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Edson B. Ramos Féris. SISTEMAS CELULARES DE PRIMEIRA GERAÇÃO.

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Apresentação em tema: "Edson B. Ramos Féris. SISTEMAS CELULARES DE PRIMEIRA GERAÇÃO."— Transcrição da apresentação:

1 Edson B. Ramos Féris

2 SISTEMAS CELULARES DE PRIMEIRA GERAÇÃO

3 CANAL DE COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO QUANDO A VOZ É TRANSMITIDA VIA RÁDIO, ELA OCUPA UMA DETERMINADA FAIXA DE FREQUÊNCIAS. ESTA FAIXA DE FREQUÊNCIAS É DENOMINADA CANAL DE VOZ.

4 SE HOUVER VÁRIAS CONVERSAÇÕES SIMULTÂNES, CADA UMA OCUPA UMA FAIXA DIFERENTE, OU SEJA, UM CANAL DE VOZ DIFERENTE

5 CANAL DE COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO ISTO ACONTECE TAMBÉM PARA OUTROS TIPOS DE INFORMAÇÃO TRANSMITIDA COMO POR EXEMPLO O SINAL DE VÍDEO OU O SINAL DE DADOS DIGITAIS.

6 CANAL DE COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO PARA CADA TIPO DE SERVIÇO É RESERVADA UMA FAIXA DE FREQUÊNCIAS DE OPERAÇÃO QUE É DIVIDIDA EM SUB-FAIXAS QUE CONSTITUEM OS CANAIS. ISTO FAZ COM QUE SEJA LIMITADA A QUANTIDADE DE CANAIS DISPONÍVEIS PARA A COMUNICAÇÃO. CADA ESTAÇÃO DE TELEVISÃO, POR EXEMPLO, OCUPA UMA FAIXA DE SEIS MEGAHERTZ DE LARGURA. AS PRINCIPAIS EMISSORAS TRANSMITEM NA FAIXA DE OPERAÇÃO VHF. NESSA FAIXA CABEM SOMENTE 12 CANAIS DE TELEVISÃO. O PRIMEIRO É O CANAL 2 E O ÚLTIMO É O CANAL 13

7 CANAL DE VOZ VIA RÁDIO OS SISTEMAS CELULARES TAMBÉM POSSUEM UMA FAIXA DE OPERAÇÃO. PORTANTO POSSUEM UM NÚMERO LIMITADO DE CANAIS PARA A TRANSMISSÃO DA VOZ. ESSA QUANTIDADE É DETERMINADA PELO RESULTADO DA DIVISÃO DA LARGURA DA FAIXA DE OPERAÇAO PELA LARGURA DE FAIXA DO CANAL DE VOZ. A FREQUÊNCIA CENTRAL DE CADA CANAL SE DENOMINA FREQUÊNCIA PORTADORA DO CANAL.

8 COMPARTILHAMENTO DE CANAIS NA TELEFONIA MÓVEL - CADA CONVERSAÇÃO OCUPA UM CANAL SOMENTE DURANTE A DURAÇÃO DA MESMA. - APÓS O TERMINO DA CONVERSAÇÃO, O CANAL É LIBERADO.

9 DEVIDO AO NÚMERO LIMITADO DE CANAIS DE VOZ, SE HOUVESSE APENAS UMA ANTENA TRANSMISSORA, EM UMA CIDADE COMO SÃO PAULO, NÃO MAIS DO QUE ALGUMAS POUCAS PESSOAS PODERIAM SE COMUNICAR SIMULTANEAMENTE. A OPERADORA SERIA OBRIGADA A LIMITAR A QUANTIDADE DE ASSINANTES MÓVEIS PARA EVITAR QUE A REJEIÇÃO DE CHAMADAS, POR FALTA DE CANAL LIVRE, SE TORNASSE INSUPORTÁVEL PARA O ASSINANTE. LIMITAÇÃO DA QUANTIDADE DE ASSINANTES

