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Industrialização no Brasil a partir do final do século XIX: abolição da escravidão no país; expansão da relação assalariada. Antes disso: algumas indústrias.

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2 Industrialização no Brasil a partir do final do século XIX: abolição da escravidão no país; expansão da relação assalariada. Antes disso: algumas indústrias isoladas; muito artesanato e algum crescimento manufatureiro. A própria existência do trabalho escravo, que era o sustentáculo da economia, impedia o arranque industrial de várias formas: escravo – investimento alto e a vista; não convinha ao proprietário educar e especializar seus escravos; trabalhador escravo não constitui mercado consumidor; grandes gastos com a vigilância dos escravos.

3 Fatores importantes para o desenvolvimento industrial trabalho assalariado; excedentes de capitais do café; infraestrutura instalada para o escoamento do café; imigrantes europeus – mercado consumidor e mãode obra relativamente especializada.

4 D. João VI – resoluções Consequências Dificuldades Café Indústrias Abertura dos portos; eliminação de barreiras alfandegárias; isenção de impostos para matérias-primas industriais. Importação de máquinas e equipamentos; dependência externa. Pequeno mercado interno; interesse das elites pela agricultura. Crises e excedentes de capital estimularam novas atividades econômicas; aproveita-se: a infraestrutura montada para o escoamento do café; a mão-de-obra de imigrantes ; mercado consumidor. Indústrias de bens de consumo; Péssimas condições de trabalho; Rio de Janeiro e São Paulo; Êxodo rural; Operariado urbano. Século XIX e início do século XX OBS. Em 1846 a indústria têxtil obteve incentivos fiscais e, no ano seguinte, as matérias-primas necessárias à indústria do país receberam isenção das taxas alfandegárias.

5 Economia do século XIX

6 Arquipélago econômico

7 Crise de 1929 Getúlio Vargas 2ª Guerra Mundial Condições para o desenvolvimento industrial brasileiro; Mão de obra - êxodo rural; mercado consumidor; Intervenção estatal: energia, siderurgia, transportes; Indústrias de base; Bens de consumo não-duráveis - menor investimento; Mercado consumidor – imigrantes. Substituição de importações. 2ª fase do processo industrial brasileiro

8 Indústria no início do século XX

9 ª revolução industrial brasileira; Juscelino Kubitschec Tripé industrial Milagre brasileiro Década perdida – 1980 internacionalização da economia; incentivos fiscais; abertura ao capital estrangeiro; indústrias de bens de consumo e de base. indústria de base – capital estatal; indústria de bens não-duráveis – capital privado nacional; indústria de bens duráveis – capital internacional. baixos preços do petróleo e crédito externo fácil; expansão da infraestrutura de transportes e energia; expansão do mercado interno e do emprego – 1968 – 1973; 1973 – crise do petróleo – recessão mundial – aumento do preço do produto – crise do petróleo – revolução no Irã; endividamento externo brasileiro elevação das taxas de juros – dívida cresce em ritmo superior à economia; grande endividamento; desemprego. Década de 1950 até 1990

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11 Década de 1990 Saturação dos mercados desenvolvidos Terceira revolução Industrial nos países desenvolvidos Ascensão das economias do Japão e Europa Ocidental Recursos abundantes nos subdesenvolvidos Neoliberalismo conquista de novos mercados; máquinas obsoletas são importadas pelos países subdesenvolvidos; concorrência por novos mercados dos países pobres; matéria-prima e energia baratas; queda das barreiras comerciais; privatização das estatais; desemprego estrutural. Década de 1990

12 A nanotecnologia está associada a diversas áreas (como a medicina, eletrônica, ciência da computação, física, química, biologia e engenharia dos de pesquisa e produção na escala nano (escala atômica). O princípio básico da nanotecnologia é a construção de estruturas e novos materiais a partir dos átomos (os tijolos básicos da natureza). Um nanômetro (nm) é 1 bilionésimo de metro; É uma área promissora, mas que dá apenas seus primeiros passos, mostrando, contudo, resultados surpreendentes (na produção de semicondutores, Nanocompósitos, Biomateriais, Chips, entre outros). Um dos instrumentos utilizados para exploração de materiais nessa escala é o Microscópio Eletrônico de Varredura, o MEV. O objetivo principal não é chegar a um controle preciso e individual dos átomos, mas elaborar estruturas estáveis com eles. Pesquisas no Brasil – UNICAMP e Universidade de São Carlos; Petrobrás; Embrapa. O mundo entra na 4ª revolução industrial

13 Um levantamento sumário nas publicações que circulam sobre nanotecnologia aponta para os seguintes produtos e serviços que já estariam no mercado: Tecidos resistentes a manchas e que não amassam; Raquetes e bolas de tênis; Capeamento de vidros e aplicações antierosão a metais; Filtros de proteção solar; Material para proteção (screening) contra raios ultravioleta; Tratamento tópico de herpes e fungos; Nano-cola, capaz de unir qualquer material a outro; Pó antibactéria; Diversas aplicações na medicina como cateteres, válvulas cardíacas, marca-passo, implantes ortopédicos; Produtos para limpar materiais tóxicos; Produtos cosméticos; Sistemas de filtração do ar e da água. Microprocessadores e equipamentos eletrônicos em geral; Polimento de faces e superfícies com nanotecnologia sem micro-riscos. Uso da nanotecnologia Alguns produtores no Brasil - O Boticário, Suzano Petroquímica e Santista Têxtil.

