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Poluição Doméstica Efluentes e dejetos domésticos e medidas de economia de energia e de recursos essenciais no ambiente doméstico.

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1 Poluição Doméstica Efluentes e dejetos domésticos e medidas de economia de energia e de recursos essenciais no ambiente doméstico

2 A Lei 6938, de 31/08/81 Dispõe sobre a Política Nacional de Meio Ambiente: Poluição: degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que direta ou indiretamente: a) prejudicam a saúde, a segurança e o bem-estar da população; b) criam condições adversas às atividades sociais e econômicas; c) afetam desfavoravelmente a biota; d) afetam as condições estéticas ou sanitárias do meio ambiente; e) lançam matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos.

3 Definição Lixo doméstico:originado da vida diária das residências, constituído por restos de alimentos (tais como cascas de frutas, verduras, etc.), produtos deteriorados, jornais, revistas, garrafas, embalagens em geral, papel higiênico, fraldas descartáveis e uma grande diversidade de outros ítens. Pode conter alguns resíduos tóxicos.

4 Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
228 mil toneladas de lixo são recolhidas por dia no país Cada brasileiro produz, em média, 800g de lixo doméstico por dia, e este volume cresce 30% a cada cinco anos Em 80% das cidades brasileiras, o lixo doméstico vai parar nos lixões a céu aberto, e o restante é dividido entre aterros sanitários, depósitos clandestinos, incineradores ou recolhido por catadores para reciclagem

5 Aterro Sanitário Área impermeável, dividida em células, onde o lixo doméstico é depositado em camadas alternadas de lixo e solo. O chorume deve ser coletado e tratado biologicamente e o gás, retirado por chaminés apropriadas.

6 Usina de Compostagem e Reciclagem
Instalações simples, onde o lixo seco é reciclado e a matéria orgânica transformada em composto, para uso posterior como condicionador de solo.

7 Incinerador A incineração é um processo de combustão controlada dos resíduos, com a finalidade principal de eliminar resíduos tóxicos orgânicos. Como parte do processo, fazem-se necessários equipamentos de limpeza de gases

8 Aproveitamento do Lixo
 Alimentação de suínos: Pecuária (restos de alimentos);  Compostagem: Agricultura;  Gás bioquímico (GBQ): Veículos e cozinha (após filtração);  Incineração: Energia térmica (movimentação de turbinas);  Aterro sanitário: Áreas de lazer (após saturação do aterro);  Reciclagem: Catação (com fins comerciais e de artesanato).

9 Definição Esgotos domésticos:  Esgoto gerado nas residências ou nas instalações hidráulico-sanitárias como cozinha, chuveiro, pia, lavatório, vaso sanitário, ducha sanitária, banheira, bebedouro e mictório.

10 Ligação de esgoto à rede coletora da COPASA
Instalação Predial (Ramal Interno): parte da ligação a ser construída pelo cliente. A) Tubulações internas B) Caixa de gordura: caixa destinada a coletar resíduos gordurosos C) Caixa de inspeção: caixa destinada a permitir a inspeção, limpeza e desobstrução das tubulações

11 Instalação Predial

12 Ligação de esgoto à rede coletora da COPASA
Ramal Predial (Ramal Externo): parte da ligação a ser construída pela COPASA que liga a instalação  predial  à rede coletora A) Tubulações externas B) Poço Luminar (PL): caixa situada no passeio, que possibilita a inspeção e desobstrução dos ramais de esgoto e a execução do corte da ligação (responsabilidade da COPASA)

13 Ramal Predial

14 Informações Gerais COPASA
A água da pia da cozinha é obrigada a passar pela caixa de gordura. A água do banheiro, da máquina de lavar roupa e do tanque deve ir para a caixa de inspeção.  Se você tem o hábito de lavar panelas no tanque, a água do mesmo deve passar pela caixa de gordura. A água esgotada pelo ralo do piso de cozinhas onde há produção ou manipulação de alimentos deve passar pela caixa de gordura. As redes de esgoto da COPASA não são dimensionadas para receber as águas de chuva (pluviais). Não é permitido ainda o despejo de óleos, graxas, solventes, gorduras e substâncias explosivas ou inflamáveis na rede coletora da COPASA.

