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Ética e Corporeidade. É preciso viver, não apenas existir. Plutarco Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e.

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1 Ética e Corporeidade

2 É preciso viver, não apenas existir. Plutarco Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda. Cecília Meireles Ame o trabalho. Ele é benéfico para teu corpo e bom para tua mente. William Penn

3 Organização Mundial da Saúde 1946 Saúde = completo bem estar físico, mental e social.

4 Constituição da República Federativa do Brasil Art. 6º: São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade, e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

5 Saúde O processo econômico fez com que a saúde passasse a ser enfocada como um fator básico para a produtividade e, por isso, a doença passa a ser encarada como um transtorno econômico.

6 Educação O processo educativo torna-se fundamental para a conscientização dos cidadãos, que passam a reivindicar condições de saúde como um direito de todos, fiscalizando os governos em prol de melhores condições de vida das populações.

7 Hipótese Gaia O Conceito ou Hipótese de Gaia, elaboradopelo cientista britânico James Lovelock, e pela cientista americana Lynn Margulis, quandoa firma que a Terra é um ser vivo, um ente com identidade própria, o único de sua espécie que conhecemos. No organismo de Gaia, nós, humanos, individualmente somos apenas células de um de seus tecidos. E, para muitos ecólogos, um tecido que hoje apresenta-se canceroso. A saúde de Gaia depende da saúde humana.

8 Hipótese Gaia A educação mais uma vez é chamada para a salvação do ecossistema planetário. Quanto ao ecossistema humano, a educação física tem um papel preponderante, como não podia deixar de ser....

9 Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura Reunida em Paris em sua 20ª sessão no dia 21 de novembro de 1978 aprovou a seguinte declaração: Art. 1º - A prática da educação física e dos desportos é um direito fundamental para todos. Art. 2º - A educação física e os desportos são elementos essenciais da educação permanente dentro do sistema global de educação. Art. 3º - Os programas de educação física e dos desportos devem corresponder às necessidades dos indivíduos e da sociedade. Art. 4º - O ensino, o enquadramento e a administração da educação física e dos desportos devem ser confiados a pessoal qualificado. Art. 5º - Equipamentos e materiais são indispensáveis à educação física e aos deportos.

10 Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e Cultura Art. 6º - A pesquisa e a avaliação são elementos indispensáveis ao desenvolvimento da educação física e dos desportos. Art. 7º - A informação e a documentação contribuem na promoção da educação física e dos desportos. Art. 8º - Os grandes meios de comunicação deveriam exercer influência positiva quanto à educação física e aos desportos. Art. 9º - As instituições nacionais têm um papel primordial na educação física e nos desportos. Art. 10º - A cooperação internacional é uma das condições do desenvolvimento universal equilibrado da educação física e dos desportos.

11 Educação Física no Brasil Em tese, a categoria do profissional de Educação Física no Brasil deve ser identificada como a força de trabalho qualificada e registrada no Sistema CONFEF/CREFs, responsável pelo exercício profissional na área de Educação Física e que neste sentido, utiliza e investiga, respectivamente, com fins educativos e científicos, as possíveis formas de expressão da atividade física. A Educação Física no Brasil, deve constituir-se numa Educação Física de Qualidade, sem distinção de qualquer condição humana e sem perder de vista a formação integral das pessoas, sejam crianças, jovens, adultos ou idosos, terá que ser conduzida pelos profissionais de Educação Física como um caminho de desenvolvimento de estilos de vida ativos nos brasileiros, para que possa contribuir para a Qualidade de Vida da população (CBEF-CONFEF, 2000)

12 Educação Física de Qualidade Ser entendida como direito fundamental e não como obrigação dos brasileiros. Desenvolver as habilidades motoras, atitudes, valores e conhecimentos. Ter participação ativa e voluntária em atividades físicas e esportivas. Constituir-se numa responsabilidade de profissionais com formação em nível superior. As práticas corporais e esportivas devem ser prazerosas. Valorizar práticas esportivas, danças e jogos nos conteúdos de seus programas. Ajudar os beneficiários a desenvolver respeito pela sua corporeidade e as das outras pessoas, através da percepção e entendimento do papel das atividades físicas na promoção da saúde.

