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FORMAÇÃO EM AÇÃO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ Área:Dança Conteúdo:Dança Contemporânea Técnica pedagógica:Aparecida Fatima Forte de Oliveira.

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1 FORMAÇÃO EM AÇÃO NÚCLEO REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE PARANAVAÍ Área:Dança Conteúdo:Dança Contemporânea Técnica pedagógica:Aparecida Fatima Forte de Oliveira

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3 TODO MUNDO DANÇA? ensinar não é transmitir conhecimentos, mas criar possibilidades para a sua produção ou sua construção. Paulo Freire (1996, p. 22).

4 Que pensamento temos sobre a dança? Quais experiências de dança? Como é a dança no contexto escolar?

5 Segundo Marcia Strazzacappa (2011) "Dança é todo movimento humanamente organizado com uma intenção."

6 Eu não quero ser uma árvore, uma flor, uma onda ou uma nuvem. No corpo de um bailarino devemos, como espectadores, tomar consciência de nós mesmos. Não devemos procurar uma imitação das ações cotidianas, dos fenômenos da natureza ou de criaturas exóticas de outro planeta, mas sim alguma coisa deste milagre que é o ser humano motivado, disciplinado e concentrado. A vida, contrariamente à puritana, é uma aventura, uma forma de expansão do homem que exige extrema sensibilidade para ser realizada com graça, com dignidade e com eficácia… O corpo e alma estão implicados de forma indivisível nesta experiência da vida, e a arte pode ser vivida por um ser total. Só uma sensibilidade apurada e exaltada realiza esta concentração no instante que é a verdadeira vida. (Martha Graham)

7 A dança na escola não deve priorizar a execução de movimentos corretos e perfeitos dentro de um padrão técnico imposto, gerando a competitividade entre os alunos.Deve partir do pressuposto de que o movimento é uma forma de expressão e comunicação do aluno, objetivando torná-lo um cidadão crítico, participativo e responsável, capaz de expressar-se em variadas linguagens, desenvolvendo a auto- expressão e aprendendo a pensar em termos de movimento (MARQUES, 2003).

8 A dança na escola não é a arte do espetáculo,é educação através da arte. (Marques, 1998, p, 33).

9 CORPO É conhecendo a sua própria estruturação por meio do toque, da observação e da experimentação que o aluno se conscientiza de sua capacidade motora e da sua capacidade expressiva enquanto corpo em movimento. Profa. Ma. Gisele Onuki

10 Dança Contemporânea *Com raízes na dança moderna de Martha Graham, a dança contemporânea surgiu na década de 60 nos EUA como uma forma de protesto ou rompimento com a cultura clássica. A busca com a ruptura total com o balé, chega às vezes até mesmo a deixar de lado a estética: o que importa é a transmissão de sentimentos, ideias, conceitos. Solos de improvisação são bastante frequentes, ela é marcada pela inovação e criatividade. * Não tem técnicas específicas nem um "corpo ideal,"todos os tipos de pessoas podem praticá-la. *Inova nas temáticas e na relação com os espaços e outras artes. *A dança contemporânea nos permite desalojar velhos padrões não só de movimento, mas de formas de pensar.

11 DESENHO E DANÇA

12 Quando o aluno irá criar coreografias? Á partir do resultado de um processo que vem depois da percepção do corpo, da pesquisa, do movimento. O aluno precisa ter um encaminhamento anterior para coletar material necessário,para uma criação coreográfica.

13 Segundo a professora e bailarina Zélia Monteiro, para ampliar o repertório na dança é preciso pesquisar os movimentos. Assim como o professor traz elementos novos para a sala de aula, o aluno também coleta movimentos do seu cotidiano. Isso acontece o tempo todo, até de forma inconsciente: é uma pessoa no ônibus levantando o braço de um jeito xis, a forma como viramos no sofá para pegar o controle remoto etc. É escutar o corpo, como ele se relaciona com o ambiente. Há uma fonte quase inesgotável para criar

14 A Dança Contemporânea busca a troca de informações entre corpo e contexto. Ela nos propõe uma investigação de nós mesmos através do corpo, nos convida a vasculhar cada detalhe para descobrir movimentos que expressem nossas emoções, dúvidas e pensamentos. E nos lança a questão: por que não encarar o corpo como uma forma de existir e de fazer trocas com o mundo?

