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Análise Pedagógica PAEBES-Alfa Língua Portuguesa e Matemática Profa. Dra. Hilda Micarello – UFJF/CAEd.

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1 Análise Pedagógica PAEBES-Alfa Língua Portuguesa e Matemática Profa. Dra. Hilda Micarello – UFJF/CAEd

2 Tópicos a serem abordados As Avaliação da Alfabetização no contexto do ensino fundamental de 9 anos Modelo de avaliação do PAEBES-Alfa Apropriação dos resultados de Leitura e Escrita Apropriação dos resultados de Matemática

3 As Avaliação da Alfabetização no contexto do ensino fundamental de 9 anos Ingresso das crianças de 6 anos no ensino fundamental Instituição do Bloco Pedagógico Meta de toda criança alfabetizada aos 8 anos

4 Modelo de avaliação do PAEBES-Alfa 1º ano – 1ª onda 1º ano – 2ª onda 2º ano3º ano

5 Possibilidades do Modelo Possibilitar uma visão geral das habilidades de leitura, escrita e matemática esperadas ao longo e ao término do bloco pedagógico, numa perspectiva de continuum. Produzir diagnósticos sobre as habilidades desenvolvidas pelos estudantes em pontos importantes deste continuum, que podem subsidiar o planejamento dos professores. Favorecer o diálogo entre currículos para a educação infantil e para o ensino fundamental, ao avaliar as condições de entrada dos estudantes no ensino fundamental.

6 Condições necessárias para melhor apropriação dos resultados Construção de uma cultura de discussão e apropriação dos resultados das avaliações nas escolas; Formação continuada dos professores alfabetizadores (1º, 2º e 3º ano) com foco na capacidade de planejarem a partir do estabelecimento de metas e considerando os dados produzidos pelas avaliações. Políticas de integração entre educação infantil e ensino fundamental, que discutam as especificidades de cada uma das etapas e as relações entre elas.

7 Envolvimento dos gestores no compromisso de garantir o tratamento dos anos iniciais do ensino fundamental enquanto bloco pedagógico: -criando condições para a continuidade das ações ao longo do bloco; -- criando condições para os encontros necessários entre os profissionais.

8 Apropriação dos resultados das avaliações pela escola I - Compreender a Matriz de Referência enquanto recorte do currículo: a matriz deve “evocar” o currículo. Como as habilidades descritas na matriz estão contempladas no currículo? Como as orientações metodológicas favorecem o desenvolvimento dessas habilidades? Qual a relação entre o currículo prescrito e o praticado?

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11 Apropriação dos resultados de leitura, escrita e matemática II- Ler as escalas de proficiência e os padrões de desempenho como diagnósticos e não apenas como descrições, cotejando o que esses padrões descrevem com o que os professores diagnosticam em suas avaliações cotidianas.

12 Padrões de desempenho em leitura DESEMPENHO ABAIXO DO BÁSICO – Até 400 pontos Os estudantes que se encontram neste Padrão de Desempenho começam a desenvolver as habilidades relacionadas à apropriação do sistema de escrita. Essas habilidades dizem respeito tanto a aspectos gráficos – distinção entre letras e outras formas de representação, como o desenho, por exemplo, e utilização adequada da página ao escrever – quanto sonoros (consciência fonológica). Dado o caráter inicial deste processo de apropriação, as habilidades de leitura são ainda incipientes neste Padrão. As crianças que apresentam este Padrão de Desempenho fazem distinção entre a escrita e outras formas de representação, como desenhos, garatujas, formas geométricas e/ou outros símbolos. Isso significa que reconhecem que na escrita são usadas letras, embora ainda não saibam como agrupá-las de forma convencional na leitura.

13 A partir dos 250 pontos de proficiência as crianças já identificam algumas letras do alfabeto (especialmente as letras iniciais), quando apresentadas isoladamente ou em um conjunto de letras (sequência de três letras). As crianças com proficiência a partir de 300 pontos, além das habilidades descritas anteriormente, começam a identificar a sílaba inicial de uma palavra, especialmente em palavras formadas exclusivamente por sílabas no padrão CV (consoante/vogal). Este fato indica que as crianças que se encontram neste nível de proficiência iniciam o desenvolvimento de habilidades relacionadas à consciência fonológica, ou seja, começam a perceber as relações entre fala e escrita de forma mais sistemática. Crianças que estão no limite da passagem deste Padrão ao seguinte – entre 350 e 400 pontos –, além de terem consolidado as habilidades relacionadas à identificação de letras do alfabeto, reconhecem uma mesma letra, ou sequência de letras, grafada em diferentes padrões gráficos (maiúscula, minúscula, de imprensa, cursiva). Essas crianças iniciam a leitura silenciosa de palavras dissílabas e trissílabas, especialmente as paroxítonas, quando formadas exclusivamente por sílabas no padrão CV (consoante/vogal), ou por sílaba formada exclusivamente por uma vogal. Este fato indica que essas crianças começam a desenvolver habilidades iniciais de leitura de palavras, sendo este um marco importante de seu processo de alfabetização.