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15 Indústrias extrativas – são as que extraem matéria-prima da natureza (vegetal, animal ou mineral) sem que ocorra alteração significativa nas suas propriedades elementares. Exemplos: indústria madeireira, produção mineral, extração de petróleo e carvão mineral. Indústria de transformação – são as que produzem bens a partir da transformação da matéria- prima. Podem ser divididas, de acordo com a finalidade dos bens produzidos: a) indústrias de bens de produção – produzem matéria-prima: alumínio (metalurgia), aço (siderurgia), cimento, derivados de petróleo (petroquímica), que serão utilizadas por outras indústrias na fabricação de produtos. b) Indústrias de bens de capital – produzem máquinas, peças, equipamentos para outras indústrias. Indústrias de bens de consumo - sua produção está direcionada diretamente para o mercado consumidor. Conforme sua atuação no mercado, elas são ramificadas em indústrias de bens duráveis e de bens não duráveis. a) indústrias de bens duráveis – são as que fabricam mercadorias não perecíveis. São exemplos desse tipo de indústria: automobilística, móveis comerciais, material elétrico, eletroeletrônicos, etc. b) Indústrias de bens não duráveis – produzem mercadorias de primeira necessidade e de consumo generalizado, ou seja, produtos perecíveis. Exemplos: indústria alimentícia, têxtil, de vestuário, remédios, cosméticos, etc. Indústrias de base

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18 ÉonEraPeríodoMilhões de anos ÉpocaEvolução física da TerraDesenvolvimento de plantas e animais Quaternário1,8Holoceno Pleistoceno GlaciaçõesDesenvolvimento da espécie humana Cenozóica (vida atual) Terciário65,5Plioceno Mioceno Oligoceno Eoceno Paleoceno Dobramentos modernos: Andes, Rochosas, Himalaia, Alpes, Cadeia dos Atlas Idade dos mamíferos; extinção dos dinossauros e de muitas outras espécies Mesozóica (vida intermediária) Cretássico145,5 Separação dos continentes, formação de bacias sedimentares e de petróleo Plantas com flores,dinossauros dominantes, Idade dos répteis FanerozóicoJurássico199,6 Intenso processo de sedimentação e formação de bacias carboníferas (Pântanos, florestas de samambaias e coníferas foram destruídos) Animais e plantas marinhos, répteis, anfíbios, insetos, peixes e trilobitas. Pântanos de carvão, plantas terrestres Triássico245 Permiano299 Carbonífero359 Pangeia PaleozóicoDevoniano416 (vida antiga)Siluriano443 Ordoviciano488 Cambriano542 ProterozóicoPré-Cambriano Formação de escudos cristalinos e minerais metálicos Organismos multicelulares Arqueozóico(vida primitiva) Formação de rochas magmáticas e dos dois primeiros continentes Organismos unicelulares Hadeano 4.566Início da TerraNenhum sinal de vida

19 Vantagens – estrutura geológica rica em recursos e extensão do país Minerais mais abundantes: ferro, manganês, nióbio, cobre, ouro, prata, urânio, chumbo, níquel, bauxita e cassiterita. Fosfatos, areia, argila amianto, sal-marinho Petróleo Gás natural Carvão mineral Minerais metálicos Minerais não metálicos Combustíveis fósseis

20 Bens fornecidos pela natureza: ar, sol, água, solo, vegetação, fauna, minerais, etc. Recursos naturais só são considerados uma riqueza quando passam a ser utilizados pelo homem. Podem ser: Renováveis Não-renováveis

21 Pré-cambriano – Complexo Cristalino Possibilidades de extração de minerais metálicos. Paleozóico/Mesozóico – Bacias sedimentares antigas Possibilidades de extração de carvão, xisto betuminoso (no Paleozóico) e petróleo (no Mesozóico) Cretáceo terciário – Bacias sedimentares do final do Mesozóico e início do Cenozóico. Possibilidades de exploração de petróleo O desenvolvimento econômico e populacional acarretou um consumo cada vez maior de produtos minerais de todos os tipos.

