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FARMACOECONOMIA Dr. Marcos Antonio Cyrillo.

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Apresentação em tema: "FARMACOECONOMIA Dr. Marcos Antonio Cyrillo."— Transcrição da apresentação:

1 FARMACOECONOMIA Dr. Marcos Antonio Cyrillo

2 Worldwide Infectious Diseases: Source: World Health Report, 1996
The 10 Biggest Killers, 1995 Acute Respiratory Diseases 4.4 million Diarrheal Diseases 3,1 million Hepatitis B: 1.1 million Tuberculoses: 3,1 million HIV/AIDS: >1 million Measles:>1 million Malaria: 2,1 million Neonatal Tetanus: 500,000 Whooping Cough: 388,000 Roundworm and Hookworm: 165,000 Source: World Health Report, 1996

3 WORLDWIDE CAUSES OF DEATH
Infectious Diseases 16,445,000 (32%) Heart Diseases ,676,000 (19%) Unknown Causes ,123,700 (16%) Cancer ,013,000 (12%) Accidents/Violence 3,996,300 (8%) Infant Death ,180,000 (6%) Emphysema/Other Lung Diseases 2,888,000 (6%) Pregnancy-Related Deaths ,000 (1%) Other causes ,000 (8%) Source: World Health Report, 1996 (Data from 1993)

4 0 5 10 15 20 25 Intestinal Infections Foodborne diseases
STDs (excluding AIDS) AIDS Hepatitis B Influenza Otitis media Antibiotic resistant bacterial infections ($ billions)

5 Gastos com saúde em dólares – E.U.A.
1980 – 250 bilhões 1990 – 600 bilhões 2000 – bilhões Aumento de 140% Perda por dias não trabalhados: 110 bilhões de dólares (1991) 1980 – 85,2 pessoas por não trabalharam por doenças 1990 – 81,5 pessoas por não trabalharam por doenças Custo de ações da previdência privada: US$ 250,000 Jama 05/2004

6 GASTOS COM A SAÚDE CANADÁ:
US$ 1,500 a US$ 2,000/ano por habitante -9,1% do PIB ESTADOS UNIDOS: US$ 1,300 a US$ 3,400/ano por habitante -12,7% do PIB BRASIL: US$ 17 a US$ 30/ano por habitante -4,2% do PIB 1992 – nos EUA 3,5 milhões de pessoas foram internadas, sem Seguro Saúde com o custo de US$ 7 bilhões No Brasil 35 milhões de pessoas são filiadas às empresas de medicina de grupo

7 GASTOS COM SAÚDE EM DÓLARES – E.U.A.
Hospitais com baixo custo operacional tem maior chance de injúrias ao paciente por negligência dos funcionários. E.U.A.: 14,40% da população não tem seguro saúde. França: 1% da população não tem seguro saúde. Brasil: 80% da população não tem seguro saúde. Departamento de Saúde Americano – estudo – pacientes negros e pobres – qualidade dos serviços na internação, alta e orientações inadequadas. Jama 7/04

8 Consumo de serviços de saúde
Acima de 65 anos é cerca de 4 vezes maior do que abaixo de 15 anos

9 Brasil Taxa de Mortalidade Menores de 5 anos 85/1000 habitantes Geral
Infantil 62/1000 nascidos vivos Taxa de Natalidade 28/1000 habitantes Expectativa de vida 1890 33,9 anos 1990 67 anos Japão: 85 anos Fonte: Saúde e Infraestrutura 1991

10 A taxa de crescimento da população brasileira é de 2,5% ao ano.
CONCENTRAÇÃO URBANA A taxa de crescimento da população brasileira é de 2,5% ao ano. 74% dos brasileiros vivem nas cidades. A taxa de crescimento da população urbana é de 4% ao ano. No ano 2000 – 80% da população em áreas urbanas. Indicações de Saúde M.S. 2000

11 Urbanização Países industrializados - demanda da urbe, inserção
Países em desenvolvimento - exclusão, expulsão do campo, marginalização

12 CONCENTRAÇÃO URBANA Brasil - 1 médico para cada 7 a 13 leitos
- 1 médico para 660 habitantes médicos total Região Sudeste – 63% médicos e 61% hospitais Região Sudeste – 7,0% médicos para cada leito Região Norte – 12 médicos para cada leito América Latina – regiões com 4,4 médicos por leito Indicações de Saúde M.S. 2000

