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Substituição de Combustível Gás Natural Uma visão de Kioto GSDE 07/2005 AF.

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Apresentação em tema: "Substituição de Combustível Gás Natural Uma visão de Kioto GSDE 07/2005 AF."— Transcrição da apresentação:

1 Substituição de Combustível Gás Natural Uma visão de Kioto GSDE 07/2005 AF

2 Arrhenius ~ 1900 A temperatura média da superfície da Terra é de alguma forma influenciada pela presença de gases absorvedores de calor na atmosfera A temperatura das regiões do Ártico deverão subir de 8 o C a 9 o C se aumentar de 2,5 a 3 vezes a quantidade atual de dióxido de carbono

3 Efeitos do Aquecimento Global

4 Camada de Ozônio e Efeito Estufa

5 Tópicos Do estudo científico aos mecanismos de mercado Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Gás Natural – valores de emissão Visão do Mercado

6 A Terra está esquentando 1896 – Svante Arrhenius identifica o efeito estufa 1957/58 – Ano Geofísico Internacional – a concentração de CO 2 é monitorada pela primeira vez. Outros gases só começaram a ser monitorados nos anos 70 e seus efeitos só foram reconhecidos nos anos – Conferência da ONU sobre Meio-Ambiente – criado o Programa de Meio-Ambiente da ONU (UNEP) 1979 – Primeira Conferência Mundial do Clima (WMO) 1983 – ONU estabelece a Comissão Mundial para Meio- Ambiente e Desenvolvimento 1985 e 87 – Cientistas chamam a atenção dos governos para o aquecimento global 1987 – Relatório Brundtland – noção de Desenvolvimento Sustentável

7 Desenvolvimento Sustentável O desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente sem comprometer a possibilidade de as gerações futuras atenderem a suas próprias necessidades um sistema político que assegure a efetiva participação dos cidadãos no processo decisório; um sistema econômico capaz de gerar excedentes e know-how técnico em bases confiáveis e constantes; um sistema social que possa resolver as tensões causadas por um desenvolvimento não- equilibrado; um sistema de produção que respeite a obrigação de preservar a base ecológica do desenvolvimento; um sistema tecnológico que busque constantemente novas soluções; um sistema internacional que estimule padrões sustentáveis de comércio e financiamento; um sistema administrativo flexível e capaz de autocorrigir-se.

8 A Terra está esquentando 1988 – Criação do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC) Adoção pela Assembléia Geral da ONU de resolução reconhecendo que a mudança climática é um problema comum da humanidade 1990 – Primeiro relatório do IPCC – IPCC – em maio a ONU adotou a Convenção Quadros para Mudança Climática (UNFCCC) em junho a Convenção foi aberta para assinaturas na Rio – a Convenção começa a vigorar 1995 – Segundo relatório do IPCC – IPCC – Adoção do Protocolo de Kioto 2001 – Terceiro relatório do IPCC – IPCC 2001 Acordos de Marraqueche 2005 – O Protocolo (Acordo) entra em vigor

9

10 Mecanismos de Mercado – Acordo de Kioto ETS – Esquema de comercialização de emissões JI – Implementação Conjunta CDM – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo Florestamento e Reflorestamento Energia Pequena Escala

11 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Objetivos Auxiliar as Partes não incluídas no Anexo I (países em desenvolvimento) a alcançarem um desenvolvimento sustentável Contribuir para o objetivo final da convenção – reduzir as emissões de GEE a um nível seguro Auxiliar as partes incluídas no Anexo I a conseguir atingir as metas de redução determinadas

12 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Premissas Todas as reduções de emissão resultantes de um projeto de MDL devem ser certificadas por uma entidade operacional. A certificação requer que a Entidade Operacional Designada (DOE) tenha provas da participação voluntária das partes envolvidas, que a redução de emissões seja real, mensurável e de longo prazo e que a redução de emissões seja adicional ao que teria ocorrido na ausência do projeto (linha de base)

13 Mecanismo de Desenvolvimento Limpo - Premissas O projeto deve auxiliar o país hospedeiro a atingir suas prioridades com relação ao desenvolvimento sustentável, e o país hospedeiro deve confirmar isto antes da DOE submeter um relatório de validação ao Comitê Executivo do MDL

14 Requerimentos da AND Comissão Interministerial – é a Autoridade Nacional Designada Resolução nº 1 de 11 de setembro de 2003 – Dispõe sobre a aprovação de projetos de MDL pela Comissão

15 Fluxo de um processo MDL PIN PDD CEREB DOE EB DOE NDA Configuração do Projeto Validação Registro Certificação Emissão do Certificado

16 Metodologias A Metodologia define a linha de base, a adicionalidade e o modo de medição das reduções Metodologias aprovadas: 22 metodologias 2 condensadas nenhuma metodologia de Florestamento/Reflorestamento

17 Metodologias Approved baseline methodology AM0008 Industrial fuel switching from coal and petroleum fuels to natural gas without extension of capacity and lifetime of the facility

18 Metodologias – Pequena Escala III.B. – troca de combustíveis limitada a 15ktCO 2 e/ano (~ 500t FO/mês) II.D. – eficiência energética limitada a 15 GWh/ano

19 Projetos MDL Registrados

20 Emissões IPCC 1996 Combustível tC/TJ Carvão Diesel Fuel Oil Lenha Gasolina Querosene Gás Natural

21 Redução de Emissão na troca de combustível De fuel-oil para GN tCO 2 e/1000t De carvão para GN tCO2e/1000t

22 Mercado – informações Período de Comprometimento de Kioto – 2008 a 2012 Créditos começaram a ser negociados no início dos anos 2000 UE tem primeiro período de comprometimento de 2005 a 2007 UE define penalidades para não cumprimento e negocia planos de alocação (NAPs) Oficialmente, o registro de alocações da UE iniciou em 01/01/05

23 Mercado – variação EUA 2007

24 Mercado – valores praticados RCE Fundos do Banco Mundial, assim como outros fundos governamentais, negociam na faixa de US$5 ERUPT fechou semana passada a 5.17 O valor do CER depende do risco assumido pelo vendedor/comprador Qual será o valor da tonelada de carbono no futuro?

25 OBRIGADO Arnaldo Fleischman Petrobras Distribuidora Gerência de Desenvolvimento de Soluções Energéticas (021) (021)


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