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Professor: HEBERTH MELO Literatura – Romantismo Brasileiro.

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Apresentação em tema: "Professor: HEBERTH MELO Literatura – Romantismo Brasileiro."— Transcrição da apresentação:

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2 Professor: HEBERTH MELO Literatura – Romantismo Brasileiro

3 - Início do romantismo na europa: Alemanha - Goethe = "werther" (1774) - Schiller = "Salteadores" (1781) Inglaterra - Walter Scott = "Ivanhoé - Lorde Byron = poeta ultra romântico (exagero romântico, a busca da morte, o suicídio).

4 - O romantismo! Está decidido, Charlotte, desejo morrer.(...) Quando leres esta carta, minha querida, a terra fria já estará cobrindo os restos rígidos deste infeliz, deste homem desassossegado que nos seus últimos momentos de vida não conhece doçura maior do que falar contigo."

5 - O romantismo europeu: Os Sofrimentos do Jovem Werther (1774) é uma obra-prima da literatura mundial, marco inicial do romantismo e uma das primeiras obras de Johann Wolfgang von Goethe.1774romantismoJohann Wolfgang von Goethe

6 - Johann Wolfgang von Goethe

7 - Os salteadores( 1782 ) - Johann Christoph Friedrich von Schiller Karl Moor, o herói-bandido-nobre, que tira dos ricos para dar aos pobres, é a encarnação do herói romântico. Em tudo é o oposto da existência restrita, acanhada e apertada do burguês e do cortesão. Livre, vigoroso, vive nas florestas da Boêmia, em estreita ligação com a natureza, expressão completa dos ideais rousseaunianos, é a projeção de todos os sonhos de liberdade schillerianos, inclusive os de liberdade política.

8 A viagem da família real

9 - A fuga! Em 19 de novembro, o general francês Junot penetrou com suas tropas em Portugal, avançando rapidamente para o sul, em direção a Lisboa. Três dias antes, uma frota britânica ancorava no Rio Tejo, colocando-se à disposição do príncipe D. João para trasladá-lo ao Brasil.

10 - Atropelos e erros! O que se seguiu foi um grotesco quadro de atropelo, confusão e desespero, agravado pelas notícias da célere aproximação dos franceses. Ao todo, mais de pessoas apinharam-se a bordo de 16 navios de guerra e 20 de transporte – todos portugueses. A frota britânica do almirante Sidney Smith dava-lhes cobertura.

11 - A viagem enfim! Foram embarcados os arquivos dos ministérios, móveis e pratarias, bem como uma enorme soma de dinheiro, equivalente à metade das moedas que circulavam em Portugal. Parte da guarnição militar de Lisboa também foi para bordo com seu armamento. Em suma: O ESTADO METROPOLITANO PORTUGUÊS TRANSFERIU-SE PARA SUA COLÔNIA BRASILEIRA! Essa completa subversão das regras do pacto colonial traria enormes benefícios para o Brasil.

12 - Fuga as pressas!

13 - D. João e Carlota:

14 Contexto Histórico Chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil. Fundação da biblioteca nacional. Fundação da gráfica nacional. Fundação da tipografia régia. Fundação do Banco do Brasil. Fundação do jardim botânico. Abertura dos Portos as nações amigas.

15 - A chegada:

16 - Primeira sede:

17 - Nossa primeira biblioteca:

18 - Biblioteca nacional:

19 - Tipografia régia:

20 - Banco do Brasil:

21 - Jardim botânico do Rio de Janeiro:

22 - O jardim de D. João:

23 Dom João VI – O Gordo.

24 Proclamação da Independência do Brasil

25 - Independência ou morte! A Independência do Brasil, ocorrida formalmente a 7 de setembro de 1822, marca a definitiva autonomia política e administrativa do Brasil em relação a Portugal.7 de setembro1822políticaBrasilPortugal

26 - Hino da independência: Já podeis, da Pátria filhos, Ver contente a mãe gentil; Já raiou a liberdade No horizonte do Brasil. (Refrão) Brava gente brasileira! Longe vá... temor servil: Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil. Ou ficar a pátria livre Ou morrer pelo Brasil.

27 - Dom Pedro I:

28 - Dom Pedro I – O Gozador. Carlota – A devassa.

29 Dom Pedro foi obrigado a criar o herói nacional e fundar escolas.

30 Revolução Francesa Revolução Burguesa Burguesia Romântica

31 - A revolução! Revolução Francesa é o nome dado ao conjunto de acontecimentos que, entre 5 de Maio de 1789 e 9 de Novembro de 1799, alteraram o quadro político e social da França.5 de Maio17899 de Novembro 1799França

32 - Luís XVI e Maria Antonieta:

33 - A bastilha – França:

34 - Continuação: A Revolução é considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea. Aboliu a servidão e os direitos feudais na França e proclamou os princípios universais de "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" Idade Contemporânea servidãofeudaisprincípios universaisLiberdade IgualdadeFraternidade

35 - Da burguesia para os burgueses! O Romantismo, que dominou durante a primeira metade do século XIX, é a arte "da burguesia, pela burguesia e para a burguesia", por isso tem relações com a Revolução Francesa e ao Liberalismo.

36 Suspiros poéticos de saudades – Gonçalves de Magalhães de Revista Niterói – Paris / França.

37 - A maçã – Raul Seixas. Se eu te amo e tu me amas E outro vem quando tu chamas Como poderei te condenar Infinita tua beleza Como podes ficar presa Que nem santa no altar Quando eu te escolhi para morar junto de mim Eu quis ser tua alma, ter seu corpo, tudo enfim Se esse amor ficar entre nós dois Vai ser tão pobre amor, vai se gastar Se eu te amo e tu me amas E um amor a dois profana O amor de todos os mortais Porque quem gosta de maçã Irá gostar de todas Porque todas são iguais

38 - O amor proibido!