10 ANTES DO ADVENTO DA TELEFONIA CELULAR, A TELEFONIA MÓVEL ERA, REALMENTE DESSA MANEIRA. PARA COMPENSAR O INVESTIMENTO E A OPERAÇÃO DO SISTEMA, A ASSINATURA ÉRA CARÍSSIMA ASSIM COMO O MINUTO DA OCUPAÇÃO DO CANAL. APENAS AS PESSOAS MUITO RICAS PODIAM SE DAR AO LUXO DE POSSUIR, POR EXEMPLO, TELEFONE EM SEU AUTOMÓVEL LIMITAÇÃO DA QUANTIDADE DE ASSINANTES

11 REUTILIZAÇÃO DE CANAIS É POSSÍVEL A REUTILIZAÇÃO DE CANAIS DESDE QUE AS REGIÕES, EM QUE SE UTILIZAM OS MESMOS CANAIS, SEJAM SUFICIENTEMENTE DISTANTES ENTRE SI PARA QUE OS RECEPTORES DE UMA REGIÃO NÃO RECEBAM O SINAL TRANSMITIDO DA OUTRA REGIÃO. DESTA MANEIRA, POR EXEMPLO, EMISSORAS DE TV CARIOCAS PODEM TRANSMITIR NOS MESMOS CANAIS UTILIZADOS POR EMISSORAS DIFERENTES PAULISTANAS. DEVIDA A GRANDE DISTÂNCIA ENTRE ESSAS DUAS CIDADES OS SINAIS DE TV TRANSMITIDOS, EM UMA DELAS, NÃO CHEGAM ATÉ A OUTRACOM INTENSIDADE SUFICIENTE PARA INTERFERIREM NA RECEPÇAO LOCAL.

12 REUTILIZAÇÃO DE CANAIS NA TELEFONIA MÓVEL A TELEFONIA CELULAR RESOLVE O PROBLEMA DA ESCASSEZ DE CANAIS. ESSE SISTEMA POSSIBILITA A REUTILIZAÇÃO, DOS MESMOS CANAIS DE VOZ, EM UMA MESMA ÁREA GEOGRÁFICA. O SISTEMA CELULAR CONSEGUE FAZER COM QUE A DISTÂNCIA, ENTRE OS OCUPANTES DE UM MESMO CANAL, SEJA SUFICIENTEMENTE GRANDE PARA EVITAR INTERFERÊNCIAS RECÍPROCAS NESTA SITUAÇÃO, OCORRENDO A OCUPAÇÃO SIMULTÂNEA DE UM MESMO CANAL POR VÁRIOS ASSINANTES, OS SINAIS INTERFERENTES CHEGARÃO TÃO FRACOS QUE NÃO INTERFEREM NO SINAL DESEJADO.

13 SISTEMA CELULAR A REGIÃO GEOGRÁFICA, ONDE SE PRETENDE FORNECER O SERVIÇO CELULAR, É DIVIDIDA EM CÉLULAS. CADA CÉLULA CONTÉM UMA ESTAÇÃO TRANSMISSORA E RECEPTORA DENOMINADA ESTAÇÃO DE RÁDIO BASE – ERB. ESSA ESTAÇÃO SE COMUNICA APENAS COM OS APARELHOS MÓVEIS QUE SE ENCONTRAM EM SUA CÉLULA.

14 DISTRIBUIÇÃO DE CANAIS A QUANTIDADE TOTAL DE CANAIS DISPONÍVEIS É DISTRIBUIDA, NORMALMENTE, POR SETE CÉLULAS FORMANDO UM CONJUNTO QUE SE DENOMINA CLUSTER. NO CLUSTER VIZINHO REPETE-SE A MESMA DISTRIBUIÇÃO DE CANAIS. NA DISTRIBUIÇÃO ABAIXO, AS CÉLULAS, QUE SÁO DESIGNADAS PELA MESMA LETRA, SÃO CÉLULAS COM OS MESMOS CANAIS (CO-CANAIS). A DISTÂNCIA, ENTRE AS CÉLULAS CO-CANAIS, É SUFICIENTEMENTE GRANDE PARA QUE NÃO HAJA INTERFRÊNCIAS RECÍPROCAS

15 UNIDADES BÁSICAS DO SISTEMA CELULAR A ESTAÇÃO DE RÁDIOBASE - ERB, TRABALHA COM SEUS CANAIS DE RADIOFREQÜÊNCIA. A ESTAÇÃO MÓVEL - EM, USA UM DESSES CANAIS PARA CONVERSAÇÃO. A ERB ENVIA A CONVERSAÇÃO PARA A CENTRAL DE COMUTAÇÃO E CONTROLE - CCC. ESTA UNIDADE COMPLETA A LIGAÇÃO PARA UMA CENTRAL TELEFÔNICA DO SISTEMA FIXO.