15 Informações Gerais COPASA
É obrigatória a instalação da caixa de gordura sifonada para água usada nas pias: retém a gordura evita entupimento da tubulação que vai para a rede evita o mau cheiro A caixa de gordura deve ser verificada mensalmente A gordura, os detritos alimentares e demais resíduos retirados devem ser acondicionados em sacos plásticos e colocados no lixo

16 Cálculo da vazão média de esgoto
Tendo-se estimada a população Q = p . q . cr / ( L/ s ) Coeficiente de retorno: fração da água fornecida que adentra a rede de coleta na forma de esgoto. Parte da água consumida pode ser incorporada a rede pluvial.

17 Consumo per capita de água (q)
Fonte: Sperling, M. V.(2005)

18 Esgoto doméstico O lançamento de esgotos domésticos afeta a qualidade da água do sistema receptor : Reduz o oxigênio dissolvido; Aumenta a turbidez; Muda o pH; Altera as condições ideais para a sobrevivência dos organismos.

19 RESOLUÇÃO Nº 357, DE 17/03/05 4º Condições de lançamento de efluentes:
I - pH entre 5 a 9; II - temperatura: inferior a 40ºC, sendo que a variação de temperatura do corpo receptor não deverá exceder a 3ºC na zona de mistura; III - materiais sedimentáveis: até 1 mL/L em teste de 1 hora em cone Imhoff. Para o lançamento em lagos e lagoas, cuja velocidade de circulação seja praticamente nula, os materiais sedimentáveis deverão estar virtualmente ausentes; IV - regime de lançamento com vazão máxima de até 1,5 vezes a vazão média do período de atividade diária do agente poluidor, exceto nos casos permitidos pela autoridade competente; V - óleos e graxas: 1 - óleos minerais: até 20mg/L; 2- óleos vegetais e gorduras animais: até 50mg/L; e VI - ausência de materiais flutuantes.

20 5º Padrões de lançamento de efluentes:
TABELA X - LANÇAMENTO DE EFLUENTES PADRÕES PARÂMETROS INORGÂNICOS VALOR MÁXIMO Arsênio total 0,5 mg/L As Bário total 5,0 mg/L Ba Boro total 5,0 mg/L B Cádmio total 0,2 mg/L Cd Chumbo total 0,5 mg/L Pb Cianeto total 0,2 mg/L CN Cobre dissolvido 1,0 mg/L Cu Cromo total 0,5 mg/L Cr Estanho total 4,0 mg/L Sn Ferro dissolvido 15,0 mg/L Fe Fluoreto total 10,0 mg/L F Manganês dissolvido 1,0 mg/L Mn Mercúrio total 0,01 mg/L Hg Níquel total 2,0 mg/L Ni Nitrogênio amoniacal total 20,0 mg/L N Prata total 0,1 mg/L Ag Selênio total 0,30 mg/L Se Sulfeto 1,0 mg/L S Zinco total 5,0 mg/L Zn PARÂMETROS ORGÂNICOS VALOR MÁXIMO Clorofórmio 1,0 mg/L Dicloroeteno Fenóis totais (substâncias que reagem com 4-aminoantipirina) 0,5 mg/L C6H5OH Tetracloreto de Carbono Tricloroeteno

21 A constituição do esgoto doméstico
A composição dos esgotos: 99,9% de líquido 0,1% de materiais sólidos orgânicos e inorgânicos, suspensos e dissolvidos depende dos usos das águas de abastecimento; varia com o clima, os hábitos e as condições sócio-econômicas da população