15 Depois de um período de intensas inovações e experimentações que muitas vezes beiravam a total desconstrução da arte finalmente - na década de a dança contemporânea começou a se definir desenvolvendo uma linguagem própria embora algumas vezes faça referência ao balet clássico. Durante a década de 1990 a dança contemporânea alcançou a maturidade e atualmente há diversas companhias e circuitos mundiais de dança contemporânea.

16 O termo desconstruir não significa destruir e sim desmontar, decompor elementos para reorganizá-los. Esse conceito permite separar as partes, questioná-las e entender suas necessidades, para depois juntá-las de novo no processo de reconstrução. A intenção não é destruir todas as referências anteriores como se fosse tornar o corpo uma tábula rasa, mas sim transformá-las, para então reutilizá-las em um corpo que pode ter muitos modelos e tornou-se único justamente pela miscigenação desses modelos.

17 Desconstruir para Construir (Frevo) Vídeo sobre o processo da oficina Memória Corporal: Desconstruir para Construir (Frevo), ministrada pelo arte/educador Marcos Brandão para o Projeto Oficinas Culturais nos Bairros - Companhia da Terra - UFPB

18 Dança Clássica X Dança Moderna X Contemporânea "A dança moderna, em relação à clássica, foi uma forma de libertação do bailarino, de expressar mais os sentimentos das pessoas e não apenas histórias. A dança contemporânea surge também nesse contexto". Apesar do forte paralelismo, a dança contemporânea diferencia-se da moderna por não obedecer a técnicas.

19 O bailarino contemporâneo tem um papel mais autônomo e interventivo na coreografia, produz a partir do discurso do intérprete. O intérprete/bailarino ganha autonomia para construir suas próprias partituras coreográficas a partir de métodos e procedimentos de pesquisa como: improvisação, contato-improvisação, método Laban, técnica de release, Body Mind Centery (BMC), Alvin Nikolai. Esses métodos trazem instrumentos para que o intérprete crie suas composições a partir de temas relacionados a questões políticas, sociais, culturais, autobiográficas, comportamentais e quotidianas, como também a fisiologia e a anatomia do corpo. "Antes, o coreógrafo dava um movimento ao bailarino e ele decorava-o e trabalhava-o. Agora dão temas, estímulos - que podem ser objetos, músicas- para o bailarino criar"

20 O corpo na dança contemporânea Como a dança contemporânea não se define em técnicas ou movimentos específicos, emerge uma nova noção de corporalidade. Busca um sentido mais experimental, menos estratificado. "Na dança contemporânea não existe um corpo ideal, como na dança clássica. É um corpo multicultural, que tem várias referências". "Relaciona vários temas da sociedade de hoje", "Muitos bailarinos falam do racismo" "da guerra... é fruto do seu tempo".

21 MAS, O QUE É A DANÇA NA ESCOLA? A Dança na escola não é a arte do espetáculo, é educação através da arte. A dança tem suma importância para alcançar os objetivos da Educação, um deles sendo o desenvolvimento dos aspectos afetivo e social, portanto esta prática propicia ao aluno grandes mudanças internas e externas, no que se refere ao seu comportamento, na forma de se expressar e pensar.

22 SOBRE A DANÇA CONTEMPORÂNEA NA ESCOLA Os objetivos deverão ser contextualizado no espaço escola, acreditando que o fazer dança, promova e aproxime do aluno o conhecimento num tempo e num espaço.Ex. -Experimentar, sentir, articular e pensar arte como criadores e sujeitos do mundo; -Criar diferentes possibilidades da relação corpo-espaço-tempo; -Conhecer, experimentar e explorar elementos da dança, ampliando o repertório de movimentos buscando respostas ou novos questionamentos.