13 HOSPITAIS NO BRASIL Hospitais no Brasil Leitos Públicos (2.034)
Privados (5.246) São Paulo: leitos Públicos 18.000 leitos Privados Taxa de Ocupação 68,24% Mortalidade 2,53% CIS 2002

14 Hospitais no Brasil Internações no Brasil – 1990:
4 milhões em hospitais públicos 15 milhões em hospitais privados Consultas no Brasil: 800 milhões nos ambulatórios oficiais 250 milhões em ambulatórios privados Consultas em São Paulo: 232 milhões em hospitais públicos 83 milhões em hospitais particulares Brasil – municípios: -10% sem serviços de saúde CIS 2002

15 ESTADO DE SÃO PAULO - 1991 Números de hospitais 865
Leitos ocupados Pacientes internados Altas Óbitos Partos O.M.S. – 1 leito para cada 500 habitantes São Paulo – 35 milhões de habitantes Brasil – 160 milhões de habitantes Saúde Infra-Estrutura Brasil 2001

16 Rede Hospitalar no Município de São Paulo
Particulares 216 Municipais 12 Estaduais 23 Federais 8 Total 259 Sumário de Dados Grande São Paulo -2002

17 Mercado Supletivo - $8,6 bilhões
Medicina de grupo - 16,5 milhões - 43% Cooperativas ,8 milhões - 23% Autogestão ,2 milhões - 11% Total ,5 milhões

18 16% dos Hospitais Brasileiros não atendem SUS
39% - MIX 70 a 75% dos gastos são federais

19 Hospitais Universitários - 495 por saída
Estaduais -us$ 194,00 por saída Privados - us$ 212,00 por saída Média de custo - us$ 920,00 - clientela mista us$ 2.300,00 - clientela não SUS

20 Estado de São Paulo - 1991 Médias de dias de internação
por paciente (1991) em hospitais públicos 7,96 dias Brasil hospitais públicos dias hospitais privados dias Saúde Infra-Estrutura Brasil 2001

21 No Estado de São Paulo Gepro (Grupo Especial de Programas) da S. E. S
No Estado de São Paulo Gepro (Grupo Especial de Programas) da S.E.S. De I.H. Infecção Hospitalar 1,5 a 15 % E.U.A. 1 a 5 % 6ª causa de Óbito 21 a 34% com sepsis Hospitais em S.Paulo D.I.H. I.H. Ensino 4,96 % 6,57 % Convênio INSS 2,96 % 3,75 % Convênio 1,35 % 1,54 % Gepro 1992

22 Distribuição de indicadores de infecção hospitalar, por categoria de hospitais no Estado de São Paulo DADOS DE 20 HOSPITAIS FONTE: Div. Inf. Hospitalar / CVE - SESSP

23 INFECÇÕES HOSPITALARES
FATORES QUE TORNAM O PACIENTE DE RISCO HOSPITALIZADO PREDISPOSTO ÀS INFECÇÕES FISIOPATOLÓGICOS Idade avançada Cardiopatias Síndrome nefrótica Desnutrição Diabetes Fibrose Cística Hepatopatias Arq. Bras. Med. 65 (5ª): , 1991 J. Bras. Med. 64 (4ª): 85 – 92, 1993

24 INFECÇÕES HOSPITALARES
CLÍNICOS Queimaduras Alcoolismo Acidente Vascular Celebral Traumatismo Craniano Pacientes com mais de 1 diagnóstico clínico

25 INFECÇÕES HOSPITALARES Procedimentos invasivos
Imunitários Leucemia Linfoma Neutropenia Sida Procedimentos invasivos Cirurgias Curetagens Traqueostomia Intubação Sondas

26 INFECÇÕES HOSPITALARES
Uso de imunossupressivos Citostáticos Corticóides Quimioterápicos antineoplásicos Cirúrgicos Cicurgia Intra-abdominal Cirurgia com mais de 2 horas Cirurgias contaminadas

27 Concentração Numérica do Agente Resistência do Hospedeiro às Infecções
O Processo Infeccioso Virulência Concentração Numérica do Agente Resistência do Hospedeiro às Infecções Hospital Reese e Betts 1991 – J.I.D. 6/94

