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DIRETRIZES 2009 E 2010. Nossos passos..... O PONTO DE PARTIDA.... 1º Encontro de Coordenadores de GDPeas 2009 Retorno às escolas.

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1 DIRETRIZES 2009 E 2010

2 Nossos passos.....

3 O PONTO DE PARTIDA.... 1º Encontro de Coordenadores de GDPeas 2009 Retorno às escolas

4 Onde chegamos... Envio do Termo de Responsabilidade Sensibilização Formação Inicial Seleção dos JPPeas Utilização do correio web

5 Onde estamos... 2º Encontro de Coordenadores de GDPeas Aprofundamento da área temática Formação no blog Formação no cadastrominas Revisão do projeto

6 Próximos passos 1º semestre... Envio do relatório da Formação Inicial para o(a) coordenador(a) regional Utilização frequente do blog e do correio web Formação Continuada Re-elaborar o projeto contemplando os projetos juvenis Postagem da versão final do projeto até 05 de julho

7 Próximos passos 2º semestre... Desenvolvimento do projeto Processo seletivo 2010 (set e out) 3º Encontro de Coordenadores de GDPeas (nov e dez)

8 Como trabalhar com grupos

9 Trabalhando com grupos: Somos iguais? Somos diferentes? Somos vários?

10 ASPECTOS OBSERVADOS NO GRUPO: Vínculo Papéis Liderança Limites Comunicação Sentimento de pertencer Conviver com as diferenças Resolução de conflitos Trabalho em grupo Cooperação Produção do saber coletivo

11 EXEMPLOS DE INDICADORES DA FORMAÇÃO DO GRUPO: Ampliação da percepção de si e do outro no processo grupal Aumento da responsabilidade pessoal e da cooperação na execução de tarefas grupais Mais compromisso diante das regras, normas e decisões do grupo (participação, obediência e transgressão) Ampliação do vínculo afetivo, sentimento de pertencimento

12 EXEMPLOS DE INDICADORES DA FORMAÇÃO DO GRUPO: Mais flexibilidade de papéis Surgimento de lideranças diversificadas Mudança na expressão da afetividade do grupo: estímulo às potencialidades e capacidades individuais Aumento da capacidade individual e grupal de resolução de problemas e conflitos: espaço para colocação, opiniões divergentes e para construção do consenso Aumento do nível de confiança.

13 Como trabalhar com projetos

14 1 –O Projeto sob enfoque construtivo Mudança na prática educativa: Vontade de mudar Investimento na formação Educadores e alunos aprendendo juntos Paciência, tolerância e coragem Reconhecimento de limites e potencialidades

15 Esse aprender junto, entre alunos e professores, conhecendo seus limites e pontencialidades, nós estamos chamando de processo construtivo.

16 Assim, o projeto surge como uma estratégia para atender às necessidades dos educandos na construção de sua identidade como pessoa e como cidadão. É inspirado numa visão de mundo, de pessoa e educação que propõe uma postura ética de compromisso com a formação integral do educando.

17 E tem preocupação com a construção de uma base de valores sobre a qual se apoie a formação do aluno em todas as dimensões e busca atender às dificuldades dos educadores frente ao desafio de encontrar respostas satisfatórias às questões relativas à sexualidade, afetividade, cidadania, mundo do trabalho e protagonismo vivenciados por esses jovens.

18 2- O que é um projeto educacional? Deve pautar-se no desafio de oferecer um ensino de mais qualidade aos alunos Deve ser identificado com o problema ou situação geradora que necessite de melhorar Peas favorecer às escolas atenção específica aos jovens alunos para uma aprendizagem mais prazerosa.

19 Todo projeto educacional deve ter: Duração finita Objetivos claramente definidos Grupo de educadores Ser de interesse do sistema educacional

20 Modelo de projeto adotado pelo Peas: Skopos 1.Escopo 2.Plano de Ação 3.Plano de Monitoramento e Avaliação

21 1- Escopo do projeto: 1ª parte: Definição do problema / situação geradora Justificativa 2ª parte: Objetivo geral Objetivos específicos Resultados esperados Abrangência

22 Definição do problema Um problema ou situação é relevante em si mesma para justificar o projeto. O problema gerador ou a situação geradora do projeto depende da visão do grupo, do que ele valoriza para a proposição de um projeto. A definição do problema determina a maneira como ele será equacionado, sendo fator decisivo nas etapas seguintes do desenvolvimento do projeto.

23 Justificativa do projeto: A justificativa deve se fundamentar nos aspectos mencionados na situação geradora. Ela deve ser redigida de forma concisa, objetiva e clara.

24 Objetivo Geral: É uma declaração de caráter geral e abrangente que expressa a intenção de resolver o problema ou a necessidade que está descrita na situação geradora do projeto. Indica a intenção de oferecer uma solução para o problema gerador, que é o seu inverso.

25 Objetivo Específico: É uma declaração de caráter bem definido sobre o que se pretende realizar para alcançar aquilo que está expresso no objetivo geral. Cada objetivo específico representa uma proposta de solução para a realização de um propósito mais amplo, expresso no objetivo geral.

26 Aspectos a serem considerados na formulação de objetivos: 1-Clareza 2-Exequibilidade: viável com os recursos disponíveis 3-Efeitos observáveis: devem permitir a avaliação dos efeitos ou resultados a eles associados 4-Consensualidade: deve ser compartilhada pelos envolvidos no projeto 5-Uso de verbos adequados. Verbos com forte poder de expressão indicam claramente o resultado esperado.

27 Resultados esperados: Estão relacionados com os objetivos específicos. São definidos no momento da elaboração dos objetivos específicos do projeto,mediante definição das atividades e ações para realização dos mesmos.

28 Abrangência: Define o tamanho ou amplitude do projeto em termo de público-alvo. Nº de professores diretamente envolvidos Nº total de professores Nº de alunos diretamente envolvidos Nº total de alunos

29 2- Plano de Ação: Elementos do plano de ação: a) detalhamento das grandes ações em atividades e tarefas b) estimativa de prazos c) estimativa de custos e recursos d) rede de tarefas e) cronograma

30 Questões a que o Plano de Ação responde: Quais atividades serão necessárias para que sejam alcançados os objetivos e resultados esperados? Quando as atividades serão desenvolvidas? Quem serão os responsáveis pela execução das atividades? Quanto custará cada atividade? Que produtos serão gerados com a realização das atividades? Que recursos serão necessários (materiais, humanos etc.)?

31 Plano de Monitoramento e Avaliação: Definição: é um documento que apresenta, de forma estruturada, todos os procedimentos necessários ao monitoramento e avaliação sistemática da execução do projeto e dos seus resultados. Exemplos: Relatório e lista de presença.

32 1- Identificação: Escola SRE Município Coordenador 2- Escopo Problema Justificativa Objetivo Geral e Específicos Resultados Esperados Abrangência

33 3- Plano de Ação Atividades Período/data Produtos 4- Plano de Monitoramento e Avaliação Riscos e Dificuldades Descrição dos indicadores de monitoramento e avaliação

34 OBJETIVO GERAL OBJETIVOS ESPECÍFICOS ATIVIDA- DES AÇÃOPRAZO RESPONSÁ- VEL RECURSOSPRODUTO RESULTADOS ESPERADOS RISCOS E DIFICUL- DADES


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