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LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA (LEM). LEIS QUE REGULAMENTAM O ENSINO DE LEM NO BRASIL Art. 26, § 5º - Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente,

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Apresentação em tema: "LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA (LEM). LEIS QUE REGULAMENTAM O ENSINO DE LEM NO BRASIL Art. 26, § 5º - Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente,"— Transcrição da apresentação:

1 LÍNGUA ESTRANGEIRA MODERNA (LEM)

2 LEIS QUE REGULAMENTAM O ENSINO DE LEM NO BRASIL Art. 26, § 5º - Na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente, a partir da quinta série, o ensino de pelo menos uma Língua Estrangeira Moderna, cuja escolha ficará a cargo da comunidade escolar, dentro das possibilidades da instituição.(LDB n. 9394/96).

3 Art. 36, Inciso III - Será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória (Ensino Médio), escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição. (LDB n. 9394/96).

4 Art. 1o O ensino da língua espanhola, de oferta obrigatória pela escola e de matrícula facultativa para o aluno, será implantado, gradativamente, nos currículos plenos do ensino médio. § 1o O processo de implantação deverá estar concluído no prazo de cinco anos, a partir da implantação desta Lei. (Lei n – 5 de agosto de 2005)

5 DIRETRIZES CURRICULARES DE LEM Referenciais Teóricos: Pedagogia histórico-crítica Teorias do Círculo de Bakhtin – Língua concebida como discurso.

6 JUSTIFICATIVA […] o que se pretende com o ensino de LEM na Educação Básica: que se compreenda que ensinar e aprender línguas é também ensinar e aprender percepções de mundo e maneiras de atribuir sentidos, é formar subjetividade, é permitir que se reconheça no uso da língua os diferentes propósitos comunicativos, independente do grau de proficiência atingido. DCE, p.55

7 Possibilitar aos alunos que usem uma LE em situações de comunicação – produção e compreensão de textos verbais e não verbais – é também inseri- los na sociedade como participantes ativos, não limitados às suas comunidades locais, mas capazes de se relacionar com outras comunidades e outros conhecimentos. (Princípio Inclusivo)

8 Ao estudar uma LEM o aluno aprende que há outros procedimentos de construção de significados diferentes daquelas disponíveis em sua Língua Materna.

9 Busca-se superar a ideia de que o modelo dos Institutos de Idiomas sejam parâmetro para o ensino de LEM na Educação Básica. O ensino de LEM será norteado por um propósito maior de educação do que simplismente a proficiência linguístico-comunicativa.

10 OBJETO DE ESTUDO A língua concebida como discurso é o objeto de estudo da disciplina. […] a língua concebida como discurso, não como estrutura ou código a ser decifrado, constrói significados e não apenas os transmite. O sentido da linguagem está no contexto de interação verbal e não no sistema linguístico. DCE, p.53

11 CONTEÚDOS CONTEÚDO ESTRUTURANTE: Discurso como prática social. A língua será tratada de forma dinâmica, por meio da leitura, da oralidade e da escrita, que são as práticas que efetivam o discurso.

12 CONTEÚDOS BÁSICOS: A partir do Conteúdo Estruturante serão trabalhadas questões linguísticas, sociopragmáticas, culturais e discursivas (Disponíveis nas DCE, p ). Devem constar na PPC.

13 CONTEÚDOS ESPECÍFICOS: O professor deve considerar a diversidade de gêneros existentes e a especificidade do tratamento de LEM na prática pedagógica, a fim de estabelecer critérios para definir os conteúdos específicos para o ensino. É preciso levar em conta o princípio da continuidade, as condições de trabalho existentes na escola, o PPP, a articulação com as demais disciplinas do currículo e o perfil dos alunos.

14 É importante ressaltar que os Conteúdos Específicos não devem limitar-se à análise linguística (gramática), mas também precisam contemplar conhecimentos linguísticos, sociopragmáticos, culturais e discursivos. (Devem constar no PTD).

15 ATENÇÃO: De acordo com as DCE A análise linguística deve estar subordinada ao conhecimento discursivo, ou seja, as reflexões linguísticas devem ser decorrentes das necessidades específicas dos alunos, a fim de que se expressem ou contruam sentidos aos textos (p.65).

16 Uma vez que a língua não é algo pronto, à disposição dos falantes, mas sim espaço de contruções discursivas, sugere-se que os conteúdos não sejam elencados por bimestres no PTD, pois serão trabalhados de forma não-linear, podendo ser retomados sempre que se fizer necessário para a construção de sentido.