16 NECESSIDADE DA OCUPAÇÃO DE DUAS FAIXAS DE FREQUÊNCIA PARA CADA CONVERSAÇÃO TELEFÔNICA VAMOS SUPOR QUE UMA ERB ESTÁ SE COMUNICANDO COM UM EQUIPAMENTO MÓVEL. NESTE CASO SÃO NECESSÁRIAS DUAS FREQUÊNCIAS PORTADORAS: UMA FREQUÊNCIA PARA A TRANSMISSÃO NO SENTIDO DA ERB PARA O MÓVEL E OUTRA FREQUÊNCIA NO SENTIDO INVERSO DE TRANSMISSÃO

17 NECESSIDADE DA OCUPAÇÃO DE DUAS FAIXAS DE FREQUÊNCIA PARA CADA CONVERSAÇÃO TELEFÔNICA SE FOSSE USADA UMA MESMA FREQUÊNCIA NOS DOIS SENTIDOS DE TRANSMISSÃO, A ERB RECEBERIA SUA PRÓPRIA TRANSMISSÃO. O MESMO ACONTECERIA COM O EQUIPAMENTO MÓVEL. ISTO ACONTECE PORQUE A POTÊNCIA QUE SAI DE UM TRANSMISSOR É MUITO MAIOR DO QUE A POTÊNCIA QUE CHEGA DO TRANSMISSOR DISTANTE.

18 SENTIDOS DE TRANSMISSÃO NOS SISTEMAS MÓVEIS O SENTIDO DE TRANSMISSÃO DA ERB PARA O MÓVEL É DESIGNADO POR FORWARD. O SENTIDO DE TRANSMISSÃO DO MÓVEL PARA A ERB É DESIGNADO POR REVERSE EM NOSSA LINGUA PODERÍAMOS TRADUZIR POR SENTIDO DIRETO E SENTIDO REVERSO RESPECTIVAMENTE

19 SENTIDOS DE TRANSMISSÃO NOS SISTEMAS MÓVEIS SENTIDO SISTEMA CELULAR: FORWARD OU DIRETO REVERSE OU REVERSO O CANAL FORWARD, JUNTAMENTE COM O REVERSE FORMAM UM ÚNICO CANAL DE TRÁFEGO DENOMINADO CANAL BIDIRECIONAL DE VOZ

20 CENTRAL PÚBLICA CENTRAL DE CONTROLE ERB CÉLULAS CO-CANAIS ERB

21 INTERFERÊNCIA DE UMA CÉLULA EM OUTRA CO-CANAL A DISTÂNCIA, ENTRE DUAS CÉLULAS DE MESMOS CANAIS, É MUITO MAIOR QUE O RAIO DELAS. PORTANTO O SINAL INTERFERENTE CHEGA TÃO MAIS FRACO DO QUE O SINAL DESEJADO QUE, PRATICAMENTE, NÃO INFLUI NA QUALIDADE DESSA COMUNICAÇÃO. PrPr PrPr

22 QUANDO O MÓVEL MUDA DE CÉLULA ELE PASSA A SE COMUNICAR POR MEIO DE UM CANAL DA NOVA CÉLULA. MUDANÇA DECÉLULAS

23 SETORIZAÇÃO MODERNAMENTE, O CLUSTER É FORMADO DE 21 CÉLULAS. ENTRETANTO, UMA ERB SERVE TRÊS DESTAS CÉLULAS. PORTANTO, O CLUSTER CONTINUA A TER SETE ERBS. A TORRE DE TRANSMISSÃO FICA NA JUNÇÃO DAS TRÊS CÉLULAS. NESTA TORRE TEM-SE TRÊS ANTENAS COM DIRETIVIDADES ORIENTADAS PARA CADA UMA DAS SUAS TRÊS CÉLULAS. CADA CÉLULA, DE UMA MESMA ERB, É CHAMADA DE SETOR.