13 Em linhas gerais, a história da Educação Física encontra institucionalização no Brasil Imperial, em meados de 1822 a 1889, quando a Atividade Física ganhou espaço nas Leis e Decretos sobre Educação Física e desportos, reforçadas pelos pereceres de um dos Patronos da Educação Física Brasileira, Rui Barbosa.... Não pretendemos formar acrobatas... Não pretendemos formar acrobatas nem Hércules, mas desenvolver na nem Hércules, mas desenvolver na criança o quantum de vigor físico essencial criança o quantum de vigor físico essencial ao equilíbrio da vida humana, à felicidade ao equilíbrio da vida humana, à felicidade da alma, à preservação da Pátria e à da alma, à preservação da Pátria e à dignidade da espécie.... dignidade da espécie.... (Rui Barbosa) (Rui Barbosa) Educação Física Brasileira

14 Na segunda metade do Séc. XIX, os alemães trouxeram a ginástica alemã ao Brasil fundando as primeiras sociedades de ginástica. Na segunda metade do Séc. XX a Missão Militar Francesa influenciou a Educação Física em nosso país e contribuiu para a criação da primeira escola de Educação Física no Brasil. No final do Séc. XX ocorreram manifestações que esboçavam a preocupação nacional com a implementação das atividades físicas, onde destacamos a Carta Brasileira de Educação Física (2000) – elaborada a partir do arcabouço de idéias, resultantes do esforço participativo da categoria profissional em Educação Física, dos Conselheiros dos Sistema CONFEF/CREFs, da comunidade científica e acadêmica, pelo Coordenador desse trabalho – Dr. Manoel Gomes Tubino.

15 A Constituição da República de 1988, no seu Art. 217, deu um tratamento especial à atividade física e institucionalizou o entendimento das práticas desportivas como um direito. Em 1º de setembro de 1998, foi promulgada e sancionada pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso a Lei 9.696/98, depois de ampla e democraticamente discutida, criando o Conselho Federal de Educação Física e os Conselhos Regionais, bem como regulamentando a profissão de Educação Física. Em 23 de julho de 2003, foi criada a Frente Parlamentar em Defesa da Atividade Física, visando incrementar a inserção de uma política de valorização da Educação Física de acordo com suas especificidades.

16 Entidades como CONFEF/CREFs e ACAD (Associação Brasileira de Academias), FEBRACAD e a UNEN (União Nacional das Escolas de Natação), tem buscado representar, no Brasil, aproximadamente Academias, que oferecem milhares de empregos distribuídos entre profissionais de Educação Física e profissionais de apoio. Além de empregos indiretos nos setores afins, como confecções, materiais de limpeza, softwares, industrias químicas e empresas de matérias primas para produtos usados em fitness.

17 Nos dia atuais, é público e notório que milhões de brasileiros estão à margem da cidadania plena, logo do pleno exercício do direito à saúde. Não se pode exigir dos milhões de desempregados, que pratiquem atividade física de elite. Milhões de pessoas não tem espaço para moradia e o simples pensamento de quadras de esportes em áreas conflagradas pode ser uma utopia.

18 O Profissional de Educação Física brasileiro de hoje tem um papel a cumprir e, dentro dos limites impostos pela realidade, tem dado corpo a uma série de práticas e ideais que se articula numa produção intelectual que aponta para um futuro promissor. Uma produção marcada pela competência, pela combatividade e pela originalidade. Mas esse exercício e essa produção ainda estão em aberto. Assim, é preciso continuar questionando a tradição, a origem e o futuro. (Vargas)

19 O compromisso básico de cada ser humano é com a própria sobrevivência. Esse compromisso estende-se à família, à comunidade, à cidade, à nação, e, agora, mais do que nunca, ao próprio planeta Terra. Para os ecólogos radicais, vivemos numa fase de mens insana in corpore insano (mente insana em corpo insano). Neste sentido, é preciso levar à serio a educação para a saúde do ser humano, do cidadão e do planeta. Mais do que nunca, esta é uma questão ética.

20 Bibliografia VARGAS, Angelo. Ética Ensaios sobre educaçao fisica saúde social e esporte. Rio de Janeiro: Lecsu,


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