envolve a revisão e reformulação para o atendimento da EJA, insistindo em que as concepções e práticas atuais necessitariam ser revistas ou reformuladas sendo direcionadas numa concepção mais ampla de educação de jovens e adultos nas suas dimensões de escolarização como modalidade de educação básica e como direito de cidadania. A DEUS, Senhor de minha vida. A meus familiares que estiveram ao meu lado em todos os momentos. Aos professores e tutores do IFES que me possibilitaram a oportunidade de aprender a aprender e em especial ao meu orientador, Prof. Alex Jordane. Muito obrigado! FREIRE, Paulo. Conscientização: teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. 3. ed. São Paulo: Moraes, IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, Brasil. Rio de Janeiro: IBGE, Disponível em: pdf SOARES, Leôncio. Diálogos na educação de jovens e Adultos. 2. ed. Belo Horizonte: Autêntica, OS DESAFIOS HISTÓRICOS E AS PERSPECTIVAS ATUAIS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Fonte: Entrevistas realizadas no período de junho a julho de 2011 FONTE: PNAD/IBGE. Censo USN – Rede de Economia do Setor Público e Bem Estar. Gráfico 2 Distribuição percentual das pessoas com 15 anos ou mais de idade que frequentavam curso de educação de jovens e adultos: Brasil e Espírito Santo, Gráfico 1. Taxa de analfabetismo (pessoas com 15 anos ou mais), Brasil, Sudeste e espírito Santo, 2001 a 2009 Fonte: PNAD/IBGE. Elaboração: USN – Rede de Economia do Setor Público e Bem Estar. O IBGE divulgou que 88,3% dos capixabas com idade entre 6 e 14 anos frequentavam a escola e estavam cursando o Ensino Fundamental. Um percentual que desafia o estado é que somente 54,4% da população de 15 a 17 anos frequentava o Ensino Médio. Outros dados revelam que o número médio de alunos que frequentavam um curso de EJA, segundo segmento é bem maior que o do primeiro segmento e de Ensino Médio, assim como no Brasil. Esses indicadores demonstram que poucos alunos provenientes do EJA concluem o Ensino Médio. O percurso histórico da EJA nos leva a perceber que a demanda dessa modalidade sempre foi dos excluídos pela sua condição socioeconômica e cultural e dos que não tiveram a oportunidade de escolarização por não ter lhes sido oportunizado esse contato com a escola. Vale lembrar que essas oportunidades não foram perdidas por força de escolha dos próprios excluídos. Muito pelo contrário, foram perdidas em razão da extrema desigualdade social que permeou o processo de escolarização do país que sempre direcionou as políticas públicas educacionais para a elite dominante.


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