39 - Conclusão: Mas compreendi que além de dois existem mais O amor só dura em liberdade O ciúme é só vaidade Sofro mas eu vou te libertar O que é que eu quero se eu te privo Do que eu mais venero Que é a beleza de deitar

40 - Maçã e amor!

41 Características: - Subjetividade / Culto do Eu / Egoísmo / Egocentrismo / Individualismo / Pessoalidade / Possessividade. - O romântico é o centro de todas as emoções.

42 - O eu vitorioso: A ideologia burguesa centra-se nas liberdades (expressão, iniciativa, concorrência) do novo homem e nas infinitas chances de auto-realização do indivíduo. O Romantismo, reflexo da nascente ordem social, centra-se na glorificação do particular, do singular, do íntimo, daquilo que diferencia uma pessoa de outra. O individualismo e o subjetivismo parecem ser faces distintas da mesma moeda, no caso o eu.

43 - Somente eu.

44 - Subjetividade: Já é tempo do meu coração não se comover porque aos outros já deixei de emocionar mas embora eu não possa ser amado que possa pelo menos amar.

45 - Meu bem querer: Meu bem querer É segredo, é sagrado Está sacramentado Em meu coração Meu bem querer Tem um que de pecado Acariciado pela emoção Meu bem querer, meu encanto To sofrendo tanto Amor E o que é o sofrer Para mim que estou Jurado pra morrer de amor

46 - A mulher é perfeita!

47 - Uma linda mulher! Linda, só você me fascina Te desejo muito além do prazer Vista meu futuro em teu corpo E me ama como eu amo você Vem fazer diferente O que mais ninguém faz Faz parte de mim Me inventa outra vez Vem conquistar meu mundo Dividir o que é seu Mil beijos de amor Em muitos lençóis Só eu e você Linda, conte a mim teu segredo Pro meu sonho diga quem é você Livre, nunca mais tenha medo Pois quem ama tudo pode vencer

48 - A mulher romântica: - A mulher no romantismo é exaltada, idealizada, colocada em um altar. A mulher romântica é perfeita e por isso chamada de: Linda, princesa, rainha, virgem, musa, anjo, donzela, meiga, santa, perfeita, bela, pura, senhora, deusa... Tudo para elevar a mulher ao estado de perfeição.

49 Mulher idealizada

50 - Mulher perfeição! Se de repente, bem que de repente você chegasse assim de surpresa, e viesse, me dissesse sem fazer suspense, aquilo que eu quero ouvir. Será que é sonhar ou pedir muito a vida, ter você é mais que uma história perdida, amor você é pra mim. Minha princesa, Rara beleza, Coisa mais bela, Meu doce real prazer.

51 - A mulher perfeita de hoje!

52 - Sentimentalismo: Os sentimentos tornam-se mais importantes do que a racionalidade. A existência só adquire sentido, se guiada e desenvolvida sob o seu domínio. Eles são sob medida da interioridade de cada pessoa, medida de todas as coisas. Negar-se à expressão sentimental significa ser insensível e estúpido.

53 - Exemplo: Como a sua imagem me persegue! Ela toma conta de toda a minha alma, quer esteja desperto, quer sonhando. Aqui, quando fecho os olhos, aqui, atrás de minha fronte, onde se concentra a visão interior, encontram-se os seus olhos negros. Exatamente nesse lugar! Não sei como exprimir-te isso melhor. Quando fecho os meus olhos, os dela estão lá; descansam diante de mim, como um mar, como um abismo, preenchendo todo o meu sentir.

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55 - Fugacidade: A inconformidade do artista romântico com o "mundo cruel" leva-o a uma série de procedimentos de fuga. Já que a sociedade não quer escutá-lo ou não sabe compreendê-lo, já que ele está perdido numa realidade incômoda e brutal, já que sua sensibilidade não possui força para mudar o destino, resta-lhe apenas a tentativa de escapar.

56 - Imaginação e sonho!

57 - Álvares e o sonho! Vinte anos! derramei-os gota a gota Num abismo de dor e esquecimento... De fogosas visões nutri meu peito... Vinte anos!... não vivi um só momento!(...) Eu sonhei tanto amor, tantas venturas, Tantas noites de febre e d'esperança. Mas hoje o coração desbota, esfria, e do peito no túmulo descansa!

58 - Puro e irreal!

59 Evasão da Vida!

60 - Liberdade da forma - Religiosidade

61 - Uso das Figuras de Linguagem: - - Metáfora - - Comparação - Aliteração - Personificação dos seres vivos - Hipérbole

62 Gerações Românticas: 1ª Geração Romântica – Nacionalista / Indianista / Mística / Identidade nacional. 2ª Geração Romântica – Morte / Ultra- Romântica / Byroniana / Mal do século / Spleen. 3ª Geração Romântica – Condoreira / Hugoana / Pacto Social / Libertária / Erótica e Sensual / Transição.

63 Nacionalismo Romântico

64 Et ideal spleen – Oscar shuwabe (1856)

65 A era do Condor - Liberdade

66 1ª Geração Romântica: Representantes: Gonçalves Dias Gonçalves de Magalhães

67 2ª Geração do Romântica: - Representantes - Álvares de Azevêdo - Casimiro de Abreu - Fagundes Varela

68 3ª Geração do Romântica - Representantes: Castro Alves Sousândrade

69 A seguir: Prosa Romântica e seus representantes Assistam as Charges!!! Obrigado!!! Beijos!!! e Aplausos !!!


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