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A REESTRUTURAÇÃO DOS HOSPITAIS DE ENSINO Ministério da Saúde Arthur Chioro Outubro / 2003.

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Apresentação em tema: "A REESTRUTURAÇÃO DOS HOSPITAIS DE ENSINO Ministério da Saúde Arthur Chioro Outubro / 2003."— Transcrição da apresentação:

1 A REESTRUTURAÇÃO DOS HOSPITAIS DE ENSINO Ministério da Saúde Arthur Chioro Outubro / 2003

2 Assistência Ensino e formação de RH para a saúde graduação pós-graduação educação permanente Produção de conhecimentos, pesquisa Avaliação e incorporação tecnológica Papel dos Hospitais de Ensino: 154 HUE / 45 Federais

3 Não excludentes ou concorrentes Tornam o HE uma instituição diferente, que requer características e compromissos diferenciados Papéis que se concretizam objetivamente com a sua plena inserção no SUS (na sociedade) Papel dos Hospitais de Ensino :

4 2,55 % da rede hospitalar brasileira 10,3 % dos leitos SUS 11,8 % das AIHs (R$ ) 11,62 produção ambulatorial R$ 481 milhões / ano - FIDEPS AIH média: R$ 779,99 25,6 % dos leitos de UTI 37,56 % dos procedimentos de AC Quem são os HUE ?

5 Que crise é esta ? É uma crise Crônica ou Recorrente É percebida de diferentes maneiras Assume múltiplas dimensões

6 CRISE DOS HUES NO BRASIL Mas que crise é essa ?

7 Forma convencional de lidar com a crise : Pautadas pelo imediatismo Direcionadas para a busca de recursos Voltadas para a modernização técnica e gerencial

8 Para pensar a mudança Investir na construção de projetos coletivo Formular política para os HUE Buscar apoio e legitimidade social

9 Alternativas à crise: A redefinição do Modelo Assistencial O redesenho do modelo organizativo A reforma do modelo de gestão Reconstrução do relacionamento com o SUS Reorientação do Ensino e da Pesquisa Revisão dos Mecanismos de Financiamento

10 Institui Comissão Interinstitucional com o objetivo de avaliar e diagnosticar a situação dos HUEs no Brasil, visando reformular e/ou reorientar a política nacional para o setor, considerando a necessidade de: melhoria da situação financeira, estrutural, organizativa e de gestão ; Definição do papel / inserção no SUS. (Decisão Política de Enfrentamento) Portaria Interministerial nº de maio de 2003

11 Ações Concretas Estabelecidas: Criação da Comissão Interinstitucional Ministério da Educação Ministério da Saúde Ministério do Planejamento Ministério da Ciência e Tecnologia ABRAHUE ANDIFES CNS CONASS CONASEMS ABEM ABEN DENEM DENEnf Poder legislativo

12 Sub-grupos da Comissão Interinstitucional Certificação HUs e avaliação do FIDEPS Alta Complexidade, avaliação e incorporação tecnológica Apoio à gestão / dívidas Fundações e novo desenho jurídico- administrativo Formação de RH e educação permanente

13 Avanços imediatos Aprovação de concurso para preenchimento de vagas (HUE federais). Ampliação do recurso financeiro do Programa Interministerial (R$ 100 milhões) Regulamentação dos plantões

14 Propostas prioritárias: Apuração das dívidas (cerca de 230 milhões) Desenvolvimento de uma programa de financiamento para os HUE junto à Caixa Econômica Federal e o BNDES : público federal público estadual filantrópicas privadas

15 Propostas prioritárias: Certificação dos HUE (ainda em 2003) Recertificação periódica Extinção do FIDEPS Redefinição da política de investimentos: convênios alta complexidade emendas programa interministerial

16 Novas diretrizes para o financiamento: UNIVERSALIDADE: Ampliação da oferta de serviços orientada pelas necessidades EQUIDADE: Correção das iniquidades regionais INTEGRALIDADE: investir também na promoção / prevenção e formação de RH CONTROLE SOCIAL: transparência na aplicação (aprovação e fiscalização de recursos) INTEGRAÇÃO: pactuação com gestores municipais e estaduais rediscussão da participação dos estados e municípios no financiamento

17 Novas diretrizes para o financiamento: Racionalização e modernização gerencial: Compras Contratos Relação com indústria farmacêutica/equipamentos Política de gestão e desenvolvimento de pessoal Instrumentos de acompanhamento e avaliação de serviços e da gestão Democratização da Gestão (co-gestão) Planejamento participativo e contratualização Produção científica e pesquisa clínica