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23 A concentração das indústrias em determinados lugares depende de certos fatores. Até a Segunda Guerra Mundial os fatores que influenciavam na localização das indústrias foram: proximidade de matérias-primas – é mais importante no caso de setores industriais que lidam com grandes volumes de matéria-prima, como o setor pesado. A siderurgia, por exemplo, necessita de grandes quantidades de ferro e manganês. Essa proximidade reduz o custo com o transporte e garante maior eficiência na continuidade das atividades desenvolvidas pela empresa. oferta de energia – um dos insumos mais importantes para o setor industrial é a energia. Determinados setores consomem muita energia, como a indústria de base. A siderurgia requer o uso do carvão mineral, a indústria que produz alumínio requer muita energia elétrica. A não interrupção do fornecimento da energia é um fator essencial para a sobrevivência dessas empresas e, em alguns casos, o custo final de seus produtos é fortemente influenciado pelo custo da energia. mão-de-obra disponível – isso explica o porque das indústrias concentrarem-se em áreas urbanas onde podem contar com essa oferta de mão-de-obra. Evidentemente, alguns setores requerem mão-de-obra mais qualificada e procuram cidades onde existam centros universitários e de pesquisa. mercado consumidor – no caso das indústrias de bens de consumo, a proximidade do mercado consumidor reduz o custo final do produto no varejo pelo menor custo do transporte até os pontos de venda. Grandes concentrações urbanas atraem mais indústrias que, assim, podem ficar próximas de um grande mercado consumidor. boa rede de transportes – essencial para garantir a circulação das matérias-primas, da energia e do produto acabado. A saturação dos transportes em algumas áreas urbanas tem afugentado algumas empresas desses locais. políticas de fomento ao desenvolvimento industrial - isenções de impostos e facilidades para exportação. dificuldades - o elevado custo da mão-de-obra, movimento sindical forte e problemas como enchentes, espaço físico disponível (para uma eventual expansão) e falta de segurança motivam indústrias a procurarem novos locais para sua instalação.

24 Após a Segunda Guerra Mundial: desconcentração industrial internamente e entre países. transnacionais se espalham pelo mundo, sendo responsáveis pela globalização da economia e pela revolução técnico-científica. evolução da capacidade dos transportes e dos meios de comunicação – mobilidade de setores que precisavam estar próximos da matéria-prima. evolução do transporte de energia. indústrias de bens de consumo se desconcentram para áreas menos saturadas e que apresentam custos de infraestrutura e mão-de-obra mais baratos. o descolamento é restrito às áreas de produção. Marketing, centros de pesquisa e administração continuam nos centros. formação de clusters fora dos grandes aglomerados. São áreas que agrupam empresas do mesmo ramo de atividades que utilizam mão-de-obra específica e mesmo tipo de matéria-prima. São beneficiadas pela infraestrutura: centros de pesquisa, rede de escoamento de produtos, sistemas de telecomunicação e informação. Garantem às empresas elevada capacidade de inovação, redução de custos e poder competitivo. tecnopolos – concentram o desenvolvimento de produtos que incorporam alta tecnologia. Situam-se próximo das universidades e institutos de pesquisas, com o apoio de empresas e verbas governamentais.

25 Tecnopolos no Brasil São José dos Campos, localizado no Vale do Paraíba que é um importante tecnopolo de material bélico, metalúrgico e sede do maior complexo aeroespacial da América Latina. Aqui estão instaladas importantes multinacionais como Philips, Panasonic, Johnson & Johnson, General Motors (GM), Petrobras, Ericsson, Monsanto, a sede da Embraer entre outras. No setor aeroespacial destaca-se o CTA, o INPE, o IEAV, o IAE e o ITA. São Carlos (UFSCAR), - abriga 60 empresas de base tecnológica, algumas ainda em fase de incubação. Trata-se de empresas tecnologicamente intensivas, que atuam em áreas consideradas de "tecnologia de ponta", tais como microeletrônica, informática, robótica, mecânica de precisão, química fina entre outras. Grande parte dessas empresas nasceram da relação com as universidades e/ou dentro dessas instituições. Campinas (UNICAMP e PUCCamp) - concentra enorme quantidade de empresas e institutos de pesquisa vinculados à produção de alta tecnologia. Londrina e Maringá - despontando com uma intensa atividade tecnológica, ou seja, como polos tecnológicos em formação. Londrina-PR, já em processo de consolidação, como um polo tecnológico e Maringá-PR, em fase de estruturação consolidativa. São cidades que contam com Institutos de Pesquisa agropecuária, universidades com cursos de pós-graduação e empresas do setor de informática, de grande porte técnico e científico. São Paulo (USP) – cursos de engenharia de materiais. Pesquisas com cerâmicas e polímeros, com grande número de patentes e linhas de pesquisa promissoras, como a de nanotecnologia. Petrópolis (UCP) - Ciência da Computação. Campina Grande (Paraíba) – Polo de informática; produção de software para exportação. Vale do silício brasileiro

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27 Concentração no Sudeste Vazios econômicos no Norte de Nordeste

28 Concentração no entorno das RM em direção ao interior do estado Destaca-se a área ocupada no estado de Goiás Apenas 5 municípios da região Norte, enquanto que no Sudeste, 234 Os estados com a presença de firmas inovadores têm grande diferencial de renda per capita, educação e infraestrutura