28 Os custos com as I. H. foram calculados nos E. U. A
Os custos com as I.H. foram calculados nos E.U.A. pelo NNIS (National Nosocomial Infections Study) em 1985, em dólares Gastos extras em 1985 por infecção (US$) (por paciente) 2.734 4.947 3.061 593 1.408 1.833 1975 por infecção 838 1.511 935 181 430 560 Dias extras de Internação (por Paciente) 7,3 5,9 7,4 1,0 4,8 4,0 Infecção da ferida Cirúrgica Pneumonias Bacteremias Infecções do trato Urinário Outros locais Total Reese e Betts 1991

29 Mortes indiretas por infecção contribuindo para a morte
Gastos em 1985 (milhões US$) Mortes diretas por infecções Mortes indiretas por infecção contribuindo para a morte Infecção da ferida Cirúrgica 1.395 3.251 19.726 Pneumonias 1.123 17.087 32.983 Bacteremias 315 14.496 18.844 Infecções do trato Urinário 535 917 6.503 Outros locais 571 3.246 20.036 Total 3.939 39.026 98.092

30 FARMACOECONOMIA

31 FARMACOECONOMIA ESTUDO DA RELAÇÃO ENTRE OPÇÕES DE TRATAMENTO AVALIANDO CUSTO/BENEFÍCIO

32 CUSTO – VALOR DA REALIZAÇÃO DA ATIVIDADE
DESPESAS TOTAIS CONSEQUÊNCIAS Resultado clínico Ético Econômico

33 Maior lucro ou prejuízo
CUSTO - BENEFÍCIO Custo e consequências Duas ou mais opções Valores financeiros Maior lucro ou prejuízo

34 Benefício O que se ganha ao atender à necessidade
Custo - benefício que se teria obtido se os recursos fossem empregados de maneira diferente

35 Custos e Diferentes Resultados Clínicos Produto – Eficácia
CUSTO EFETIVIDADE Custos e Diferentes Resultados Clínicos Produto – Eficácia Por Unidade Monetária Empregada

36 Custo de um ou mais tratamento
Custo - Utilidade Custo de um ou mais tratamento Satisfação do usuário Qualidade de vida

37 ANÁLISE DE MINIMIZAÇÃO
Redução de custos Duas ou mais opções equivalentes Comparação Identificar o menor preço

38 ABRANGÊNCIA Comparação de duas ou mais drogas para tratar uma patologia Comparação dos benefícios de dois ou mais Projetos ou Programas

39 Mercados de saúde Influencia na demanda e nos padrões de uso
Mais preços e criação de incentivos Mais serviços e alternativas de uso utilizando estratégias epidemiológicas

40 Análise microeconomica
Custos e benefícios sociais Eficiência nos programas

41 Análise macroeconomica
Serviços de saúde Compra e estoques Planificação Financiamento Regulação e supervisão dos serviços sanitários Eficiência e equidade

42 CUSTOS DE INTERNAÇÃO 11% Outros 5% Serviços Profissionais 9%
Laboratório 10% Farmácia 14% Hotelaria 51% Enfermagem Antibióticos 30 a 50% Dos custos da Farmácia TOTAL 100% Folador, 2000

43 Avaliação dos Benefícios Potenciais
com adoção de opções Avaliação dos custos adicionais com a execução

44 - Custo de Infecção Hospitalar
US$ 4,5 bilhões - Custo de Programa para Controle de I.H. US$ 300 milhões - 6 a 7% Custo de I.H.

45 CONTROLE DE I.H. CUSTO NO BRASIL
R$ 2.610,00 A R$ ,00 CUSTO DE LEITO DO CONTROLE DE I.H. R$ 8,81 A R$ 128,65 CUSTO DE INTERNAÇÃO DO CONTROLE R$ 11,83 A R$ 16,15

46 Escassez de antibióticos aumentam o custo em 18% nas Instituições.
Preço de aquisição, preparo, material e tempo gasto. Dificuldade para se encontrar a terapêutica apropriada. Piper/2005

47 Infecções hospitalares contribuem com custos adicionais de U$14
Infecções hospitalares contribuem com custos adicionais de U$14.000, 00 em pacientes clínicos e U$ ,00 em pacientes cirúrgicos. CDC/2005