23 Contudo, a dança ao ser inserida ao conteúdo escolar não pretende formar bailarinos, antes disso, consiste em oferecer ao aluno uma relação mais efetiva e intimista com a possibilidade de aprender e expressar-se criativamente através do movimento. Nessa perspectiva, o papel da dança na educação é o de contribuir com o processo ensino-aprendizagem, de forma a auxiliar o aluno na construção do seu conhecimento.

24 Escola: É papel da escola realizar a mediação entre o conhecimento prévio dos alunos e o sistematizado, propiciando formas de acesso ao conhecimento científico. E como tal, deve ser considerada como um contínuo processo de desenvolvimento influenciando e sendo influenciada pelo ambiente, no qual deve existir um ambiente dinâmico e contínuo, que contribua para o processo de aprendizagem. Papel da Escola e do professor:

25 Professor: O papel do professor é o de conduzir e orientar os alunos, de modo que cada um deles seja um sujeito consciente, ativo e autônomo. É seu dever favorecer o processo ensino- aprendizagem e refletir o seu papel no todo e isoladamente....Devido ao fato dessa disciplina ser composta por quatro áreas (artes visuais, música, teatro e dança), o professor fará o planejamento e o desenvolvimento de seu trabalho, tendo como referência a sua formação. A partir de sua formação e de pesquisas, estudos, capacitação e experiências artísticas, será possível a abordagem de conteúdos das outras áreas artísticas.(DCEs de Arte,p.88) Vídeo: abordagens_sobre_o_material_curso_de_especializa_o_em_ensino_de_artes _visuais_eba_ufmg_youtube.avi Papel do Professor

26 VERDERI (2009) declara que: o professor deve conscientizar-se de que o momento é de inovar e ousar, que os tempos de cópias já se afastaram juntamente com paradigmas que não se enquadram mais nas novas visões de uma pedagogia preocupada com a formação integral do educando. Diante de tal afirmativa, a solução está na reflexão de como os educandos aprendem e como o processo de ensinar pode conduzir à aprendizagem. Considerando que o aluno não foi programado para imitar, que o mesmo só estará satisfeito e realizado se estiver participando ativamente das atividades, podendo explorar sua criatividade e expor seus conhecimentos.

27 Segundo LABAN,(1990) Quando criamos e nos expressamos por meio da dança, interpretamos seus ritmos e formas, aprendemos a relacionar o mundo interior com exterior. Nessa perspectiva, compreendemos que a dança permite ao individuo não só uma busca de sua personalidade, mas ensina-o a viver em sociedade, a se relacionar com o seu eu e com o próximo, de forma prazerosa e não como uma obrigação

28 COMPREENSÃO DA DANÇA COMO LINGUAGEM ARTÍSTICA, E NÃO SOMENTE COMO REPERTÓRIO. A dança ensinada e aprendida como linguagem pode permitir, além das leituras de repertório pelos intérpretes e pelos apreciadores, a produção de textos de dança.Ou seja ao conhecerem os elementos da linguagem, alunos e alunas podem escrever seus próprios textos, compor, coreografar, criando suas próprias danças, tornando-se leitores autores, protagonistas dos processos educacionais.

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30 Estudo do movimento corporal: o movimento do corpo ou parte dele num determinado tempo e espaço. *Percepção do tempo: caracteriza a velocidade do movimento corporal (ritmo e duração); contrastes (rápido, médio, lento), contratempo. Além dessas características do tempo entende-se a atenção ao tempo presente como fundamental para o estudo da dança. O corpo precisa estar aberto às mudanças decorrentes no tempo em diferentes momentos. *Exploração do espaço: interno e externo, público e privado, relacionando o entendimento de corpo e ambiente/contexto. Dentro do espaço estudamos as direções (cima, baixo, lado, frente, trás e diagonais), dimensões (pequeno, médio e grande), níveis (baixo, médio e alto), extensões (perto, médio e longe). As conexões que se estabelecem com o ambiente podem ser vistas como relação de compartilhamento e troca.