17 A linguagem, em Bakhtin, não é um sistema acabado, mas um contínuo processo de vir a ser. DCE, p.61

18 METODOLOGIA Gêneros: Propõem-se que o professor aborde os vários gêneros textuais, em atividades diversificadas, analisando a função do gênero estudado, sua composição, a distribuição de informações, o grau de informação presente ali, a intertextualidade, os recursos coesivos, a coerência e, somente depois de tudo isso, a gramática em si.

19 Trabalhar com textos de diferentes gêneros é ensinar operações de linguagem que capacitarão o aluno a agir no mundo em diferentes situações de comunicação. Vera Cristóvão.

20 Ao interagir com textos diversos, o educando perceberá que as formas linguísticas não são idênticas, não assumem sempre o mesmo significado, mas são flexíveis e variam conforme o contexto e a situação em que a prática social de uso da língua ocorre. DCE, p.66

21 Texto: O ponto de partida da aula de LEM será o texto, verbal e não verbal, como unidade de linguagem em uso. DCE, p.63

22 Ao selecionar os textos é importante que o professor atente para seu conteúdo ao que se refere às informações e verifique se estes instigam o aluno à pesquisa e discussão. Sugere-se, que também sejam abordadas temáticas referentes aos Desafios Educacionais Contemporâneos e as Leis /03, /01, 9.795/99 e /08.

23 Leitura: As atividades de leitura não devem estar condicionadas à extração de informações latentes na estrutura do texto, mas instigar o aluno a comunicar-se com ele para lhe conferir sentidos e travar batalhas pela significação, questionando e desafiando as atitudes, os valores e as crenças a ele subjascentes.

24 Ao construir sentidos para o texto o aluno […]não está sozinho, com ele estão sua cultura, sua língua, seus procedimentos interpretativos, os discursos construídos coletivamente em sua comunidade e as ideologias nas quais está inserido.A leitura é considerada a interação entre todos esses elementos. DCE, p.60

25 Para cada texto escolhido, o professor poderá trabalhar levando em conta: Gênero – explorar o gênero escolhido; Aspecto Cultural/ Interdiscurso - quem disse o quê, para quem, onde, quando e por que (contexto de produção e circulação);

26 Variedade Linguística – formal ou informal Análise Linguística – subordinada ao texto; Atividades: pesquisa, discussão e produção de textos.

27 Oralidade: Tem como objetivo expor os alunos a textos orais, pertencentes aos diferentes discursos, lembrando que na abordagem discursiva a oralidade é muito mais do que o uso funcional da língua, é aprender a expressar idéias em LEM mesmo que com limitações. DCE, p.66

28 Escrita: O professor deve direcionar as atividades de produção de texto definindo em seu encaminhamento qual o objetivo da produção e para quem se escreve, em situações reais de uso. O aluno vai produzir um diálogo imaginário com este alguém. A escrita deve ser uma atividade sociointeracional.

29 Práticas discursivas: A todo momento o professor pode trabalhar as três práticas discursivas, pois numa concepção discursiva de língua as práticas de oralidade, leitura e escrita não se separam em situações concretas de comunicação.

30 Análise linguística: É considerada parte constitutiva do texto, logo deve ser abordada em todas as práticas, sempre que se fizer necessária para a construção de sentidos.

31 Língua Materna: As discussões poderão acontecer em Língua Materna, pois nem todos os alunos dispõem de um léxico suficiente para que o diálogo se realize em Língua Estrangeira. Elas servirão como subsídio para a produção textual em Língua Estrangeira. DCE,p.64

32 Interdiscilinaridade: O ensino será articulado com as demais disciplinas do currículo para relacionar os vários conhecimentos. O aluno precisa perceber que alguns conteúdos de disciplinas distintas podem estar relacionados com a Língua Estrangeira. DCE, p.67

33 AVALIAÇÃO A avaliação da aprendizagem em LEM está articulada aos fundamentos teóricos explicitados nas DCE e na LDB n. 9394/96. Deve ser formativa, processual e diagnóstica. É importante avaliar para intervir.

34 A avaliação deve subsidiar discussões acerca das dificuldades e avanços dos alunos, a partir de suas produções.

35 Na Educação Básica, a avaliação de determinada produção em Língua Estrangeira considera o erro como efeito da própria prática, ou seja, como resultado do processo de aquisição de uma nova língua. DCE, p

36 A avaliação deve ter critérios bem definidos, para tal o professor deve estar ciente da linha de trabalho que está seguindo e o que espera do aluno em relação a esta aprendizagem. É importante definir instrumentos de avaliação diversificados.

37 A LDB n.9394/96 determina, no artigo 24, alínea e, a obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar.


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