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30 A industrialização do Sul, tem muita vinculação com a produção agrária e dentro da divisão regional do trabalho visa o abastecimento do mercado interno e as exportações. O imigrante foi um elemento muito importante no início da industrialização como mercado consumidor e no processo industrial de produtos agrícolas, muitas vezes em estrutura familiar e artesanal. A industrialização de São Paulo implicou na incorporação do espaço do Sul como fonte de matéria- prima. Implicou também na incapacidade de concorrência das indústrias do sul, que passaram a exportar seus produtos tradicionais como calçados e produtos alimentares, para o exterior. Com as transformações espaciais ocasionadas pela expansão da soja, o Sul passou a ter investimentos estrangeiros em indústrias de implementos agrícolas. A indústria passou a se diversificar para produzir bens intermediários para as indústrias de São Paulo. Nesse sentido, o Sul passou a complementar a produção do Sudeste. O Sul pode ser considerado como sub-região do Centro-Sul. Objetivando a integração brasileira com os países do Mercosul, a indústria do Sul conta com empresas no setor petroquímico, carboquímico, siderúrgico e em indústrias de ponta (informática e química fina). A reorganização e modernização da indústria do Sul necessitam também de uma política nacional que possibilite o aproveitamento das possibilidades de integração da agropecuária e da indústria, à implantação e crescimento da produção de bens de capital (máquinas, equipamentos), de indústrias de ponta em condições de concorrência com as indústrias de São Paulo.

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32 A região é um centro polindustrial, marcado pela variedade e volume de produção. Não atingiu toda a região Sudeste, o que produziu espaços geográficos diferenciados e grandes desigualdades dentro da própria região. Empresas governamentais atuam principalmente nos setores de siderurgia, petróleo e metalurgia. A mão-de-obra mais barata, o forte mercado consumidor e a exportação dos produtos industriais a preços mais baratos atrai as multinacionais. Rio de Janeiro - indústrias de refino de petróleo, estaleiros, indústria de material de transporte, tecelagem, metalurgia, papel, têxtil, vestuário, alimentos. Volta Redonda, Ipatinga, Timóteo, João Monlevade e Ouro Branco, entre outras, são ligadas à siderurgia. Campos e Macaé (extração do petróleo, açúcar e álcool), Três Corações, Araxá e Itaperuna (leite e derivados). Minas Gerais – tem importância no setor metalúrgico, principalmente aço, ferro-gusa e cimento para as principais fábricas do Sudeste. Belo Horizonte tornou-se um centro industrial diversificado, com indústrias que vão desde o extrativismo ao setor automobilístico; Araguari e Uberlândia (cereais). Espírito Santo – é o menos industrializado do Sudeste: Aracruz, Ibiraçu, Cachoeiro de Itapemirim. Vitória, a capital do Estado, tem atividades relacionadas à sua situação portuária e às indústrias ligadas à usina siderúrgica de Tubarão.

33 É a maior concentração industrial da região por motivos históricos. Superconcentração industrial - cidade de São Paulo, o ABCD (Santo André,São Bernardo do Campo, São Caetano e Diadema) e Campinas, Jundiaí e São José dos Campos. Franca e Nova Serrana (calçados) Jundiaí, Campinas e São José dos Campos têm seu espaço geográfico integrado à região metropolitana de São Paulo. Expansão nas seguintes direções: para Baixada Santista, para a região de Sorocaba, para o Vale do Paraíba – Rio de Janeiro e interior, alcançando Ribeirão Preto e São José do Rio Preto.

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35 A industrialização dessa região vem se modificando, modernizando, mas sofre a concorrência com as indústrias do Centro-Sul, principalmente de São Paulo, que utilizam um maquinário tecnologicamente mais sofisticado. A agroindústria açucareira é uma das mais importantes, visando sobretudo a exportação do açúcar e do álcool. As indústrias continuam a tendência de intensificar a produção ligada à agricultura (alimentos, têxteis, bebidas) e as novas indústrias metalúrgicas, químicas, mecânicas e outras. A exploração petrolífera no Recôncavo Baiano trouxe para a região indústrias ligadas à produção, refino e utilização de derivados do petróleo. Essa nova indústria, de alta tecnologia e capital intenso, não absorve a mão-de-obra, que passa a subempregar-se na área de serviços ou fica desempregada. As indústrias estão concentradas nas mãos de poucos empresários e os salários pagos são muito baixos, acarretando o empobrecimento da população operária. O sistema industrial do Nordeste, concentrado na Zona da Mata, tem pouca integração interna. Concentra-se sobretudo nas regiões metropolitanas: Recife, Salvador e Fortaleza. O reaparelhamento dos portos de Recife e Maceió (década de 70) aumentaram a exportação de produtos da região, principalmente o açúcar. A rede rodoviária mais integrada a outras regiões do que dentro do próprio Nordeste. A construção da rodovia, ligando o Nordeste (Zona da Mata) ao Sudeste e ao Sul, possibilitou o abastecimento do Nordeste com produtos industrializados no Sudeste e o deslocamento da população nordestina em direção a este.

