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Filo Cordados Subfilo Vertebrata Classe Mammalia.

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1 Filo Cordados Subfilo Vertebrata Classe Mammalia

2 CLASSE MAMMALIA grupo mais desenvolvido; termo mamífero = glândula mamária; corpo coberto – pêlos; pele – gl. sebáceas, sudoríparas, odoríferas e mamárias; língua móvel, olhos com pálpebras móveis;

3 Crânio 2 Côndilos occipitais e palato secundário; abertura ouvido externo – pavilhão externo; coluna vertebral com 5 regiões: –cervical, torácica, lombar, sacral e caudal 4 membros (reduzidos ou ausentes) ; pés com artelhos com garras, unhas ou cascos; VISÃO, AUDIÇÃO E OLFATO – altamente desenvolvidos

4 Endotérmicos – homeotérmicos; TEMPERATURA regulada pelo corpo: –revestimento isolante do corpo (pêlo, gordura subcutânea); –separação completa do sangue arterial do venoso;

5 EVOLUÇÃO: revestimento pêlos associados a glândulas cutâneas –manter a temperatura do corpo; gl. sebáceas – substância que lubrificam pêlo; gl. sudoríparas – secretam água e substância de excreção – auxiliam na excreção e regulação térmica

6 Aumento do encéfalo + temperatura interna + mecanismo fisiológicos mamíferos ficam mais alertas e inteligentes, com movimentos mais rápidos membros mais eficientes; SUCESSO REPRODUTIVO: –embrião dentro do útero até nascimento – (placenta).

7 MORFOLOGIA EXTERNA – Adaptações Estruturais e Funcionais Pele constituída: Epiderme – células mortas que se originam da derme, hipoderme camada rica em células adiposas subcutâneas Pelo Glândula Sebácea Músculo eretor pele Nervos Folículo Glândula Sudorípara

8 GLÂNDULAS – TODAS DERIVADAS DA EPIDERME GLÂNDULAS MAMÁRIAS –Funcional nas fêmeas – sob controle hormonal; –Posição variável; –N.º de mamilos variável conforme n.º de filhotes; –Cetáceos – músculos especiais podem ejetar o leite para dentro da boca dos mamíferos. Mamas retraídas inseridas na laterais das fendas genitais. –Monotremandos – poros pele – saída leite

9 GLÂNDULAS CUTÂNEAS Sudoríferas distribuídas pelo corpo –Especiais roedores e carnívoros – solas pés entre dígitos; –Baleias inexistentes. Sebáceas – associadas aos folículos capilares; Odoríferas – função e localização variada –Defesa, afugentar inimigos, atrair indivíduos sexo oposto (feromônio), comunicação entre membros, demarcar território.

10 PÊLO Crescem da PAPILA DO PÊLO situada no folículo piloso – implantado na pele e forrado pela epiderme; Folículo ligado a glândula sebácea - situam-se obliquamente na pele e prende-se ao músculo erector e pêlo levanta quando animal arrepia-se;

11 Dois tipos de pêlos: Pêlos lanosos ou viliformes – densos e macios isolamento térmico; Pêlos de cobertura – mais ásperos e longos protegem contra desgaste e fornecem coloração; Baleias perda pêlos compensa pela camada de gordura.

12 Vibrissas (bigodes) – pêlos sensoriais –Vibrissas longas em mamíferos noturnos e fossoriais; Espinhos – pêlo modificado – porco- espinho, ouriços, equidnas; MUDAS pelagem inteira ou por pêlos Mudas na primavera e outono; focas e raposas – só verão

13 CORNOS VERDADEIROS encontrado nos ruminantes (carneiros e vacas) – ocorrem 2 sexos; Cornos – estruturas ocas com epiderme queratinizada.

14 CHIFRES – família dos cervos ou veados são ramificados. Quando maduros são compostos de ossos; Quando crescimento dos chifres se completa – antes da estação reprodutiva (outono) o macho adulto remove os chifres – os chifres caem após estação reprodutiva – novos brotos surgem meses depois mais elaborado e maior.

