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Relacionamento Terapêutico Profª: Letícia Lazarini de Abreu.

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1 Relacionamento Terapêutico Profª: Letícia Lazarini de Abreu

2 Introdução Os conceitos de doença mental e seu tratamento tem evoluido muito. Essa evolução no entanto, não se mostra suficiente para que a Enfermagem Psiquiátrica deixasse de ser vista por muitos como aquela que controla, vigia e reprime; Tecnicos e Auxiliares de enfermagem = Elementos terapêuticos no tratamento;

3 A pratica de enfermagem é um processo permanente de busca de significados para compreender o paciente e planejar melhor forma de cuidar dele naquele momento; Não existem padrões de conduta = Cada paciente é tratado de uma forma;

4 Relacionamento Terapêutico É um instrumento que a enfermagem psiquiátrica usa para lidar com a sua clientela; Na enfermagem psiquiátrica só conseguimos fazer algum tipo de intervenção após o doente relatar o que ele esta sentindo; Rapport = Significa ter contato estreito ou não. É você gostar ou não de uma pessoa.

5 Relacionamento Terapêutico produtivo é muito melhor com um Rapport +. Rapport – Todo relacionamento tem construção. Com um Rapport + essa construção é melhor; Rapport Rapport +

6 Profissional XDoente Relacionamento terapêutico Relacionamento Social X Relacionamento terapêutico = No relacionamento terapêutico tem-se a obrigação de formar um rapport +. Ele tem objetivos, um inicio, um meio e um fim; O relacionamento social flui naturalmente e as pessoas se agregam por seleção natural;

7 Inserção do sujeito A Enfermagem psiquiátrica tenta inserir o sujeito em uma tríade: Tríade Lazer Trabalho Família

8 Fase Prévia Prévia ao contato direto com o paciente, que vai exigir da enfermeira trabalhar com seus pre conceitos. Sujeito é passivo

9 Fase Introdutória Há um encontro com o paciente; É preciso firmar um acordo, apresentando-se como enfermeiro, ou seja, aquele que vai cuidar do paciente de uma forma mais próxima. Marque um lugar de encontro; Deve-se decidir a duração e a frequencia desses encontros, sendo estes particulares e assegurando ao paciente sigilo sobre o que irão falar; Informe ao paciente de que terá que fazer algumas anotações no prontuário para que alguns dados possam auxiliar outros profissionais em suas atividades terapêuticas;

10 Dê ao paciente a possibilidade de querer participar, aproveitando o SIM e discutindo o NÃO. O paciente pode ter medo de ser magoado e neste caso a sua atuação pode vir a ser um modelo de confiança; Estabeleça metas a serem alcançadas, fazendo o paciente perceber que ele também terá responsabilidades no seu tratamento; LEMBRE-SE = O fim último de uma relação de ajuda é quando o paciente não precisa mais dela, ou seja, sua independência em relação ao Enfermeiro de referencia;

11 Identidades Emergentes Sujeito é ativo; Há um pacote de solidariedade e de confiança firmados;Onde o paciente começa ser um agente ativo das suas experiências de vida e começa a experimentar novos padrões de comportamento, conseguindo ampliar sua condição de socialização e de comunicação com outras pessoas (familiares ou outros pacientes); Fase de grande enriquecimento pessoal; Tenha sempre em mente o que pode e o que não pode mudar para aquele paciente, dentro de uma singularidade e de sua história de vida. Não há um pacote de metas a serem alcançadas e lembre-se que muitos anos de doença não se alteram com rapidez, mas podem significar avanços concretos para uma memória na qualidade de vida do paciente; Espera-se na fase introdutória que se entre na fase de identidades emergente

12 Fase de término É a última fase e deve estar prevista desde o começo; Pode-se dar o termino por: - Alta; - Fuga do paciente; - Porque avaliou-se que é a hora mesmo de terminar. As relações na vida começam e terminam. Esta por ser especial merece cuidados. Espera-se que a esta altura você tenha conseguido investir o interesse do paciente para projetos de grupo, na interação com outros; O paciente pode pedir visitas, endereço, telefones ou dar presentes, mas o termino deve ser definitivo.

13 Não faça promessas que não poderá cumprir; Ex: Deixe claro que você estará, profissionalmente, no hospital para atende-lo, se ele precisar. O termino de um relacionamento terapêutico implica em sofrimento, tanto para o paciente quanto para o Enfermeiro, que vai vivenciar esta perda como a confirmação, de que foi capaz de implicar-se com um ser humano em sofrimento psíquico.

14 Toda a finalidade da equipe é deixar o paciente o mais independente possível. Uma relação de ajuda só é eficaz se o paciente não precisar mais de você. Tratamento é EMANCIPADOR; O cuidado dependente é o PIOR tipo de cuidado que existe; No RT deve-se o tempo todo reeducar o paciente;

15 Tratamento Psicofármaco + Relacionamento Terapêutico (RT) Alguns momentos com Eletroconvulsoterapia Na psiquiatria o diagnóstico é o que menos importa, porque trabalha-se é com a queixa do cliente; FIM!!

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