24 CADA UM DESSES 21 SETORES POSSUI UM CONJUNTO PRÓPRIO DE CANAIS, OU SEJA, VINTE E UM AVOS DO TOTAL DE CANAIS DISPONÍVEIS. COMO O REUSO DE CANAIS SÓ ACONTECE DEPOIS DA OCUPAÇÃO DE 21 SETORES, PODEMOS CONCLUIR QUE A DISTÂNCIA ENTRE DOIS SETORES CO-CANAIS FICA, RELATIVAMENTE, 3 VEZES MAIOR QUE NO CASO DO CLUSTER DE 7 CÉLULAS OMNIDIRECIONAIS. PORTANTO A INTERFERÊNCIA FICA, AINDA, MAIS FRACA QUE NAQUELE CASO. SETORIZAÇÃO (continuação)

25 CÉLULAS REAIS A CÉLULA HEXAGONAL NÃO EXISTE NO MUNDO REAL. A PROPAGAÇÃO DO SINAL DEPENDE DE MUITOS FATORES RELACIONADOS, PRINCIPALMENTE, COM A TOPOGRAFIA DO TERRENO E A NATUREZA DE SUAS EDIFICAÇÕES. A FIGURA ABAIXO MOSTRA UM EXEMPLO DESTA REALIDADE. AS REGIÕES CLARAS POSSUEM NÍVEIS DE SINAL QUE SÃO RECEBIDOS COM QUALIDADE ACEITÁVEL.

26 ÁREA OCUPADA PELA CÉLULA AS ÁREAS DAS CÉLULAS, GERALMENTE, SÃO DESIGUAIS. SEU TAMANHO ESTÁ RELACIONADO COM A DENSIDADE DE ASSINANTES QUE ELA SERVE. EM REGIÕES MUITO DENSAS, A CÉLULA PODE TER UM RÁIO MÍNIMO DE 700 METROS, AO PASSO QUE, EM REGIÕES RURAIS USA-SE CÉLULAS QUE PODEM TER ATÉ MAIS DO QUE 10 km DE RAIO. REGIÃO URBANA REGIÃO RURAL

27 TIPOS DE CANAIS DE INFORMAÇÃO E PROCESSAMENTO DAS CHAMADAS

28 OS SISTEMAS CELULARES POSSUEM DOIS TIPOS DE CANAIS DE INFORMAÇÃO: CANAL DE CONTROLE E CANAL DE TRÁFEGO. -CANAL DE CONTROLE – TRANSMITE DADO DIGITAL EM LUGAR DO SINAL DE VOZ. NÃO É USADO PARA A CONVERSAÇÃO. ELE É USADO, PRINCIPALMENTE, PARA O ESTABELECIMENTO DA LIGAÇÃO. - CANAL DE TRÁFEGO, TAMBÉM CHAMADO CANAL DE VOZ OU DE CONVERSAÇÃO. ESTE TIPO DE CANAL É USADO PARA A CONVERSAÇÃO E PARA ALGUMAS SINALIZAÇÕES QUE SÃO NECESSÁRIAS DURANTE O ESTADO DE CONVERSAÇÃO. CANAL DE CONTROLE E CANAL DE TRÁFEGO

29 O SISTEMA POSSUI 21 CANAIS DE CONTROLE. NA DISTRIBUIÇÃO COM CLUSTERS DE 21 SETORES, CADA SETOR POSSUI UM CANAL DE CONTROLE. QUANDO O TERMINAL MÓVEL E LIGADO, ELE VARRE OS CANAIS DE CONTROLE PROCURANDO AQUELE DE SINAL MAIS INTENSO. AO ENCONTRÁ-LO, ESSE TERMINAL MÓVEL SE SINTONIZA NESSE CANAL. COMO ESSE CANAL É O MAIS FORTE, É ALTAMENTE PROVÁVEL QUE ELE PERTENÇA AO SETOR NO QUAL O MÓVEL SE ENCONTRA. SITUAÇÃO DE ESPERA ( STAND BY )

