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Análise da redistribuição do “fallout”do

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Apresentação em tema: "Análise da redistribuição do “fallout”do"— Transcrição da apresentação:

1 Análise da redistribuição do “fallout”do
137Cs e avaliação da erosão do solo

2 Bibliografia recomendada

3

4 Bases da metodologia

5 Níveis de Cs no solo em diferentes localidades
137 Cs (Bq/m 2 ) Fonte North Mississipi -USA Ritchie et al (1974) Georgia - USA 1813 Ritchie & McHenry (1977) Mississipi -USA 5439 Saskatoon - Canada 2490 Villar (1981) Saskatoon - Canada De Jong et al (1982) Shawano - USA ( 1981) McHenry & Bubenzer (1985) New Brunswick - Canada De Jong et al (1986) West Saskatchewan -Canada Kiss et al (1986) Phoenix (USA) Lance et al (1986) Clayton - USA Corea 3541 Menzel et al (1987) South Ontario - Canada Kachanoski (1987) Brisbane - Australia * Longmore et al (1983) Bahia - Brazil 92 Sakai (1977) Piracicaba-SP - Brazil 306 Guimarães (1988) Níveis de Cs no solo em diferentes localidades

6 T1/2 = 30 anos Avaliação da atividade do Cs no solo 1) Atividade:
N = número de átomos radioativos na amostra l = constante de desintegração (probabilidade do radioisótopo de desintegrar-se Unidades: Bq = 1 desintegração por segundo Ci = 3, Bq O número de átomos radioativos na amostra diminui exponencialmente com o tempo 2) Meia vida Para A = Ao/2

7 3) Sistema de detecção e medida da atividade do Cs no solo
Espectrometria gama de alta resolução Detetor semicondutor de Ge hiperpuro blindagem Amostra de solo Detetor de Ge Sistema eletrônico de contagem Espectrômetro

8 Eficiência de detecção
C= taxa de contagem (cps) para a amostra; m= massa de solo (kg) no beaker Marinelli; As= atividade conhecida de uma amostra padrão (Bq/kg); f= % de emissão de raios gama de 661,6 keV do 137Cs (84,6%) A= atividade da amostra (Bq) ; C= taxa de contagem (cps) da amostra; ef = eficiência de detecção (%) Atividade por unidade de massa de solo (Bq/kg) ou por unidade de área de solo no campo (Bq/m2)

9 Avaliação de perdas e acúmulos de solo no campo
desde o “fallout” até o presente 137Cs Ai erosão P (solo +Cs) Tempo (T) Af

10 Y = taxa de perda ou de deposição de solo (Mg.ha-1.ano-1)
ds = densidade do solo (kg.m-3) z = profundidade de cultivo do solo (m) DA* = percentagem de redução ou de aumento da atividade em relação à atividade inicial T = tempo decorrido desde o “fallout” do Cs (anos) Como a Atividade inicial (logo após o fallout) não é conhecida: Atividade em área de referência onde Y = 0 Características: Área plana ; Não revolvida mecanicamente no período; Cobertura de pastagem; Proximidade da área de estudo; Indicador principal: Concentração de Cs na camada superficial do solo (0-15cm)

11 Amostragem nas áreas de referência
Barra limitadora de profundidade 30 cm 45 cm 5cm Tubo de PVC escarificador

12 Atividade (Bq m-2 cm-1) Profundidade (cm) 10 30 40 50 5.0 10.0 15.0
Exemplo de atividade em área de referência 10 20 30 40 50 Profundidade (cm) Atividade (Bq m-2 cm-1) 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 Atividade Total = 422±14 Bq m-2

13 Localização dos pontos de amostragem no campo
Transeções Malha de pontos (permite o mapeamento e quantificação das áreas de perdas e de acúmulos de sedimento) Uso de GPS e bancos de dados de geoprocessamento Amostragem: garantia de avaliação do Cs em todo o perfil

14 Exemplo de resultados de atividades e taxas de erosão
e deposição de sedimentos em uma malha de pontos

15 Interpolações e mapeamento
-80 -70 -60 -50 -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 50 60 70 Erosão deposição Mg.ha -1 .ano Interpretação dos resultados Áreas de perdas de solo Taxa média de perdas ( Mg.ha -1 . ano ) 23.0 % da área total 94.1 deposição deposição ( Mg. ha .ano 12.1 5.9 Área total bruta de erosão ( 21.6 líquida de erosão 20.9 % de liberação de sedimentos 96.7

16 Observações Finais: 1) Redistribuição do Cs segue a redistribuição de sedimentos independentemente do processo de transporte de sedimento ocorrido (movimentação de solo por cultivos, terraceamento, construção de carreadores, erosão laminar, erosão em sulcos, etc)  pode superestimar as taxas de erosão e de deposição 2) O resultado da redistribuição de sedimento é uma média dos últimos 40 anos. 3) Confiabilidade dos dados: relação das taxas de perdas e acúmulos de sedimentos com outras variáveis Um exemplo: relação significativa com teor de K no solo K =1,99+0,0117. Y

17 Distribuição espacial de sedimento
Distribuição espacial de K (0-20cm)- (mmolc/kg) -80 -70 -60 -50 -40 -30 -20 -10 10 20 30 40 50 60 70 0.4 0.6 0.8 1.0 1.2 1.4 1.6 1.8 2.0 2.2 2.4 2.6 2.8 3.0 3.2 3.4 3.6 3.8 4.0 4.2 4.4


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