48 Custos de eventos adversos relacionados ao uso de antimicrobianos nos EUA
Eventos de mortalidade e morbidade excedem U$ 136 bilhões Admissão, aumento na hospitalização, aumento nos procedimentos. Gasto anual com diálises U$ 1 trilhão no mundo Custo por paciente varia de U$ 49 a U$ 100 mil dólares. Ambrose/ 2005

49 Custos Benefícios e Perspectivas Futuras
TERAPIA SEQUENCIAL Custos Benefícios e Perspectivas Futuras

50 TERAPIA SEQUENCIAL O paciente hospitalizado deve receber alta o mais breve possível tão logo suas condições clínicas e laboratórios permitam, e sua medicação para manutenção ou término do tratamento preferencialmente, deve ser administrada por via oral. Mesmo internado, se possível, ele deve receber medicação oral e o médico deve evitar os procedimentos de riscos, como sondas e cateteres.

51 APÓS A ALTA O DESTINO DEVE SER:
Casa (com ou sem visita domiciliar) Hospital dia Casa de repouso Ambulatório Home Care A volta ao trabalho deve ser a mais breve Possível = INSS

52 CONVÊNIOS E SERVIÇOS DE HOTELARIA
Enfermaria US$ 37.70 Berçário Isolamento US$ U.T.I. US$ 63 a 118 Levantamento Próprio

53 Pacientes particulares pagam 3 a 4 vezes este valor
Custo em dólares, para Convênios de Serviços Hospitalares: Injeção IM: US$ 0.85 Injeção EV: US$ 1.10 Soro por frasco: US$ 1.50 Custos de curativos, para Convênios: Pequeno: US$ 3.80 Médio: US$ 7.20 Grande: US$ 10.80 Extra: US$ 14.30 Outros serviços: Inalação, cada: US$ 4.70 Colchão d’água/dia: US$ 6.10 Exercícios respiratórios: US$ 4.70 por sessão Uso de oxigênio/dia: US$ 8.00 Pacientes particulares pagam 3 a 4 vezes este valor Levantamento Próprio

54 Hospital A - US$ 250.00 Hospital B - US$ 192.00
VALOR PAGO NOS HOSPITAIS PARTICULARES PARA SERVIÇOS DE HOTELARIA (ALIMENTAÇÃO, BANHO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM) EM SÃO PAULO. Hospital A - US$ Hospital B - US$ Hospital C - US$ Levantamento próprio

55 PACIENTES QUE USAM ANTIMICROBIANOS INTERNADOS
BRASIL PACIENTES QUE USAM ANTIMICROBIANOS INTERNADOS 1964 1967 1970 1973 1980 26% 27% 34% 36% 39% Custo em 1981 – US$ 1,5 bilhão Custo em 1984 – US$ 3 bilhões 26% do custo total de medicamentos 7% do custo das hospitalizações CIS 1992

56 Uso Clínico -27% - 6% uso profilático
Uso Cirúrgico - 29% - 58% uso profilático Paraná – 55% dos internados usam antimicrobianos HC FMUSP - 41,4% UERJ - 42% Culturas positivas somente 17% 10 a 20% dos pacientes que usam antimicrobianos tem reação de hipersensibilidade e/ou toxidade 85% das cepas comunitárias produzem betalactamases CIS 1992

57 CONTROLE DA RESISTÊNCIA BACTERIANA
? Uso dos Antibios Prenção das IHS Clínico Cirurgião LPi “É improvável que muitos sistemas de saúde e hospitais utilizem recursos suficientes para investir em programas de racionalização do uso dos antimicrobianos e de controle de infecção efetivos”.

58 Moléstias infecciosas
“Condições básicas para melhorar o uso de antimicrobianos em hospitais” Recursos Humanos e Materiais Moléstias infecciosas Conhecer a realidade Diretoria laboratório farmácia

59 Racionalização do Uso Antimicrobianos
Componentes do Programa Componente Educativo Componente Facilitador Componente Restritivo

60 Racionalização do Uso Antimicrobianos
Componente Educativo Recomendações para uso Educação continuada Auditoria setorial

61 Racionalização do Uso Antimicrobianos
Componente Facilitador Equipe médica especializada Automação dos exames microbiológicos e informatização dos resultados Disponibilidade de antimicrobianos

62 Racionalização do Uso Antimicrobianos
Componente Restritivo Solicitação e autorização de uso Suspensão automática da dispensação Utilização de “Antibiograma Seletivo” Normatização de atividades da Indústria farmacêutica no Hospital