30 REGISTRO DO MOVEL ELE SE REGISTRA, NO SISTEMA, UTILIZANDO ESSE CANAL DE CONTROLE NO SENTIDO DE TRANSMISSÃO PARA A ESTAÇÃO DE RADIO BASE DESTA MANEIRA, O SISTEMA FICA SABENDO ONDE O MOVEL SE ENCONTRA PARA O CASO DE ELE SER CHAMADO. SE O MOVEL MUDA DE SETOR, O SINAL DO CANAL DE CONTROLE, QUE ELE ESTA RECEBENDO, ENFRAQUECE. NESTE CASO, ELE TORNA A VARRER OS CANAIS DE CONTROLE SE REGISTRANDO, NOVAMENTE, NO MAIS FORTE QUE ELE ENCONTRAR.

31 PROCESSAMENTO DA CHAMADA. VIMOS QUE, EM SITUAÇÃO DE ESPERA, O TRANSCEPTOR MÓVEL SE ALOCA, AUTOMATICAMENTE, NO CANAL DE CONTROLE MAIS FORTE, O QUAL, PROVAVELMENTE, OPERA EM SEU SETOR. QUANDO O USUÁRIO QUER CHAMAR, SUA DISCAGEM É TRANSMITIDA, POR ESSE CANAL DE CONTROLE A MENSAGEM CONTÉM, ALÉM DO NÚMERO DISCADO, OUTRAS INFORMAÇÕES, TAIS COMO A IDENTIFICAÇÃO DO ASSINANTE E CONFIRMAÇÃO DO SETOR DE ONDE SE ORIGINOU SUA CHAMADA. A CCC RECEBE ESTA MENSAGEM E VERIFICA SE HÁ CANAIS DE CONVERSAÇÃO VAGOS NAQUELE SETOR ESPECÍFICO. EM CASO AFIRMATIVO, A CCC ENVIA UM COMANDO QUE FAZ COM QUE A ESTAÇÃO MÓVEL SEJA COMUTADA, AUTOMÁTICAMENTE PARA O CANAL DE CONVERSAÇÃO VAGO QUE A MESMA LHE DESIGNOU.

32 MÓVEL SENDO CHAMADO QUANDO UMA ESTAÇÃO MÓVEL É CHAMADA, A CCC ENVIA, PELO CANAL DE CONTROLE, DO SETOR ONDE O MOVEL SE REGISTROU, UMA MENSAGEM COM ENDEREÇAMENTO PARA AQUELE MOVEL. EMBORA TODOS OS TERMINAIS MOVEIS DESSE SETOR RECEBAM ESTA MENSAGEM, APENAS AQUELE MÓVEL ENDEREÇADO RESPONDE A ESSE CHAMADO. A CCC COMANDA A ALOCAÇÃO, DO MÓVEL PARA UM CANAL VAGO DE CONVERSAÇÃO DO SETOR EM QUE ELE SE ENCONTRA. A SEGUIR PROCESSA A CONEXÃO COM O ASSINANTE CHAMADOR ATRAVÉS DA REDE FIXA DE TELEFONIA.

33 CHAMADA PARA UM MÓVEL DESLIGADO OU FORA DA ÁREA DE COBERTURA DA OPERADORA ESSA CHAMADA É FEITA PARA O ÚLTIMO SETOR EM QUE O MÓVEL SE REGISTROU. COMO O SISTEMA NÃO OBTÉM RESPOSTA DO MÓVEL ELE ENVIA UM CONVITE PARA O ASSINANTE CHAMADOR PARA QUE ELE GRAVE SUA MENSAGEM NA CAIXA POSTAL DO ASSINANTE CHAMADO. TÃO LOGO O ASSINANTE MÓVEL LIGA SEU CELULAR, OU SE REGISTRA EM ALGUM SETOR COM COBERTURA, APARECERÁ NA TELA DESSE APARELHO UMA INDICAÇÃO SOBRE A EXISTÊNCIA DE MENSAGEM NA CAIXA POSTAL.