31 Elementos Estruturantes da Dança Movimentos Corporais

32 ESPAÇO

33 TEMPO

34 DANÇA CONTEMPORÂNEA À partir: *Pensamento de dança - deverá ser considerada como pensamento,e não como técnica de dança, pronta,formatada. *Problematização - deverá estar presente a todo momento, sempre apontando levantamento de questões com o corpo. Pesquisa/Improvisação - se dá através de exercícios, propostas, jogos de improvisação.

35 * Criação compartilhada - posteriormente a este processo investigativo do movimento (Pesquisa/Improvisação), utilizamos a criação, neste caso muito bem vinda a criação compartilhada onde organizamos o nosso pensamento, movimento. *Diálogo com as Mídias – as novas tecnologias estão sempre direcionando a dança para a criação de novas experiências estéticas.Nota-se a presença ostensiva da dança nos primeiros registros do cinema, nos grandes musicais, no cinema experimental, na videoarte, nos videoclipes e por fim, numa linguagem que tem desenvolvimento promissor: a videodança.

36 Uma dica de trabalhos: Grupo Cena 11(Florianópolis/SC), utiliza projeções em alguns de seus trabalhos, sempre dialogando com a questão maior: Dança, trabalho coreográfico O espetáculo de dança contemporânea Maçãs e Cigarros, trabalho da companhia Entretantas Conexão Dança (curitiba/Pr), propõe uma reflexão sobre a ideia das guerrilhas culturais, políticas e do cotidiano, através de um diálogo entre movimento, imagem e vídeo

37 Maçãs e Cigarros

38 Num diálogo constante entre gesto/imagem/vídeo, o trabalho se desenvolve com os movimentos de quatro bailarinos, a partir da criação de estados corporais conectados à ideia de herói (e anti-herói), personificada em quatro figuras – Homem Açúcar, Mapi Maravilha, Guerreira do Sul e Tupi Girl –, que entram em cena para refletir sobre os desejos coletivos e apontar as fragilidades humanas. Entre o que idealiza e o que pode realmente fazer, o corpo aparece em permanente transformação. Adapta-se, cria estratégias e possibilidades, mas também esbarra nas restrições do ambiente, experimenta particulares colapsos e impossibilidades de comunicação. Parte 1: Parte 2:

39 O talento e a fertilidade criativa do coreógrafo Henrique Rodovalho, associados a um singular elenco de bailarinos de técnica irrepreensível, vem seduzindo platéias no Brasil e em muitos países, fazendo da Quasar uma das mais empolgantes expressões da dança brasileira. Ao longo dos anos, a linha de pesquisa que vem sendo desenvolvida pela Companhia, com uma arrojada e característica exploração do movimento, resultou na criação de inconfundíveis signos rítmicos, que deram identidade própria à Quasar.

40 IMPROVISAÇÃO -É um método de investigação do movimento. -É o momento que, a partir de um tema/ideia, o aluno irá pesquisar possibilidades de movimentação do seu corpo. -Pesquisa em dança se dá através da improvisação. Problematizações que são respondidas corporalmente. -Individual ou em grupo, são lançadas problemáticas onde o aluno através do seu repertório de movimentos, busca respostas ou novos questionamentos.

41 - É importante o aluno passar por momentos/propostas de conscientização corporal para poder nos momentos de improviso já possuir material necessário para a pesquisa. -No momento de improvisação, o aluno irá apresentar seu repertório, buscando referênciais próximos a ele.Deve-se cuidar neste momento para não anular tal possibilidade de movimento, mas somando as informações(professor e aluno) para transformá- lo.

42 Podemos, solicitar aos alunos que improvisem movimentos articulares, partindo da localização e função das partes isoladas do corpo por exemplo. -Como mover o meu braço? Existem movimentos do cotidiano, que já conhecemos, mas como explorar novas maneiras de mover o meu braço no espaço? Diferentes direções, diferentes velocidades, dobrar, alongar...