14  DESEMPENHO ABAIXO DO BÁSICO – ATÉ 400 PONTOS  Os estudantes que se encontram neste Padrão de Desempenho começam a desenvolver as habilidades relacionadas à apropriação do sistema de escrita. Dado o caráter inicial deste processo de apropriação, as habilidades de escrita são ainda incipientes neste Padrão.  As crianças que apresentam este Padrão de Desempenho fazem distinção entre a escrita e outras formas de representação, como desenhos, garatujas, formas geométricas e/ou outros símbolos. Isso significa que reconhecem que na escrita são usadas letras, embora ainda não saibam como agrupá-las de forma convencional na escrita. Padrões de desempenho em escrita

15 As crianças com proficiência entre 250 e 300 pontos, ao realizarem a cópia de um texto numa página de caderno, ainda não consideram a ordem convencional de organização do texto na página, não respeitando as margens nem a sequência das palavras no texto e não realizando adequadamente a passagem de uma linha a outra do caderno. As crianças com proficiência a partir de 300 pontos, ao realizarem a cópia de um texto já observam algumas regras de utilização da página, embora possam não observar os limites das margens ou a necessidade de recomeçar a escrita na margem esquerda na passagem de uma linha a outra do texto.

16 Padrões de desempenho em matemática Com relação ao tema Números e Operações, algumas capacidades já são manifestadas pelas crianças que se encontram neste padrão de desempenho. Uma delas consiste em determinar a posição de um elemento em uma série ordenada. De fato, se a série ordenada apresenta poucos elementos, as crianças conseguem verificar se um deles se encontra em primeiro, segundo, terceiro ou último lugar.

17 É também neste padrão que os alunos já demonstram ser capazes de comparar quantidades pela contagem para identificar igualdade ou desigualdade numérica. Associam também a contagem de coleções de objetos (até 10) à representação numérica das suas quantidades.

18 Sobre o tema Grandezas e Medidas, as crianças demonstram que já são capazes de identificar situações envolvendo desenhos de objetos ou personagens para estabelecer comparativamente: o maior, o menor e mais alto e o mais baixo. Identificam, ainda, moedas de 5 e 10 centavos.

19 Os resultados de 2013 – 1ª onda/ 1º ano Algumas considerações sobre a relevância da avaliação na entrada dos estudantes no 1º ano do ensino fundamental: -Favorecer o diálogo entre educação infantil e ensino fundamental; -Permitir uma projeção das metas a serem alcançadas ao longo do bloco pedagógico; -Subsidiar a escola e os professores com informações relevantes sobre os alunos que recebem.

20 Separação entre as escalas de leitura e de escrita Embora leitura e escrita sejam práticas complementares no processo de alfabetização, tais práticas requerem o desenvolvimento de habilidades distintas. Assim, um aluno em processo de alfabetização pode apresentar desempenhos bastante diferenciados em tarefas de leitura e de escrita. Isso porque o aprendizado da leitura não conduz, necessariamente, a uma aprendizagem da escrita, embora as habilidades relacionadas a essa aprendizagem favoreçam o desenvolvimento das habilidades requeridas na escrita, e vice-versa.

21 Como fazer a leitura do desempenho dos alunos em leitura e escrita É necessário observar a descrição das habilidades relacionadas ao padrão de desempenho em que os estudantes se encontram na escrita e também na leitura, para que se possa analisar as habilidades relacionadas a ambos os padrões e perceber se estão desenvolvendo igualmente as habilidades esperadas em leitura e em escrita.

22 Resultados do PAEBES- Alfa 1ª. Onda – algumas tendências Comparativamente às avaliações já realizadas em anos anteriores, o quadro de desempenho dos alunos na entrada do 1º ano do ensino fundamental mantém-se estável em relação a 2012 em leitura e escrita e apresenta queda em matemática para todas as redes. Na rede particular a proficiência em escrita é significativamente superior à de leitura; na rede pública municipal é praticamente a mesma e na rede estadual a proficiência em leitura é superior à de escrita.

23 O percentual de alunos com desempenho abaixo do básico em escrita é superior ao percentual de alunos com desempenho abaixo do básico em leitura em todas as redes. O percentual de alunos com desempenho proficiente em leitura é superior àquele dos alunos com desempenho proficiente em escrita nas redes públicas. A exceção são as escolas da rede privada, para as quais 43% dos alunos se encontram no padrão avançado em escrita no início do 1º ano.


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