34 HAND OFF E ROAMING

35 HAND OFF É QUANDO O TERMINAL MÓVEL, DURANTE A CONVERSAÇÃO, MUDA PARA OUTRO SETOR, DA MESMA ERB, OU DE OUTRA ERB. NESTE CASO A MUDANÇA DE CANAL, PARA PARA UM CANAL DA NOVA CÉLULA, DEVE OCORRER. A CONVERSAÇÃO SOFRE UMA INTERRUPÇÃO POR 200 ms. NESTE INTERVALO DE TEMPO, A CCC COMANDA A MUDANÇA DE CANAL DE CONVERSAÇÃO DO TERMINAL MÓVEL. ESTA INTERRUPÇÃO DE 200 ms NÃO É PERCEBIDA PELOS USUÁRIOS.

36 QUANDO UMA PESSOA CONTRATA A ASSINATURA DE TELEFONIA CELULAR, ELA É REGISTRADA EM UMA ÁREA GEOGRÁFICA DE OPERAÇÃO. NORMALMENTE, O ENDEREÇO RESIDENCIAL, DESSE ASSINNANTE, SE LOCALIZA NESSA ÁREA GEOGRÁFICA. ESSA ÁREA É CHAMADA DE ÁREA DE LOCALIZAÇÃO DE SEU TERMINAL MÓVEL. TODOS OS ASSINANTES DE UMA MESMA ÁREA DE LOCALIZAÇÃO SÃO CONTROLADOS PELA MESMA CCC. NESSA CCC ESTÃO REGISTRADAS TODAS AS INFORMAÇÕES A RESPEITO, TANTO DO TERMINAL MÓVEL QUANTO DO PRÓPRIO ASSINANTE. POR EXEMPLO: SE UM ASSINANTE PÓS-PAGO NÃO PAGOU A CONTA DE SUA TELEFONIA MÓVEL, O SISTEMA PODERÁ RECUSAR SUAS CHAMADAS RECEBIDAS OU TRANSMITIDAS. ÁREA DE LOCALIZAÇÃO

37 ROAMING

38 É QUANDO O TERMINAL MÓVEL SAI DA DE SUA ÁREA DE LOCALIZAÇÃO E VAI PARA UMA ÁREA QUE É GERENCIADA POR OUTRA CCC. APESAR DISTO, O SISTEMA PERMITE QUE ESSE MÓVEL POSSA ORIGINAR E RECEBER CHAMADAS NESTA NOVA ÁREA DE LOCALIZAÇÃO. QUANDO O MÓVEL CHEGA NA NOVA ÁREA, ELE SE REGISTRA DO MESMO MODO QUE FAZIA EM SUA ÁREA ORIGINAL. PELA SUA IDENTIFICAÇÃO A NOVA CCC FICA SABENDO A ÁREA ORIGINAL DESSE MÓVEL. APÓS UMA TROCA DE INFORMAÇÕES ENTRE AS DUAS CCC, O MÓVEL PASSA A SER TRATADO COMO UM VISITANTE DA NOVA ÁREA. DESTA MANEIRA, ELE PODE RECEBER FAZER CHAMADAS. UMA CHAMADA PROVENIENTE DE ALGUÉM, DE SUA ÁREA ORIGINAL, É ENCAMINHADA, PELA REDE FIXA, PARA A ÁREA DE SUA VISITA.

39 CARACTERÍSTICAS DA ESTAÇÃO DE RÁDIO BASE A ERB MONITORA A INTENSIDADE DO SINAL DE RÁDIO QUE ELA RECEBE DO SINAL DO TERMINAL MÓVEL, DURANTE A CONVERSAÇÃO. QUANDO O NÍVEL DO SINAL FICA ABAIXO DE UM DETERMINADO LIMIAR, ELA AVISA A CCC. DESTE PONTO EM DIANTE TODAS AS DECISÕES SÃO TOMADAS PELA CCC, UMA VEZ QUE ESTA TEM UMA VISÃO GERAL DO CONJUNTO DE CÉLULAS. TANTO A ERB COMO OS TERMINAIS MÓVEIS OBEDECEM AOS COMANDOS DA CCC. PODE SER NECESSÁRIO, POR EXEMPLO, ESTABELECER UM HAND-OFF. NESTE CASO A CCC TRANSMITE O COMANDO PARA QUE O MÓVEL INTERROMPA A COMUNICAÇÃO DE VOZ E PASSE A VARRER OS CANAIS DE CONTROLE PARA DETERMINAR AQUELE DE SINAL MAIS INTENSO E INFORMAR A CCC. DESTA MANEIRA, A CCC FICA SABENDO A NOVA LOCALIZAÇÃO DO MÓVEL PARA PROCEDER O HAND OFF.

