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CAPÍTULO 16 A)OS SONHOS. O sonho define-se como a lembrança do que o Espírito viu durante o sono (L.E., 402).

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1 CAPÍTULO 16 A)OS SONHOS

2 O sonho define-se como a lembrança do que o Espírito viu durante o sono (L.E., 402).

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4 Kardec, analisando essa mesma resposta dos Espíritos, complementa dizendo que os sonhos são o produto da emancipação da alma, que se torna mais independente pela suspensão da vida ativa e de relação.

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6 O Espírito, jamais ficando inativo, experimenta durante o sono o afrouxamento dos laços que o unem ao corpo, permitindo- lhe o contato direto com outros Espíritos.

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8 Por essa razão é que o sonos influi, muito mais do que pensamos, em nossa vida.

9 O período de sono, portanto, é de vital importância para os Espíritos, representando a porta que Deus lhes abriu para o contato com os seus amigos do céu.

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11 Além disso, é o recreio após o trabalho, após as atribulações da vida diária.

12 Para a Humanidade de um modo geral, os sonhos sempre tiveram grande importância.

13 Na Bíblia, temos os episódios de José e o Rei do Egito; o de Daniel e Nabucodonosor; e o de Jacó, entre outros.

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15 Na História Geral, temos a revelação de Dante Alighieri acerca de sua obra, a Divina Comédia.

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17 Os três sonhos de René Descartes, em que o Espírito da Verdade o aponta como autor de uma Ciência Admirável.

18 Na História do Espiritismo, Andrew Jackson, num sonhos, tem uma ampla visão do mundo invisível.

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20 Na Psicanálise, Freud utilizou os sonhos como elementos de análise do psiquismo humano.

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22 Na História da Religião, são conhecidos os episódios envolvendo Santo Antônio de Pádua e São Francisco Xavier, com seus famosos desdobramentos.

23 Na Doutrina Espírita, são dignos de lembrança os casos de desdobramento de Eurípedes Bersanulfo, quando professor em sua cidade natal (Sacramento, no estado de Minas Gerais).

24 Em sonhos, também, podem acontecer casos de premonição, como o da mulher de César, que toma conhecimento da conjuração de Brutus.

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26 Ou como o de Abraham Lincoln, presidente dos Estados Unidos da América, que vislumbrou sua própria morte e funeral.

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28 Podemos dizer, então, que há dois tipos de sonhos: os sonhos reais, em que nós fazemos contatos com seres ou coisas do mundo espiritual.

29 Nos sonhos reais, vamos a lugares que nos são permitidos devido à nossa condição evolutiva.

30 Já os sonhos do subconsciente não são mais do que reproduções de pensamentos, imagens impressões que afetaram nossa mente no estado vigília.

31 É comum, em sonhos, ter- se pressentimentos que jamais se cumprem. Da mesma forma, podemos receber sugestões ou encontrar respostas para a nossa problemática mais aguda.

32 Ocorrem visitas a seres conhecidos ou a lugares distantes, que algumas vezes nem conseguimos identificar.

33 E isso ocorre quase todas as noites, pois, quando dormimos, prevalece a vida da alma. As visitas entre vivos podem ser provocadas, desde que o homem deseje e lhe seja permitindo.

34 Todavia, na Doutrina Espírita não há a prática de interpretação dos sonhos, por que, a rigor, não se conhece o mundo íntimo e os problemas encarnatórios das criaturas.

35 Ademais, no Espiritismo aprendemos a nos libertar da simbologia, geralmente usada de maneira indevida para desvendar os conteúdos éticos e morais do psiquismo.

36 Não nos lembramos dos sonhos, em grande parte, devido à influência da matéria pesada e grosseira, que limita as nossas possibilidades.

37 Ao despertar, por vezes, conservamos uma lembrança fugaz dos nossos sonhos e logo depois já não no lembramos mais deles.

38 Mas, outras vezes, os sonhos permanecem vivos em nossa memória, sugerindo- nos pensamentos novos e novos caminhos a percorrer.

39 OS FALSOS CRISTOS E OS FALSOS PROFETAS

40 Estes são os que exploram, em proveito de sua ambição, de seus interesses e de seu desejo de dominação, para conseguirem o poder econômico.

41 São os que possuem certos conhecimentos que usam para conseguirem o prestígio de um poder supostamente sobre- humano ou de uma pretensa missão divina. (E.S.E., Cap. XXI, item 5)

42 Portanto, é necessário manter-se atento, vigilante, nos dias de hoje, para não nos deixarmos levar pelo erro, pela mentira, pela hipocrisia.

43 Há muitas criaturas que se utilizam de pretensos prodígios para captar a confiança e a simpatia dos que deles se aproximam e auferir vantagens pessoais.

44 Indivíduos que têm mel nos lábios e fel no coração, propagam deliberadamente idéias fantásticas miraculosas, como se fossem verdadeiros milagres, fato que se repete há muito tempo.

45 São esses os falsos cristos e os falsos profetas.

46 A difusão dos conhecimentos vem desacreditá-los, de maneira que o seu número diminui, à medida que os homens se esclarecem.

47 O fato de operarem aquilo que, aos olhos de algumas pessoas, parece prodígio não é, portanto, nenhum sinal de missão divina.

48 Esses prodígios podem resultar de conhecimentos que qualquer um pode adquirir.

49 Também podem resultar de faculdades orgânicas especiais, que tanto o mais indigno como o mais digno podem possuir.

50 O verdadeiro profeta se reconhece por características mais sérias, exclusivamente de ordem moral. (E.S.E., Cap. XXI, item 5)

51 Nas mais diversas atividades humanas, como a Ciência, o comércio, a literatura, podemos encontrar criaturas caracterizadas dessa mesma forma.

52 Indivíduos revestidos dos mais nobres títulos do saber humano, que inescrupulosamente semeiam o desespero, a descrença, a desilusão.

53 As palavras de Jesus aplicam-se a todos aqueles que, podendo conduzir seus semelhantes para a glória do bem e da felicidade, preferem os falsos caminhos.

54 O Espiritismo, revela uma outra categoria de falsos cristos e de falsos profetas: os Espíritos enganadores.

55 Espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos ou pseudo-sábios, que se disfarçam com nomes veneráveis.

56 A advertência do apóstolo João: Caríssimos, não acrediteis em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus.

57 Se o desencarne não santifica ninguém, é certo que no Plano Espiritual vamos encontrar Espíritos nas mais diversas condições.

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59 Espíritos nas condições evolutivas morais e intelectuais (bons e maus, amigos e inimigos do bem, sábios e ignorantes, sinceros e hipócritas).

60 É preciso adotar um critério seguro para avaliar a comunicação e saber se provém de um bom ou de um mal Espírito.

61 Como dizia Jesus, pelo fruto se conhece a árvore; toda árvore boa dá bons frutos e toda árvore má dá maus frutos. É pela obra, então, que se conhece seu autor;

62 O Cristo ia além, enfatizando: Conhecereis a verdade e a verdade nos tornará livres (Jo, 8:32).

63 Daí a sempre atual exortação do Espírito da Verdade: amai- vos e intuí-vos.

64 Através do estudo sério e metódico, estaremos melhor preparados para evitarmos o engano e a fraude.

65 A Doutrina Espírita é uma doutrina de conhecimento.

66 Através da Doutrina Espírita se bem estudada e bem vivenciada, nos imunizamos contra inúmeros males.

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68 AVISOS


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