22 Principais agentes poluidores das águas
Constituinte Possível efeito poluidor Sólidos em suspensão Problemas estéticos Depósito de lodo Absorção de poluentes Matéria orgânica biodegradável Consumo de oxigênio Mortandade de peixes Nutrientes (Nitrogênio e fósforo) Crescimento excessivo de algas Toxicidade aos peixes (amônia) Doença em recém nascido (nitrato) Poluição da água subterrânea Organismos patogênicos Doenças de veiculação hídrica Matéria orgânica não biodegradável (pesticidas, detergentes, produto farmacêutico, etc) Toxicidade (vários) Espumas (detergentes) Biodegradabilidade reduzida ou inexistente Maus odores (fenóis) Metais Toxicidade Inibição do tratamento biológico dos esgotos Contaminação da água subterrânea Sólidos inorgânicos dissolvidos Salinidade excessiva Toxicidade a plantas Problemas de permeabilidade do solo

23 Principais parâmetros de qualidade das águas residuárias
Sólidos Indicadores de matéria orgânica Nitrogênio Fósforo Organismos indicadores de contaminação fecal

24 Sólidos nos esgotos Classificação por tamanho e estado
Sólidos em suspensão (particulados) Sólidos dissolvidos (solúveis) Classificação pelas características químicas Sólidos voláteis (matéria orgânica/oxidada) Sólidos fixos (matéria inorgânica/não oxidada) Classificação pela sedimentabilidade (sedim. 1Hora) Sólidos sedimentáveis Sólidos não sedimentáveis

25 Matéria orgânica carbonácea
Principal causadora da diminuição dos níveis de OD em corpos d´água. Constituída principalmente por: Compostos de proteínas (40% a 60%) Carboidratos (25% a 50%) Gordura e óleos (8% a 12%) Uréia, surfactantes, fenóis, pesticidas, metais (< quantidade)

26 Matéria orgânica nos esgotos
Classificação quanto á forma e tamanho Em suspensão (particulada) Dissolvida (solúvel) Classificação quanto á biodegradabilidade Inerte Biodegradável

27 Métodos para a determinação matéria orgânica
Métodos indiretos: medição do consumo de oxigênio (decréscimo dos teores de oxigênio dissolvido causado pela respiração dos microorganismos que se alimentam da matéria orgânica) Demanda Bioquímica de Oxigênio (DBO) Demanda Última de Oxigênio (DBOu) Demanda Química de Oxigênio Métodos diretos: medição do carbono orgânico Carbono Orgânico Total (COT)

28 Demanda Bioquímica de Oxigênio
Refere-se à quantidade oxigênio necessária para estabilizar, por processos bioquímicos, a matéria orgânica carbonácea. Indicação indireta do carbono orgânico biodegradável Estabilização demorada Convenção: análise no 5º dia a 20°C Dia 0 Dia 5 OD = 7 mg/L OD = 3 mg/L DBO = 7 – 3 = 4 mg/L

29 DBO Algumas vantagens do teste:
Indicação aproximada da fração biodegradável do despejo; Indicação da taxa de consumo de oxigênio em função do tempo Critério para dimensionamento da maioria dos sistemas de tratamento de esgotos e legislação ambiental são baseados nesse parâmetro.

30 DBO Algumas limitações do teste:  Esgotos domésticos DBO  300 mg/L
Metais pesados e outras substâncias tóxicas podem matar ou inibir os microrganismos; Necessidade da inibição dos organismos responsáveis pela oxidação da amônia, para se evitar o consumo do oxigênio para a nitrificação.  Esgotos domésticos DBO  300 mg/L

31 Demanda Última de Oxigênio (DBOu)
Realizado tal como teste padrão (mas leitura é feita no 20º dia) Após 20º dia o consumo é desprezível Vários autores: DBOu/DBO5=1,46 DBO5=300mg/L → DBOu=1,46 x 300=438 mg/L

32 Demanda Química de Oxigênio
Quantidade de oxigênio necessária para estabilizar a matéria orgânica, por meio de um forte oxidante (dicromato de potássio) em meio ácido

33 DQO Algumas vantagens do teste: Algumas limitações do teste:
teste é realizado em 2 a 3 horas; teste não afetado pela nitrificação. Algumas limitações do teste: refere-se a matéria orgânica biodegradável + inerte constituintes inorgânicos podem ser oxidados e interferir no resultado