15 CORNOS DO RINOCERONTE filamentos queratinizados em forma de pêlos, originados papilas dérmicas.

16 DENTES Fixam-se em alvéolos; Dentes são especializados na forma e função – adaptados ao tipo de alimentação do animal; Dentição uniforme nos répteis homodonte Mamíferos dentição diferenciada heterodonte 4 TIPOS DE DENTES: incisivos, caninos, premolares e molares Não repõem dente durante toda vida.

17 Roedor Pastador Piscívoros e Comedores plâncton Onívoros Insetívoros Frugívoros

18 Principais Especializações Alimentares: INSETÍVOROS (insetos, lesmas e vermes) – tamanduás, morcegos; Intestino curto – comem pouco vegetal requer fermentação mais prolongada.

19 HERBÍVOROS : Cavalos, zebras, coelhos, lebres, elefantes e roedores; Estômago com cavidade lateral espaçosa – divertículo – CECO –funciona como câmara de fermentação e absorção. Lebres, coelhos e roedores – comem suas próprias fezes COPROFAGIA. Digestão celulose – tubo digestivo bactérias e protozoários anaeróbicos – fermentação. Pastadores e podadores – mamíferos com casco – cavalos, veados, bois, carneiros, cabras) e Roedores – ratos, coelhos e lebres.

20 RUMINANTES Possuem enorme estômago com 4 câmaras Gramíneas ingeridas esôfago ao rúmen (quebradas por microrganismos e transformadas em massas de alimento trazidas volta para boca e mastigadas engolida novamente rúmen digeridas – quebra celulose passa retículo posteriormente ao omaso onde água e alimento absorvidos restante segue para abomaso (estômago químico). Bois, búfalos, cabras, carneiros, veados, girafas

21 CARNÍVOROS Alimentam-se dos herbívoros; Dieta protéica tubo digestivo curto e cecos pouco desenvolvido ou ausente; Alimenta-se de forma espaçada; Vida mais ativa busca da presa e evolução inteligência. ONÍVOROS Porcos, ratos, ursos e grande parte primatas; Alimentam-se tanto de plantas como animais.

22 APARELHO DIGESTÓRIO Cavidade bucal lábios gengivas dentes (especializados) língua (papilas e botões gustativos) Monotremados (ornitorrinco) e cetáceos (baleia, botos e golfinho) – sem lábios. Parte dorsal – palato duro (céu da boca) Palato mole – fecha passagem respiratória durante a deglutição- de cada lado uma amígdala

23 Glândulas salivares (amilase salivar); Muitos mamíferos arfam respiram rapidamente com boca aberta ajuda na regulação da temperatura do corpo evaporação da saliva e evaporação dos pulmões; Faringe – atrás da boca, atrás da língua e parte ventral da faringe a GLOTE, quando o alimento passa esta é coberta por um lobo anterior EPIGLOTE; ESÔFAGO – TUBO MUSCULAR CURTO; ESTÔMAGO E INTESTINO VARIÁVEL GLÂNDULAS DIGESTIVAS – fígado e pâncreas

24 APARELHO CIRCULATÓRIO CORAÇÃO formado por 4 câmaras 2 átrios e 2 ventrículos Átrio direito separado ventrículo direito válvula tricúspide Átrio esquerdo separado ventrículo esquerdo válvula bicúspide ou mitral. Eritrócitos dos mamíferos não têm núcleo.

25 APARELHO RESPIRATÓRIO Ar entra pela NARINAS faringe glote laringe traquéia brônquios primários e secundários bronquíolos alvéolos circundados por capilares sangüíneos onde ocorrem as trocas gasosas Pulmão revestido pela pleura Rã Lagarto MamíferoAves Salamandra

26 Adaptações sistema respiratório em mamíferos marinhos e água-doce Desenvolvimento de abas e válvulas para fechar narinas externas. Focas - capacidade de mergulhar grandes profundidades sem sofrer privação de oxigênio e redução na freqüência do pulso de 85 para 12 batimentos por minuto.

27 Cetáceos - mergulhar a 900 m profundidade; Pulmões sofrem um colapso alveolar completo impedindo a troca gasosa; Pulmões não são maiores – capacidade de transporte de oxigênio e tolerância de dióxido de carbono maior; Redução para 10 batimentos cardíacos; Parte do sangue da pele, musculatura do corpo e região caudal desviada para encéfalo e coração; Grande quantidade de mioglobina no tecido muscular = serve para armazenar oxigênio.