36 Década de 60 - a industrialização a nível nacional adquire novos padrões. As indústrias de máquinas e insumos agrícolas, instaladas no Sudeste, tiveram mercado consumidor certo no Centro-Oeste, ao incentivarem-se os cultivos dos produtos de exportação em grandes áreas mecanizadas. Década de 70, o Governo Federal implantou uma nova política econômica visando a exportação. Para atender às necessidades econômicas brasileiras e a sua participação dentro da divisão internacional do trabalho, caberia ao Centro-Oeste a função de produtor de grãos e carnes para exportação. O Centro-Oeste tornou-se a segunda região em criação de bovinos do país, sendo esta a atividade econômica mais importante da região. Sua produção de carne visa o mercado interno e externo. Existem grandes matadouros e frigoríficos que industrializam os produtos de exportação. Sua industrialização se baseia no beneficiamento de matérias-primas e cereais, além do abate de reses o que contribui para o maior valor de sua produção industrial. A indústria de alimentos, a partir de 1990, passou a se instalar nos polos produtores de matérias-primas, provocando um avanço na agroindústria do Centro-Oeste. O estado de Goiás já tem vários centros industriais, graças ao seu mercado consumidor. Os produtos alimentares representam o maior valor da produção industrial.

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38 Até a década de 1970, a indústria da Região Norte era pouco expressiva e estava ligada ao beneficiamento dos produtos extrativos vegetais (borracha, castanha-do- pará, madeira) e aos ramos tradicionais de bens de consumo (alimentos, bebidas, vestuário). A instalação de indústrias é um processo recente e deve-se principalmente a uma política praticada pelo Governo Federal para integrar a Amazônia ao restante do território brasileiro. Um dos objetivos da criação da Sudam foi exatamente instalar indústrias na Região. Os investimentos aplicados, principalmente nas últimas décadas, na área dos transportes, comunicações e energia possibilitaram à algumas áreas o crescimento no setor industrial, visando à exportação. Grande parte das indústrias está localizada próxima à fonte de matérias-primas como a extração de minerais e madeiras, com pequeno beneficiamento dos produtos. A agroindústria regional dedica-se basicamente ao beneficiamento de matérias-primas diversas, destacando-se a produção de laticínios; o processamento de carne, ossos e couro; a preservação do pescado, por congelamento, defumação, salga, enlatamento; a extração de suco de frutas; o esmagamento de sementes para fabricação de óleos; a destilação de essências florestais; prensagem de juta.

39 No final do século passado essa região começou a desenvolver, na Amazônia oriental atividades como mineração e metalurgia. Na parte oriental as mudanças ocorreram em decorrência da extração mineral na Serra dos Carajás e de Oriximiná, além da proximidade com a usina hidrelétrica de Tucuruí e a instalação do complexo metalúrgico do alumínio nas proximidades de Belém. Para que a indústria pudesse desenvolver-se, foram feitos grandes investimentos. Era necessário melhorar o abastecimento de energia, o sistema de transportes e de comunicações, os portos e os aeroportos, etc. Além disso, o governo dispensou empresas de pagarem impostos, doou terrenos e criou várias formas de estímulo para atrair indústrias de outras partes do país, sobretudo do Sudeste. No fim da década de 1980, estimulou-se a transferência de usinas de ferro-gusa do Sudeste, especialmente mineiras, para a área em torno da estrada de ferro Carajás-Itaqui. Também foi incentivada a instalação de indústrias de madeira. Apesar disso, não ocorreu um desenvolvimento industrial significativo na região de Carajás, que ainda se baseia numa economia essencialmente extrativa. Indústrias em Belém – Outro centro industrial do Norte Oriental está em Belém, que tem uma grande concentração de indústrias produtoras de bens de consumo não só para a população do Pará, mas também para São Paulo e Rio de Janeiro. Destacam-se as indústrias de alimentos, de fumo, de bebidas, de produtos farmacêuticos, de couro, de perfumaria, etc. Amazônia Oriental e Sul da Amazônia

40 A floresta amazônica brasileira permaneceu completamente intacta até o início da era moderna do desmatamento, com a inauguração da rodovia Transamazônica, em Os índices de desmatamento na Amazônia vêm aumentando desde 1991 com o processo de desmatamento num ritmo variável, mas rápido. Embora a floresta amazônica seja desmatada por inúmeras razões (mineração,garimpagem, indústria madeireira, hidreléticas, abertura de estradas) a criação de gado ainda é a causa predominante. As fazendas de médio e grande porte são responsáveis por cerca de 80% das atividades de desmatamento. O comércio da carne bovina é apenas uma das fontes de renda que faz com que o desmatamento seja lucrativo. Os impactos do desmatamento incluem a perda de biodiversidade, a redução da ciclagem da água (e da precipitação) e contribuições para o aquecimento global. Amazônia Oriental e Sul da Amazônia