34 Relação entre DQO e DBO DQO/ DBO [
DQO/DBO  varia com o tipo de efluente e à medida que o esgoto passa pelas diversas unidades da ETE DQO/ DBO [ baixa  fração biodegradável elevada elevada  fração inerte elevada Esgotos domésticos brutos  DQO/DBO entre 1,7 a 2,4

35 Carbono Orgânico Total (COT)
Mede todo o carbono liberado na forma de CO2 (carbono orgânico) Necessidade de se remover formas inorgânicas do carbono (CO2, HCO3-, etc) antes da análise Custo muito elevado

36 Nitrogênio Formas N2 : nitrogênio molecular
N2 orgânico: proteínas, uréia, clorofila NH3 : amônia livre NH4+ : íon amônio NO2 - : íon nitrito NO3 - : íon nitrato Poluição das águas Elemento indispensável para o crescimento de algas (fenômenos de eutrofização) Amônia livre é diretamente tóxico aos peixes Nitrato está associado a doenças como a metahemoglobina

37 Nitrogênio Nos esgotos domésticos brutos:
Nitrogênio orgânico (amina) Amônia (uréia hidrolisada) Nitrito e nitrato desprezível Determinados em laboratório pelo método: Nitrogênio Total Kjeldahl (NTK)

38 Fósforo O fósforo total nos esgotos apresentam na forma de fosfatos, nas seguintes formas: orgânica (ligada a compostos orgânicos) – origem fisiológica inorgânica (polifosfatos e ortofosfatos) – origem nos detergentes e produtos químicos domésticos Importância do fósforo: - Indispensável no crescimento de algas - Nutriente essencial para o crescimento dos microorganismos responsáveis pela estabilização da matéria orgânica

39 Organismos indicadores de contaminação fecal
A detecção de patógenos é difícil somente uma parcela da população apresenta doenças a concentração de patógenos é pequena nas fezes há diluição dos despejos Conclusão: Necessidade de exame de grande quantidade da amostra Organismos indicadores de contaminação fecal Predominante não patogênicos Satisfatória indicação de contaminação fecal

40 Organismos indicadores de contaminação fecal
Organismos utilizados: bactérias do grupo coliforme Principais razões: Grandes quantidades nas fezes humanas; Resistência ligeiramente superior à maioria das bactérias patogênicas intestinais;

41 Principais Indicadores
Coliformes totais (CT) “Ambientais” Possível incidência em solos não contaminados Não utilizado como indicador em águas superficiais Coliformes fecais (CF) termotolerantes Supressão de bactérias de origem não fecal Possível a presença de bactérias não fecais Escherichia coli (EC) Garantia de contaminação exclusivamente fecal Sem garantia de que a contaminação seja humana

42 Fumaça em ambiente doméstico
IDER- Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Energias Renováveis Matéria: Encontro Internacional sobre Poluição Doméstica, Fogões Ecológicos e Desenvolvimento Sustentável A poluição promovida por fogões a lenha gera uma quantidade de fumaça que chega a atingir 100 vezes os níveis recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Relatório da OMS, divulgado em ,6 milhões de pessoas morrem anualmente (3 mortes por minuto) devido à exposição a fumaça em ambiente doméstico Especialistas reunirão para discutir e explorar o conceito de “fogões ecológicos

43 Economia de recursos Captação da água da Chuva Componentes do sistema:
A) Área de captação/telhado, a superfície onde a chuva cai;  B) Calhas e tubulações, os canais de transporte entre a superfície de coleta e o tanque de armazenamento,  C) Telas /peneiras e sistemas de lavagem do telhado, o sistema que remove contaminantes e poeira,  D) Cisternas ou tanques de armazenamento, onde a chuva coletada é armazenada,  E) Tubulações, o sistema de entrega da água da chuva tratada até o ponto de uso, seja por gravidade ou através de bombas, F) Filtro comum de carvão ativado, o elemento que faz o “polimento”da água para beber.

44 Captação da água da chuva

45 Compostagem Processo biológico em que os microrganismos transformam a matéria orgânica (como estrume, folhas, papel e restos de comida) num material semelhante ao solo (pode ser utilizado como adubo) Dá-se uma finalidade adequada para mais de 50% do lixo doméstico. O uso do composto melhora a estrutura e adubação do solo, e aumenta a retenção de água.