43 CONSTRUÇÃO COLETIVA A iniciativa da construção coletiva é oportunizar a criação de movimentos e/ou coreografias cooperativas comprometidos com as ideias e princípios da dança contemporânea, mas principalmente compreendidos como apropriação individual ou grupal. Enfim, é interessante propor a participação do aluno nos trabalhos em duplas e grupos.O professor deverá contribuir no processo de aprendizagem, fazendo com que o aluno se sinta realmente inserido na proposta.

44 Atividade 01 - Problematização: - Relação homem e a dança. -Onde eles dançavam no vídeo? -Dança só acontece no teatro? -Quais as relações corpo e ambiente? -A dança é para todos os tipos de corpo, suas necessidades,vontades e desejos? Vídeo:DV8 - The of living (Londres)

45 Outra dica:Limites Cia de Dança Contemporânea (curitiba/Pr) diretora/coreógrafa Andréa Serio Bertoldi, coreografia: Disforme.

46 Atividade 2 Problematização: -Onde dobra o meu corpo? Investigação do movimento corporais partindo dos conhecimentos de localização, reconhecimento e funções dos ossos e articulações relacionando com os níveis (alto, médio e baixo), planos (vertical, horizontal e sagital) e direções (ESPAÇO) e diferentes velocidades do movimento (TEMPO). Vídeo solo: Phelippé Découflé

47 Organizações espaciais: Localização e a atenção do onde o movimento espacial ocorre Plano porta ou vertical: dimensão comprimento + direção cima-baixo. Plano da mesa: dimensão de amplitude + direção lado-lado. Plano da roda ou sagital: dimensão de profundidade + direção frente-trás.

48 VíDEO: planos e eixo

49 Atividade 03 - Problematização: Formas corporais e criação compartilhada Os alunos divididos em pequenos grupos terão que criar uma forma estática com seu corpo dialogando com as outras formas.Poderão utilizar os diferentes níveis, planos e linhas, e como esses elementos se relacionam. Eles irão vivenciar nesta proposta o construir em grupo, o pensar coletivamente e o expor suas ideias, aceitarem a dos outros e criarem estratégias para resolver as problemáticas lançadas.

50 CRIAÇÃO DE ESCULTURA

51 RESULTADO ESPERADO O aluno cria uma forma no corpo, ele apresenta para o outro, espaços para serem completados. Esculturas são criadas. Esta atividade leva o corpo transitar nos diferentes níveis e planos e faz o aluno explorar diferentes apoios com o solo. Descobrir posições em que apoio cotovelos, costas, quadril, lateral do corpo, cabeça e joelhos etc

52 Elementos Formais Composição Movimentos e períodos Movimento Corporal Tempo Espaço Ponto de apoio, Saltos, Kinesfera, Fluxo Extensão (perto, longe) Peso Quedas Giros Rolamentos Movimentos articulados Deslocamentos Técnica:performance, improvisação e coreografia Gênero:Contemporânea Dança Contemporânea Conteúdos Estruturantes e Específicos

53 Objetivos Específicos: -Entender a dança enquanto ideologia e fator de transformação social. -Perceber os modos de fazer dança e sua função social. -Produzir trabalhos com os modos de organização e composição da dança, como fator de transformação social. -Produzir trabalhos em dança, visando à atuação do sujeito em sua realidade singular e social. Encaminhamento Metodológico e Recursos Didáticos e Recursos Materiais: -Realizar reflexões sobre a Dança Contemporânea, não como técnica formatada. -Relacionar a proposta de Dança com os movimentos do corpo. -Relacionar a Dança com o espaço e o tempo. -Trabalhar com improvisação, buscando no conhecimento do aluno com relação à proposta. Recursos: Slides, Imagem, Áudio, Computador

