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A Natureza Humana e o Dever Se a ética exige um sujeito autônomo (moral cristã), a ideia de dever não introduziria a heteronomia, isto é, o domínio de.

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1 A Natureza Humana e o Dever Se a ética exige um sujeito autônomo (moral cristã), a ideia de dever não introduziria a heteronomia, isto é, o domínio de nossa vontade e de nossa consciência por um poder estranho e de nossa consciência por um poder estranho a nós? CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 6 ed., São Paulo: Ática, 1995

2 Rousseau dever são inatos, são a voz da natureza e o dedo de Deus Nascemos puros e bons Um dos filósofos que procurou resolver essa difuldade foi Rousseau, no século XVIII. Para ele, a consciência moral e o sentimento de dever são inatos, são a voz da natureza e o dedo de Deus em nossos corações. Nascemos puros e bons, dotados de generosidade e de benevolência para com os outros. Se o dever parece ser uma imposição e uma obrigação externa, imposta por Deus aos humanos, é porque nossa bondade natural foi pervertida pela sociedade, quando esta criou a propriedade privada e os interesses privados, tornando-nos egoístas, mentirosos e destrutivos CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 6 ed., São Paulo: Ática, 1995

3 O dever simplesmente nos força a recordar nossa natureza originária e, portanto, só em aparência é imposição exterior. Obedecendo ao dever (à lei inscrita em nosso coração), estamos obedecendo a nós mesmos, aos nossos sentimentos e nossas emoções e não à nossa razão, pois esta é responsável pela sociedade egoísta e perversa. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 6 ed., São Paulo: Ática, 1995

4 Kant Não existe bondade natural Também no final do século XVIII Kant opondo-se à moral do coração de Rousseau volta a afirmar o papel da razão na ética. Não existe bondade natural. Por natureza, diz Kant, somos egoístas, ambiciosos, destrutivos, agressivos, cruéis, ávidos de prazeres que nunca nos saciam e pelos quais matamos, mentimos, roubamos, é justamente por isso que precisamos do dever para nos tornarmos seres mortais. A exposição Kantiana parte de duas distinções: 1- a distinção entre razão pura teórica ou especulativa e razão pura prática. 2- a distinção entre ação por causalidade ou necessidade e ação por finalidade ou liberdade. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 6 ed., São Paulo: Ática, 1995

5 Razão pura teórica e prática são universais, isto é, as mesmas para todos os homens em todos os tempos e lugares – podem variar no tempo e nos espaço os conteúdos dos conhecimentos e das ações, mas as formas da atividade racional de conhecimento e da ação são universais. Em outras palavras, o sujeito em ambas, é sujeito transcendental. CHAUÍ, M. Convite à filosofia. 6 ed., São Paulo: Ática, 1995

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7 Na sua dimensão condicionada, o ser humano é parte da natureza e está sujeito à irracionalidade dos sentimentos e dos interesses egoístas que fazem com que cada pessoa se encare a si própria como se estando separada de todas as outras, sendo levada a satisfazer os seus desejos de forma egoísta e interessada (inteiresseira, também). Teleológica= do grego telos: fim, finalidade, e logos: teoria, ciência. Termo empregado por Christian Wolf para designar a ciência que estuda os fins, a finalidade das coisas, enquanto constituindo sentido, em oposição à consideração de suas causas ou de suas origens. ( Japiassu e Marcondes, Dicionário de filosofia.2 ed., Zahar editores, p.233 A este nível, o grande objetivo da vida parece ser a felicidade. Se só existisse essa dimensão do ser humano, as éticas teleológicas seriam as únicas viáveis.

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10 A Razão formula de forma totalmente incondicionada a Lei Moral e o ser humano deve orientar suas escolhas morais pela ideia de DEVER que assenta na obediência a essa lei à priori e essa obediência não é limitação da liberdade, mas, pelo contrário, a garantia de que somos sempre livres ao agirmos, uma vez que nos guiamos pela nossa Razão e não estamos submetidos à irracionalidade das nossas tendências animais e egoístas...

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23 Para Kant era fundamental a interiorização das leis morais. Para ele, a lei moral não deve ser determinada e imposta por alguma força externa às pessoas. Uma pessoa não deve obedecer à lei moral somente por medo de ser punida ou por recear a desaprovação de outras pessoas, mas por estar ciente de que não poderia agir de outra forma, por ter a consciência de ser um sujeito moral. A obrigação moral exclui a necessidade dos atos humanos. Ser moralmente obrigado é ter o poder de responder sim ou não a regra moral; é ter a liberdade de escolher entre o bem e o mal. A liberdade e o dever moral são inseparáveis. Um homem somente é livre quando age moralmente.

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