46 Economia de Recursos Tampe suas panelas enquanto cozinha.
Cozinhe com fogo mínimo, não adianta fogo forte. Não troque seu celular. Utilize os dispositivos eletrônicos até a vida útil. Use somente pilhas e baterias recarregáveis. Recicle. Separe o lixo, lave os plásticos. Compre papel reciclável. Reduza o uso de embalagens. Utilize uma única sacola para as compras. Não deixe o bagageiro vazio em cima do carro. O aumento de peso aumenta o consumo de combustível. Economize Cds e DVDs, um Cd leva cerca de 450 anos para se decompor. Instale uma válvula na sua descarga. Não use mangueira para lavar a calçada e o carro. Use baldes com água que permitirão o controle do gasto da água. Lave o carro a seco e mantenha-o regulado.

47 Economia de Energia Aquecedor solar

48 Economia de Energia Troque suas lâmpadas comuns por florescentes, diminua pontos de luz e lustres com muitas lâmpadas e opte por ambientes com janelas abertas, vidros transparentes e sem cortinas, aproveitando melhor a luz do dia. Use cores claras no ambiente para potencializar a reflexão da luz. Faça um planejamento da iluminação de cada ambiente, obtendo máximo de efeito possível com o menor custo energético. No caso de corredores, ou hall de entrada, opte por sensores de presença. Cuide de problemas na rede elétrica, como fios desencapados ou com espessura inadequada. Não use T's e benjamins (mais de um aparelho ligado na mesma tomada).

49 Economia de Energia Use o microondas o menor tempo possível e quando estiver fora de uso desligue-o da tomada. Desligue o freezer, utilize o congelador da geladeira, só abra a porta da geladeira quando tiver certeza de tudo o que deseja pegar. Cuide do estado da borracha. Regule o termostato de sua geladeira para o mínimo necessário de acordo com o fabricante. Instale a geladeira fora do alcance dos raios solares e de outras fontes de calor.

50 Economia de Energia Não coloque alimento quente e ou destampado dentro da geladeira. Não secar roupas e tênis atrás da geladeira. Procure lavar roupa apenas uma vez por semana ou quando juntar a quantidade limite da máquina. Aparelhos com imagem digital ou luz devem ser desligados quando fora de uso ou quando não há ninguém em casa. Na medida do possível não use o secador de cabelos, ar condicionado, aquecedor, batedeira, estufas, espremedor de frutas e outros eletrodomésticos com resistência.

51 Economia de Energia Não deixe televisores ligados em stand by.
Use o chuveiro com a chave na posição verão. Use ventilador de teto. Ele gasta 90º menos energia que um ar condicionado. Ao recolher as roupas secas, dobre-as bem, pois economiza o consumo de energia no ferro elétrico, procure passar toda a roupa quando juntar uma grande quantidade. Ao comprar novos aparelhos verifique a potência e o consumo de energia que deve estar impresso no selo de identificação do produto ou no manual de instruções. Prefira o eletro que tenha o selo da PROCEL (no caso de nacionais) ou ENERGY STAR, (no caso de importado).

52 Bibliografia Carreira, Renato; Wagener, Angela de L. Rebello; Fileman, Timothy; Readman, James W. The identification of sewage addition to Guanabara Bay surficial sediments as indicated by coprostanol (5b(H)-cholestan-3b-ol) distribution. Química Nova, 2001, vol.24. von Sperling, Marcos. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos (Princípios do Tratamento Biológico de águas residuárias) - 3ª Ed. - Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental; Universidade Federal de Minas Gerais, 2005 Documentos na Web disponível em: <http://www.copasa.com.br> <http://www.ider.org.br> <http://www.votorantim.sp.gov.br/sema/legislacao_agua.htm> <http://donadecasa.org.br/> <http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/2007/12/03/ult4476u17.jhtm> Acesso em: 28 de set. a 28 de out de 2008


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