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Desenvolvimento Global de Software Mestrado de Informática / UFPB Francilene Procópio Garcia, D.Sc. Org. Virtuais de Software - Parte.

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1 Desenvolvimento Global de Software Mestrado de Informática / UFPB Francilene Procópio Garcia, D.Sc. Org. Virtuais de Software - Parte II

2 Introdução: Virtual vs. Não Virtual Uma organização virtual, como qualquer uma não virtual, possui pessoas, atividades, meios de comunicação, infraestrutura, entre outras coisas A diferença básica entre os dois tipos encontra-se na forma como os projetos são desenvolvidos: u org. virtuais existem apenas para produzir algo - software, hardware, documentação, suporte, etc u as não virtuais além de produzirem algo, apresentam objetivos de négocios claros Formas virtuais de atuação não são eventos novos! A realização de testes beta num produto de software é um exemplo...

3 Estrutura de Projeto Não Virtual vs Virtual Gerente Mesma locação física Gerente Escritório Projeto Beta Locação no paísLocação na cidade Projeto Virtual Projeto Não Virtual

4 A empresa necessita de um grupo de projeto virtual? Como saber se a empresa demanda de formas virtuais de projeto? u Membros da equipe podem trabalhar em casa ou em diferentes locações u Equipes distintas podem desenvolver partes diferentes do software em diferentes locações ou a equipe de desenvolvimento pode estar em locação diferente da equipe de manutenção u Em geral, a empresa pode ainda envolver terceiros como parte do esforço de desenvolvimento do projeto u Algumas questões podem ajudar a empresa a responder à questão acima...

5 A empresa necessita de um grupo de projeto virtual? Os arranjos do negócio indicam este caminho? (joint-venture, alianças novas, novas aquisições, etc) Deseja-se uma ênfase maior sobre as competências chaves da empresa? (a empresa pode ter interesse em se dedicar ao seu nicho de competência apoiando-se em terceiros para os demais esforços) A empresa possui recursos suficientes para dar conta das atividades internas? (uma das razões mais comum para a terceirização - manutenção, desenvolvimento de sistemas de baixo valor, etc) O projeto é compatível com a terceirização? (projetos muitos pequenos não são apropriados para formas globais de atuação - muito tempo é acrescido)

6 Tecnologia virtual Uma organização virtual demanda uma estrutura fortemente dependente de tecnologias (comunicação, redes de computadores, controladores, software específicos, etc) No aspecto comunicação, as pessoas devem ser capazes de se comunicarem efetivamente via meios em tempo real e próximos ao tempo real Vídeo conferência Teleconferência Redes eletrônicas Pagers de Voz Faxes Groupware Outros Tempo realPróximo Tempo realFora Tempo real

7 Benefícios da tecnologia virtual Dependendo da estrutura da organização virtual, alguns benefícios podem ser enumerados: u Custos fixos menores - as empresas podem deslocar parte de suas atividades para locações onde o custo operacional seja menor (áreas físicas menores) ou ainda para as casas de seus empregados. Neste caso, a indústria de software demanda um investimento de capital menor em relação a outras indústrias u Custos menores de mão-de-obra - a terceirização ou o desenvolvimento cooperativo em países como Índia e Filipinas pode descrescer bastante o custo do desenvolvimento u Melhoria da moral - os empregados de organizações virtuais se sentem confortáveis para trabalhar em casa ou em locações diversas com o uso de tecnologias virtuais u Maior flexibilidade em projetos - em particular, quando se faz uso do desenvolvimento ao longo de múltiplas fusos horários

8 Riscos da tecnologia virtual O formato virtual também envolve riscos, que, em geral, dependem da qualidade da gestão do projeto: u Moral menor - se a organização não se encontra confortável com a tecnologia virtual, pode haver uma queda na moral u Perda do face-a-face - apesar de todo o aparato tecnológico, a perda do contato face-a-face pode afetar o ambiente e sua capacidade produtiva. A quebra do tradicional pode afetar a relação entre empregadores e empregados, por exemplo u Perda de confiabilidade - ao minimizar a comunicação face-a-face, uma consequência natural é a perda inicial de confiabilidade. É importante que a privacidade e segurança da informação sejam mantidas e auditadas para minimizar este efeito

9 Custos da tecnologia virtual Sem a visão definida de uma infraestrutura própria, os custos da manutenção de uma organização virtual não são pequenos: u Investimento adicional de capital - upgrades, novos fornecedeores, comunicação de alto desempenho, etc u Custo operacionais adicionais - estes custos são tipicamente menores, mas deverão incidir no projeto, por exemplo, custos com comunicação de longa distância e despesas com viagens u Custos administrativos ao projeto - inclui ferramentas de groupware e upgrades de sistemas para suportar o desenvolvimento cooperativo

10 Como criar um grupo virtual de trabalho? Etapas para criação de uma estrutura virtual para desenvolvimento de software

11 Ciclo de desenvolvimento virtual Algumas dicas: u é melhor identificar a necessidade por grupos de desenvolvimento virtual antes do início do projeto u a definição/aplicação das tecnologias virtuais deve iniciar antes do início do projeto e continuar até o final do projeto. Os novos ambientes devem ser testados antes do uso em larga escala u a avaliação do risco de implementar uma organização virtual deve ter início antes do projeto e continuar até o seu final. Deve incluir alguns aspectos tais como: comunicação, comportamentos humanos, custos e benefícios u a definição do grupo e de seus líderes deve ser realizada antes do projeto iniciar ou durante o levantamentos dos requisitos

12 Principais milestones em projetos virtuais

13 Artigos para leitura e discussão C. Faucheux, How Virtual Organizing is Transforming Management Science, Communication ACM, Vol. 40, no. 9, Sept. 1997, pp E. Harding, US Companies Finding that CASE Travels Well in India - Surplus of Skilled Software Professionals Makes Outsourcing, Joint Projects Attractive, Software Magazine, Vol. 11, no. 14, Nov. 15, 1991, pp C. Handy, Trust and The Virtual Organization, Harvard Business Review, May-Jun


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