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Encontro de Formação de Professores Coordenadores Agosto, 2012.

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Apresentação em tema: "Encontro de Formação de Professores Coordenadores Agosto, 2012."— Transcrição da apresentação:

1 Encontro de Formação de Professores Coordenadores Agosto, 2012

2 CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE: CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE: Se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados, (...) com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem.

3 PROPOSTA CURRICULAR, DOCUMENTO BÁSICO A educação precisa estar a serviço do desenvolvimento pessoal, cuja construção coincide com a construção da própria identidade, autonomia e liberdade. Não há liberdade sem possibilidade de escolhas. Estas pressupõem um quadro de referências, um repertório, que só o acesso ao conhecimento amplo que uma educação geral, articuladora, que transite entre o local e o mundial pode e deve oferecer. ( texto adaptado )

4 (FERREIRA, 2004, P ) Atender, viver e produzir a existência, por meio do trabalho, no mundo que se impõe com todas as suas transformações e, concomitantemente com toda a violência, por meio da mídia em suas diversificadas evoluídas e aceleradas formas, constitui-se uma exigência que a educação e sua gestão necessitam assumir construindo e reconstruindo coletivamente uma política educacional viva que priorize o humano em todas as pessoas do mundo e no conjunto da humanidade.

5 (FERREIRA, 2004, P ) Gestão significa tomada de decisões, organização, direção. [...] Gestão da educação significa ser responsável por garantir a qualidade de uma mediação no seio da prática social global (Saviani, 1980, p. 120), que se constitui no único mecanismo de hominização do ser humano, que é a educação, a formação humana de cidadãos. Seus princípios são os princípios da educação que a gestão assegura serem cumpridos – uma educação comprometida com a sabedoria de viver junto respeitando as diferenças, comprometida com a construção de um mundo mais humano e justo para todos os que nele habitam, independentemente de raça, cor, credo ou opção de vida.

6 Fraternidade, solidariedade, justiça social, respeito, bondade e emancipação humana, mais do que nunca, precisam ser assimilados e incorporados como consciência e compromisso da gestão democrática da educação – princípios que necessitam nortear as decisões a serem tomadas no sentido da humanização e da formação de todas as pessoas que vivem neste planeta.

7 1. A democratização do ensino passa pelos currículos direcionados para o essencial, visando a objetivos de formação explícitos e sensatos. É importante que os critérios de sucesso sejam coerentes e sobretudo que dêem prioridade às aprendizagens essenciais e duráveis, opondo-se à incorporação de desempenhos facilmente mensuráveis, que resultariam de uma aprendizagem decorada, de uma forma de repetição, ou seja, de uma pedagogia bancária que consideraria os saberes e as competências como aquisições isoladas, a serem trabalhadas e avaliadas uma após a outra. A abordagem por competências deveria estimular a ir nessa direção (Perrenoud, 2000; Roegiers, 2000).

8 2. Privilegiar didáticas construtivistas e dispositivos pedagógicos capazes de criar situações de aprendizagem fecundas não é compatível com critérios de sucesso que dão prioridade a tarefas simples, fechadas, individuais. Por que aprenderíamos a refletir, a formular hipóteses, a afrontar a complexidade do real no momento da aprendizagem se devemos responder corretamente a uma questão de múltipla escolha no momento da avaliação?

9 3. Desenvolver uma organização do trabalho escolar colocada prioritariamente a serviço de uma pedagogia diferenciada é sobretudo afastar as urgências avaliativas, trabalhar em ciclos de aprendizagem plurianuais (Perrenoud, 2000a, 2002). É preciso que a avaliação seja formativa ao longo do ciclo e leve, ao final do ciclo de aprendizagem, a aquisições essenciais e duráveis.

10 Coordenar a organização pedagógica de uma escola que atenda as demandas da sociedade atual implica que a equipe escolar tenha clareza de qual é a função social da educação básica hoje, distinguindo entre democratização e massificação do ensino. Democratizar é garantir o melhor para todos. A massificação limita-se a oferecer qualquer ensino a todos.

11 O primeiro passo, portanto, é fazer com que toda a escola tenha um só foco: as situações de aprendizagem, que aqui chamamos aula, ou sala de aula. É aí que a finalidade primeira da educação formal – a aprendizagem e o sucesso do aluno – pode (ou não) ocorrer. A aula deve ocupar o lugar central na cabeça, no coração e nas mãos de todos os que trabalham na escola. Isso é tarefa para toda a comunidade escolar, que precisa construir um acordo coletivo sobre como os processos de ensino- aprendizagem deverão ser conduzidos.

12 ATPCS Lembre-se: A escola é o espaço por excelência da formação continuada. O trabalho coletivo é condição fundamental de desenvolvimento da ação educativa. A formação exige construir espaço para a escuta e para o exercício da palavra. A formação requer orientar-se por instrumentos metodológicos que possibilitem a problematização da experiência. A formação deve permitir compreensão aprofundada dos problemas e apontar caminhos para sua superação

13 O currículo é sempre o resultado de uma seleção: de um universo mais amplo de conhecimentos e saberes seleciona- se aquela parte que vai constituir, precisamente, o currículo. [...] Nas discussões cotidianas, quando pensamos em currículo, pensamos apenas em conhecimento, esquecendo- nos de que o conhecimento que constitui o currículo está inextricavelmente, centralmente, vitalmente, envolvido naquilo que somos, naquilo que nos tornamos: nossa identidade, nossa subjetividade. (SILVA, 2003, p. 16). Tomaz Tadeu da Silva, educador considerado um dos maiores pesquisadores do currículo

14 GESTÃO DA SALA DE AULA A parábola da caixinha Autor desconhecido: Um sitiante pediu certa vez a um sábio que o ajudasse a melhorar seu sítio, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um pedaço de papel e colocou em uma caixa, fechou e entregou ao sitiante, dizendo: Leva esta caixa por todos os lados de seu sítio, três vezes ao dia, durante um ano. Assim fez o sitiante. Pela manhã, ao ir ao campo segurando a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando. Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio-dia, quando foi ao estábulo, encontrou o gado sujo e os cavalos sem alimentar. E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o cozinheiro estava desperdiçando os gêneros. A partir daí, todos os dias ao percorrer seu sítio, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas que deveriam ser corrigidas. Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse: Deixa esta caixa comigo por mais um ano; meu sítio melhorou o rendimento desde que estou com o amuleto. O sábio riu e, abrindo a caixa, disse: Podes ter este amuleto pelo resto da sua vida No papel havia escrito a seguinte frase: Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente.


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