28 SISTEMA UROGENITAL 2 rins ducto ureter bexiga com paredes musculares que voluntariamente contraídas forçam a saída da urina através da uretra. Eliminação de resíduos nitrogenados – uréia

29 Equilíbrio hídrico varia e depende em parte do ambiente e hábitos da espécie. Animais marinhos lutam contra ingestão de sal no alimento; Espécies dos desertos ausência de água exógena –Preservação da água realizada através rins secretam urina muito concentrada.

30 SISTEMA GENITAL 2 ovários ovidutos pares; Monotremados põem ovos ovidutos abrem-se separada na cloaca; pênis no assoalho da cloaca; Marsupiais úteros separados; Placentários fusão de ÚTEROS (duplos a único) Testículos escroto pênis

31 Equidna – Austrália – Nova Guiné

32 CICLOS REPRODUTIVOS Alguns mamíferos apresentam estações reprodutivas bem definidas; inverno e primavera período mais favorável para criar os filhotes após nascimento; Machos capazes copular em qualquer período; Fêmeas restringem-se período único no ciclo estral que apresenta período breve denominado cio ou estro;

33 PADRÕES REPRODUTIVOS – 3 tipos Filhote fixado teta consumindo leite suspendendo o desenvolvimento do embrião dentro útero Jovem retornando para consumir leite (baixo teor proteína e alto teor gordura) Embrião em diapausa no útero Gestação verdadeira 33d Nascimento Filhote deixa a bolsa Fim dependencia Primeiro Filhote Segundo Filhote Terceiro Filhote Acasalamento Nascimento Filhote amamentando 235d Amamentando 235d

34 MONOTREMADOS (Ornitorrinco); Ovíparos – põem ovos, 1 único período reprodutivo Ovos no ninho – incubados por 12 dias Após eclosão filhotes sugam leite que escorre dos pêlos da mãe. PADRÕES REPRODUTIVOS – 3 tipos Ornitorrinco – Endêmico Austrália Équidna - Austrália e da Nova Guiné

35 MARSUPIAIS (canguru) Vivíparos com bolsas ou marsúpios; Tipo primitivo placenta – placenta coriovitelina; Embriões envoltos por membrana flutuam no líquido uterino após eclosão embrião se implanta no útero por período breve (33 dias) filhotes migram para bolsa períodos de lactação e parentais longos.

36 MAMÍFEROS PLACENTÁRIOS Vivíparos – os eutérios; Embrião permanece no útero nutrido através da placenta; Gestação mais prolongada: Camundongos (21 dias); coelhos (30 a 36 d); gatos e cães (60 d); vacas (280 d); elefantes (22 meses); baleias (12 meses); morcegos (4 a 5 meses)

37 SISTEMA NERVOSO Mais desenvolvido que nos demais vertebrados; Hemisfério cerebrais com sulcos e giros; Lobos olfativos pequenos; Diencéfalo com epitálamo, tálamo e hipotálamo e glândula pineal Cerebelo centro do controle dos movimentos; Encurtamento da medula espinhal; 12 pares de nervos cranianos e nervos espinhais

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39 ÓRGÃOS DO SENTIDO Olfato muito desenvolvido = reconhecer a espécie, inimigos e alimento; cornetos nasais em forma de rolo – aumenta superfície epitélio nasal baleias órgãos olfativos não-funcional

40 Audição ouvido externo, médio e interno ouvido médio 3 ossículos transmite vibrações membrana timpânica para ouvido interno (cóclea enrolada) ouvido externo desapareceu cetáceos

41 OUVIDO EXTERNO GRANDE ajuda termorregulação animais que vivem temperatura mais alta ou mais baixa; A perda calor é reduzida pela diminuição do fluxo sangüíneo para superfície vascular do ouvido externo. Especialização aparelho auditivo morcegos, cetáceos e pinipédios (focas, leão-marinho)

42 Depende dos ecos de sons, que eles próprios produzem, para detectar a presença de objetos e a movimentação eco-localização Visão – igual à maioria dos vertebrados – certas modificações relacionadas com hábitos.


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