41 A velocidade da degradação da floresta na Amazônia e os protagonistas da destruição têm variado, mas é cada vez mais importante o papel das madeireiras nesta degradação. Nos anos 70, os madeireiros geralmente aproveitavam a madeira oriunda das fazendas que transformavam florestas em pastagens. Naquela época, a exploração ocorria próxima à estradas abertas pelo governo, principalmente no Mato Grosso e Pará. A partir da década de 80, os madeireiros passaram a ter um papel mais ativo na degradação e destruição de florestas na Amazônia. O desmatamento e a exploração predatória eliminaram os estoques de madeira próximos às estradas abertas pelo governo nas décadas de 60 e 70. Os madeireiros passaram a abrir estradas para extrair madeira de áreas mais distantes. A abertura destas estradas tem estimulado a ocupação de novas fronteiras por agricultores e fazendeiros em várias regiões da Amazônia. Portanto, a exploração de madeira estimula o desmatamento. Amazônia Oriental e Sul da Amazônia

42 Zona Franca de Manaus – A primeira experiência de industrialização da Região ocorreu por meio da criação da Zona Franca de Manaus em Trata-se de uma área de livre comércio em que não são cobrados impostos de importação sobre os produtos comprados do exterior. Estão instaladas aí mais de quinhentas indústrias, sendo trezentas de grande porte. Em sua maioria, são apenas montadoras de produtos obtidos com tecnologia estrangeira como relógios, material elétrico e de comunicações e outros bens de tecnologia avançada, com destaque para automóveis e computadores. As empresas estrangeiras foram incentivadas por uma série de benefícios de ordem tributária, além de isenção de taxa de importação para componentes. Foi uma iniciativa do governo federal com o objetivo de desenvolver economicamente e socialmente a região. No entanto, o resultado não foi o esperado, pois as indústrias não atribuíram nenhum beneficio à população local. Amazônia Ocidental

43 O transporte ferroviário A malha ferroviária brasileira voltada para o serviço público de transporte de carga tem 28,5 mil quilômetros de extensão e participa com cerca de 20% na distribuição da matriz de transporte do Brasil. Seu uso é recomendado para transporte de cargas pesadas, como minérios, produtos siderúrgicos, agrícolas, fertilizantes e etc. As principais deficiências do transporte ferroviário estão na dificuldade de percorrer superfícies acidentadas e o fato de não poder conduzir mercadorias até os centros consumidores, isso porque segue sempre um caminho definido (trilhos). Apesar de transportar um elevado volume de cargas por longas distâncias, o transporte ferroviário tem um alto custo na construção e manutenção das vias férreas. Sua operação é realizada por intermédio de concessões à iniciativa privada. O traçado periférico (voltado para um porto de exportação e característico e economias agrário-exportadoras) é excessivamente sinuoso e extenso; As estradas de ferro estão localizadas no país de forma dispersa e isolada atendendo a economia regional e sem intenções de integração do mercado interno.

44 O transporte rodoviário A malha rodoviária brasileira é uma das maiores do mundo, porém, 70% delas estão em más condições de tráfego. Desde a década de 1950 a combinação de capital nacional, internacional e estatal, no Brasil, optou pelo transporte rodoviário, atendendo aos interesses das transnacionais ligadas aos setores automobilístico e petroquímico, entre outros. A partir de 1995, o sistema de exploração das rodovias federais teve início e estendeu-se às vias estaduais. As concessionárias, em troca de serviços de manutenção e de melhorias, adquiriram o direito de exploração por meio de cobrança de pedágios, cessão de espaço para publicidades e instalação de infovias. São responsáveis pela integração das economias regionais. Os grandes espaços pouco povoados do Norte e do Centro-Oeste foram integrados pelas rodovias nos últimos cinquenta anos, mas esse modelo está se tornando insustentável, em decorrência dos altos custos dos fretes, puxados para cima pelos preços dos combustíveis.

45 A rica rede de rios navegáveis existente no território brasileiro foi sempre muito mal aproveitada. No século XX, o transporte hidroviário foi responsável por apenas 1,2% do escoamento da produção. Estão em andamento quatro grandes projetos hidroviários: Teles Pires-Tapajós, Paraguai-Paraná, Tietê-Paraná e Araguaia-Tocantins. Em Mato Grosso, por exemplo, a produção de grãos deverá crescer 163% em quinze anos, e 80% da produção destina-se ao mercado externo. Se não forem realizados investimentos nas hidrovias dos rios Araguaia e Tapajós, o gasto com transporte de soja será de cerca de 173 milhões de dólares, 140% maior do que em Em 2002, 81% do transporte de soja foi feito por rodovias, 15% por ferrovias e 4% por rios. Caso fossem usados os rios citados, o frete para a Europa cairia para 64 dólares por tonelada, e para o Extremo Oriente, para 84, valores menores do que o gasto com frete para usar os portos de Santos (83 e 101 dólares, respectivamente) e Paranaguá (85 e 104 dólares). O transporte hidroviário