63 A TERAPIA ANTIMICROBIANA NA DÉCADA DE 90
Ênfase no manejo ambulatorial Aumento de medicamentos disponíveis por via oral e parental Uso cada vez mais precoce de medicamentos por via oral e parental Prescrição de monoterapia sempre que for possível Aderência do paciente melhorada com doses únicas diárias Duração mais curta dos tratamentos Terapias disponíveis com bom índice custo-eficácia Mudança dos padrões de resistência bacteriana dificultando a escolha

64 Fatores que estimulam a adesão
Dose diária – 1 a 3 Relação médico/paciente sólida Contatos frequentes médico/paciente Conhecimento com relação a doença pelo paciente Orientações pelo médico, na receita e no frasco do medicamento Custo do tratamento

65 FATORES QUE DESESTIMULAM A ADESÃO DO
PACIENTE AO TRATAMENTO ANTIMICROBIANO Várias drogas diariamente 1 droga tomada mais de 3 vezes/dia Efeitos adversos Mudar os hábitos e comportamento dos pacientes Não usar o medicamento, parece não trazer consequências Pacientes jovens, velhos incapacitados Doenças psiquiátricas Isolamento social

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69 No ano de 2000 No Brasil - por mil habitantes 1,4 médicos 0,9 dentistas 0,5 enfermeiros

70 Leitos Hospitalares - por mil habitantes
0,9 Públicos 2,l Privados 3,0 SUS R$ 3,45 - Gasto médio do SUS por atendimento ambulatorial

71 R$ 396,00 - Gasto médio do SUS por internação
R$ 600,00 - Custo médio diário - Plano de Saúde Gasto público com saneamento - 0,34% do PIB

72 Consultas médicas SUS por habitante - 2,2
Internações hospitalares por 100 habitantes - SUS - 7 Abastecimento de água - população urbana - 92% Esgotos - 74% Coleta de lixo - 93%

73 Mortalidade proporcional - % de óbitos informados
Doenças infecciosas e parasitárias - 6,2% Doenças respiratórias - 11,6 % Infecção respiratória aguda em crianças menores de 5 anos - 7,1 %

74 Internações no SUS 7,6 % Doenças infecciosas e parasitárias l6,5% Doenças respiratórias

75 Média Internações por 100 habitantes
Média permanência - 5 dias taxa de ocupação de 80% 2,3 leitos por 1000 habitantes gasto - 80 dólares/ano supletiva dólares/ano

76 Custo de Infecção por V.R.E.
Contaminação do ambiente - 7 a 37% MARSA US$ 9.800,00 a US$ ,00 MSSA US$ 4.900,00 a US$ 9.600,00

77 Permanência - MSSA - 4 dias
MRSA - 12 dias Brasil - bacteremia - MARSA - 12 dias a mais Infecção - MARSA - 16 dias a mais - R$ ,00 Excesso de custo no Brasil com diária de R$ 381,00 - R$ 9.839,00

78 Anos 70 Mercado de antibióticos 50%orais e 50% injetáveis
Injetáveis ficaram mais caros Anos 80 Crescimento de 30% ao ano no mercado de cefalosporinas de 3ª e 4ª gerações % oral e 30% injetável

79 Mercado atual de 35 bilhões de dólares
70% do mercado oral é para tratamento,às vezes empírico, de infecção respiratória Otite média em crianças, bronquite aguda, exacerbação aguda de bronquite crônica em velhos

80 Indústria farmacêutica gasta 20% com pesquisa e desenvolvimento
500 a 800 milhões de dólares gastos com um novo produto Para recuperar o investimento o produto deve ter um turnover no pico de 750 milhões de dólares

81 Incorporação de tecnologia
Em alguns setores barateia custos e aumenta a eficiência, substituindo empregos Na saúde, esta incorporação não descarta anterior e se sobrepõe a ela Custos crescentes

82 Corporativismo - inserção no mercado de novos profissionais
Reserva de mercado

83 Complexo médico industrial
Indústria farmacêutica Indústria de equipamentos

84 Crise do Estado Provedor de bem estar social Globalização da economia
Diminuição de custo

85 Produtos orais com vendas correntes de 750 milhões de dólares: Ciprofloxacina, Amoxacilina - Clavulanato,-Claritromicina, Azitromicina Moxifloxacina e Gatifloxacina - aproximados Injetáveis: Ceftriaxona; Imipenem aproximado

