A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Florival Rodrigues de Carvalho Superintendente de Pesquisa e Planejamento UNICAMP 05 de junho de 2007 Campinas-SP A ANP, O DESENVOLVIMENTO, A CIÊNCIA E.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Florival Rodrigues de Carvalho Superintendente de Pesquisa e Planejamento UNICAMP 05 de junho de 2007 Campinas-SP A ANP, O DESENVOLVIMENTO, A CIÊNCIA E."— Transcrição da apresentação:

1 Florival Rodrigues de Carvalho Superintendente de Pesquisa e Planejamento UNICAMP 05 de junho de 2007 Campinas-SP A ANP, O DESENVOLVIMENTO, A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA

2 O PAPEL DA ANP NA FORMAÇÃO DE CAPITAL HUMANO E NO DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO, TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO PARA O SETOR DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL I- ATRIBUIÇÃO LEGAL II - FORMAÇÃO DE CAPITAL HUMANO III - DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO, TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO IV - DESAFIOS E PERSPECTIVAS

3 ATRIBUIÇÕES DA ANP Lei – Lei do Petróleo Art. 8º - A ANP terá como finalidade promover a regulação, a contratação e a fiscalização das atividades econômicas integrantes da indústria do petróleo, do gás natural e dos biocombustíveis, cabendo-lhe: X - estimular a pesquisa e a adoção de novas tecnologias na exploração, produção, transporte, refino e processamento;

4 AÇÕES IMPLEMENTADAS Formação de Capital Humano Desenvolvimento Científico, Tecnológico e Inovação

5 OBJETIVOS DAS AÇÕES Contribuir para a formação de capital humano altamente qualificado; Gerar conhecimento: novas tecnologias de produtos e processos; Criar centros de excelência para o desenvolvimento tecnológico do setor de petróleo, gás natural e biocombustíveis; Promover o desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação da Indústria nacional – cadeia de fornecedores (maior % do conteúdo local).

6 FORMAÇÃO DE CAPITAL HUMANO PRH-ANP

7 Estimular as instituições de ensino a organizar e oferecer especializações profissionais consideradas estratégicas e imprescindíveis para atender às demandas da indústria do petróleo; Incrementar especializações para o setor P&G nos cursos existentes. O papel do PRH

8 Histórico Março/1998 – Início dos estudos para a formulação do Programa de Recursos Humanos da ANP para o Setor Petróleo e Gás Março/ Lançamento do 1º Edital (71 propostas, 16 PRHs implementados) Outubro/ Lançamento do 2º Edital (60 propostas, 15 PRHs implementados)

9 Novembro/ Lançamento do 3º Edital (18 propostas, 5 PRHs implementados) - Áreas específicas: Direito; Regulação; Automação; Integridade Estrutural; Computação Científica Julho/ Diretoria da ANP aprova o PRH-ANP/MEC-Técnico (Selecionados sete CEFETs próximos a regiões produtoras e o CTGÁS-RN) Histórico

10 Benefícios n Bolsas de estudo para técnico de nível médio, graduação, mestrado e doutorado n Bolsa para o Coordenador do Programa e para um Pesquisador Visitante (em geral profissional com grande experiência na indústria do petróleo) n Taxa de Bancada - para aquisição de livros, material para realização dos trabalhos dos bolsistas, despesas de viagens para participação em congressos e cursos, manutenção de equipamentos, etc.

11 Requisitos n Submeter-se ao processo seletivo definido pela instituição n Dedicação exclusiva n Cursar disciplinas complementares de especialização para o setor petróleo e gás 6 na graduação 4 no mestrado 6 no doutorado n Não ser reprovado em nenhuma disciplina do curso

12 PRH-ANP/MCT PRH-ANP-MEC Técnico 4 GRADUAÇÃO 4 MESTRADO 4 DOUTORADO Modalidades

13 Bolsas Concedidas e Valores Alocados (ANP + CTPETRO) O PRH-ANP É FINANCIADO COM RECURSOS DA ANP E DO CTPETRO Alocação de Recursos

14 Previsão de Bolsas Novas

15 Balanço / 2006 R$ 113,949 milhões investidos 3905 bolsas concedidas. 31 instituições participantes. 16 Estados brasileiros.