54 Avaliação: É processual, diagnóstica e contínua. Critérios: Observar se o aluno: -reconhece os diversos tipos de dança -compreende a Dança Contemporânea em seu tempo e espaço -utiliza argumento(s) durante as discussões e elaboração dos movimentos -faz leitura dos movimentos -executa os movimentos Instrumentos: Trabalhos individuais e em grupo -Debates e discussões -Registros em forma de fotográfias. -Exposição Recuperação: Aavaliação será realizada por conteúdos das áreas artísticas, contemplando os três momentos da organização metodológica: teorizar, sentir e perceber e a produção artística sendo ofertado até dois instrumentos de avaliação para cada prática, durante o processo de aprendizagem com o mesmo valor, sendo considerado para compor a média, a nota maior entre os 02 instrumentos, configurando assim, a recuperação de conteúdos.

55 Referências : MARQUES, Isabel.Dançando na escola.São Paulo, cortez,2003. MARQUES, Isabel.Ensino de Dança hoje:Textos e contextos, PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes Curriculares Orientadoras da Educação Básica para a Rede Pública Estadual do Paraná. Arte.Curitiba:Seed/DEB,2008. PARANÁ.Secretaria de Estado da Educação. Caderno de Expectativas. Curitiba: Seed/DEB,2012. Tomazzoni, Airton. Essa tal de Dança Contemporânea. Disponível:

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57 Cia. Urbana de Dança RJ: Grupo formado somente por homens e que permite abordagem do homem na dança. Cia de dança formas/SP: street danceCia. Urbana de Dança RJ: Grupo formado somente por homens e que permite abordagem do homem na dança. A morte do cisne: releitura na dança contemporânea, de parte do balé do mesmo nome.

58 Vida e obra de Pina Baush Vida e obra de Martha Grahan

59 Material de Apoio Filme sobre Dança:Billy Elliot -Utilizar trechos deste filme,para ilustrar a aula tendo como foco a questão do homem na dança. Sinopse: Billy Elliot (Jamie Bell) é um garoto de 11 anos que vive numa pequena cidade da Inglaterra, onde o principal meio de sustento são as minas da cidade. Obrigado pelo pai a treinar boxe, Billy fica fascinado com a magia do balé, ao qual tem contato através de aulas de dança clássica que são realizadas na mesma academia onde pratica boxe. Incentivado pela professora de balé (Julie Walters), que vê em Billy um talento nato para a dança, ele resolve então pendurar as luvas de boxe e se dedicar de corpo e alma à dança, mesmo tendo que enfrentar a contrariedade de seu irmão e seu pai à sua nova atividade.

60 O professor (Antônio Bandeiras) tenta ajudar aos jovens que eram considerados, pelo corpo docente da escola, como delinqüentes sem recuperação, com objetivo o mesmo através da dança, tenta mostrar que a vida é um conjunto de problemas. Leia mais em: dancar/25385/#ixzz2QqLfyVNCprofessorhttp://www.webartigos.com/artigos/resenha-do-filme-vem- dancar/25385/#ixzz2QqLfyVNC

61 Relação Dança e Artes Visuais É possível fazer conexão com as Arte visuais, através de obras de artistas que retratam momentos relacionados a dança.Caberá ao professor adequar ao seu planejamento.

62 Matisse. A dança,1909. Museu Hermitage. olas/danca-matisse Edvard Munch. A dança da vida, osts/2008/04/17/pintura-danca-da- vida-de-edvard-munch asp osts/2008/04/17/pintura-danca-da- vida-de-edvard-munch asp

63 Pintura Egípcia Essa pintura mostra tocadoras de instrumentos e dançarinas da 18 Dinastia

64 Produção Artística 1.Guernica-Vídeos Tema:Guerra 2.Lençol-Entre o mar e a calçada. (p.6) 2.1-Papel crepom - Entre o mar e a calçada (p.7) Tema:Festas 3.Elástico -Vídeos (p.5) 4.Jornal - Circuito integrado ( inicia na final da p.7) Tema: Exclusão/Inclusão social Material: Lençol/papel crepom Elásticos Jornal


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