86 MUDANÇA NA ESTRUTURA ECONÔMICA DO SISTEMA DE SAÚDE
Recursos finitos Aumento das alternativas de tratamento Emergência de novas tecnologias Demanda dos consumidores por novos produtos

87 Demanda dos Serviços Acumulação epidemiológica
Infecções - doenças emergentes e reem ergentes Doenças cronico degenerativas

88 Medicalização - consumo de produtos, serviços, ações e intervenções
Avaliação das responsabilidades, pois passa-se a condição de simples consumidores de ações e serviços de saúde

89 Economia da saúde Relação entre saúde e suas determinantes sociais e econômicas Análise da relação: renda do indivíduo e estado de saúde, pessoal e coletiva Oferta e demanda de serviços de saúde

90 LITERATURA 15.000 Referências anuais à Farmacoeconomia
Dobrando a cada ano

91 GASTOS Custos com antibióticos sobem 4% anualmente
Drogas que agem no sistema cardiovascular Alimentação suplementar Drogas que agem no sistema nervoso central Antimicrobianos

92 CUSTOS DIRETOS Custos médicos diretos - ítens dos serviços médicos:
Drogas Testes de laboratório Hospitalização Suprimentos Visitas aos doentes no hospital ou comunidade

93 ANTIMICROBIANOS - CUSTOS
Monitorização sérica da droga Falência de tratamento Resolução dos efeitos adversos da terapia Farmacodinâmica e Farmacocinética Erradicação do patógeno, cura da infecção

94 CUSTOS DIRETOS, NÃO MÉDICOS - Perda do salário INDIRETOS
- Perda da produtividade por parte do doente - Perda da produtividade por parte do cuidador do doente

95 CUSTOS INTANGÍVEIS Acontecem fora do sistema médico
Aumento ou diminuição da produtividade Consequente aumento nos preços dos produtos

96 NA INFECTOLOGIA A cura da infecção é o resultado farmacoeconomico esperado Eficácia e/ou efetividade são medidas pela probabilidade de cura

97 ANÁLISE ECONÔMICA Prestador de serviço - sucesso do programa
Diminuição da estada do doente no hospital Utilização de menos recursos para tratar patologias Medicamentos mais eficazes - melhores resultados econômicos

98 AS NECESSIDADES DOS PRESTADORES DE SERVIÇO
Prover o usuário com melhores cuidados, com os mesmos custos Dar os mesmos tratamentos com menores custos

99 ASPECTOS HUMANÍSTICOS
Impacto da terapia na qualidade de vida Longevidade Diminuição da dor e do sofrimento Satisfação emocional

100 QUALIDADE DE VIDA Satisfação com a vida e o bem estar
Qualidade de vida relacionada à saúde Aspectos da qualidade de vida afetados pela doença

101 Década de 70 - anos de vida ajustados pela “QALY’(Quality Adjusted life years)
Sobrevivência e bem estar

102 Qualidade de vida - O .M.S. - 1996
Percepção do indivíduo Posição na vida, cultura e valores Objetivos, expectativas e padrões Saúde física, estado psicológico, nível de independência, relações sociais, fatores ambientais e crenças pessoais

103 INFECÇÕES AGUDAS Cura e alta do hospital Infecções crônicas
Efeitos adversos das drogas são suportados pelo paciente Longevidade e menos impacto na qualidade de vida

104 ANÁLISES FARMACOECONÔMICAS
Resultados clínicos: Cura da infecção com culturas negativas Após o tratamento não houve infecção oportunista em paciente imunosuprimido

105 Resolução da doença febril
Resolução dos sintomas respiratórios Menos tosse Menos secreção Alteração no aspecto da secreção

106 RESULTADOS ECONÔMICOS
Diminuição da permanência do doente no hospital Diminuição do custo total do tratamento Menor custo de aquisição das drogas Utilização de menores recursos humanos e materiais

107 Diminuição na intensidade do tratamento empregado
Menos horas/homem trabalhadas Emprego de recursos menos especializados Menor utilização de suprimentos

108 RECURSOS HUMANÍSTICOS
Aumento no número de anos de vida Maior número de anos de vida com mais qualidade Menos incidência de efeitos adversos das drogas Diminuição da dor e do sofrimento, com melhor qualidade de vida


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