46 Sistema intermodal (ou multimodal) Outra solução para o barateamento dos transportes no Brasil é a adoção do sistema intermodal, isto é, a articulação entre rodovias, ferrovias e hidrovias. Essa integração foi implementada no corredor de exportação de soja que interliga a região sul do Mato Grosso ao porto de Itaqui e ao terminal Ponta da Madeira, no Maranhão. Outra opção que torna o transporte bem menos oneroso foi a alternativa do transporte intermodal da soja até o porto de Paranaguá, por exemplo, associando o rodoviário ao ferroviário. Outro exemplo

47 Sistema integrado de transporte e armazenamento para escoamento de produtos de alta concentração e grandes volumes, de forma a agilizar seu escoamento para exportação ou mesmo consumo interno. Articulam os diversos sistemas de transportes (rodovias, ferrovias e hidrovias) São terminais importantes desses corredores os portos de Santos (SP), Paranaguá (PR), Rio Grande (RS) e Vitória-Tubarão (ES). Criados nas décadas de 1970 e 1980, esses corredores expandiram-se nas décadas posteriores e passaram a ser muito cobiçados por grandes empresas nacionais e transnacionais. Esse interesse fez com que também entrassem na pauta da política de privatizações. Corredores de exportação

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50 Litosfera ou crosta terrestre é a camada externa e consolidada da Terra. É constituída por rochas e minerais. As rochas são agregados naturais de minerais. Magma Resfriamento e consolidação (cristalização) Rocha ígnea (magmática) Calor e pressão Rocha metamórfica Sedimentos Intemperismo, transporte e deposição Rocha Sedimentar Compressão e cimentação Intemperismo, transporte e deposição Calor e pressão Fusão

51 Bens fornecidos pela natureza: ar, sol, água, solo, vegetação, fauna, minerais, etc. Recursos naturais só são considerados uma riqueza quando passam a ser utilizados pelo homem. Podem ser: Renováveis Não-renováveis O termo extrativismo, em geral é utilizado para designar toda atividade de coleta de produtos naturais, seja de origem mineral (exploração de minerais), animal (peles, carne, óleos), ou vegetal (madeiras, folhas, frutos...). É dividida em dois grandes grupos, segundo a tecnologia e produtividade. Tradicionais: baixa tecnologia e produtividade. Exemplos: pesca artesanal, colheita e garimpagem (aspecto geral) Modernas: alta tecnologia e produtividade. Exemplos: petróleo, pesca profissional. No Brasil destaca-se também a exploração de madeira, principalmente na região Norte do país. Grande parte das vezes essa exploração é irregular, causando um alto grau de desequilíbrio ambiental.

52 Sendo: - Núcleos cratônicos (craton): Conjunto de rochas que afloram desde o início da formação da crosta terrestre. (rochas mais antigas – magmáticas e metamórficas de aproximadamente 4,6 bi de anos). São das eras arqueozóicas e proterozóicas. Essas áreas estão associadas a existência de recursos minerais metálicos e rochas ornamentais. - Faixas móveis: Correspondem às áreas com intensa ou alguma atividade tectônica (no Brasil, sem formação orogênica). Essas áreas, também, estão associadas a existência de recursos minerais metálicos e rochas ornamentais. - Bacias sedimentares: Extensas áreas preenchidas por sedimentos (solo) carregados e transportados de áreas mais ou menos próximas, que são acumulados em camadas. Essas áreas estão associadas a existência de recursos minerais energéticos. Originadas no Paleozóico, mesozóico e Cenozóico

53 Pré-cambriano – Complexo Cristalino Possibilidades de extração de minerais metálicos. Paleozóico/mesozóico – Bacias sedimentares antigas Possibilidades de extração de carvão, petróleo e xisto betuminoso Cretáceo terciário – Bacias sedimentares do final do Mesozóico e início do Cenozóico Possibilidades de exploração de petróleo O desenvolvimento econômico e populacional acarretou um consumo cada vez maior de produtos minerais de todos os tipos.

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55 Minério - manganês Início da exploração - década de 50 Empresas – consórcio controlado pela Indústria e Comércio de Mineração S.A. (ICOMI), com a americana Bethlehem Steel e a nacional Caemi (empresa do Grupo Azevedo Antunes). Transporte do minério - a Icomi construiu a E. F. Amapá e o porto de Santana. Contrato de exploração - 50 anos Exploração - em quatro décadas de atividade, a Icomi extraiu e exportou a totalidade do minério de alto teor metálico que aflorava na superfície e mais da metade do total da reserva.

