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26/1/20141 Organização PowerPoint A Luz da Doutrina Espírita Grupo de Estudos Allan Kardec www.luzdoespiritismo.com www.luzdoespiritismo.com.

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1 26/1/20141 Organização PowerPoint A Luz da Doutrina Espírita Grupo de Estudos Allan Kardec

2 26/1/20142 Introdução Ao indagar aos Benfeitores se a união permanente de dois seres seria contrária à Lei Natural [LE-qst 695], Kardec ouviu deles a seguinte resposta: "Não. A união de dois seres é um progresso na marcha da Humanidade. E acrescentam [LE-qst 701]: Na poligamia nada mais há que sensualidade." Allan Kardec, examinando a resposta dos Guias espirituais, vai lembrar que a abolição do casamento seria um retorno à infância da Humanidade, à vida dos animais, porque a monogamia é um sinal indicativo do progresso da civilização.

3 26/1/20143 O ser humano é uma criatura sociável que necessita do convívio com outros seres para desenvolver-se e por em prática os ensinamentos adquiridos. A sociedade como a conhecemos é composta de várias outras sociedades menores que são as famílias. Uma sociedade sadia só existe com famílias sadias. E as famílias principiam no casamento. O resultado natural do amor entre pessoas de sexos diferentes é o casamento. No princípio da relação afetiva o amor-paixão é muito forte suplantando os demais. À medida que o tempo passa, vai perdendo a sua força embora permaneça.

4 26/1/20144 É quando surge então o amor-companheirismo, aquele amor que se alegra com a alegria do outro, onde nos sentimos bem em privar da sua presença, é quando fazemos o bem sem esperarmos retribuição. No futuro, restará apenas o amor-companheirismo que se chamará então Amor Universal. O casamento representa um alto estágio de evolução do ser, quando se reveste de respeito e consideração pelo cônjuge, firmando-se na fidelidade. Naturalmente, o casamento civil é um dever a ser cumprido pelos espíritas, porque legitima a união perante as leis vigentes, que asseguram ao homem e à mulher direitos e deveres.

5 26/1/20145 As principais funções do casamento são: Formação do lar: através do casamento haverá a formação do grupo familiar, permitindo que novos Espíritos mergulhem nos fluidos do planeta, para avançarem em sua fieira evolutiva. A poligamia permitiria a reprodução, mas sem estrutura do lar, indispensável ao crescimento espiritual da criatura. Permuta afetiva: a instituição do casamento vai tornar harmônica e sadia a relação entre os casais, permitindo a troca de valores energéticos, através da permuta de vibrações simpáticas. Aprimoramento sexual: o casamento é um dos elementos mais efetivos no burilamento do instinto sexual.

6 26/1/20146 Tipos de Casamento Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] apresenta uma divisão didática dos diferentes tipos de casamento em 5 tipos distintos: Afins: São aqueles formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição da alma. Geralmente, eles sobrevivem à morte do corpo e mantém-se em encarnações diversas. Pouco comuns na Terra. Transcendentais: São casamentos afins entre almas enobrecidas, que juntas, vão dedicar-se a obras de grande valor para a Humanidade.

7 26/1/20147 Provacionais: São uniões entre almas mutuamente comprometidas, que estão juntas para pacificarem as consciências ante erros graves perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns. Sacrificiais: São aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. Acidentais: São os casamentos que não foram programados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. Não sabemos em qual categoria nos achamos, mas não existe o acaso, ninguém se acha sob o mesmo teto por mera casualidade. Deus permite, nas famílias, encarnações de espíritos antipáticos ou estranhos com o duplo fim de servir de prova a uns e de avanço aos outros.

8 26/1/20148 Qual será o segredo dos casamentos duradouros? Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão.Em verdade, cada um tem sua fórmula especial. Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes. Ele afirma que um bom casamento deve ser criado. No casamento,as pequenas coisas são as grandes coisas. É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele. É lembrar de dizer te amo, pelo menos uma vez ao dia. É nunca ir dormir zangado. É ter valores e objetivos comuns. É estar unidos ao enfrentar o mundo. É formar um círculo de amor que una toda a família.

