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User-Mode Linux Carlos Maziero PPGIA CCET PUCPR. Máquinas virtuais Abstração construída por um Monitor de Máquinas Virtuais Permite compartilhar um mesmo.

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Apresentação em tema: "User-Mode Linux Carlos Maziero PPGIA CCET PUCPR. Máquinas virtuais Abstração construída por um Monitor de Máquinas Virtuais Permite compartilhar um mesmo."— Transcrição da apresentação:

1 User-Mode Linux Carlos Maziero PPGIA CCET PUCPR

2 Máquinas virtuais Abstração construída por um Monitor de Máquinas Virtuais Permite compartilhar um mesmo hardware entre vários sistemas operacionais simultaneamente Cada sistema operacional acredita estar executando sobre uma máquina exclusiva

3 Tipos de monitores Monitor de tipo I Executa diretamente sobre o hardware Constitui um software de baixo nível Monitor de tipo II Executa sobre um sistema operacional Sistema anfitrião ou hospedeiro Visto como um processo do anfitrião

4 Monitores de tipo I hardware monitor kernel Sistemas operacionais convidados processos

5 Monitores de tipo II hardware kernel Sistemas operacionais convidados kernel Sistema operacional anfitrião monitor kernel monitor processos

6 Motivação para VMs Executar vários SOs no mesmo hardware Consolidação de servidores Web hosting Testes de novos kernels Ensino Cada aluno pode lançar várias VMs Configuração individual preservada

7 O User-Mode Linux Monitor de máquinas virtuais Arquitetura de tipo II Executa Linux sobre Linux Projeto Open Source Parte oficial do kernel 2.6

8 Características do UML Linux como um processo do Linux Dispositivos virtualizados Disco virtual é um arquivo no sistema real Interfaces de rede Console, etc Usuários e processos distintos do sistema real Cada aluno pode ser root !

9 Operação de uma VM UML Script linux com configuração padrão Instalação Linux RedHat 9.0 com configuração básica Tudo está em espec:/usr/local/uml Para lançar: host:~> linux... (mensagens de boot da máquina virtual) Login: root Password: root Para encerrar: guest:~> halt

10 Criação de interfaces Hub conectado ao host: Usa interfaces virtuais tapN no host Forma: ethN=tuntap,device,macaddr,gway Exemplo: eth0=tuntap,,, Hub isolado (sem conexão com o host) Hub virtual criado por grupo multicast IP Forma: ethN=mcast,macaddr,group,port,ttl Exemplo: eth1=mcast

11 Interfaces de rede Config na espec com 2 interfaces de rede eth0 : conectada a um hub ligado ao host eth1 : conectada a um hub isolado hub virtual 2 (isolado) hub virtual 1 Kernel SO host VM eth1 eth0 VM eth1 eth0 VM eth1 eth0 tapN

12 Discos virtuais Discos da VM são arquivos no host Disco principal (/): arquivo root_fs Outros discos podem ser criados Discos mantidos como arquivos esparsos ocupam menos espaço que o visível no ls Duas possibilidades de uso: Imagem exclusiva para cada VM Imagem central + arquivo com diferenças

13 Usando discos virtuais Usando disco exclusivo linux ubd0=file nome default: root_fs Usando imagem central + diferenças linux ubd0=diff_file,image_file

14 O filesystem hostfs VM pode acessar diretórios do host Montagem como disco externo Usa um sistema de arquivos especial: hostfs Para montar o / do host em /mnt: guest:~> mount none /mnt -t hostfs Para montar /home do host em /mnt: guest:~> mount none /mnt -t hostfs -o /home

15 Mais informações /UserModeLinux-HOWTO.html


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