56 Situação atual Os altos custos de exploração do minério restante e a queda dos preços no mercado internacional fizeram com que a Bethlehem Steel abandonasse o consórcio. Solo está totalmente poluído com altos teores de arsênio (gerado como subproduto da exploração de manganês); A população está contaminada com arsênio; A ferrovia Amapá, está hoje em péssimo estado de conservação. "Na exploração e beneficiamento do manganês na Serra do Navio, do resultado de mais de 40 anos de exploração, ficou o grande impacto da retirada do solo e subsolo com pouquíssima área recuperada, ficou uma grande pilha de rejeito de manganês de baixo teor." Alexandre J. S. Ramos - Professor de Geologia e Mineralogia no Curso de Geografia da UEPB) Trata-se de um enclave econômico que só trouxe prejuízo ambiental, sem fomentar o desenvolvimento local.

57 Situada no sul do Pará, é a maior jazida de minério de ferro de alto teor do mundo. Manganês, ouro, cobre e alumínio também são encontrados. Explorado pela Vale S.A. Exportado para o Japão. Transporte – Estrada de ferro Carajás, controlada pela Vale S.A. Além da ferrovia, a hidrelétrica de Tucuruí, no rio Tocantins, e o porto de Itaqui, no litoral do Maranhão, viabilizam a exportação do minério. Esse projeto não busca só o desenvolvimento econômico, mas a estabilidade na região, marcada por conflitos de terra.

58 Objetivo da produção – Mercado externo Infraestrutura 2 – Porto de Itaqui na Ilha da Madeira

59 Além de minérios, têm passado pelos seus trilhos, madeira, cimento, bebidas, veículos, fertilizantes, combustíveis, produtos siderúrgicos e agrícolas, com destaque para a soja produzida no sul do Maranhão, Piauí, Pará e Mato Grosso.

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61 Rochas proterozóicas Reservas de manganês (maior do Brasil) e ferro (terceira maior do mundo) Exploração feita pela Vale S.A. e pela Cia Rio Tinto (capital inglês) Objetivo da produção – mercado externo – Argentina Transporte – Vale dos rios Paraguai e Paraná (morro localizado na zona rural de Corumbá, Mato Grosso do Sul)

62 Estrutura proterozóica formada a 4 bilhões de anos Vastas reservas de ferro, manganês, além de ouro, nióbio e alumínio. Objetivos: Mercado externo – monopólio da Vale (privatizada em 1997), no vale do Rio Doce Mercado interno - Vale do Aço, no vale do rio Paraopebas – utilizado pela Usiminas, Açominas e Mannesmann. - Indústrias siderúrgicas e metalúrgicas de Cubatão (Cosipa) e de Volta Redonda (CSN) também recebem o minério do Vale do Aço. Transportes - Vale do Aço possui um complexo rodoferroviário especializado no transporte de minérios – Estrada de ferro Central do Brasil. - Ferrovia Vitória-Minas liga a região mineira ao porto de Tubarão em Vitória.

63 MRS Logística S.A. é a concessionária que opera a chamada Malha Sudeste da Rede Ferroviária Federal S. A. MBR – Minerações Brasileiras Reunidas O Quadrilátero Ferrífero é uma área que possibilitou o desenvolvimento do estado de Minas Gerais, inclusive determinando a vinda de empresas para a região da grande Belo Horizonte. No que se refere à relação com o Espírito Santo, também propiciou o desenvolvimento e a integração, sobretudo pela instalação e desenvolvimento de uma estrada de ferro na região (Vitória-Minas), que possibilitou a proliferação de cidades e o crescimento econômico das áreas.

64 I. A Vale não tinha importância estratégica para o desenvolvimento econômico-social do país. II. O Estado deveria deixar a função de empresário. III. O financiamento da Vale seria um mau negócio para o Estado. IV. Privatizar a Vale não seria privatizar o solo brasileiro. V. A própria empresa, livre de burocracia, poderia produzir mais, pagar mais impostos e gerar mais empregos Argumentos contra e a favor da privatização da Vale S/A

65 Bauxita – Maiores jazidas do Brasil (região de Oriximiná) Escoamento – Por meio fluvial em barcaças até Belém. Empresas ALBRÁS – Alumínio Brasileiro S/A, ALUNORTE – Alumínio do Norte do Brasil S/A, em Barcarena-PA, e ALUMAR – Alumínio do Maranhão S/A, em São Luís-MA, funcionam articulados com o Projeto Trombetas (Oriximiná-PA). Produção do alumínio, produto final da cadeia bauxita-alumina- alumínio, requer grande quantidade de energia elétrica. Hidrelétrica de Tucuruí - localizada no Médio Tocantins, no município de Tucuruí-PA; abastece de energia os projetos de alumínio e os demais projetos econômicos do Programa Grande Carajás.

66 Cobre Existem várias áreas de extração, a principal é o estado da Bahia (cerca de 75%). Mineral muito utilizado para a indústria elétrica (condutor elétrico). Sal marinho Presente principalmente na região Nordeste, destaque para o estado do Rio Grande do Norte. Existem outras áreas também, como a região de Cabo Frio-RJ. Estanho Mineral originário da Cassiterita. O Brasil é o principal produtor mundial. Principais áreas – Rondônia e Amazonas

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