40

41 UTILIDADE DA BSC (BASE STATION CONTROLLER) A BSC FOI CRIADA PARA DESONERAR O PROCESSAMENTO DA CCC. COM O AUMENTO EXPLOSIVO DA QUANTIDADE DE TERMINAIS MÓVEIS TORNOU-SE, QUASE, IMPRATICÁVEL O GERÊNCIAMENTO DAS OPERAÇÕES DE HAND OFF E ATRIBUIÇÕES DE CANAIS, PELA CCC, A UM NÚMERO EXCESSIVO DE EQUIPAMENTOS MÓVEIS EM ATIVIDADE. DESTA MANEIRA, ESSAS OPERAÇÕES, ENTRE OUTRAS, FICARAM A CARGO DE DIVERSAS BSCs DISTRIBUIDAS PELA REGIÃO. PARA A CCC, RESTARAM AS TAREFAS DE MAIOR NÍVEL HIERARQUICO COMO, POR EXEMPLO, O ROAMING.

42 SINALIZAÇÃO E LIGAÇÃO DE VOZ ENTRE A ERB E A CCC É FEITA NO MODO DE TRANSMISSÃO PONTO A PONTO. NORMALMENTE, O CONJUNTO DOS CANAIS DE VOZ E DE CONTROLE E TRANSFORMADO EM UMA BANDA BÁSICA DIGITAL. ESTA BANDA BÁSICA PODE SER UM MULTIPLEX PCM CONVENCIONAL, OU SER DE CONCEPÇÃO PRÓPRIA DO FORNECEDOR. ESTA BANDA BÁSICA, NORMALMENTE, MODULA UMA PORTADORA DE MICROONDAS QUE E TRANSMITIDA PARA A CCC VIA A BSC.

43 FAIXAS DESIGNADAS PARA OPERAÇÃO DOS SISTEMAS CELULARES

44 FAIXAS DE OPERAÇÃO EM TORNO DE 850 MHz MÓVEL ERB MHz 25 MHz ERBMÓVEL MHz 45 MHz

45 BANDAS A E B A FAIXA DE OPERAÇÃO EM 850 MHz É DIVIDIDA EM DUAS SUBFAIXAS DE 12,5 MHz DE LARGURA: BANDA A: - EXPLORADA, ORIGINALMENTE, POR OPERADORAS QUE JÁ EXPLORAVAM A TELEFONIA FIXA. BANDA B: - EXPLORADA, ORIGINALMENTE, POR EMPRESAS NÃO OPERADORAS DE TELEFONIA FIXA. APÓS A PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA TELEBRÁS, AS OPERADORAS CELULARES, DA BANDA A, SE TORNARAM EMPRESAS INDEPENDENTES DAQUELAS QUE EXPLORAM A TELEFONIA FIXA. A VIVO, POR EXEMPLO, OPERA NA BANDA A EM TODO ESTADO DE SÃO PAULO.

46 FAIXAS DE OPERAÇÃO EM TORNO DE 1800 MHz

47 A FAIXA DE OPERAÇÃO EM TORNO DE 1800 MHz É DIVIDIDA EM TRÊS SUBFAIXAS DE 15 MHz DE LARGURA. AS PRINCIPAIS OPERADORAS QUE OPERAM NESSAS FAIXAS SÃO A TIM, A OI E A CLARO. OCUPAÇÃO DA FAIXA DE OPERAÇÃO EM TORNO DE 1800 MHz


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