9 26/1/20149 É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer. É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo. É não só casar-se com a pessoa certa. É ser o companheiro perfeito. E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo. Ser natural e saber agir com tato. É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.

10 26/1/ É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro.O que o atormenta? O que o deixa feliz? Por que está de cenho carregado? É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos. É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia. É ter sabedoria para reprisar os momentos do namoro. Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.

11 26/1/ É ser o apoio diante dos demais. É ter cuidado no linguajar. Que as respostas sejam firmes, mas leais. É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente. Detalhes pequenos mas importantes. É saber dar atenção para a família do outro pois que sempre, ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.

12 26/1/ É cultivar o desejo constante de superação. É responder dignamente e de forma justa por todos os atos. É não permitir que falte gratidão por tudo o que um significa na vida do outro. (A partir da obra Um presente especial/Editora Aquariana/Roger Patrón Luján – cap. A arte do matrimônio; cap. Na mulher o homem aprecia; cap. No homem a mulher aprecia).

13 26/1/ O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio, se vai afirmando dia a dia, por intermédio da convivência que se vai estreitando. O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar-se, mas a ampliar-se, uma vez que os envolvidos passarão a conhecer vícios e virtudes de um e de outro, manias e costumes.

14 26/1/ O Divórcio A posição espírita ante o divórcio está plenamente estabelecida nas duas obras mais conhecidas da codificação espírita: [O Livro dos Espíritos] e [O Evangelho Segundo o Espiritismo]. Em [LE-qst 697] Kardec pergunta se a indissolubilidade do casamento pertence a Lei de Deus ou se é apenas uma lei humana. Os Espíritos responderam: A indissolubilidade do casamento é uma lei humana muito contrária a lei natural.

15 26/1/ Quando Kardec [LE-qst 940] examina as uniões infelizes, os Benfeitores voltam a insistir e dizem: As vossas leis nesse particular são erradas, pois acreditais que Deus vos obriga a viver com aqueles que vos desagradam. Em [ESE-cap XXII] Kardec comenta: O divórcio é uma lei humana cuja finalidade é separar legalmente o que já está separado de fato. Não é contrária a Lei Natural, pois só virá reformar o que os homens já fizeram. A posição de Kardec deixa-nos serenos para afirmar que o Espiritismo não é contrário à instituição do divórcio, embora não venha a estimulá-lo, nem tampouco incitá-lo nos casais com problemas de relacionamento.

16 26/1/ A este respeito, apresentamos algumas opiniões importantes: Quanto ao divórcio, somos de parecer que não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem na Terra uniões conjugais, legalizadas ou não, sem vínculos graves no princípio da responsabilidade assumida em comum. (Evolução em Dois Mundos - André Luiz/Chico Xavier) Imprescindível que, antes da atitude definitiva para o divórcio, tudo se envide em prol da reconciliação, ainda mais considerando quanto os filhos, que merecem que os pais se imponham em uma união respeitável, de cujo esforço muito dependerá a felicidade deles. (Após a Tempestade - Joanna de Ângelis - Divaldo Franco)

17 26/1/ Bibliografia O Livro dos Espíritos - Allan Kardec O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec Após a Tempestade - Joanna de Ângelis/Divaldo Franco Vida e Sexo - Emmanuel/Chico Xavier Evolução em Dois Mundos - André Luiz/Chico Xavier - Waldo Vieira Curso de Introdução a Doutrina Espírita – Roteiro de Palestras Públicas – Federação Espírita do Paraná -Site: Um Jeito de Ser Feliz – Richard Simonetti. Aprendendo Sempre – Jobel Sampaio Cardoso. Vereda familiar – Thereza de Brito (José Raul Teixeira). Amor Imbatível Amor – Joanna de Ângelis (Divaldo Pereira Franco). Palestra: João Batista Armani Site:


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