16 CTPETRO Abrangência Geográfica do PRH-ANP

17 Alto Índice de aproveitamento dos ex- bolsistas no mercado de trabalho; Atendimento às demandas de RH do Setor de P&G; Fortalecimento da Universidade Brasileira; Fomento à conexão Academia-Indústria; Avanços na Produção Científico- Tecnológica; Premiações. Resultados Comprovados

18 1166 ex-bolsistas contratados por empresas do Setor P&G (2003 a 2006); Mais de 150 ex-bolsistas contratados pela Petrobras; Mais de 150 empresas / instituições empregando ex-bolsistas. Resultados Comprovados

19 DESAFIOS E PERSPECTIVAS 1- Atender à demanda por mais bolsas nos programas existentes. 2 - Atualizar o valor das bolsas de forma a manter o diferencial em relação às outras instituições. 3- Ampliar a atuação para outros Estados brasileiros, em particular visando a exploração de campos terrestres (destaque para região Centro-Oeste). 4- Aumentar o volume de recursos financeiros oriundos do CTPETRO para atender os desafios anteriores

20 DESAFIOS E PERSPECTIVAS 5- Reativar os programas voltados para o nível médio. 6 - Atender ao aumento da demanda por capital humano, um dos principais pontos de estrangulamento do setor; 2007 – 2011 Previsão de investimentos no setor : US$ 100 bilhões Capacidade de refino Aumento de 30%

21 NECESSIDADE de RECURSOS Orçamento necessário para manter o crescimento do número de bolsas ativas: 2007 – R$ , – R$ ,00

22 RECURSOS DO CT-PETRO VALORES REPASSADOS AO MCT (fonte ANP) 1999 – 120, – 228, – 282, – 391, – 541, – 619, – 770, – 946, – 219,20 ( jan-mar) R$ MILHÕES

23 DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO, TECNOLÓGICO E INOVAÇÃO

24 CLAÚSULA CONTRATUAL DE INVESTIMENTOS EM P&D

25 Cláusula Contratual de Investimento P&D REGULAMENTADA EM NOVEMBRO /2005 Contratos de Concessão para Exploração e Produção de Petróleo e Gás Natural (desde 1998)

26 Caso a Participação Especial seja devida para um Campo em qualquer trimestre do ano calendário, o Concessionário será obrigado a realizar Despesas Qualificadas com Pesquisa e Desenvolvimento em valor equivalente a 1% (um por cento) da Receita Bruta da Produção para tal Campo. Cláusula Contratual de Investimento P&D

27 Os valores investidos PODEM SER deduzidos do cálculo da Participação Especial (PE) Portaria ANP nº 10/1999 Portaria ANP nº 58/2001 Incentivo para o investimento

28 REALIZAÇÃO DAS DESPESAS Nas Instituições Credenciadas pela ANP Até 50% do valor No mínimo 50% do valor Nas instalações do concessionário no Brasil Nas empresas contratadas Aplicação dos Recursos

29 Obrigação do Investimento VALORES ( 1% da Renda Bruta dos Campos que pagam PE) 1998 – R$1,2 billhão 2005 – R$ 509 milhões 2006 – R$ 616 milhões 2007 – 660 milhões ( estimados) CONCESSIONÁRIOS APTOS PETROBRAS, SHELL E REPSOL R$ 2,3 bilhões

30 PROJETOS PRÉ-AUTORIZADOS Petrobras Numero de Projetos – 223 Valor Total – R$ 647,9 milhões Projetos : Infra-estrutura laboratorial : R$ 485, 2 milhões P&D em Energia : 10 R$ 3, 9 milhões P&D em TIB : 1 R$ 811,2 mil Recursos Humanos/PROMINP: 1 R$157,9 milhões 2006 até março 2007

31 Distribuição de projetos por Região – (sem PROMINP) Projetos Autorizados por Região (*) RegiãoNº Instituições Quantidade Projetos Recursos (R$) % sobre total Sudeste ,6270,5% Nordeste ,6720,5% Sul ,547,6% Norte ,830,9% Centro-Oeste ,000,4% Total ,66100,0%

32 INVESTIMENTOS EM P&D 1.Otimizar a aplicação dos recursos das concessionárias; 2.Promover o entrosamento com a indústria de petróleo e gás natural, sobretudo as pequenas e médias empresas; 3.Iniciar o processo de Credenciamento das Instituições de Pesquisa e Desenvolvimento. Desafios e Perspectivas

33 1. Contribuir para a geração de novos postos de emprego. 2. Contribuir para o atendimento da demanda de combustíveis, oferecendo produtos de qualidade, com segurança e preservando o meio ambiente. Benefícios à SOCIEDADE

34 AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS Av. Rio Branco, 65 – 13º andar – Centro – Rio de Janeiro – RJ – Brasil Tel.: OBRIGADO!


Carregar ppt "Florival Rodrigues de Carvalho Superintendente de Pesquisa e Planejamento UNICAMP 05 de junho de 2007 Campinas-SP A ANP, O DESENVOLVIMENTO, A CIÊNCIA E."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google