18 Novas diretrizes para o financiamento: – Rediscutir o desenho organizacional dos HUE – Análise de alternativas para redefinição da natureza jurídica dos HUE: autonomia eficiência e eficácia garantia do caráter público transparência e controle social em função da missão

19 Novas diretrizes para o financiamento: Mudança do modelo de financiamento e contratualização Sistema global (superação do modelo de pagamento por produção) Hospitais públicos federais/estaduais e filantrópicos (com autonomia de gestão) Orçamentação e mecanismos indutores da eficiência/eficácia (exemplo da França) Contrato de Metas que (re)defina compromissos : Assistenciais Ensino, formação de RH e educação continuada Pólo de Referência para Avaliação e Incorporação Tecnológica Pesquisa

20 Novas diretrizes para o financiamento: PLANEJAMENTO INTEGRADO E ORIENTADO POR NECESSIDADES GARANTIA DE RECURSOS PARA O CUSTEIO (DAY AFTER) INCLUIR A TOTALIDADE DOS RECURSOS (DAS DISTINTAS FONTES DE RECEITA) AUTONOMIA NA APLICAÇÃO DOS RECURSOS PACTUADOS

21 Mudar o modelo de financiamento e contratualização: Totalidade das receitas oriundas de distintas fontes e esferas de governo (inclusive convênios e particulares) Construído de forma pactuada com universidade, gestores e instâncias do SUS, redefinindo as responsabilidades de cada parte Por adesão Critérios em construção pela CI A partir de 2004

22 Seminário: H ospitais Universitários: o ensino, a pesquisa,a assistência e a inserção no SUS Os objetivos se destinam a trazer reflexões a cerca da necessidade de discutir a articulação dos processos acadêmicos e de produção de serviços em saúde, redefinindo o perfil assistencial, de ensino e pesquisa visando à sua inserção definitiva e adequada ao SUS e o resgate da pertinência social dos HUs.

23 Garantia do acesso e atendimento eficiente e ágil (humanização) Acolher e cuidar das demandas e problemas dos cidadãos Não requer que o HE assuma todos os níveis de atenção (falácia) Inserção e reconstrução do relacionamento com o SUS

24 Sintonia com as demandas/ necessidades da saúde da população e dos gestores Participar da organização do sistema loco- regional de saúde É preciso compreender o funcionamento do sistema e interagir de forma pro-ativa HE x SMS x Faculdade x Reitoria x Comunidade Acadêmica x SES Inserção e reconstrução do relacionamento com o SUS

25 Integração efetiva de sua oferta: 100% sob regulação do gestor do SUS (avançar para além da assistência) Pactuação e contratualização do papel que irá desempenhar com: Gestores e instâncias do SUS Conselhos de Saúde internamente: universidade, docentes, funcionários, discentes Inserção e reconstrução do relacionamento com o SUS

26 Alterar o seu padrão organizativo Transfomar as suas lógicas de gestão Questionar os arranjos de poder Apostar em mudanças substantivas no modelo de atenção Investir na relação com o SUS – ser parte de verdade Enfrentar a mudança e a complexidade que requer Reorientar o Ensino e da Pesquisa Rever os mecanismos de financiamento Papel e Inserção dos Hospitais de Ensino:

27 É preciso mudar É possível mudar Temos acúmulo e crítica para mudar Não vai ser fácil mudar Vamos construir juntos as mudanças O Governo Lula tem vontade política para mudar Hospitais de Ensino:

28 Aprovado: 30,5 bilhões Contingenciado: 1,6 bilhões Disponível: 28,9 bilhões 74% em transferências a estados e municípios 20% com despesas de pessoal 6% para projetos prioritários e restos a pagar 2,9 bilhões inscritos em restos a pagar Orçamento para custeio de média e alta complexidade comprometido pela gestão anterior Ministério da Saúde - Orçamento 2003

29 Outras propostas que estão sendo trabalhadas de forma prioritária: Revisão emergencial da Tabela de Procedimentos de média complexidade: ambulatorial (SADT) internações Revisão dos Tetos Financeiros de Estados e Municípios Ampliação de leitos de UTI 5% de reajuste na TRS

30 Outras propostas que estão sendo trabalhadas de forma prioritária: Redistribuição de equipamentos (REFORSUS) Revisão do EXPANDE e outros programas de investimento PROESF: qualificação da atenção básica municípios com mais de 100 mil hab. Política de Atenção às Urgências (SAMU)


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