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Vera Maria Carvalho Alves Chefe Geral Vera Maria Carvalho Alves Chefe Geral ESTRATÉGIAS DA EMBRAPA PARA O USO DE SORGO NA PRODUÇÃO DE ETANOL 06 DE ABRIL.

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1 Vera Maria Carvalho Alves Chefe Geral Vera Maria Carvalho Alves Chefe Geral ESTRATÉGIAS DA EMBRAPA PARA O USO DE SORGO NA PRODUÇÃO DE ETANOL 06 DE ABRIL DE 2010

2 EMBRAPA MILHO E SORGO Viabilizar soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação, com foco em milho e sorgo, que contribuam para a sustentabilidade da agricultura em benefício da sociedade brasileira. Missão

3 EMBRAPA MILHO E SORGO Ser uma instituição líder na geração de conhecimento, tecnologia e inovação em agricultura tropical para as culturas de milho e sorgo. Visão de Futuro

4 Crescente demanda mundial por Biocombust í vel (protocolo de Kyoto); Incertezas a respeito da disponibilidade futura de recursos não renov á veis e Tensões geopol í ticas; Plano Nacional de Agroenergia (PNA/ );

5 Oportunidades identificada na elaboração do PDU da Embrapa Milho e Sorgo Expansão do mercado de biocombustíveis com aumento da demanda para produção de biomassa para obtenção de álcool.

6 Sorgo Granífero 20% mercado de sementes

7 POTENCIAL D0 SORGO NA PRODUÇÃOPOTENCIAL D0 SORGO NA PRODUÇÃO DE BIOCOMBUSTÍVEL NO BRASIL DE BIOCOMBUSTÍVEL NO BRASIL Sorgo Sacarino Sorgo Lignocelulose Tecnologia de 1ª geração (Validada em 1985) Tecnologia de 2 a Geração (Tecnologia em Desenvolvimento) Sorgo Granífero Tecnologia de Aproveitamento de oferta de grãos a custos baixos

8 Etanol de Sorgo Sacarino (Primeira Geração) Nicho para produção: complementa a cana- de-açúcar estendendo o período de colheita por até mais quatro meses Pode ser colhido com 100 a 120 dias (3 a 4 mil l/ha) Mais eficiente no uso da água Estabelecido a partir da semente Completamente mecanizado Grão pode ser utilizado para alimentação animal ou humana Bagaço com maior valor biológico

9 Etanol de Sorgo Sacarino (Primeira Geração) No fim da década de Pro-Alcool - um forte incentivo para desenvolver tecnologias para micro-destilarias e mini- destilarias A Embrapa desenvolveu o programa de melhoramento de Sorgo Sacarino para fornecer matéria-prima para estas destilarias (1975 – 1985) Retomada das pesquisas em 2007/2008

10 Etanol de Sorgo Lignocelulose (Segunda Geração) Sorgo sensível ao fotoperíodo (210 dia para o florescimento) Alta produção de matéria seca (50 ton/ha) Excelente qualidade de matéria seca Mais eficiente no uso da água Completamente mecanizado 120 dias

11 ETANOL DE SORGO GRANÍFERO 1 - Baixo preço de milho e de sorgo pode viabilizar a produção de etanol a partir destas fontes no Centro- Oeste, em especial no Mato Grosso.; 2 – Mais de1/3 do sorgo produzido nos USA é usado na produção de etanol; 3 - A maior concorrência vem de gado confinado. 4 - Sorgo mais barato aumenta a demanda por grãos deste produto para ser usado no confinamento no Centro-Oeste

12 Preço de milho (R$/sc) Preço de sorgo (R$/sc) Custo do litro de etanol (R$/litro)* 6,504,900,41 7,005,250,43 8,006,000,45 9,006,750,47 10,007,500,49 11,008,250,51 * Estimados a partir dos custos de usinas dos USA. Custo do litro de etanol ETANOL DE SORGO GRANÍFERO

13 PROJETOS EM DESENVOLVOLVIMENTO

14 PROJETOS EM DESENVOLVIMENTO Sistemas Agrícolas Visando Produção de Etanol (FAPEMIG) Sweet Sorghum (CIRAD) Desenvolvi- mento de Cultivares de Sorgo (EMBRAPA) Biocombustíveis de segunda geração (SECTES/MG e PIEMONTE/ITALIA) Fontes alternativas de biomassa para etanol lignocelulósicos (Embrapa Cerrado) Núcleo integrado de pesquisa, desenvolvimento e inovação de Biocombustíveis (PRONEX-FINEP/MG)

15 Universidade Federal de Viçosa Universidade Federal de Uberlândia Universidade Federal de Minas Gerais Universidade Federal de Lavras Universidade Federal de Ouro Preto Embrapa Milho e Sorgo Embrapa Cerrado Embrapa Agroenergia SECTES-MGCIRAD REGIÃO DE PIEMONT/IT ÁLIA Politecnico de Turim (POLITO) Chemtex Italia srl (CHEMTEX) ICRISATARC-GCIARS-USDA PARCERIAS MAIS RELEVANTES

16 1975: Embrapa Milho e Sorgo 24 pesquisadores: 7 com graduação, 13 com mestrado, 4 com doutorado pesquisadores: 2 com mestrado, 62 com doutorado

17 Área Plantada: ,3 milhões de ha Produtividade brasileira: kg/ha Produtividade de Santa Catarina: kg/ha Produção Brasileira: milhões de ton Área Plantada: ,8 milhões de ha Produtividade brasileira: kg/ha Produtividade do Paraná: kg/ha Produção Brasileira: milhões de ton Milho 2007/ /1976

18 Parcerias Internacionais USDA/ARS Centros Internacionais Comunidade Européia Universidades McKnight Foundation Rockefeller Foundation Países da África: Angola, Quênia, Mali, Tanzania, Uganda e Niger, Moçambique América Central: Haiti

19 Benefícios Econômicos Líquidos da tecnologia de tratamento de semente para plantio de milho. Embrapa Milho e Sorgo

20 Compara ç ão entre os Benef í cios e os Custos da Embrapa Milho e Sorgo Soma dos benefícios de 3 tecnologias antigas no período de 1999 a 2006 = R$ ,67 Soma dos benefícios de 3 tecnologias recentes no período de 2003 a 2007 = R$ ,98 Soma dos custos da Embrapa Milho e Sorgo no período de 2000 a 2007 = R$ ,00 Custo médio anual = R$

21 MUITO OBRIGADA


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